Um dia o nosso corpo despediu-se um do outro.
Desconhecida
era a despedida mas como era sempre como se o mundo fosse acabar, abri o
teu peito e levaste contigo um pouco de mim. Não porque o sexo era bom,
não pelas loucuras à beira da estrada ou nos imensos sítios proibidos
.
Para nós não existiam limites.
Levaste
um pouco de mim, da minha alma e do meu coração, porque se um dia me
entreguei de corpo e alma, rasgo-te a carne e ponho-me em ti porque
quando te lembrares de mim , serei passado, aquele passado com quem
fizeste tanta coisa pela primeira vez...
Inclusive, rir sem te lembrares do mundo lá fora.



Tudo o que foi, desta maneira, continua sempre a ser... nas nossas (boas) memórias.
ReplyDeleteQue bonito :)
ReplyDeleteE que bom "ver"-te por aqui, Gaja Maria ;O)
ReplyDeleteGaja maria, muito bem vinda a este canto... Ainda bem que gostaste do meu testo...
ReplyDeleteSãozinha, aquele beijo
E com direito a beijo... melhor ainda!
Deletetexto*
ReplyDeleteepá tu tens jeito para a coisa, quero dizer com isto que, além
ReplyDeletedo sentimento inscrito nas palavras, lembras-me estórias antigas (de mim)
küss ich
Bem, este cantinho está a ficar muito agradável.
DeletePinkita, atrais malta fixe!
Obrigada anjo, um beijo, sendo assim, vivemos histórias parecidas...
Deletesãozinha, gente que é gente como a gente!
Agente?! Onde? Onde? Foge! Foge!...
DeleteJá fugi e estou muito bem escondida :))))
ReplyDeleteDeixa-me adivinhar... estás atrás dos cortinados do blog... mas tem cuidado, que muitos «visitos» limpam-se lá :O)
DeleteNão me vês? Estou atrás de ti!!! Duhhhhhhhhhhhhhhh
DeleteAtrás de mim?! Não me parece. Tu estás muit'à frente ;O)
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