14 fevereiro 2004
13 fevereiro 2004
Tantas prendas que vocês me dão...
Obrigada, fofinha M P, por esta brincadeira com plasticina.
Obrigada, Maria (do blog Puta de Vida), por este clássico: orgasmos do mundo.
Muito obrigada, Jota Kapa, pelo tão desejado preçário de um bordel Francês em 1915: "Catalogue des prix d'amour de Mademoiselle Marcelle LAPOMPE" (recomendo vivamente que dediquem algum tempo a apreciar todos os pormenores...).
Obrigada, Tiko Woods, pela divulgação da nova criação do Governo do Durex Barroso - o Código Universal:

O Código Universal é o novo projecto do Governo
para simplificar a vida aos Portugueses.
É, dizem, uma maravilha da técnica. Decorar números como
o BI, n° de contribuinte, NIB, PIN, NIF, Multibanco, cartão de crédito, etc.,
deixa de ser necessário com o projecto do Código Universal.
Este projecto visa acabar com a burocracia, dando a cada indivíduo
um Código Universal (CU).
Veja como o CU será importante na sua vida:
No início, o CU servirá apenas para necessidades básicas mas,
com o tempo, proporcionará inúmeras vantagens.
Ao pedir um empréstimo no Banco, por exemplo, bastar-lhe-á mostrar o
seu CU. Quando fizer uma compra, basta dizer ao empregado da loja:
- Meta no meu CU. - e as suas compras ficarão logo pagas.
O seu CU servirá também como identificador. Caso esteja perdido, ou com
amnésia, basta dar o CU às autoridades e elas facilmente o identificarão.
Além disso, o seu CU serve também a causa da segurança.
Um ladrão saberá que pode ser facilmente reconhecido se
usar um CU que não seja o dele. Isso intimidá-lo-á, pois afinal,
quem tem CU tem medo.
Agora perguntará:
- Será que estou pronto para usar o CU?
Se achar que sim, não se esqueça de o usar em casa ou no trabalho
e de dar o CU à Secção de Pessoal, para receber o ordenado.
PS: O melhor é estar de olho no CU, de forma a mantê-lo sempre
em forma e actualizado. E, nunca se esqueça, quando sair de casa:
PREPARE-SE PARA DAR O CU A QUEM LHO PEDIR!
Obrigada, Maria (do blog Puta de Vida), por este clássico: orgasmos do mundo.
Muito obrigada, Jota Kapa, pelo tão desejado preçário de um bordel Francês em 1915: "Catalogue des prix d'amour de Mademoiselle Marcelle LAPOMPE" (recomendo vivamente que dediquem algum tempo a apreciar todos os pormenores...).
Obrigada, Tiko Woods, pela divulgação da nova criação do Governo do Durex Barroso - o Código Universal:
para simplificar a vida aos Portugueses.
É, dizem, uma maravilha da técnica. Decorar números como
o BI, n° de contribuinte, NIB, PIN, NIF, Multibanco, cartão de crédito, etc.,
deixa de ser necessário com o projecto do Código Universal.
Este projecto visa acabar com a burocracia, dando a cada indivíduo
um Código Universal (CU).
Veja como o CU será importante na sua vida:
No início, o CU servirá apenas para necessidades básicas mas,
com o tempo, proporcionará inúmeras vantagens.
Ao pedir um empréstimo no Banco, por exemplo, bastar-lhe-á mostrar o
seu CU. Quando fizer uma compra, basta dizer ao empregado da loja:
- Meta no meu CU. - e as suas compras ficarão logo pagas.
O seu CU servirá também como identificador. Caso esteja perdido, ou com
amnésia, basta dar o CU às autoridades e elas facilmente o identificarão.
Além disso, o seu CU serve também a causa da segurança.
Um ladrão saberá que pode ser facilmente reconhecido se
usar um CU que não seja o dele. Isso intimidá-lo-á, pois afinal,
quem tem CU tem medo.
Agora perguntará:
- Será que estou pronto para usar o CU?
Se achar que sim, não se esqueça de o usar em casa ou no trabalho
e de dar o CU à Secção de Pessoal, para receber o ordenado.
PS: O melhor é estar de olho no CU, de forma a mantê-lo sempre
em forma e actualizado. E, nunca se esqueça, quando sair de casa:
PREPARE-SE PARA DAR O CU A QUEM LHO PEDIR!
A melhor publicidade ao Dia dos Namorados
O relógio "Love" não parece ter nada de especial. Pelo menos eu não vou comprar este Swatch para a minha colecção, onde tenho os modelos "Kama Sutra", "Adão e Eva" e "rabo da Yoko Ono".
Mas já repararam na publicidade que tem saído nas revistas?
Ou a única tarada sou eu?!...
Mas já repararam na publicidade que tem saído nas revistas?
Ou a única tarada sou eu?!...
O Isso Agora não podia ficar atrás...
"Uma anedota que para mim tem sempre graça mesmo ouvindo pela milésima vez é a daquele gajo que é apanhado pela mulher a bater uma durante o banho, e vendo o ar de indignação dela, responde:
- Que foi?! um gajo já não pode lavar o caralho à velocidade que quer?"
Isso Agora...
- Que foi?! um gajo já não pode lavar o caralho à velocidade que quer?"
Isso Agora...
ESPECIAL! Uma anedota clássica para a véspera do Dia dos Namorados
O padre Dinis era novo na freguesia, tendo substituído o velho padre Eustácio.
Estava o padre Dinis uma bela tarde no confessionário, quando surge um jovem para se confessar:
- Senhor padre, vinha-me confessar...
- Diz lá, rapaz, que pecado cometeste?
- Ai, senhor padre, ontem à noite estive a sós com a minha namorada e...
- Sim, vá lá. E...
- E depois, tive relações sexuais com ela.
- Mas ter relações sexuais não é pecado.
- Mas... senhor padre... é que meti o pénis no ânus da minha namorada. Queria que me desse a punição.
O padre Dinis fica atrapalhado, mas grita para a sacristia:
- Ó sacristão, o que é que o padre Eustácio dava pela prática de sexo anal?
- Dava-me um chocolate Tobblerone, senhor padre...
(há anedotas que fazem sempre rir, mesmo quando as ouvimos muitas vezes...)
E vocês, já compraram um Tobblerone para amanhã?
Estava o padre Dinis uma bela tarde no confessionário, quando surge um jovem para se confessar:
- Senhor padre, vinha-me confessar...
- Diz lá, rapaz, que pecado cometeste?
- Ai, senhor padre, ontem à noite estive a sós com a minha namorada e...
- Sim, vá lá. E...
- E depois, tive relações sexuais com ela.
- Mas ter relações sexuais não é pecado.
- Mas... senhor padre... é que meti o pénis no ânus da minha namorada. Queria que me desse a punição.
O padre Dinis fica atrapalhado, mas grita para a sacristia:
- Ó sacristão, o que é que o padre Eustácio dava pela prática de sexo anal?
- Dava-me um chocolate Tobblerone, senhor padre...
(há anedotas que fazem sempre rir, mesmo quando as ouvimos muitas vezes...)
E vocês, já compraram um Tobblerone para amanhã?
12 fevereiro 2004
Tanta coisa na Intermete!...
O Saridon, com uma pedalada impressionante, mostra-nos nos comentários várias imagens, como esta dos Jogos Olímpicos.
Quanto a mim, sugiro aos meninos que queiram mamá-la... digo, uma mala... esta mala.
Conhecem os Ukurrale? Eu também não. Mas o Jorge Costa delira com esta música.
Entretanto, leiam e vejam esta história erótica (ainda incompleta) com imagens animadas: Enia.
Aterrador! Já imaginaram que isto não era a Funda São e sim a Larga São? (perguntam-vos se querem instalar os caracteres japoneses, mas obviamente não precisam)
Crica de Cinema - por Super Tongue
Devo reconhecer que o universo sado-masoquista nunca me pareceu tão atraente como neste filme. Ao chegar ao final, confesso que fiquei com uma vontade genuína de dar umas palmadas bem aplicadas numas nalgas submissas. Enfim, coisas da vida...
Recomendo vivamente o seu visionamento. Os actores estão muito bem, a realização idem idem. Ao contrário do que é frequente nos filmes americanos que estamos habituados a receber, aqui é quase tudo filmado em interiores (low budget, portanto...), mas com mestria. Nem se nota o low que deve ter sido o budget. :D
Recomendo ainda o download deste flashzinho. Vão ver que vão gostar! (com som!)"
Spank me?! No. Spank Super Tongue!
11 fevereiro 2004
Mais uma voltinha pela Intermete
Entretanto, de que é que uma «amaricana» se lembrou? De meter um processo em tribunal contra Janet «a Mama» Jackson, Justin Timberlake, CBS, MTV e Viacom por "conduta sexualmente explícita" que a fez sofrer "ultraje, revolta, embaraço e danos graves". Mas a pobre coitada só lhes pode pedir, no máximo, a soma dos rendimentos brutos dos últimos três anos. Ora bolas, coitadinha!...
Hoje a Gotinha (aquela jóia) levou-me ao blog Substrato, onde aprendi o que são os Hihokan: "museus do sexo. De todas as formas de sexo, das mais banais às mais perversas. E havia-os aos magotes pelo Japão, desde que em 1971 abriu a primeira 'Casa dos Prazeres Escondidos', nos arredores de Tóquio. Hoje, resta apenas uma mão-cheia, se tanto. O fotógrafo Jurgen Specht visitou os últimos Hihokan e fez uma foto-reportagem, para que não se perca grande parte da história recente do erotismo japonês." Recomendo fortemente que vejam as quatro páginas dessa foto-reportagem. Estes japoneses são tarados!...
Para distraírem, tomem um jogo para descarregarem no vosso computador (uma pista do meu adorado ponto G): Tarzan Chinês. Se não tiverem o programa para descompactar este ficheiro, posso enviar-vos o jogo (descompactado) por e-mail. Quem é amiga, quem é?
Crónica de um broche no IP5
O Jorge Costa conta, mas diz que não foi nada com ele:
"Viagem Viseu-Porto-Viseu . Viagem de trabalho. Tudo feito de manhã, e após o almoço na casa dos queijos (que bem lá se comia...) 'tá numa de voltar ao Porto. 3 da tarde. Sol no IP5. Sono. Conduz tu... conduzo eu. Finalmente Albergaria.
- Eh, pá... apetecia-me algo diferente!...
- O quê?
- Não sei... e se fôssemos ali, p'ra me fazerem um broche?
- A sério?!
- Não, a brincar!... Claro... porque não?
- E não faz mal, depois de almoçar?
- O caraças é que faz.
... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ...
Meia hora e o «gajo» nao voltava.
... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ...
( voz do motorista na mata )
- Ó Eleutério!... Eleutério!... Ó Eleutério!...
- Quiiiii é, caraças?
- Ah... 'tá aí?... Eh, pá, desculpe. Pensei que lhe tinha dado alguma coisa...
- Pãs...
- Ande lá com isso!...
- Já bou!...
... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ...
- Então? Porque é que demorou tanto?
- Caralho, a gaja só me chupava os tomates. E depois, não é por nada... deu-me sono... desculpe lá. Pode seguir."
Isto é que é seguir os conselhos da PSP: "Faça intervalos na condução"
"Viagem Viseu-Porto-Viseu . Viagem de trabalho. Tudo feito de manhã, e após o almoço na casa dos queijos (que bem lá se comia...) 'tá numa de voltar ao Porto. 3 da tarde. Sol no IP5. Sono. Conduz tu... conduzo eu. Finalmente Albergaria.
- Eh, pá... apetecia-me algo diferente!...
- O quê?
- Não sei... e se fôssemos ali, p'ra me fazerem um broche?
- A sério?!
- Não, a brincar!... Claro... porque não?
- E não faz mal, depois de almoçar?
- O caraças é que faz.
... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ...
Meia hora e o «gajo» nao voltava.
... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ...
( voz do motorista na mata )
- Ó Eleutério!... Eleutério!... Ó Eleutério!...
- Quiiiii é, caraças?
- Ah... 'tá aí?... Eh, pá, desculpe. Pensei que lhe tinha dado alguma coisa...
- Pãs...
- Ande lá com isso!...
- Já bou!...
... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ...
- Então? Porque é que demorou tanto?
- Caralho, a gaja só me chupava os tomates. E depois, não é por nada... deu-me sono... desculpe lá. Pode seguir."
Isto é que é seguir os conselhos da PSP: "Faça intervalos na condução"
10 fevereiro 2004
Nomes angolanos
O meu padrinho jura pela saúde da afilhada que isto é real.
São ("sim, sou eu...", como naquele anúncio do perfume «Loulou» da Cacharel) nomes de angolanos que foram encontrados na base de dados de um banco português (balcão do Banco Espírito Santo) em Luanda:
1- Liberdade de Jesus Narigueta Perna Torta Banha
2- Cidália Calçada Descalça
3- Norlinda Rapa Buraco
4- Maria Ténia Viu Vultus
5- Etelvina Vaca Cabeça
6- Joaquim Cuecas
7- Luis Fortes Lopes Carago
8- Maria Teresa Rabo Bacalhau Molho
9- António Agostinho Chouriço Junior
10- Maria Bem Grosso
11- Joaquim Bagina
12- Paulo Puns Dá
13- Maria Trombasia
14- Ignácio Bufa Bucelato
15- Maria Salva Um de Cada Vez
16- José de Sousa Rabito Magro
17- Maria Augusta Rata Seca
Vamos lá. Eu sei que vocês conseguem ganhar-lhes em criatividade...
São ("sim, sou eu...", como naquele anúncio do perfume «Loulou» da Cacharel) nomes de angolanos que foram encontrados na base de dados de um banco português (balcão do Banco Espírito Santo) em Luanda:
1- Liberdade de Jesus Narigueta Perna Torta Banha
2- Cidália Calçada Descalça
3- Norlinda Rapa Buraco
4- Maria Ténia Viu Vultus
5- Etelvina Vaca Cabeça
6- Joaquim Cuecas
7- Luis Fortes Lopes Carago
8- Maria Teresa Rabo Bacalhau Molho
9- António Agostinho Chouriço Junior
10- Maria Bem Grosso
11- Joaquim Bagina
12- Paulo Puns Dá
13- Maria Trombasia
14- Ignácio Bufa Bucelato
15- Maria Salva Um de Cada Vez
16- José de Sousa Rabito Magro
17- Maria Augusta Rata Seca
Vamos lá. Eu sei que vocês conseguem ganhar-lhes em criatividade...
09 fevereiro 2004
Mais uma voltinha pela Net
a igreja espanhola culpa a revolução
sexual pela violência doméstica.
Se não fosse trágico, seria cómico.
Como o homem é um animal de
hábitos, gosta de freiras...
Pelo Diário Digital, sabemos que
uma mulher britânica de 40 anos fez disparar
os alarmes de segurança no aeroporto de Atenas devido ao cinto de castidade que usava...
Um cinto de castidade?!
Porque não um método japonês,
que não se nota por baixo da roupa e, já agora,
também passa no detector de metais dos aeroportos?
Porquê isto, perguntam?
Talvez porque, como revela a New Scientist,
as mulheres bonitas tornam
os homens irracionais.
Que fazer então, para esquecer tudo isto?
Se és rapaz, diverte-te aqui. Se és rapariga, diverte-te aqui.
Se se quiserem divertir juntos, é aqui.
Poema do fecho éclair (António Gedeão)
Filipe II tinha um colar de oiro
tinha um colar de oiro
com pedras rubis.
Cingia a cintura
com cinto de coiro,
com fivela de oiro,
olho de perdiz
Comia num prato
de prata lavrada
girafa trufada,
rissóis de serpente.
O copo era um gomo
que em flor desabrocha,
de cristal de rocha
do mais transparente.
Andava nas salas
forradas de Arrás,
com panos por cima,
pela frente e por trás.
Tapetes flamengos,
combates de galos,
alões e podengos,
falcões e cavalos.
Dormia na cama
de prata maciça
com dossel de lhama
de franja roliça.
Na mesa do canto
vermelho damasco
a tíbia de um santo
guardada num frasco.
Foi dono da terra,
foi senhor do mundo,
nada lhe faltava,
Filipe Segundo.
Tinha oiro e prata,
pedras nunca vistas,
safira, topázios,
rubis, ametistas.
Tinha tudo, tudo
sem peso nem conta,
bragas de veludo,
peliças de lontra.
Um homem tão grande
tem tudo o que quer.
O que ele não tinha
era um fecho éclair.
E, finalmente, uma foto à altura para este poema:
tinha um colar de oiro
com pedras rubis.
Cingia a cintura
com cinto de coiro,
com fivela de oiro,
olho de perdiz
Comia num prato
de prata lavrada
girafa trufada,
rissóis de serpente.
O copo era um gomo
que em flor desabrocha,
de cristal de rocha
do mais transparente.
Andava nas salas
forradas de Arrás,
com panos por cima,
pela frente e por trás.
Tapetes flamengos,
combates de galos,
alões e podengos,
falcões e cavalos.
Dormia na cama
de prata maciça
com dossel de lhama
de franja roliça.
Na mesa do canto
vermelho damasco
a tíbia de um santo
guardada num frasco.
Foi dono da terra,
foi senhor do mundo,
nada lhe faltava,
Filipe Segundo.
Tinha oiro e prata,
pedras nunca vistas,
safira, topázios,
rubis, ametistas.
Tinha tudo, tudo
sem peso nem conta,
bragas de veludo,
peliças de lontra.
Um homem tão grande
tem tudo o que quer.
O que ele não tinha
era um fecho éclair.
E, finalmente, uma foto à altura para este poema:
08 fevereiro 2004
Tarifários das putas - ponto de situação
Diz-nos o Saridon que "no 18 de Alcântara o broche era a 25 tostões e com direito a ver a rata da meretriz".
O Jorge Costa recordou, "da Viela das Almas, a Madalena do Broche. 20 merréis. Mas era um broche à maneira. Pelo menos naquela altura parecia ser à maneira".
O Saridon indignou-se: "Ó Jorge, tu eras um gajo abonado... 20 merréis?! Via 2 ratas em bom estado de conservação e batia 2 dúzias de punhetas... mesmo assim saía cara... custava cada punheta 1 salazar... (4 delas batiam-me...)".
... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ...
Acho estas vossas informações muito interessantes. Mas dêem-me mais detalhes, por favor: em que tipo de prostituição (rua, bordel, "vamos a casa",...), em que anos (aproximadamente) e em que cidade se praticavam esses (e outros) preços?...
É que me parece que vocês estão a falar de coisas diferentes... (e, ó Saridon, as putas batiam-te?!...)
Venham-se de lá essas informações, mas com mais detalhe e rigor, que ainda alguém vai fazer um mestrado sobre isto e eu quero ser referenciada na bibliografia.
O lupanar
Ah! Por que monstruosíssimo motivo
Prenderam para sempre, nesta rede,
Dentro do ângulo diedro da parede,
A alma do homem polígamo e lascivo?!
Este lugar, moços do mundo, vêde:
É o grande bebedouro colectivo,
Onde os bandalhos, como um gado vivo,
Todas as noites, vêm matar a sede!
É o afrodísiaco leito do hetairismo,
A antecâmara lúbrica do abismo,
Em que é mister que o género humano entre,
Quando a promiscuidade aterradora
Matar a última força geradora
E comer o último óvulo do ventre!
Augusto dos Anjos
07 fevereiro 2004
Mais publicidade erótica
Se gostam tanto de publicidade como eu, devem lembrar-se de um outdoor premiado da Audi, em que aparecia apenas um pequeno texto «Audi A8 alumínio» na chapa metálica. Só com o tempo, a chapa enferrujava... à volta da parte central, que se mantinha brilhante... e formava a silhueta do Audi A8.
Pois a Playboy alemã lembrou-se de algo idêntico:
No início via-se e lia-se isto...

... e quando chovia...

Pois a Playboy alemã lembrou-se de algo idêntico:
... e quando chovia...
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