11 maio 2004

La petite mort

Os franceses é que a sabem toda: chamam ao orgasmo «la petite mort» - a pequena morte.
E os ingleses não lhes ficam atrás: chamam-lhe «the beautiful agony» - a bela agonia (*).

Na página «Beautiful Agony» disponibilizam pequenos videos de caras no momento do orgasmo.
O acesso total é a pagar, mas têm aqui uma amostra.
Quem é a Miga, quem é?
_____________________________
(*) os Portugueses têm uma frase com uma carga poética muito semelhante: «ai, filho(a), estou-me a vir!»

O que acham que o puto vai fazer?

Aqueles olhinhos em bico não enganam...
Cliquem na imagem para verem o momento seguinte

(enviado pela Gotinha)

A rata esfomeada


ata esfomeada, preparava-se para comer uma mosca quando um mocho que observava a cena disse:
- Rata, não comas já a mosca! Espera que a abelha a coma, depois tu comes a abelha. Ficaras melhor alimentada.
Então a abelha comeu a mosca. A rata preparou-se para comer a abelha mas o mocho interrompeu-a novamente:
- Rata, não comas a abelha, ela vai ficar presa na teia da aranha e a aranha vai comê-la. Então tu comes a aranha e ficarás melhor alimentada.
A rata de novo esperou. A abelha levantou vôo, caiu na teia da aranha, veio a aranha e comeu-a. A rata preparou-se para saltar sobre a aranha, mas de novo o mocho interveio:
- Rata, não sejas precipitada! Há- de vir o pássaro que comerá a aranha, que comeu a abelha, que comeu a mosca. Comerás o pássaro e ficarás melhor alimentada.
A rata, reconhecendo os bons conselhos do mocho, aguardou. Passados uns instantes, chegou o pássaro que comeu a aranha.
Entretanto, começou a chover, e a rata, ao atirar-se sobre o pássaro para o comer, escorregou e caiu numa poça de água.
Moral da história: Quanto mais tempo durarem os preliminares, mais molhada fica a rata.
Moral do Mocho: Isto, como quase tudo (não me refiro a comer), é relativo. Se, por um lado, a rata fica mais molhada... por outro... a passarinha fugiu!..

(enviada pelo Engenheiro Que Não Paga as Quotas da Ordem)

10 maio 2004

As mulheres não gostam de foder

Do que eles se lembram...Se vocês encontrassem uma obra com um título destes não a compravam?
Pois foi o que me aconteceu ontem. Encontrei um pequeno livrinho (tem apenas 16 páginas) de banda desenhada de um tal de Alvarez Rabo (já estou a ver os meninos todos nas livrarias à procura de Rabo...): "As mulheres não gostam de foder".
Podem ler aqui uma crítica a esse livro.
Pela minha parte, adorei. Mesmo (até?!) os desenhos assumidamente toscos.
O Tiko Woods entretanto já avançou com uma sondagem (não sei o que isso é, mas tem a ver com enfiar a sonda).
E o OrCa já fez a ode:
"Quem não gosta de foder
Não é bom pai de família
Decerto nem é mulher
Talvez peça da mobília

Barba? Hálito? Arranhões?
Ora bolas, meus senhores
A queca sem safanões
Nem queca é, são favores

Um linguado a preceito
Uma erecção de truz
Dela secreções a eito
E ninguém grita ai-jesus

De pé, deitado, em rigor
Há que ser no amor gentil
Dar-lhe com força e vigor
Sem esticar o pernil

Vai-se a ver e tudo vale
Por baixo, em cima, a cavalo
Se houver quem bem o entale
Dar uma queca é um regalo

Vale p'ra ele e vale p'ra ela
Deixem-se de esquisitices
Arruma qualquer mazela
Deste mundo de chatices!

Tudo o resto é frustração
E recalcamento ardido
Quem não souber da função
Se não foder, está fodido."
Ah, fodista!

09 maio 2004

A Egevides da hortaliça - mais um conto do Jorge Costa

Ó Egevides, que belo repolho que tu tens, filha...Vivia à janela. O tempo corria lentamente para ela. Há muito que o companheiro a tinha trocado por um dia de pescaria com os amigos. E não mais tinha voltado.
Ela também não era flor que fosse de cheiro fácil. Era vendedora de hortaliça. E fazia alarde em se saber que vivia no meio das suas pencas.
Gostava muito de verduras. E nas sopas que fazia não retirava nunca as nervuras dos tronchos das couves que a horta dela dava. Mas aquela vida passada entre o mercado, o quintal e a janela... não era vida para ela. Era... mas não lhe bastava. Até porque só tinha 38 anos. Não é de forma alguma idade para estar a ver o tempo passar.
Quem lhe passava regularmente por debaixo da sacada era o Sr. Asdrúbal Carpinteiro, homem de sorriso fácil e fino trato. Solteirão. E com oficina montada. Não era homem de ter patrão.
- Olá, Egevides. Já foi tudo p'ró mercado? Acabou a liça? Olha que tu não és mulher p'ra ver o tempo passar por ti...
- Deixa-me cá, Asdrúbal, ando a ficar tão aborrecida... não é que fosse grande coisa, mas a porra do caralho do Berto anda-me a fazer cá uma falta!... Não é que seja propriamente ele, mas tu cá me entendes...
- Não me fodas, ó Egevides! Caralho, tu és uma gaja muito boa, tu só tens falta porque queres. Não me fodas... caralho!
- Sabes como é... tenho medo de cair nas bocas do povo e ficar por aí falada. Gosto de foder... mas não quero que me achem uma puta. O filho da puta nem filhos me deu, mas sabes como é o caralho do povo...
- Foda-se!... Quer dizer, eras agora obrigada a ficar com a cona só p'ra mijo só porque o caralho do Berto deu à sola?!... Fodaaaaa-se! Olha lá... a gente os dois sempre fomos de brincar muito um com o outro... mas ouve lá... até se me está a dar um nervoso, ó Egevides, mas tu... porra, caralho, eu não sou um estranho p'ra ti, mas tu importas-te que daqui a pouco eu venha a tua casa ver as cadeiras da cozinha, que estão a abanar? Há muito que andava p'ra te dizer isto, mas sabes como é... agora a conversa vai no ponto... e caralho, tenho de te dizer o que penso e sinto. E, além do mais, não devemos nada a caralho nenhum. E bem sabes que não sou de merdas.
- Ó Asdrubal, foda-se... nem sei o que te diga. És tão maluco!...
- Volto já, caralho. Deixa-me dar ali um recado que já te bato à porta p'ra ver os armários da cozinha.
... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ...
Quando o Asdrúbal voltou, não se chegou a saber se os armários e as cadeiras da cozinha ficaram desempenadas ou não, mas uma coisa é certa: o olhar alegre da Egevides só deixou antever que tinha tido uma grande tarde de foda. Os bicos das mamas, para quem os viu de seguida, não eram bicos... eram pontas de aço carregadas de tesão. E souberam-no... porque alguem tocou à porta... para comprar hortaliças.

Jorge Costa

08 maio 2004

Blogonas vão vencer os Blogaralhos

Segunda-feira, às 22h15, no Blog «o Branco do Céu», os homens vão perder a sua última oportunidade de recuperar a costela.
Vai ser a BLOGuerra dos Sexos.
Para já, podemos antecipar as notícias do dia seguinte.
E é claro que não lhes vamos revelar a nossa arma secreta: obviamente as mulheres vão chegar todas atrasadas (não hão-de querer que nos venhamos para uma guerra sem nos virmos arranjadinhas, lavadinhas e bem vestidinhas... hmmm...).
Como diziam os latinos: Spermae jacta est!

O OrCa à noite não tira as calças!


Sair de dia sem calças é paródia e é pirraça
Chato se passa um polícia
Dando um arzinho de graça
Ao ver a malta que coça
A tripeça com delícia

Agora à noite sai tu
Sobe o fresco p'los joelhos
Quem sabe se chega ao cu...

E depois fica engelhado
O resto do aparelho
E engomá-lo é um sarilho
Só depois de bem passado
Poderá ver-se ao espelho
Mostrá-lo mais animado...

Nã, sem calças não faz meu tipo
Tudo solto aos encontrões
Vais ver 'inda me constipo
S'espirro voam testículos
Em todas as direcções!

OrCa

07 maio 2004

7 de Maio - Dia Sem Calças

Os homens ficam sempre muito jeitosos em roupa interior...
A Gotinha - sempre a Miga - avisa:
Hoje é o «No Pants Day» (Dia Sem Calças).
- E só agora é que dizes, São? - perguntais vós em coro.
- Claro. Se saís à noite, já sabeis. Não leveis calças (nem saias)!
Amanhã contai-me... hmmm...

Hoje é sexta!

- Ó mãe, quando é que eu vou ter as mamas grandes como tu?
- Dentro de poucos anos....
- Ora bolas, precisava delas já para este sábado!

(enviado pela Alexandra)
Votos de bom fim-de-semana, mesmo para quem não tem as mamas grandes!

DDACO

Da esquerda para a direita, têm o caralho, a triste viuvinha com inveja do charuto e o artista que pintou o caralho e a viuvinha: DDACOÉ dos poucos artistas portugueses assumidamente dedicados à pintura erótica.
Podem visitar a página da galeria dele: DDACO Gallery.
Aí, podem aceder às várias séries de pinturas:
~ Anacronismos
~ As Confissões de Maria...
~ Contraluz
~ Erotic Dreams
~ Homenagem a Toulouse-Lautrec
~ La Belle Époque
~ Sevillian Erotic Dance
Podem ainda comprar o livro Erotic Dreams (eu já o tenho na minha colecção).
"O erotismo é o alimento do Espírito,
o alimento da felicidade,
tornando-nos mais belos e mais perto do divino,
aproximando-nos de Deus."

Casal de pinguins gays tem filhote em Zoo de Nova York

Silo e Roy são dois pinguins machos que formam um casal e são uma das grandes atracções do zoológico do central Park em Nova York. Há seis anos que eles estão juntos numa relação monogâmica e praticam muito sexo.
Os veterinários já tentaram oferecer fêmeas aos dois, mas eles recusaram-nas.
Na falta da possibilidade de um ovo para procriarem, os dois colocaram uma pedra e vão-na chocando. Os veterinários decidiram dar-lhes um ovo para ser chocado e, após 34 dias, nasceu Tango, um filhote que está a ser cuidado com todo o carinho pelo casal.E
E não são um caso único. Veja-se outro casal de pinguins machos do New York Aquarium em Coney Island, Brooklyn: Wendell e Cass.
Aqui, um artigo sobre ambos os casais.

(enviado pela Gotinha)

Selos de correio pela vagina


reocupada com a sua saúde, uma freira decide visitar o médico para lhe contar o seu caso muito particular.
- Sr. Doutor, tenho um pequeno problema. Quando me vem o período, até que nem deito muito sangue, mas o que é realmente estranho é que me saem selos de correio pela vagina!
O médico, espantado, exclama:
- Querida irmã, a não ser que você seja um fenómeno da natureza, isso é impossível! Só nos resta uma solução, que eu veja isso por mim mesmo!
O médico acerca-se da freira, examina-lhe a cligeva e de repente começa a rir.
A freira, muito preocupada, pergunta:
- Doutor, o que é que se passa?
Ao que o médico responde:
- Irmã, isto não são selos de correio. São etiquetas adesivas de uma conhecida marca de bananas!

(enviado por Matrix)

06 maio 2004


E se eu vos dissesse que está mais um conto do Jorge Costa prontinho a sair? E que este até tem caralhadas e tudo?
Ai, não querem que eu estrague a surpresa? Está bem, então não digo.
Entretanto, vão relendo os contos anteriores dele... para aquecerem os motores... só com uma mão... hmmm...

Problemas de comunica São

Não me perguntem porque é que o orifício na melancia é quadrado!...

Os olhos penetrando os olhos

Os olhos penetrando os olhos.
O corpo penetrando o corpo.

O rio de suor que escorria entre eles e colava a pele.
E era rio na pele.
E o corpo lança que a trespassava, que arqueando o corpo recebia em si, que apertando as pernas pedia que a rasgasse mais.
Os olhos penetrando os olhos.

E as mãos cordas que a enleavam.
As mãos que a exploravam, a apertavam. As mãos que a prendiam ali.
E as dela no rosto dele decorando a face que tem o prazer.
Os olhos penetrando os olhos.

O corpo dele que a engolia, a comandava, a prendia. O corpo que exigia cada vez mais.
Os olhos penetrando os olhos.

E a pausa que ele não permitia, o corpo marcando o compasso.
A voz que a incitava.
A lança que a trespassava, os olhos penetrando os olhos.
E a explosão simultânea. O abrir de todas as comportas.
O rio que entrou nela e o dela que o alagou.

E o rosto que descansou no rosto.
E a paz nos olhos que se fecharam.

Poema de
(para lerem este e outros poemas dela, visitem o blog)

05 maio 2004

Ode à mãe - por BycicleRepairMan

A Gotinha enviou-nos esta ode de um reparador de bicicletas à sua querida mãe:

Ó mãe que me pariste
Sorri, não estejas triste
Pois teu filho vence lutas
Tem dinheiro para ir às putas
A vida na mão tive-a
Quando bati uma pívea
Untado em creme Nívea
Por isso não estejas triste-te,
Tu, que quando me viste riste-te
No dia em que me pariste-te.
Pois alegra-te, mãe, sou eu
Filho da puta que me pareu
No dia em que eu nasceu
Deste-me um nome que rima com pneu
E agora reparo biciletas
Mas ao fim de muitas labutas
Já ganho para ir às putas
E já não bato punhétas
(Para rimar com biciletas)
Ai, mãe, não estejas triste
Pois foste tu que me pariste
Por entre tuas pernas me espremiste
E eu chorei, mas não estava triste
Porque já estava de pénis em riste
No dia em que me pariste.

BycicleRepairMan, do blog o Período
Ao menos esta boca não morde... hmmm...
(enviado pelo Senhor Sepultura)

O Orca fez o diálogo:
- Vá, Gina...
Se m'osculares o mamilo
Com a tua boca do corpo
Prometo meter-te o grilo
Nessa boca a pouco e pouco...
Entretanto, criatura
Se o grilo que é madraço
Se engana ao entrar na lura
O que perder em espaço
Recupera na fundura.

- Que mamilo bom de mais
Mas que lábios tão gentis
Oh, lábios, que transformais
Aquele mamilo em penis...

Sala errada


inema de um centro comercial. Um menino de 10 anos ia ver um filme da Disney, mas entrou na sala errada, onde estavam a passar cenas de sexo explícito.
O rapaz saiu da sala o mais depressa que pôde, atropelando tudo e todos à sua frente.
Vendo o desespero do rapaz, o
porteiro do cinema perguntou-lhe:
- O que aconteceu?
- É que a minha mãe disse que quando nós vemos coisas que não devem ser vistas, nos transformamos em pedra! - disse o rapaz ofegante.
- E tu, transformaste-te? - perguntou o porteiro.
O menino respondeu com cara de susto e olhando para as calças:
- Já estava a começar...

(enviado pela Gotinha)

04 maio 2004

Barbie de turbante


Recomendado pelo Matrix
para meninas com mais de 18 anos

O OrCa lá fez a ode da ordem:
"Só me perturba o turbante
Na carola da menina
Por me parecer o pinante
Feito de plasticina...

Ainda para mais, coitado
Tão mirrado e impreciso
Parece só ajustado
P'ra lhe foder o juízo!"

Correio das Visitas

"Querida São,

Isto está-me sempre a acontecer. Descobri agora que não sou um freak e que
há outros que partilham este problema comigo ...

Não me acontece sempre, mas quando surge um destes, tenho que esperar quase
10 minutos para uma nova tentativa... e isto se for comer umas torradinhas com nesquik.

Beijinhos,
AdamastoR"

«Bondage» - Escravidão à japonesa

Ainda ele estava a dormir e já ela lhe pedia «a corda!...»
Gostariam de saber como fazer uns nós de marinheiro no(a) vosso(a) parceiro(a)?
Que não inibam o seu dia-a-dia «normal» e permitam usar roupas, como se não trouxessem nada de especial por baixo?
E que tornem o regresso a casa um momento ainda mais desejado, para tirarem as cordas e... brincarem?
Pois têm aqui o manual ilustrado.
Venham-se as vossas experiências...

02 maio 2004

Mãe (dos vossos filhos), há só uma!

Não! Esta foto não é da minha mãe!...
Como diz o Potente, "feliz dia do pai também... quando a mãe aparece assim!"

Momento

Queria
Parar o tempo
Fixar o momento
Em que tu estás.
Queria
Prender a hora
Agarrar o instante
Em que o tempo é amante
E o vivo em ti.
Queria
Num só movimento
Anular o tempo
Que a tua ausência demora.
Queria
Num abraço sem tempo
Eternizar o momento
Que habitas em mim.

Poema de
(nunca é tarde para lerem este e outros poemas dela)
Comentário do OrCa: "Há uma tranquila encandescência no poema... Cuide-se, entretanto, aquele que o ouvir, porque corre por baixo dele uma torrente de lava. Leiam-no outra vez, lentamente. Mastiguem bem as palavras. Saboreiem-nas... e imaginem-nas ditas logo, logo, após o orgasmo.
Aquele que ocorreu quando se queria e com quem se queria...
É este o sal da vida.
São, foi um poema bem trazido para aqui. Parabéns à Encandescente."

01 maio 2004

Primeiro Museu do Sexo da Rússia

Acaba de abrir ao público o primeiro Museu do sexo da Rússia. Fica em São
Petersburgo e orgulha-se de mostrar, em bom estado de conservação, o pénis de Rasputine.
Reparem na cara nostálgica com que a rapariga observa o pequeno membro, agora sem vida e depositado num frasco.

(enviado por AdamastoR)

Erotika Fair - São Paulo


Decorreu entre 21 e 26 de Abril a 8ª Erotika Fair, em S. Paulo (Brasil).
O certame também serviu para discutir temas polémicos, como o uso de preservativo nos filmes pornográficos.
Uma das entidades que apoiaram esta feira foi a Buttman (vá-se lá saber porque escolheram este nome).
Podem ver aqui imagens da edição anterior (a 7ª) da Erotika Fair.

Pede

Virou-se, ele estava encostado à porta.
Ela ia lavar-se, tinham acabado de fazer amor.

Ele aproximou-se, deu-lhe um beijo no ombro descoberto. Ajoelhou no chão frio junto dela:
- Eu lavo-te - disse.
Abriu a torneira, espalhou sabonete nas mãos e começou a espalhá-lo nas pernas dela, perto do joelho. Concentrado no acto de cobrir a pele com aquele tecido de espuma, de não deixar nem um centímetro de pele a descoberto.

Fê-lo lentamente, subindo numa perna, depois na outra, sem nunca se aproximar das coxas, rodeando-as, evitando-as.
As mãos dele deslizavam, lavavam, acariciavam, eram prazer e expectativa.

Ela contraía-se cada vez que as mãos se aproximavam mais.

Ele disse:
- Pede.

- Lava-me...

Poema de
(para lerem este e outros poemas dela, visitem o blog)

Correio das Visitas

"Menina Sãozinha a menina desculpe a minha ausência eu não escrevo mas veinho-me çempre aqui e inté levo as futugafrias ca menina Sãozinha aqi pranta pra mustrar ao Senhor padre Amaro çim qeu sou uma boa paruquiana e mudole a cama de lavado todas as noutes mas como ê ia dezendo eu não tenhome vindo aqi proqe estive no estrangeiro de fora em Aiómonte não não fui comprar caramelos eu à menina Sãozinha contole tudo é que eu conheci uma senhora a Madame Tetas que não desfazendo na menina Sãozinha é uma senhora de Lisboa muito fina e muito culta e também muito caridosa recolhe meninas abandonadas estrangeiras e tudo e dá-lhes cama mesa e roupa lavada e até lhes arranja companhia para elas não se sentirem sózinhas ora eu tenho uma vida apertadinha só com os erozitos que o meu Alfredo Corno traz para casa e espere aí um bocadinho menina Sãozinha que eu vou mudar de folha
____________________________________________
disse-me então a Madame Tetas que eu tinha que ir ao estrangeiro pelo menos umas 3 vezes por ano para bem daquela gente lá de fora é que eles tadinhos só comem coisas adolteradas cheias de químicos silicones e tintas e tudo rapado que é uma vergonha ora eu sou uma moçoila como deus quer corada do sol com pêlos nos sítios certos e muito arejada e limpa sim que eu só me lavo por cima e por baixo no ribeiro aqui da aldeia e não uso aquelas indecências que já vendem aqui na feira do último domingo do mês e que chamam de tanga a menina Sãozinha desculpe a palavra mas já viu o cheiro caquilo deve ter enfiado no cu eu não uso nada porque à coisas que devem ser bem arejadas então menina Sãozinha a Madame Tetas escreveu a uns amigos todos gente muito fina importante rica e temente a deus nosso senhor açim como igual à menina Sãozinha e esses senhores vêm-se encontrar comigo para eu lhes fazer a caridade eu não peço nada mas eles oferecem-me dinheiro e muitas prendas e eu aceito espere aí menina Sãozinha que eu tenho
____________________________________________
a letra gorda mas dizia eu que aceito como aceito os santinhos que o nosso Padre Amaro me dá e foi isto que eu fui fazer a Aiómonte mas veja lá a menina Sãozinha que até já vêm senhores de Uelva e Sevilha e até de Bracelona claro que o mê Alfredo Corno pensa que eu vou dar catequese e cursos de cristandade aqueles mouros órquechopes é como lhes chama o nosso Padre Amaro e truxe bom dinheirinho até dá para comprar um carrito ao Senhor padre que não o quero ver á noite quando lhe vou fazer a cama tão cansadito da biciqueleta também truxe caramelos e torrões para a menina Sãozinha e para as outras meninas e meninos caqi çe vêm arreceba um forte abraço desta sua criada e que sassina

Parvinha da Silva"

Obrigada, mas caramelos espanhóis agarram-se aos cortinados. Um presuntito pata negra e uma garrafa de Rioja, ainda vá cona vá...

30 abril 2004

Mais uma vez peço desculpa...

... a quem veio aqui por pesquisar no Google «o que são provérbios» e teve, como primeiro resultado:

a funda São - provérbios POPulares
levem-me à funda São provérbios POPulares. A funda São desafiou as visitas.
O resultado foi demolidor... O amante que se deixa ver, depressa se vai foder. ...
www.afundasao.com/html/proverbios-POPulares.htm - 26k - Em cache - Páginas Semelhantes

Nova entrada para o Diciordinário


(enviado por Senhor Sepultura...
...mas o cavalheiro da foto não é ele)
O
OrCa dedicou-lhe estes versos:
"Se o tamanho não conta
Nem há arte de esticá-lo
Mal se lhe percebe a ponta
Naquelas bolas de estalo

Coitada
Ficará tonta
A donzela que o cate
Ao tentar meter o talo
Só entalou um tomate...

São Rosas, meu senhor..."

Uma jóia...


oalharia de luxo na baixa lisboeta. Um indivíduo entra e compra uma jóia de 300 mil euros para a mulher lindíssima que o acompanhava, pagando a conta com um cheque.
O vendedor ficou muito preocupado, pois era a primeira vez que via aquela pessoa.
Mas o cliente tranquilizou-o:
- Vejo que está com receio de que o cheque não tenha fundos, não é? Tudo bem. Vamos fazer o seguinte: hoje é sexta-feira e o banco já fechou. Você fica com o cheque e com a jóia. Na segunda-feira, você vai ao banco, levanta o dinheiro e manda entregar a jóia lá na minha casa. OK?
O vendedor ficou mais aliviado.
Na segunda-feira, os seus receios confirmaram-se: o cheque não tinha fundos.
O vendedor ligou para o cliente, que lhe respondeu:
- Pode rasgar o cheque, pois eu já comi a mulher!

(enviado pela Maria e pelo Jota Kapa)

29 abril 2004

PUBIScidade

Já vos tinha dito que adoro publicidade?
Apreciem este anúncio de marca de roupas «Triple Five»:

(cliquem na imagem)

Ou estes dois anúncios da «Dsquared2»:

(cliquem na imagem)


(cliquem na imagem)

Dedicado especialmente ao Tiko Woods e ao Padrinho, este anúncio da «Alitalia»:

(cliquem na imagem)

Gostaram? Hmmm?...

28 abril 2004

Venham-se sugestões para a legenda


Gotinha - "Bom pequeno almoço, São Rosas!"
Bruno - "Delícia!"
Jorge Costa - "Em sabores acidulantes...use adoçantes."
Jorge Costa - "A vida nem sempre é um buraco sem fundo... e azedo."
Dupont - "Dê a um torrão de açúcar o seu momento de glória."
Xico Manel - "A ratoeira."
Tiko Woods - "O cubo de açúcar é como o pano de cozinha que os cozinheiros usam: é para se irem limpando à medida que «trabalham»; aqui é para absorver a baba."
Matrix - "Açucareiro das Caldas."
Emílio de Sousa:
"Meu rico torrão de açúcar
Posto no monte da crica
Pareces mesmo um farol
Ao seguir a tua luz
Logo o vicente saltita
E nada já tem de mole"
Werewolf - "Toucinho do Céu."
Blog Job - "Grelo ao cubo."
Isso Agora... - "To rão, or not to rão, that is the questão."
Bichana Gato - "Mas que rica caixinha de esmolas... agora entendo porque há tantos apostólicos!"
Tiko Woods - "Manjar dos deuses."
Gabriel - "Cuidado com o açúcar. Não lhe toque!"
And the winner is:
OrCa:
"Mete-me o cubo bem fundo
Até onde vá o dedo
Depois com a língua e sem medo
Sorve de mim o fecundo
Néctar que faz do mundo
Este profundo segredo..."

DICIordinário e PornBLOGrafia

O Prof. Vicas Catel de Sousa e Alarcão enviou-nos um comboio de novas sugestões para nomes de blogs. Vejam a lista actualizada:

O DICIordinário também já tem a ilustração do que é o «cockpit» (o Tiko Woods, que se senta sempre nesse sítio dos aviões, pelos vistos não sabia):

Venham-se sugestões... hmmm...

Diciordinário Ilustrado

«Cockpit» não é uma palavra portuguesa, mas post, blog, internet... também não São e nenhum português morre por usá-las. Aliás, «cockpit» quer dizer «o pito da pila», que é um conceito muito bonito...

27 abril 2004

Mais ninguém

- Diz o meu nome como só tu sabes.
Di-lo como fazes sempre, como se amasses cada letra.
Nunca ninguém disse o meu nome como tu.
Ela disse.

- Toca-me como só tu sabes. Faz do meu o teu corpo.
Nunca ninguém amou o meu corpo como tu.
Ela tocou.

- Agora, vem. Deita-te em mim. Deixa-me entrar em ti como só eu sei. Dar-te o que só eu sei.
Nunca ninguém tocou a tua alma no teu corpo como eu.

Ela recebeu-o.
E foi alma e corpo.



Poema de ~ Encandescente
(para lerem este e outros poemas dela, visitem o blog)

Aposta


ujeito solitário a morar na Foz.
Os seus dias eram banais e sem graça, até que um dia uma vizinha misteriosa se muda para a casa em frente.
Era um espectáculo de mulher, loira, olhos azuis, pele de pêssego, lábios voluptuosos. Muito, mas mesmo muito gostosa.
Na mansão, moravam ela, o filho (um miudinho de 7 anos) e a empregada.
Era uma casa linda, a mais bonita e a mais cara da Foz.
Pareciam uma família normal, excepto pelas festas que organizavam na sua casa.
E que festas! Eram uma loucura, toda a noite, limousines, BMW´s, Mercedes,... paravam à orta e homens muito bem vestidos desapareciam no interior da casa, deixando o sujeito intrigado com aquela movimentação e principalmente perguntando-se a si mesmo:
- onde é que aquele avião de mulher arranjará o dinheiro para pagar todo aquele luxo?...
Até que um dia, não se contendo mais de curiosidade e tesão por aquela beldade, o sujeito resolveu investigar.
Numa manhã, foi até à casa e, ao ser atendido pela empregada, pediu para falar com a dona.
Foi atendido pela mulher, deitada num grande sofá, só de t-shirt, com uma tanga minúscula por baixo e com os seios quase à mostra. De facto, era uma maravilha da natureza.
Ela então perguntou-lhe o que desejava, ao que ele respondeu:
- Olá. Eu sou o vizinho da casa em frente, e tenho vindo a observar a senhora. É uma mulher muito bonita, tem uma bela casa e dá festas todas as noites. Confesso que... desculpe a intromissão, mas fiquei curioso por saber o que a senhora faz para conseguir viver com este luxo todo.
- Olhe, eu não tenho de dar satisfações ao senhor, mas tudo bem, vou dizer. Eu vivo de fazer apostas. Aposto com os meus amigos que eles não conseguem fazer o que o meu filhinho consegue. E eles não acreditam e perdem fortunas.
- O que é isso, não conseguir fazer o que ele consegue? É tão fácil. Eu quero tentar, mas como prémio, quero uma noite com a senhora. Que acha?
- Tudo bem, pode ser. Mas, se eu ganhar, quero a sua casa e 100.000 euros.
- Fechado.
- Então o senhor volte aqui hoje à noite para o teste. OK?
- OK.
O sujeito foi para a casa como um louco, passou o dia inteiro a ensaiar cambalhotas para a frente, para trás e outras coisas que as crianças costumam fazer.
Delirou ao imaginar a noite de orgia que iria ter e, à noite, à hora combinada, lá estava à porta da mansão para o tal teste.
Foi atendido pela empregada que o levou até uma outra sala, muito luxuosa, onde a mulher o esperava com uma camisola totalmente transparente, uma tanguinha menor do que todas as outras que ele já tinha visto... e um perfume
delicioso.
Ele só se imaginava a fazer amor como um louco com ela...
Num outro canto estava o filhinho, a dormir.
Ela então perguntou-lhe:
- Está pronto?
- Claro. Vai ser fácil.
Ela então diz-lhe:
- Tudo o que ele fizer, o senhor terá de fazer também...
E pede ao filho:
- Filhinho, dá um beijinho na boquinha da mãe.
O filhinho deu e o sujeito também...
- Filhinho, dá uma chupadinha aqui no peitinho da mãe.
O filhinho deu e o sujeito - já louco de tesão - também...
E assim foram seguindo beijinhos no umbiguinho, na coxinha, no rabinho... até que a mulher, apercebendo-se do estado em que o sujeito já estava, vira-se para ele e diz:
- Agora o último pedido. Filhinho, coloca aqui a pilinha molinha na mão da mãe...

(enviado pelo Jota Kapa)

Notícias de França (onde se mete uma moeda e sai uma criança)

À direita da imagem, o Presidente da Câmara de Chaumont sur Loire, com um adepto do clube local de futebol
Aquilo é que deve ser o «apito dourado»!...
Depois de ver a fotografia no jornal local, o Presidente da Câmara de Chaumont sur Loire declarou ao nosso répórter:
- Preciso de um momento de solidão...

(enviado pela Gotinha)

26 abril 2004

Cor-respondência

Remeta-me os dedos
em vez de cartas de amor
que nunca escreve
que nunca recebo.
Passeiam em mim estas tardes
que parecem repetir
o amor bem feito
que você tinha a mania de fazer comigo.
Não sei, amigo
se era a sua forma de ser
ou de propósito
mas era bom, sempre bom
e assanhava as tardes.
Refaça o verso
que mantinha sempre tesa
a minha rima
firme
confirme
o ardor dessas jorradas
de versos que nos bolinaram os dois
a dois.
Pense em mim
e visite-me no correio
de pombos onde a gente se confunde
Repito:
Meta-se na minha vida
outra vez meta
Remeta.

Elisa Lucinda

24 abril 2004

CHEGOU! Um glorioso dia de Sol - o novo conto de Jorge Costa

Meninos, ponham uma mão no rato e outra no joystick!
Meninas, ponham uma mão no rato e outra na rata!
Já podem ler «Um Glorioso Dia de Sol», o novo conto de Jorge Costa.
Depois admiram-se de haver muitos acidentes...

Agora, no link lateral, podem aceder aos contos do Jorge Costa que forem sendo publicados.
E, para que não haja reclamações - que a Funda São é lavadinha - pus os cortinados no seguro e mandei-os plastificar.

O Jorge Costa pensava que já tinha visto de tudo...

... mas afinal não!
E vocês?
Vejam isto e digam qualquer coisa... se conseguirem (video 200KB)!...

Cabecinha pensadora

E bem que podia ser mais cabeçudo...

23 abril 2004

Massada de picha de Orca (4 pessoas) - receita de Emílio de Sousa

O Emílio de Sousa, um dia destes, vai ser uma nova Maria de Lurdes Modesto1/8 de picha de Orca salgada (1kg+-)
1 kg de massa de cotovelos (sem psoríase)
1 pimento vermelho
2 tomates médios (sem pêlos)
2 cebolas médias ou extracto de sovaco de estivador
1 folha de louro
3 dentes de alho ou raspas do lenço (seco) do Sr. Almeida
sal e piripiri qb

Pôr a picha de molho até amolecer. Extrair o osso, cortar às rodelas e reservar.
Abrir o pimento em quatro, retirar os cavernosos e raspar bem os restos do prepúcio.
Pelar os tomates com água fervente - de preferência sem o dono agarrado aos mesmos - e cortar em pequenos pedacinhos.
Pôr de molho a t-shirt do estivador e ferver o líquido até reduzir a 1/10. Juntar azeite para o refogado e as raspas que conseguir obter do lenço de assoar do Sr. Almeida, assim como a folha de louro.
Estrugir um pouco, juntar o tomate, o pimento e a picha.
Quando cozido, adicionar a água para cozer os cotovelos (bem desinfectados com Pecusanol).
Está pronto em 10 minutos.
Decorar com um molhinho de pintelhos.
Bom apetite!

Emílio de Sousa

"O problema é a doença das orcas loucas..." - Matrix
"Aquela COISA tem osso? Deve ser tenrinho, não?" - Isso Agora...

Diciordinário Ilustrado

Já há muito tempo que o Diciordinário não tem entradas novas.
A Gotinha já me deu copo branco (equivalente à carta branca... da água) para utilizar as «malandrices» do saboroso Dicionário Malicioso/Tendencioso da Língua Portuguesa, que ela tem vindo a publicar e já vai na 13ª edi São.
Mas, além disso, proponho o seguinte desafio: enviem-me ou sugiram imagens para incluir no Diciordinário.
Assim, passaremos a ter a versão 2.0: o Diciordinário Ilustrado.
Como seria de esperar, dou já o exemplo:
Não é preciso explicar, pois não?...

Venham-se essas ideias...

Ser tratador não é só brincar e dar de comer...

... também tem que se tocar!
E eu que não sabia se OrCa era fêmea!...
(enviado pela Gotinha)

Amigos...


m gajo chega a casa e encontra um amigo com a sua esposa na sua própria cama.
Pega no revólver e mata-o imediatamente.
A esposa irritada comenta:
- Se continuares a comportar-te assim, vais acabar sem nenhum amigo!

(enviada pelo meu Ponto G)

22 abril 2004

"Querida São,

Já por algumas vezes destaquei no meu Substrato o quão moderna é a sociedade norueguesa. Pois sugiro-te que faças o mesmo na tua Funda São.
Vê só este exemplo:
Um grupo de 26 raparigas que está a acabar o liceu decidiu fazer um filme
pornográfico para angariar fundos para a sua viagem de finalistas.
Convidaram uma conhecida estrela porno e tudo - Rocco Hansen, de 21 anos e 19 cm - para cenas que as jovens planeiam filmar num dos autocarros da escola.
Quando... eu pergunto, QUANDO é que Portugal atinge estes níveis de
desenvolvimento?

E já agora, São, não queres tocar no meu trálálá?

Beijos e trincas,
AdamastoR"

Alguém quer fazer o filme ao AdamastoR? E, já agora, tocar-lhe no trálálá?

Não sei se me ria, se chore ou se me venha...

Este resumo não está disponível. Clique aqui para ver a mensagem.

O OrCa também se veio

À São Funda pr'agradar
O Karl mandou um poema
Quer o Muff um tal minete
Jorge Costa perde o tema
No espanto do radanho
E andará ranho no ar?
Então como é que ficamos
Nesta alegre confraria?
Vamos só ao cão dar banho
Não comemos
Nem bebemos
E nem de cima saímos?
Dancemos, irmãos
Dancemos
Se calhar um minuete
E àqueles p'ra quem o amanho
É confusão e problema
Recordemos que sem tamanho
Vai-se a ver
... nem vale a pena!

OrCa

Nota da editora: OrCa, já mereces estar na lista de colaboradores deste blog... hmmm...

O Karl Marqs fode (contracção de «Fez-me» com «uma ode»)

Estava a bela São sossegada e em descanso
Quando por entre a folhagem de um velho carvalho
Assoma um pequenino mas lindo passaralho
incomodando assim seu merecido descanso

e diz o impertinente:
- Que fazes tu, q'inda agora vieste de férias?
logo responde a São: - deixa-te de lérias
que eu já estou pouco contente!


- Que se passa, bela Dama?
Será que lhe falta xalxixa?

- Ó passaralho, Xalxixa não espicha!
Olha que a mim ninguém faz a cama!


- Senhora, não se zangue (que mais bela ficais)!
- Eu, zangada, não estou
mas tenho aqui os meus ais
Pois rebaldaria no meu bloguinho andou
malta acesa os cortinados sujou.
E se ao Isso e mais ao Jorge apanho
não lhes dou tempo de comer o redanho!


Karl Marqs

Nota da editora - Quem não sabe o que é redanho (ou redenho) vá ao dicionário ou aos comentários do post anterior, em que as minhas visitas mostram o que é erudi São. A cultura é uma coisa bué de fixe!

21 abril 2004

In Illo Tempore

"Há uns bons anos, quando se levavam as amigas ao cinema, elas usavam umas cintas que pareciam de cortiça e não se conseguia meter nem o dedo mindinho.
Era cá uma trabalheira!...
O James Bond a despachar os maus e nós ali sem conseguir despachar as boas!

Tiko Woods"

Como é que eu não me hei-de babar toda?...

"Deixa-me dizer-te que a tua liberdade me inspira, São!
Que o teu blog me transpira, São!
Que dificilmente resisto, quando cá venho, a correr e agarrar na viola, São!
Que dou bastas vezes por mim a escorrer saliva, São!
Pudera eu ver-te no Parlamento, melhor que aquela cambada que o constitui, São!
És a minha chefe de sex, São!!!

OrCa"

Desculpem-me uns momentos mas preciso dos cortinados só para mim...

Mais um jogo - Pussy or Raw Meat?...

O Blue Bird, do blog Sapatos Vermelhos, enviou-nos um jogo muito interessante: Pussy or Raw Meat?...
Não vos vou dizer que acertei as 15, porque é evidente que eu sei distinguir a minha ratinha de carne de bife!

O melhor cuzinho da cidade


armácia de serviço. Um rapaz entra e pede ao farmacêutico:
- Eu quero a melhor vaselina que o senhor tiver aí, porque hoje eu vou comer um cuzinho que é um espectáculo!
O farmacêutico foi buscar a vaselina e entregou ao rapaz, que perguntou:
- Quanto custa?
- São 3 euros e 20 cêntimos - disse o farmacêutico.
O rapaz respondeu:
- O senhor não me entendeu. Hoje eu vou comer um cuzinho que é o melhor da cidade, é uma maravilha e eu não posso usar uma vaselina qualquer. Dê-me o
que existir de melhor!
O farmacêutico então pegou num gel lubrificante, explicou que era um produto importado, de altíssima qualidade, entregou-o ao rapaz, e este voltou a perguntar:
- Quanto custa?
- São 50 euros - disse o farmacêutico.
O rapaz respondeu:
- O senhor não me entendeu. Hoje eu vou comer um cuzinho que é inacreditável, é
uma coisa que não há como descrever e eu não posso usar um produto qualquer. Dê-me o que existir de melhor!
O farmacêutico então foi até às traseiras da farmácia, abriu um pesado cofre, voltou com um frasquinho minúsculo nas mãos e disse:
- Este é um gel lubrificante desenvolvido pela NASA. É um modelo experimental e este frasquinho com 20 ml custa 500 euros.
- Agora, sim! Agora o senhor entendeu o tipo de produto que eu preciso, pois hoje eu vou comer um cuzinho que é simplesmente perfeito!
O rapaz pagou e saiu. Então, um velhote que estava quieto na ponta do balcão a assistir à cena disse para o farmacêutico:
- Não vai comer coisa nenhuma, esse maricas vai é dar o cu!
- Porque é que acha isso?
- Você já viu alguém preocupar-se assim com o cu dos outros?

(enviado pela Maria)

20 abril 2004

Querida São Rosas,

O assunto não tem nada de divertido, mas parece-me pertinente que o refiras na Funda São.
A indústria norte-americana da pornografia está em estado de alerta vermelho por causa de dois testes de seropositivos (entre duas conhecidas sex stars) no espaço de alguns dias.
Fala-se em colocar dezenas de actores e actrizes de quarentena, ou até mesmo em suspender as produções.
A notícia está aqui.

Claro que, se não quiseres uma coisa séria podes pôr isto... que me deixou hipnotizado. Vá lá saber-se porquê.

Beijinhos,
AdamastoR

Recordações da Madeira - 2

Cá está alguém que fura as orelhas, não para pôr pilhas, mas sim para segurar as mamas!
Na Madeira não há complexos colonialistas.

Recordações da Madeira - 1

Será que alguém fura as orelhas para pôr pilhas?!... Ou os vibradores têm orelhas?!... Estou mais confusa que o Matrix...
Na Madeira há qualidade no atendimento ao turista.

Poema do Karl Marqs

O Emílio de Sousa já regressou da Serra Nevada e deve estar a aquecer os motores poéticos.
Enquanto
Isso não aparece, continuo a receber outros piropos, como este do Karl Marqs:

Ó minha amora silvestre!
Ó olhos de azeitona Gordal!
Ó bela imaCUlada e sem senão!
(Super tongue tira daí a mão!)
Ó mais linda das amoras do campo!
Ó Sol radioso do mais radioso dia de Primavera!
Ó fantástica neblina matinal!
Ó sonho sem fim nem lucidez!
Ó tu!
Ó São! Afunda o meu ser na maior das ignomínias e no maior dos desesperos!
Ai, eu! Que me dá uma coisa...

Depois desta quero um beijito ó xefaxfavor!

Tu sabes falar a uma mulher, Karlito. Nunca um homem me tinha dito que tenho «olhos de azeitona Gordal»... mereces um beijo dos meus grandes lábios húmidos... hmmm...

19 abril 2004

Prémio Isso Agora...

Ofereço um jantar (*) a quem souber o que significa esta frase em latim:

"ADEAMUS AD MONTEM FODERE PUTAS CUM PORRIBUS NOSTRUS"


(*) paga o Isso Agora...