20 fevereiro 2018

Busto da etnia Makonde

Lote 5328 da Oportunity Leilões, que adquiri para a minha colecção - "Séc. XX, esculpida em madeira com pequena aplicação de metal no ventre, representando figura feminina grávida. Este tipo muito particular de máscara é usado no estômago de bailarinos do sexo masculino, durante as cerimónias relacionadas com a fertilidade. É parte de um todo, associado com uma máscara facial. Também se encontram barrigas que combinam atributos femininos com os masculinos, em vários grupos étnicos africanos, do leste para o oeste (Ioruba, lbo, Makonde, ... ). Máscara apresenta alguns traços visíveis de desgaste, que reforçam o seu carácter e encanto, mas permanece em bom estado."






A colecção de arte erótica «a funda São» tem:
> 1.900 livros das temáticas do erotismo e da sexualidade, desde o ano de 1664 até aos nossos dias;
> 4.000 objectos diversos (quadros a óleo e acrílico, desenhos originais, gravuras, jogos, mecanismos e segredos, brinquedos, publicidade, artesanato, peças de design, selos, moedas, postais, calendários, antiguidades, estatuetas em diversos materiais e de diversas proveniências, etc.);
> muitas ideias para actividades complementares, loja e merchandising...

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19 fevereiro 2018

Stimorol - «Para encontros»


STIMOROL FOR DATES from Ogilvy Paris on Vimeo.

Postais de Liège - Santa correria

Os exemplares de estatuária abundam pelas ruas de Liège, uns mais "modernos", outros de tipologia mais clássica, homenageando factos e personagens. No entanto, junto à igreja colegial de Saint Barthélemy (São Bartolomeu para os amigos), este conjunto de figuras chamou-me a atenção.

Trata-se de um conjunto de figuras pequeninas em correria para o conjunto de figuras do clero. Alguém arrisca uma interpretação?



«Sobre 2016: o ano da minha revolução! (2)» - Cláudia de Marchi

(...) Nem toda "puta" morre de fome, nem toda "puta" tem amiga pra fazer festa e ouvir música alta, nem toda "puta" compete com a coleguinha no agachamento, nem toda "puta" sonha em aparecer na TV ou virar panicat (Cruz credo!), nem toda "puta" quer se "encostar" em político idoso, desonesto é dependente de Viagra, nem toda "puta" deu pra mil caras desde os 15 e durante a faculdade, nem toda "puta" se intitula universitária e não diferencia "mas" de "mais", nem toda "puta" se humilha pra ficar com o filho do fazendeiro infiel e desrespeitoso, nem toda "puta" quer o tiozão rico para andar ao seu lado como objeto decorativo e imprestável mentalmente.
Nem toda "puta" atende telefone na madrugada e sai correndo tipo louca de casa atender a estranho, nem toda "puta" aceita qualquer abordagem ao telefone ou WhatsApp, nem toda "puta" aceita pechincha, nem toda "puta" quer ver a outra se dar mal para ela se dar bem, nem toda "puta" reproduz o machismo e acha bom uma agredida ter recebido metade do que deveria quando foi agredida, nem toda "puta" usa drogas ilícitas e lícitas diariamente, nem toda "puta" se porta como "puta", nem toda "puta" usa legging e saia mostrando o útero, nem toda "puta" se diz de "luxo", sem saber diferenciar trabalho autônomo de vínculo empregatício, nem toda "puta" precisa dos seus conselhos sobre economia e quaisquer assuntos afins. Nem toda "puta" só lê a "Boa forma" e, se muito, a revista "Nova"!
Nem toda "puta" tem vergonha do que faz! (se tem vergonha, faz por quê?). Nem toda "puta" faz só o que o macho quer, nem toda "puta" finge orgasmo e chama o cliente inculto de "meu amor", nem toda "puta" frequenta lobby de hotel e dá cartão pra taxista e porteiro no setor hoteleiro, nem toda "puta" finge se sentir bem com você e nem toda "puta" quer você! (...)

Simone Steffani - acompanhante de alto luxo!

Um sábado qualquer... - «Cães e Gatos – Wolf!»



Um sábado qualquer...

18 fevereiro 2018

«atrás de um grande homem há sempre uma grande mulher» - bagaço amarelo

E ela disse que atrás de um grande homem há sempre uma grande mulher. Falava do marido, na caixa de um supermercado, para explicar à empregada que ele era muito importante na terra onde vivem, mas ela também, por estar atrás dele.
O que eu sei é que nunca ouvi ninguém dizer o contrário, que atrás de uma grande mulher há sempre um grande homem, talvez porque quem diz estas coisas nunca espera ver uma mulher à frente de um homem.
Se atrás de um grande homem há sempre uma grande mulher, quer dizer que atrás de um homem pequeno também pode haver uma grande mulher. Já as mulheres pequenas confinam-se aos traseiros dos homens também pequenos. Há, portanto, mais mulheres grandes do que homens. Ainda assim, sugere-se que uma mulher nunca aparece à frente.
Outro problema semântico deste provérbio é que assume que atrás de um homem pequeno nunca há uma grande mulher, ou seja, a grandeza de um homem é determinada pela mulher que lhe segue atrás. Se ela é pequena, ele também.
Ficamos a saber que os homens para serem grandes precisam duma grande mulher e que as mulheres estão destinadas a andar atrás. E eu, que me lembro de um anúncio rodoviário em que um homem dizia que com ele a criança ia sempre atrás, não consigo deixar de pensar na pequenez de quem diz estas coisas.
Pus na passadeira rolante um saco com pão e uma garrafa de vinho branco. Fiquei a olhar para eles. Tinham, de facto, o mesmo tamanho. Ela arrumou todas as compras em sacos e ele, um pouco à frente, impávido e sereno, não fez nada a não ser pagar a conta. Ele é o presidente da câmara duma terra de que não percebi o nome. Grande homem, portanto. Ela é a mulher dele. Grande mulher.
Esclareceram-me!


bagaço amarelo
Blog «Não compreendo as mulheres»

Cura-São


Parece brochedo

Ela estava sentada a ler uma brochura que é coisa que não se deve fazer em público.Toda a gente sabe. Vem nos manuais de decoro da brochice.

Patife
@FF_Patife no Twitter

17 fevereiro 2018

«Se eu fosse um homem» - Tatiana Brodatch

Felícia ou as minhas estroinices

Versão portuguesa de 1982, do Círculo de Leitores, de um clássico da literatura erótica do século XVIII, «Félicia ou mes fredaines». Junta-se a uma versão em francês, de 1958, na minha colecção.



A colecção de arte erótica «a funda São» tem:
> 1.900 livros das temáticas do erotismo e da sexualidade, desde o ano de 1664 até aos nossos dias;
> 4.000 objectos diversos (quadros a óleo e acrílico, desenhos originais, gravuras, jogos, mecanismos e segredos, brinquedos, publicidade, artesanato, peças de design, selos, moedas, postais, calendários, antiguidades, estatuetas em diversos materiais e de diversas proveniências, etc.);
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A origem das caralhadas

Crica para veres toda a história
Billingsgate
*

1 página

* Billingsgate
1. mercado do peixe, em Londres
2. figurado, antiquado linguagem própria de regateiro
to talk Billingsgate
figurado falar como um carroceiro, falar como uma peixeira

16 fevereiro 2018

Patinagem artística


Patinadores mudaram rotina por ser... "sexy demais"
  Raim on Facebook

Postalinho de Florença - 6

"O rapto de Políxena.
1860-1865.
Estátua em mármore de Pio Fedi (1816-1892), na Piazza della Signoria, em Florença.
Não admira que quisessem raptar a Políxena..."
Paulo M.



Margot Robbie - cena do filme «O lobo de Wall Street»

«O Último...» - Mário Lima


Nos cantos do bar, as aranhas teceram as suas teias e nelas vão apanhando as moscas que agora povoam o espaço onde dantes ecoavam gargalhadas.

Copos sujos, permanecem caídos sobre o balcão, com marcas de baton no seu rebordo, que tilintavam ao sabor de uma Cuba Libre, de um whisky, ou de um PisangAmbom.

Ao canto um toca-discos onde corpos, ao som de músicas românticas, se movimentavam numa sensualidade arrebatadora e se fundiam num corpo só, pleno de entrega e prazer!

Ainda ali está a mesa onde escrevi o meu «Só», olhando a noite fria que me esperava através da vidraça!

Aqui se fizeram amizades continuadas, para além do espaço e do tempo que os separa!

Agora é um espaço quase vazio, nada mais é como dantes!

Eu fui o último... porteiro da noite!

Mário Lima
Blog O sonhador

Tema escrito num Fórum, onde muitas amizades se fizeram e era o ponto de encontro dos que andavam... Fora-de-Horas! 15 Abril 2003

#MeToo - Ruim

Está na altura de eu contar a minha história. Nem foi há muito tempo que uma vizinha me pediu para entrar em casa dela. Normal. Quando se lança um livro, coisas destas acontecem numa base diária. Trintona, divorciada e com pinta de loba da Alsácia. Obviamente que eu percebi logo o que ela queria, mas decidi fazer-me de parvo.
"Gosto muito das coisas que escreves!" - disse ela num tom lascivo, a mexer no cabelo e a morder o lábio.
Sorri, mas fiz-me de desentendido.
"Não estou a perceber, Joana." - respondi, mesmo não sabendo o nome dela.
"Tu sabes porque é que estás aqui, certo? Não te faças de santo." - insistiu.
"Julgava que me ias fazer um bico..." - respondi inocentemente.
"Nada disso. És tão naive. Preciso que me ajudes a arredar uma cómoda, porque vou hoje ao IKEA ver de umas velas aromáticas e... preciso de um homem para me ajudar. A sério, a merda do móvel é mesmo pesado." - disse Carolina sem vergonha.
"Eu... eu não sei o que dizer, Carla!" - respondi sem olhar esta desavergonhada nos olhos.
"É só um móvel. Só um... são dois minutos! VÁ, TU GOSTAS...! - insistiu Ana.
"Desculpa. Isto não está certo. Desculpa. Eu sei onde fica a saída. OBRIGADO!" - disse enquanto me dirigi para a porta.
Todos temos uma história. Esta é a minha.

Ruim
no facebook

15 fevereiro 2018

em dia de S.Valentim

Cupido chegou a casa após um exaustivo dia de trabalho
Raim on Facebook

«Brinco» - Porta dos Fundos

«Dia Mundial do Rock» - Adão Iturrusgarai


Histórias da noite gay de Lisboa

Estudo de Rui Oliveira Marques.
Tendo como ponto de partida a discoteca Trumps, em “Histórias da Noite Gay de Lisboa” o autor parte à descoberta de um enredo que deixou marcas incontornáveis na história do país. Na obra é possível ler histórias da geração de 80, como foram os primeiros anos da sida em Portugal, os percursos de António Variações, Lydia Barloff, Ruth Bryden, Wanda Stuart ou Vanessa Silva, o nascimento do Arraial Pride e um crime que abalou a noite gay. Mas há mais. A partir de 20 entrevistas, três testemunhos, leituras de jornais e revistas da década de 80 até aos nossos dias, passando ainda pela consulta de um processo judicial é contada a história da primeira discoteca gay aberta a um público mais abrangente e que tornou, por um lado, o Trumps um espaço mítico da cidade e, por outro, fixou o Príncipe Real o epicentro da noite LGBT em Portugal. "Escrever este livro foi um desafio muito grande", refere o autor que ainda acrescenta: "Nos anos 80 havia um mundo muito rico que parece que estava mal documentado".
Um pedaço de história recente, na minha colecção.



A colecção de arte erótica «a funda São» tem:
> 1.900 livros das temáticas do erotismo e da sexualidade, desde o ano de 1664 até aos nossos dias;
> 4.000 objectos diversos (quadros a óleo e acrílico, desenhos originais, gravuras, jogos, mecanismos e segredos, brinquedos, publicidade, artesanato, peças de design, selos, moedas, postais, calendários, antiguidades, estatuetas em diversos materiais e de diversas proveniências, etc.);
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14 fevereiro 2018

Vida com uma prostituta ou ex-prostituta

A propósito do texto «Rostos sem rosto - a prostituta» - depoimento recolhido por Luís Fernandes, alguém deixou este comentário anónimo na publicação original:

"Sou homem, bissexual, empregado e sem vícios nefastos, ou mesmo outros.
Vivo só com um gato. Sou divorciado. E se pudesse, penso que actualmente não me importaria de refazer a minha vida com uma prostituta ou ex-prostituta. Entendo-as muito bem, e não as condeno. Olho para mim, e não sou mais do que ninguém para julgar o meu semelhante! Sou uma pessoa muitíssimo sofrida também e hoje, apesar de ser muito alegre e sociável no meu trabalho, sou um ser solitário e triste na realidade. Esta actividade deveria ser legalizada e deveriam deixar de olhar estas senhoras de lado, e de uma vez! Tive um trabalho onde lidava muitas vezes com estas mulheres, e há entre elas senhoras em quem eu poderia ter confiado tudo! Tudo! São genuínas! As ''normais'' foram sempre umas pessoas muito falsas! Estas nunca!"

Luís Fernandes
Blog «Questões Nacionais»

Maluma - «Felices los 4»



Já te puseste bem na letra? É danada para a brincadeira! Tradução minha de um excerto:

"Se comigo ficas
Ou com outro te vais
Não me importa um caralho
Porque sei que voltarás.

E se com outro passas um bocado
Vamos ser felizes, vamos ser felizes
Felizes os 4
E alargamos o quarto"


A letra toda é esta:

Maluma, baby

Apenas sale el sol y tú te vas corriendo
Sé que pensarás que esto me está doliendo
Yo no estoy pensando en lo que estás haciendo
Si somos algo y así nos queremos

Si conmigo te quedas
O con otro tú te vas
No me importa un carajo
Porque sé que volverás

Si conmigo te quedas
O con otro tú te vas
No me importa un carajo
Porque sé que volverás

Y si con otro pasas el rato
Vamo' a ser feliz, vamo' a ser feliz
Felices los 4
Y agrandamos el cuarto

Y si con otro pasas el rato
Vamo' a ser feliz, vamo' a ser feliz
Felices los 4
Yo te acepto el trato

Y lo hacemos otro rato
Y lo hacemos otro rato
Y lo hacemos otro rato
Y lo hacemos otro rato

Y lo hacemos otro rato
Lo nuestro no depende de un pacto
Disfruta y solo siente el impacto
El boom boom que te quema, ese cuerpo de sirena
Tranquila que no creo en contratos
(Y tu menos)

Y siempre que se va, regresa a mí
(Y felices los 4)
No importa el que dirán, nos gusta así
(Agrandamos el cuarto, baby)

Y siempre que se va, regresa a mí
(Y felices los 4)
No importa el que dirán, somos tal para cual

Y si con otro pasas el rato
Vamo' a ser feliz, vamo' a ser feliz
Felices los 4
Te agrandamos el cuarto

Y si con otro pasas el rato
Vamo' a ser feliz, vamo' a ser feliz
Felices los 4
Yo te acepto el trato

Y lo hacemos otro rato
Y lo hacemos otro rato
Y lo hacemos otro rato
Y lo hacemos otro rato

Si conmigo te quedas
O con otro tú te vas
No me importa un carajo
Porque sé que volverás

Si conmigo te quedas
O con otro tú te vas
No me importa un carajo
Porque sé que volverás

Y si con otro pasas el rato
Vamo' a ser feliz, vamo' a ser feliz
Felices los 4
Y agrandamos el cuarto

Y si con otro pasas el rato
Vamo' a ser feliz, vamo' a ser feliz
Felices los 4
Yo te acepto el trato

Y lo hacemos otro rato
Y lo hacemos otro rato
Y lo hacemos otro rato
Y lo hacemos otro rato

Y siempre que se va, regresa a mi
(Maluma, baby)
No importa el que dirán, nos gusta así
(Kevin ADG, Chan El Genio)
Y siempre que se va, regresa a mi
(El código secreto, baby)
No importa el que dirán, somos tal para cual
Así lo quiso el destino, mami

Postalinho do Dia dos Namorados

""Restaurante em San Francisco.
Sempre que passo por aqui fico com saudades da minha namorada."
Filipe Q.



Dia dos namorados



HenriCartoon

Não me cheira...


13 fevereiro 2018

«Poesia (ouvindo Bjork, “Pagan Poetry”, ao piano)» - Susana Duarte

nascesse das fragas, e não seria menos escarpada a poesia que de ti nasce.

nascesse das águas revoltas do oceano, não seria menos aquática, a poesia.

nasce, de ti, nasce das papilas da língua e dos cílios, e das mãos, e das noites

entregues à formação poética do amor que, em ti, ecoa. em ti, a noite; em ti, o dia.

de ti, a poesia latente no movimento das asas. de ti, as noites caídas sobre as águas.

de mim, apenas as rochas suspensas sobre a vontade. de mim, as asas feitas noite. e as coxas

onde cai a água, e as pernas juntas sob o sol, e a poesia, lago onde te perdes e nasces

das fragas, e das águas, e de ti, e do dia.

Susana Duarte
Blog Terra de Encanto
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"Pangeia" - supostamente a lançar em breve pela Alphabetum Edições Literárias

Postalinho de Penha Garcia

"Trilobite fossilizada, na Casa dos Fósseis, em Penha Garcia.
A pedra por cima é «parideira» - não é bem o termo, mas é o equivalente em xisto às «parideiras» do granito...
resumindo: «bolas» amovíveis misturadas com um falo fóssil."
Leonel Brás



Tiro e queda


Uma moça deu um tiro no amante porque ele não estava a ter um bom desempenho no sexo oral. Acho bem, há que pugnar pela excelência nisto.

Sharkinho
@sharkinho no Twitter

Mulher prestes a ficar consoladinha

Bengala com pega em resina e interior em pó de pedra natural, feita pelo mestre Vladimir Vovk, da Ucrânia.
Mais uma bengala erótica para a minha colecção.









A colecção de arte erótica «a funda São» tem:
> 1.900 livros das temáticas do erotismo e da sexualidade, desde o ano de 1664 até aos nossos dias;
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12 fevereiro 2018

PornHub - «The Wankerchief» (algo como o lenço do punheteiro)


The Wankechief // Porn Hub from Wooz Yoon on Vimeo.

As mulheres adoram mentirosos


«Sobre 2016: o ano da minha revolução! (1)» - Cláudia de Marchi

Eu poderia escrever um "textão" falando mal de 2016. Psicologicamente, quiçá, lá no fundo, eu devesse escancarar as minhas revoltas com incontáveis injustiças, de demissão em início de semestre letivo, falecimento trágico de um primo à impeachment (GOLPE) julgado por um Congresso ilegítimo.
Do machismo, preconceito e misoginia ao lamentável e diariamente "constatável" analfabetismo funcional do nosso povo. Mas, não, não farei isso! Pelo menos não com tanta veemência!
Fato é que em 2016 eu peguei as rédeas da minha vida, conforme ela (a vida) as "largou" para mim, e coloquei-as no prumo das minhas decisões.
Eu contrariei parente distante e hipócrita, "amiga" que antes de casar já era corna, conhecida que dá de graça para qualquer cidadão que aparentemente seja abonado e um "bom partido" para casar. Eu coloquei valor à minha companhia, afeto e a tudo que está envolto na intimidade entre um casal heterossexual.
Foi só o que eu fiz e por isso fui criticada, julgada e malbaratada, porque as pessoas acham que no universo em que eu vivo todas são baderneiras, interesseiras ao extremo, golpistas, fingidas e "sem futuro".
Eu tinha um futuro que dispensei: cinco meses de seguro desemprego, contando com a sazonalidade da advocacia e, quiçá, um emprego numa outra universidade do nortão do MT onde tínhamos uma bela e confortável casa, cujas parcelas da CEF eram eu quem pagava. Assim como luz, água, comida, telefone, internet e etc.. Perdulária? Nunca fui!
Mas, eu me revoltei, me rebelei e estou onde escolhi estar por revolta e desapontamento com o ser humano.
Colegas? "Amigos"? Não tenho mais, não preciso e dispenso. Porque quando alguém deveria manifestar carinho, preocupação e atenção sinceras, raríssimos o fizeram, enfim, conto nos dedos quem o fez e, desses, obviamente, jamais me esquecerei.
"Coleguismo"? Nunca vi. Puxa-saquismo? Diariamente! Os que se mantêm "de pé", bem julgados, bem avaliados (ainda que mediante fraude à avaliação institucional), por exemplo.
Agora eu sou livre e é por isso que cobro razoavelmente bem e seleciono clientes por muitos fatores desde o bom por português até a aparente cultura e aparência. Eis um direito meu! Não gosta? Procure outra, o mercado está cheio!

Simone Steffani - acompanhante de alto luxo!

Aula sobre inércia usando o Homem Vitruviano

11 fevereiro 2018

«conversa 2192» - bagaço amarelo





Ela - Estou tão farta de homens.
Eu - Queres que eu vá embora?
Ela - Não. Tu não és bem homem...


bagaço amarelo
Blog «Não compreendo as mulheres»