31 março 2016

O lado pornográfico dos filmes porno

Actrizes e actores porno revelam momentos que viveram - e consideram nojentos - em gravações de filmes pornográficos.


Ask A Porn Star- -Grossest Porn Set Experience-- with Kassondra Raine and Richelle Ryan pt-br from Sweetlicious Tube on Vimeo.

Contos do Vinte e Sete - «O aborrecimento do tractorista»

... a  fazer-me cócegas dentro das cuecas e pensei cá comigo: “Vinte Sete, onde vai que tu nã vás às maganas... mai logo, tá isso azedo...

Bem, cabranagem, tá tudo valente?
Há que tempos que não lhes dava de vaia, que é como quem diz, porra que o tempo passa e uma pessoa  até parece que se esquece dos amigos, nem com um bom dia amanda.
Prós mais novos, que os velhos já me conhecem de ginjeira, o mé nome éi: José Carlos Trambolica, mas a malta arredonda a coisa para Zeca Tramelica e depois das maganas terem feito soar por aí que sou pichalhudo, puseram-me o Vinte e Sete. E como éi uma fama com proveito, deixo a coisa andar, não sei se mentendem.  Bem, mas adianti!
Acabi de chegar da tasca do cabranote do Orelhas de Podengo, e disse cá para mim,  Zeca, nã achas que tás a ficar molengão?  Éi assim que se arranjam as famas ós Alentejanos.  A gente sabe que  os Galegos, quando vêm praqui trabalhari pelas alturas da estorreira, bem que a genti os ouve:- “Ai que isto num she pode, isto num she pode”. Que foi o que por acaso ouvi no ano passado, tava ali a querer passar com a minha Famel e tavam  arranjar a estrada pra Castro Verde, quando o maquinista, um gajo com falas lá do Norte, se saiu  com essa tirada e ainda era só Julho. E atão, eu que nã sou de ficar calado arrespondi-le: 
- “Atão mas compadre, são só dez e meia da manhã, e você diz que nã se pode? Deixe chegar aí as duas da tarde, nem digo agora, mas aí pró mês que vem e logo vê o que é trabalhar ó calor no Alentejo. Nã queira tirar uma sestazinha pela estorreira que logo vê se aguenta!”
Bem, mas numa coisa eles têm rezão: se a genti puder  fazer por metade do trabalho, nã faz pelo dobro,  lá isso nã faz, só que isso nã perdoa eu nã ter escrito uma só linha, onde vai já ós meses, das partes que se passam aqui no mé monti, que éi quase uma aldeia, com estrada de alactrão e tudo a passar mesmo ao lado.  Por isso, toca a escrever ai umas alembraduras que é pra malta saber a vida que uma pessoa leva.
Tava eu com o treco-lareco-de-orelhas a fazer-me cócegas dentro das cuecas e pensi cá comigo: “Vinte Sete, onde vai que tu nã vais às maganas, dar uma berlaitada  pra despejar o óleo, mai logo, tá isso azedo e nem pra queijinhos dá!”
E atão, lá fui na minha Famel. 
Às putas, poisatão, pra pôr o vinte e sete na vinagreira!
Quando tava de volta e bem satisfeito, tava já a pôr-se escuro, e tava o mé vezinho, esse que é tractorista à do Dom Parreco, chegando à porta da tasca e dé-me sinal prá gente beber um branquinho. Eu que não sou de modas arrefinfê-lhe logo com um quejenhito em cima da mesa com um bocado de pão que tinha comprado pelo caminho e pensi, Vinte e Sete, assim como assim, com isto e mais um pires ó dois de petisco aqui da tasca, ficas logo jantado. 
O mé vezinho tameim tinha trazido metade de uma linguiça e a gente comendo e bebendo lá foi. Mas encontrei-o assim mais pró lado do calado pró que é costume, e atão perguntê-le: 
-  “Ôve lá, tás um bocado murcho homem, qué que tens?”
E atão ele arrespondeu-me.
- “ Tas a ver ali os olivais novos do Dom Parreco, nã tás?” 
  Eu assenti-le que sim enquanto emborcava o branquinho e ele continuou.:
-  “ Sonterdia chegou-se le ó péi um gajo muito penteadinho, de fato e garvata,  a calcinha preta muito vincada e com  sapatinho de puta, muito fininho, ali de espantalho no meio dos torrões, com uma pasta de baixo do braço. Éu tava lá com o patrão a combinar um trabalho de tractor que tinha de ser feito ali na chapada alta, e ouvi a conversa toda. O filho dum cabrão perguntou se era o Dom Parreco, o dono das propriedades, apresentou-se, abre a pastinha, tira de lá um catálogo e um daqueles tabuletes ó lá o que é, e começa a falar e a falar, que até parecia uma metralhadeira e a mostrar coisas na tabulete, e  que era representante de umas máquinas que faziam tudo, na apanha da azeitona e na lavoura da terra, o gajo falava e falava e o Dom Parreco ouvia, ca pachorra que ele tem e o outro, vá de falar e falar.
Às tantas ele sai-se com esta pró mé patrão:
 - “Por exemplo, o senhor tem agora neste momento quantas mulheres na apanha?”  Ele lá disse, são mais de sessenta mas chegam a ser cem, consoante o serviço.
- “Pois com esta máquina o senhor poupa imenso dinheiro e fica descansado com os problemas, os atrasos,os ordenados e por aí fora. É toda programada, faz a apanha selectivamente, separa as folhas, separa as azeitonas por tamanho, cor e até grau de maturação, depois na volta faz a limpeza do terreno, espalha adubo por doses consoante a porção de terra porque também analisa no instante em que está a a adubar a necessidade das plantas, e ainda, faz as podas na altura que devem ser feitas. E além do mais….”
Foi ai que o Dom Parreco interrompeu e saiu-se com esta:
-“Mas escute lá só uma pergunta: Esta máquina que faz tudo,  também faz broches?”
Bem, por esta é que o lingrinhas nã esperava. Meio engasgado e com cara de parvo lá respondeu: 
 -“ Não… Isso é que não faz...”
-Então deixe lá as mulheres virem mais uns anitos e depois logo falamos nisso….”
Bem, cabranagem! Apanhei uma pele de rir, que quase me engasgava. Até o tasqueiro, com aqueles olhos de carneiro mal morto, de olheiras até ós queixos e as bochechas penduradas,  parou  de secar os copos. Ele nunca mostra os dentes, mó do respeito que quer dar e por ser cabranote, mas a gente que o conhece onde vai há que tempos, viu nos olhos dele que tava a estoirar por dentro, a cara sem mexer nem um fio, mas atão os olhos!!!
Tava eu a rir quando repari que o mé companheiro continuava murcho e sem vontade nenhuma.
-“ Atão o que tens homem? Continuas desengraçado e eu aqui morto de festa a imaginar a cara do penteadinho…hahaha, tá boa, a máquina faz broches…hhhhhhheheheee…que piada, tá bem metida, hehehehehe”.
Só que ele nem truz nem mús, calado e murcho, nem um sorriso e depois saíu-se:
-“É que sabes? A porra é que no meio da conversa toda, o finório disse que a máquina nã precisava de tractorista….”
Foi aí que eu, que sou um velhaco muita grande nã me seguri e disse-le:
- “O homem! Atão mas isso resolve-se bem. Pões um anúncio no jornal. Ou então mesmo à tua porta em letras grandes: -Tractorista com experiência oferece-se . Faz broches de toda a maneira-!”
Bem pela cara do mé companheiro, ele nã deve ter achado piada nenhuma, só o que é, é que o Orelhas de Podengo desapareceu por de trás do balcão.

José Carlos Trambolica,
( Zeca Ramelica, o Vinte e Sete.)

Publicado por Charlie

Revista Cristina nº 12 - especial Amor

Revista com um suplemento de 10 páginas: Contos eróticos sobre mulheres que os homens vão adorar ler.
O erotismo numa revista portuguesa... tinha que vir para a minha colecção.




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«Terapia de casal» - Adão Iturrusgarai


30 março 2016

Peaches - «Rub»


Peaches - Rub (Uncensored) from Peaches on Vimeo.

«respostas a perguntas inexistentes (332)» - bagaço amarelo

Há um oceano entre todas as pessoas que se Amam que é o facto de acreditarem que se Amam mesmo. Às vezes parece que é verdade e sabe bem. Óptimo. O Amor é isso: pensarmos que Amamos mais do que precisamos de ser Amados.
O problema é que quando o Amor nos falha é porque, de certa maneira, deixámos de ser Amados. Não porque deixámos de Amar, embora com o tempo uma coisa leve sempre à outra. Ser ou não Amado é a variável mais importante.
Simplificar o Amor a este ponto é sempre um absurdo, eu sei. Ainda assim, se não o simplificamos também não o explicamos . Não o explicando também não o entendemos. No fundo, o Amor só se entende no reino do absurdo.
É assim que atravessamos esse Oceano que nos separa algumas vezes e experimentamos o Amor, explicando-nos da forma mais simples que conseguimos.


bagaço amarelo
Blog «Não compreendo as mulheres»

Tenho fome de ti!

Imagem minha sem permissão para partilhas
Tenho fome de ti... Daquelas que nos dá vontade de comer a passa no ano novo a desejar-te.
Sim, vale a pena a ansiedade, sim, tenho fome de ti.
Não se pode dizer que não se gosta de um prato que nunca se comeu. Sê o meu prato, a minha delícia e eu serei o que quiseres.
Tenho fome de uma paisagem ao fundo, de um querida pelo meio, tenho fome de cair em ti e não em mim.
Num desacato entre a prudência e a emoção, que se dane a prudência pois eu tenho fome de ti.
Fome de ti.
Preenche-me, expõe-te e sacia-me, Faz-me rir de prazer, chorarei quando partires, sorrirei quando me lembrar de ti, do teu cheiro, do teu mergulho em mim e daquilo que não se saberá. Como se sabe aquilo que é tão desejado, sentido e amordaçado pelo silêncio que uma janela provoca.
Toca-me. Com mais força. Puxa-me para ti. Mais, mais toque, funde-te comigo. Por uma tarde, uma hora, um minuto, dá-me uma história para contar.
Além da de que já tenho. Tenho fome de ti e preciso que me alimentes.
Mas dá-me um abraço no fim.
Tenho fome de ti!


Um texto assim merece ser odido (ter uma ode):

"Quisera eu ser o manjar de tua fome...
Quisera eu que pronunciasse meu nome,
Nas horas íntimas em que me faço teu manjar
Nos instantes que tenho a ventura de te amar...

Faço-me teu a qualquer breve instante
Em que me chamas e pede minha presença
E eu... me faço teu, teu amante
E te faço minha... minha saúde minha doença..."
PDR

E algumas vezes depé


28 março 2016

The Elton John AIDS Foundation - «Nós, os bravos»



«O frio à vinda» - João

"As histórias, e os nomes, são fictícios, concedo, mas a mensagem não, não é fictícia. A Catarina e a Teresa partilham algo. Uma, e outra, têm um frio imenso que as trespassa depois do orgasmo. Para elas, à explosão de se virem, sobrevém um desconforto de tremuras que abalam o corpo. Os minutos que passam, resolvem. A pouco e pouco – um pouco menos se tiverem a delicadeza de as aquecer – os corpos regressam ao normal, mas antes disso é o ártico. A Catarina viveu a sua sexualidade. A Teresa não. São um pouco a antítese uma da outra. Uma viveu o sexo e depois parou, a outra nunca o viveu e depois começou. Nenhuma delas fez algo errado (ou certo). Fizeram o que fizeram, o que sentiram querer fazer. E se as suas vidas não se afectaram com isso, então nada se pode dizer disso. As vidas são o que são. O frio então? A Teresa, naquilo que não fez, no tempo em que não fez, viveu numa cultura de forte censura do sexo, em que o sexo era, e é, entendido como um pecado, uma coisa feia e suja, que apenas tem lugar por insondáveis desígnios divinos para procriar, e se dessas pessoas dependesse, a procriação seria diferente nunca usando as partes. A Catarina, que viveu o sexo de forma mais intensa e depois sentiu desejo de abrandar, não terá sentido o sexo como sujo, mas terá sentido vontade de o tornar mais envolvente. E para uma, como para outra, o orgasmo tem memórias. Por razões tão diferentes, uma vem-se e lembra-se de um sexo porco, a outra vem-se e lembra-se de um sexo superficial. E a cabeça, que é malandra, manda os corpos sentir frio, porque de algum modo o orgasmo que tão bem lhes sabe lhes fala de coisas que não estão inteiramente resolvidas, ou que vieram desaguar, como águas soltas, em coisas que não sentem estar totalmente de acordo com aquilo que são."
João
Geografia das Curvas

Camas separadas



Marpessa, Sicily
Ferdinando Scianna, 1987

« Elas» - Rubros Versos


Tiago Silva

27 março 2016

Luís Gaspar lê «Volúpia» de Otília Martel

Fecho os olhos e
ousadamente
os meus lábios
tecem o teu corpo
na volúpia da tua pele.

As minhas mãos percorrem
calmamente,
sem pressa,
em carícias incontidas
em desejos refreados
de mulher-fêmea que
se solta nos teus braços.

Um instante abrasador
de loucura.
Nossas peles colam-se
suadas,
frementes
num amor arrebatado
que já não conseguimos conter.

Chuva fina de amor em exaustão –
limites para além da nossa paixão –
eu me dou no teu corpo vivido
bebes-me
sugas-me
a alma dentro do sentimento
em lençóis vermelhos para lá da imaginação.

Sem medos nem pudor
nossos corpos conhecem o caminho …

Otília Martel
Poema incluído no CD “Poesia Erótica” produzido pelo Estúdio Raposa

Ouçam este texto na voz d'ouro de Luís Gaspar, no Estúdio Raposa

«conversa 2155» - bagaço amarelo

(na rua)

Ela - Estás fixe?
Eu - Vou estando... e tu?
Ela - Eu também... sei lá.
Eu (silêncio)
Ela (silêncio)
Eu (silêncio)
Ela (silêncio)
Eu (silêncio)
Ela (silêncio)
Eu (silêncio)
Ela (silêncio)
Ela - Não temos nada para dizer um ao outro, pois não?
Eu - Parece que não.
Ela - Então fica a saber que devias fazer as sobrancelhas.


bagaço amarelo
Blog «Não compreendo as mulheres»

PI da amizade para dias mais azuis


Maitena - Condição feminina 20




26 março 2016

Puro Êxtase - «Episódio 4 - Jully DeLarge e A Casa Das Cartas Delirantes»

Dois brasileiros convidaram algumas mulheres e homens para realizarem tarefas quotidianas, mas enquanto recebem sexo oral.

Tu não madeixas?


A gaja de ontem à noite a pinar era exatamente como o seu cabelo. Tinha nuances.


Patife
@FF_Patife no Twitter

«O diário dela e o diário dele» - por Rui Felício

O DIÁRIO DELA

Querido diário,
Macambúzio, calado, era assim que ele estava ontem ao fim do dia. Convenci-o a irmos jantar fora para desanuviar e tentar que ele animasse.
Escolhi um restaurante romântico, intimo. Mas ele passou o tempo calado, distante, quase sem olhar para mim.
Aliás, já andava assim estranho há uns tempos.
A pergunta minha apressou-se a dizer que não era nada comigo, mas não explicou mais nada.
Pelo caminho, de regresso a casa, declarei-lhe o meu grande amor por ele. Acariciei-o. Limitou-se a passar o braço pelo meu ombro, mas continuou calado.
Chegados a casa, atirou-se para cima do sofá e ligou a televisão. Mas o seu olhar estava distante,fitando o vácuo.
Disse-lhe que me ia deitar.
Um quarto de hora depois ele veio para a cama também.
Sempre calado, para minha surpresa, ele correspondeu às minhas caricias e fizemos amor.
Adormeceu logo a seguir sem sequer se aperceber dos meus beijos ternos.
Fartei-me de chorar.
Não tenho dúvidas, ele tem outra. Só não teve ainda coragem de me dar a noticia. Sei que em breve me vai deixar.

«Eusébio»
Boneco de cordel das Caldas,
com peso de chumbo na ponta do cordel
Colecção de arte erótica «a funda São»





O DIÁRIO DELE

Maldito Diário
Passei a noite toda chateado.
O Sporting perdeu.
O treinador e o presidente já nem se falam.
O sonho do campeonato já lá vai.
Ao menos ainda fiz amor com a minha mulher antes de adormecer.
Mas já nada me alegra. Tenho de mudar de clube...

Rui Felício
Facebook
Blog Escrito e Lido

Acreditem na pureza das pessoas



Capinaremos.com

25 março 2016

«Férias em Schwarzenberg» - Inna Levinson


Inna Levinson
Plasticina, vidro e madeira, 2014

Via mon ami Bernard Perroud

«respostas a perguntas inexistentes (331)» - bagaço amarelo

A não ser que não saibamos sonhar, o Amor nunca faz falta.

Um Amor nunca nos faz falta, ao contrário do que se possa pensar. A razão é simples, mas quase ninguém a entende por um motivo ainda mais simples: quase ninguém sabe Amar porque quase ninguém sabe sonhar.
Nenhum Amor nasce para colmatar uma falta, porque o Amor é muito maior do que a própria vida. Na vida, ou vivemos e está tudo como há-de ir, ou vivemos e Amamos e está tudo como num sonho.
Nunca nos apaixonamos para que o nosso dia-a-dia continue o mesmo, mas com um Amor. Apaixonamo-nos para que a vida seja outra e a lógica existencialista se desvaneça um pouco no nosso dia-a-dia. Só quando estamos apaixonados é que nos apercebemos que há qualquer coisa que precede o corpo. Não é a alma, é o Amor.
Quando não estamos apaixonados ou o nosso Amor nos mandou à merda, tornamo-nos existencialistas de novo e olhamos para o nosso corpo como a essência da vida. Não é mau. É o nosso corpo que faz Amor mesmo que não Amemos ninguém. O que não deixa de ser irónico.
É por isso que cada vez que o nosso corpo se envolve com outro podemos acordar de duas maneiras: ou na vida ou depois dum sonho. Se acordamos na vida, na vida estamos. Se estamos num sonho, que acordemos o mais tarde possível.
É isso a que chamamos Amor, até um dia acordarmos. A não ser que não saibamos sonhar.


bagaço amarelo
Blog «Não compreendo as mulheres»

«Cenas do Facebook» - Ruim




Comecem a marcar as galdérias do vosso bairro com eventos de "vou", "não vou" ou "com interesse" para não se atrapalharem uns aos outros.
Giro é depois ver no feed coisas como "Carlos foi a Tânia recentemente", "Carlos vai hoje a uma Tânia perto de si" e merdas parecidas.
E rimos bisda. Menos a Tânia, claro.

Ruim
no facebook

«Olha, vai-te!...» - Shut up, Cláudia!




no Facebook

24 março 2016

«O 96 ou... há sempre algo por inventar» - Paulo M.

"Quando fiz a tropa, na recruta, numa conversa no bar do quartel ao fim do dia, o sargento adjunto do comandante do meu pelotão, furriel P., dizia que "já nada se inventa. Está tudo inventado". Eu respondi, na roda de magalas encostada ao balcão:
- Há sempre a possibilidade de se inventarem coisas novas, meu furriel.
- Ai sim, M.? Então dê lá um exemplo...
- Olhe, até nas posições sexuais!
Todos soltaram gargalhadas e olharam para mim como se eu fosse um louco. O furriel P. desafiou-me:
- Desde o Kama Sutra que nada ficou por inventar!
Não sabia como me poderia safar mas não me descaí:
- Ai é? Vamos então fazer uma coisa. Dêem-me a noite de hoje para pensar e amanhã apresento-vos uma nova posição sexual.
- Sim, sim, sim, sim... - responderam todos quase em coro, no meio de gargalhadas.
Nessa noite, senti-me tramado e custou-me a adormecer. Mas de repente... «clic»... já sei... e adormeci a sorrir. No dia seguinte, o furriel Pereira não se tinha esquecido do desafio e, logo na formatura de manhã, perguntou:
- Então, M., já descobriu uma nova posição sexual?
- SIM, MEU FURRIEL - respondi lá de trás do pelotão, por ser dos mais altos.
Gozo geral...
- Ai sim, M.?! Então diga lá...
- O 96, MEU FURRIEL!
- 96?! O que é isso?!
- ESFREGAR O CU NA NUCA DO PARCEIRO, MEU FURRIEL!
Todos se calaram e ainda demorou uns bons segundos até que o furriel P. começasse a ler a Ordem do Dia."
Paulo M.


Esta definição do 96 não está no Kama Sutra mas está no DiciOrdinário ilusTarado. A cultura é uma coisa muito linda!

Postalinho da ria de Aveiro

"Pintura na proa de um moliceiro"
Bagaço Amarelo


Mulher quente

Isqueiro a gás, em plástico e metal, com o torso de uma mulher que agarra nos seus próprios seios.
Oferta de Lourenço M. para a minha colecção.






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«Freak show – Seios» - Adão Iturrusgarai


23 março 2016

Bümdoser - «Baba Luba»


Baba Luba - Bümdoser from Tushi Yakimoto on Vimeo.

«conversa 2154» - bagaço amarelo



Ela - Estás a pedir-me que vá para a cama contigo só uma noite?
Eu - Não estou a pedir, estou a propor. Isso é uma coisa que não se pede...
Ela - Bem... posso responder depois de beber um uísque?
Eu - Pensava que não bebias...
Ela - Não... por isso mesmo.
Eu - Por isso mesmo?!
Ela - Pode ser que caia para o lado e nem tenha que te responder.


bagaço amarelo
Blog «Não compreendo as mulheres»

Shelter

Lembras-te, olhos azuis?
Em todas as coisas do mundo reparaste que as Nike eram do modelo antigo. Sério, culto, vingativo, horas depois soubeste que estarias aprovado e questionaste-me. apenas te disse que seria o justo para os dois. Foste protector nesse dia e apenas isso, pensei eu que querias mais , metódico, não sabias como chegar a mim, estando à minha frente
Num forte abraço, numa respiração funda, senti um peso a sair de cima de ti, estavas finalmente em mim, respiramos tão perto que dávamos ar um ao outro.  Guiei-te, entrei na tua alma, quase impenetrável, fiz-te chorar, fiz-te rir.,. fiz-te vir, fiz-te o almoço, dei-te tudo, não foi quase, foi tudo. Abraços, beijos, desejos, fantasias, olhares que te aliam, eu li-te, tu deixaste o livro aberto.
Foi tão forte que anos depois, ainda te fiz chorar, cheio de lama, te abracei e vi que jamais conhecia alguém tão temido por quem lhe é desconhecido mas tão boa pessoa.

Do meu mundo

Conta de ganhos e perdas



22 março 2016

PI do Dia da Água

Porque hoje é Dia Mundial da Água e sabemos flutuar...


Meditação orgásmica

"Há uma nova moda em que mulheres pagam a desconhecidos para lhes massajarem a vagina.
O método consiste numa espécie de tratamento terapêutico sexual, chamado Meditação Orgásmica. Esta nova tendência foi fundada em 2001 por Nicole Daedone de San Francisco. Actualmente existem mais de 10.000 praticantes.
Esta espécie de tratamento destina-se principalmente a mulheres, como forma de melhorar a sua vida sexual e atingir o orgasmo de maneira mais satisfatória.
As aulas de masturbação consistem num grupo que observa pessoas estranhas a esse mesmo grupo a massajarem as partes íntimas das clientes e a proporcionarem-lhes orgasmos.
Cada sessão custa cerca de 190 euros."
Fonte: «Maxmen»

Teste de visão


Estou, com imenso afinco, a tentar perceber qual o ano da colheita daquele tinto desfocado lá ao fundo.


Sharkinho
@sharkinho no Twitter

«Projeto Mulheres» - Carol Rossetti - 32








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Dragão malandro

Punhal em osso com bainha, da China para a minha colecção.














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