a quietude incerta das manhãs húmidas
de suor
e a agitação dos olhos, onde as mãos
iniciam voos
e madrugadas.
é no beijo que nasce a (e)terna mansidão
dos corpos.
o beijo é a fonte do poema,
orgasmo das mãos
e ventre das palavras
a noite e as asas de tudo,
o tudo e o nada que confunde,
as antíteses todas
de todas as vidas.
Susana Duarte
Blog Terra de Encanto



Muito bonito
ReplyDeleteEu já tinha tantas saudades da poesia da Susana Duarte...
DeleteObrigada, Gaja Maria!!
DeleteSão... :-)
DeleteÉs única, bem sabes...
Tu sabes tão bem deixar-me ensopadita, Susanita...
DeleteUi ui, São.
DeleteE depois?
Não me chegam as gavetas da cómoda para tanta cuequinha...
DeleteLindo.
ReplyDeleteA Susana
O beijo
O poema
Por está ordem.
E nada de desordem!
Delete...ou por outra.
DeleteA Susana pode ir para o fim da lista, Sem ficar ofendida, Tó. =)
Beijo grande!
A lista de Susana
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