12 agosto 2008

As mulheres portuguesas serão mesmo umas grandes badalhocas?

A questão foi colocada aqui pelo Criminoso e já teve algumas respostas:
Nelo - "Já á que tempus, - ainda hera uma bisha çolteira, pois o Lalito o meu namorado nam tinha inda me convensido a cazar com a minha Efigénia, - mas já á que tempus como ia dezendo, queu Nelo fasso broshes eim pleno dia no Parque Induardo Çétimo. Çó nam fasso mais perque isto anda defícel. Á per aí muinta lambisgoita, andóm de çaia curta quaze a mustrar as covas e asdepois, prontes... uma melhér bisha nam conçegue concurrer cum elas... E éu faser a operassão para por umas covas, çó se foçe louca..."
madr - "Debaixo de pontes e/ou encostada a «pilares» nunca fiz, também essa cena dá bué nas vistas com uma gaja assim agachada à frente do gajo que parece estar em sentido. Mas sexo puro e duro experimentei numa paragem de autocarro, atrás de um eléctrico, no elevador, na praia (dentro e fora do mar), na berma da estrada,... não me lembro de mais que a senilidade não permite. Ah, também o masturbei durante viagens de autocarro. Não sou nenhuma badalhoca nem para lá caminho, mas naquele tempo estava «malucamente» apaixonadíssima pelo meu gajo e como não tínhamos poiso certo era onde calhava/apetecia.Penso que seja assim com toda a gente embora já me tenham chamado imoral por o assumir sem problemas."
ElGatito - "Deixa-me cá fazer um exercício de memória... hum... Autocarros... Parques públicos (cá e lá fora)... Praia... Parques de estacionamento... Elevadores... Festas de Finalistas (Chá Dançante e Baile de Gala incluídos)... Apre, tanto sítio. Tal como o Natal... é quando o homem quer. Ó São, isto é Coimbra, m'lher... na Queima, não há pai (nem mãe), para a estudantada (e nem precisam de estar bêbedos)."

Vá... vocês sabem mais do que querem dizer, Noé?
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Bartolomeu - "Pois c'o Bartolomeu, passa-se um fenómeno estranhíssimo. O Bartolomeu não se recorda de uma única namorada que lhe tivesse apetecido masturbá-lo ou comê-lo em público ou em local frequentado. Na mata sim, mas não estava ninguém à vista; na praia também mas era inverno e o areal estava deserto; no jardim da casa da moça também, mas era de noite e já estavam todos no chôco há bués. Paragens de autocarro, pontes e tal e coiso, nunca. Agora vou-vos dizer a verdade e a verdade, meus queridos amigos(as), é que o Bartolomeu não faz muita questão de afinfar uma garina num canto qualquer. Os ambientes favoritos do Bartolomeu são os motéis, as camas redondas, os espelhos, os jacuzzis, onde os «oponentes» podem dar largas à imaginação e, calma e confortavelmente, fazer um replay dos momentos mais agradáveis, tomar duche, brincar no jacuzzi, inventar «coisas» à beira da cama, em resumo, um parque infantil para adultos irrequietos. Com muiiiiiita badalhoquice pelo meio."
Zé Manel - "Grandes badalhocas?! Acho ofensivo e indigno. São umas anjas, como estas camones:
O problema é que ninguém as compreende... nem as ouve... nem lhes dá a importância e valor que realmente acham que merecem."
madr - "Alto lá e pára o baile... eu nunca disse que fiz em público. Em locais públicos sim, mas acho que sem assistência, a não ser daquela vez na mata da Costa em que o meu gajo topou um mirone escondido e, em pelota, desata a correr atrás do tipo deixando-me nuínha em cima da toalha, lol... agora rio-me mas na altura apanhei um susto do caraças, o que até foi bom pois se bem se lembram eu sou aquela a quem a adrenalina dá pica (até já me dedicaram um belíssimo texto a propósito).
Bar-tolo-meu, eu também gosto (e já fiz) de tudo a que te referes. Um dos nossos passatempos preferidos era estrearmos as diferentes divisões/cantos da(s) casa(s), mas isso penso que toda a gente faz. Agora, durante uma viagem de comboio (uma amiga contou-me), a andar de mota (quase se estampavam, tiveram de parar),... é que é."

Zé Manel - "Essa da mota é que é de se lhe tirar o chapeau..."
Bartolomeu - "Alto lá e pára a mota! É qu'eu andei bué de mota, aliás, já possuí até há 3 anos atrás, nada mais, nada menos que 19 motas (ah, posé). Agora não me venham com tretas, porque dar um fodão em cima da mota, com ela parada... ok, mas c'a bichinha em movimento?! Isséquera... Mas pronto, não estou a chamar mentiroso a ninguém, contudo, pelo sim, pelo não, vou ligar ao meu amigo Mikel Doan e vou-lhe perguntar. Me aguardem, qu'eu já volto com alvíssaras... motard's... foder ca mota em movimento... pois... tá bem... já me tinhas dito...
Marla - "Em cima da mota não sei... Mas num jipe, a 150 à hora, em pleno auto-estrada até sei de quem tenha feito... TUDO!"
Bartolomeu - "Lol! Boa vírgula, Marla, mas deixa que te diga... os conta-kilometros dos jipes são muuuuuuuuuuta mentirosos. Desta vez fizeste-me lembrar dos tipos do poço da morte, na feira popularrrrrrrrrr.... e agorrrrrrra carííííssimos espectadoressss, vamos terrr a honrrrraaaa de lhes aprrrrresentar... Miss Marla... que vai arriscarrrr a vidaaa num número arriscadísssssimo.
Prrrrrestem muiiiiita atenção, carossss espectadorrres, porrrrque esta belísssssima mulherrrrr vai entrrrrrar nesse jipe que irá acelerar até à verrrrtiginosa velocidade de 150 (cm) à hora, enquanto a nossssa artistaaaa sentada em cima do aro do parabrrrrisas, receberá do condutor um maravilhoso minettttteeee."

Marla - "Com essa é que me lixaste... Ok, eu reformulo: a «nossa artista» já fez QUASE TUDO num jipe na auto-estrada."
São Rosas - "Arriscando a vida para ganhar a mesma!"
madr - "Na da mota acreditei na altura porque era jovem e ingénua (=parvita). Mais tarde, e também um bocadito mais esperta, duvidei, como seria possível um gajo fazer «aquilo» funcionar e, ao mesmo tempo, estar concentrado na condução? Só se fosse numa mota de carrossel... Mais tarde ainda, depois de ver/fazer(?) proezas sexuais nunca antes imaginadas possíveis, e como a idade (=sabedoria) o permite, já volto a colocar a hipótese de ser verdade. Até imaginei que seria a moça sentada à frente do rapaz, de costas para ele, bem agachadita para não lhe tirar a visão da estrada, e a controlar o ritmo das «pinocadas». Nunca pude verificar esta hipótese porque as motas a modos que me assustam (desde que andei a 200 numa e ia caindo quando desmontei por causa da tremura das pernas...)."
Marla - "Partilho contigo esse medo de motas... Mas agora, assim de repente, até dava um «passeiozito»..."
madr - "Aqui deixo o desafio aos motards: «Será possível dar uma queca em cima duma mota em movimento?», apliquem-lhe o método científico (com vários tipos de mota e parceiros/as) e partilhem connosco as conclusões, sem esquecer a parte da experimentação."
lady.bug - "Poucas vergonhas que vão para aqui! Isto a malta quer é colchão fofuxo... que a idade não dá para grandes avarias... e a rótula tá fora do sítio! humpf!"
São Rosas - "É o que eu digo..."
madr - "Isso dizemos agora que a idade e algum caruncho vão dando cabo das articulações mas... e antes? E antes? Ou não és da geração de 60/70?"
c&a - "Já há muito que não como umas badalhocas..."
madr - "Mas o pessoal está todo de férias ou estão naquela de, como algumas minhas conhecidas, «putas virgens»? (em novas fizeram tudo o que lhes apeteceu, e muito bem, mas depois de velhas foram sempre virgens)."

Está decidido: a próxima voltinha é de mota.

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