
As raparigas – eu sei – têm mil estratagemas hábeis para vos atrair. Com os seus braços e as suas pernas desnudados, os seus fatos decotados, demasiado curtos ou cingidos, de tecidos transparentes, com as suas palavras, os seus protestos e as suas atitudes lânguidas, suscitam em vós imagens sensuais que vos perseguem e atormentam. (…)
Vós próprios, sede prudentes. Reprimi esses olhares fixos e prolongados que lançais às raparigas e que provocam muitas vezes pensamentos obscuros e inconfessáveis. Não acrediteis também demasiado depressa no amor, ao primeiro sorriso ou à primeira palavra afectuosa que a rapariga concede.
PETIT, Gérard (1956) O Flirt
Lisboa: Acção Católica Portuguesa – pág. 21-22.
Vós próprios, sede prudentes. Reprimi esses olhares fixos e prolongados que lançais às raparigas e que provocam muitas vezes pensamentos obscuros e inconfessáveis. Não acrediteis também demasiado depressa no amor, ao primeiro sorriso ou à primeira palavra afectuosa que a rapariga concede.
PETIT, Gérard (1956) O Flirt
Lisboa: Acção Católica Portuguesa – pág. 21-22.


Isto não foi a DiáCona que escreveu?!
ReplyDeletemalandrecas estas meninas....
ReplyDeleteCoitaditos! Não podem estar sossegado e castos!
ReplyDeletePobres diabinhos ]:O)
ReplyDeleteEstava linda Inês "posta em sossego"...
ReplyDelete... E eis que chega o mano para a desassossegar!
ReplyDelete"Mano, fazemos um 69?"
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