Fodografada da varanda pelo Nikonman
17 julho 2005
16 julho 2005
Contos eróticos em audio
Ouçam estas pérolas brasileiras:
Meu chefe enrabou minha esposa na minha frente.
Minha puta exibicionista.
Estuprado por policiais.
Tudo isto aqui.
Meu chefe enrabou minha esposa na minha frente.
Minha puta exibicionista.
Estuprado por policiais.
Tudo isto aqui.
Mão amiga
A Yuliya era uma ucraniana de longos cabelos loiros a condizer com a sua estatura de Big Ben londrino. Antes de pegar ao trabalho, na amálgama de gentes indianas, negras e brancas do Largo do Intendente, aí por volta das dez da noite, passava sempre por aquelas arcadas do Martim Moniz, antes de se chegar ao Salão Lisboa, para parar junto dos caixotes e cobertores do Viktor, um congénere seu que não conseguira trabalho e aguardava vaga para vender a Cais.
Quase todos os santos dias ela se ajoelhava junto do corpo dele, estendido num cobertor cinzento, desatava o cordel que lhe segurava as calças esfiapadas e com uma toalhita húmida lavava-lhe o pénis com requintes de o purificar de toda e qualquer excrescência mais ou menos esbranquiçada. Depois, de punho firme e forma enérgica, esfregava-lhe o membro para cima e para baixo como um elevador em dia de muito movimento, entremeando com compressões precisas dos dedos, apenas na pontinha. Nesses momentos, o azul escuro dos olhos dele reflectia os néons do Hotel Mundial e até o dono do bazar de incensos a que encostava os seus haveres não vinha fechar a porta da loja só para não incomodar.
Quando a mão direita de Yuliya ficava pastosa, ela pegava com a outra mão em lenços de papel para secar tudo como mata-borrão e com desvelo, enxugava-lhe o falo prestes a voltar a minhoca. Depositava-lhe um beijo na testa e levantava-se, ajeitava os cabelos com os dedos feitos pente e seguia em frente para a lida.
Quase todos os santos dias ela se ajoelhava junto do corpo dele, estendido num cobertor cinzento, desatava o cordel que lhe segurava as calças esfiapadas e com uma toalhita húmida lavava-lhe o pénis com requintes de o purificar de toda e qualquer excrescência mais ou menos esbranquiçada. Depois, de punho firme e forma enérgica, esfregava-lhe o membro para cima e para baixo como um elevador em dia de muito movimento, entremeando com compressões precisas dos dedos, apenas na pontinha. Nesses momentos, o azul escuro dos olhos dele reflectia os néons do Hotel Mundial e até o dono do bazar de incensos a que encostava os seus haveres não vinha fechar a porta da loja só para não incomodar.
Quando a mão direita de Yuliya ficava pastosa, ela pegava com a outra mão em lenços de papel para secar tudo como mata-borrão e com desvelo, enxugava-lhe o falo prestes a voltar a minhoca. Depositava-lhe um beijo na testa e levantava-se, ajeitava os cabelos com os dedos feitos pente e seguia em frente para a lida.
15 julho 2005
Esse beijo...
Quero um beijo teu
Como aquele beijo teu.
Sabes? Aquele.
Pois, esse.
Dá-mo.
Não, não quero outro.
Quero esse.
Sim, só esse meu beijo teu
As gloriosas malucas do sémen voador
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Uma clássica revisitada no barbeiro
O barbeiro alertou-a:
- Ainda vais ter pêlos no teu docinho!
- Eu sei. E também vou ter mamas.
(enviada por Alexandra)
14 julho 2005
Garfiar, só me apetece - 11
7 de Outubro de 1985
Garfanho
Hoje 'tive a ler um blog abrupto, em que um fulano qualquer no meio de coisas que não interessam nada, de quadros asquerosos e de ejaculações espaciais, lembra-se de dizer o que aconteceu a uns mortos quaisquer em mil oitocentos e troca o passo. Acho que isso não tem interesse nenhum mas, segundo vi depois, o blog do gajo é um sucesso, enquanto o meu, foda-se, é um verdadeiro diário, daqueles que só quem escreve lê. Nem sequer um curioso ou um enganado cá vieram.
Bardamerda.
Também posso dizer que em 7 de Brumário de 1376, um indivíduo qualquer de nome Zé, disse para a mulher: "Ora, foda-se, mas que merda de sopa é esta?". Ao que a mulher, lavada em lágrimas, respondeu: "Que belo exemplo que estás a dar aos vindouros. Um dia, um parvinho qualquer vai transcrever este diálogo num blog e os vindouros vão pensar que somos uns atrasados mal educados. Umas bestas." "Que se fodam os vindouros, se tivessem que comer este caldo também asneiravam."
E, prontos, foi um episódio real de um tempo passado. Os maravilhosos anos ontem. Pode ser que este real naco de cultura ou falso escarro de mania tragam tansos ao meu ilustre blogue.
Bardamerda.
Também posso dizer que em 7 de Brumário de 1376, um indivíduo qualquer de nome Zé, disse para a mulher: "Ora, foda-se, mas que merda de sopa é esta?". Ao que a mulher, lavada em lágrimas, respondeu: "Que belo exemplo que estás a dar aos vindouros. Um dia, um parvinho qualquer vai transcrever este diálogo num blog e os vindouros vão pensar que somos uns atrasados mal educados. Umas bestas." "Que se fodam os vindouros, se tivessem que comer este caldo também asneiravam."
E, prontos, foi um episódio real de um tempo passado. Os maravilhosos anos ontem. Pode ser que este real naco de cultura ou falso escarro de mania tragam tansos ao meu ilustre blogue.
Garfanho
13 julho 2005
A Cisterna da Gotinha
Um jogo de Strip Poker da Victoria's Secret
Pink Panty Poker
E tem calma, que a imagem não é do jogo. Mas esta é:
Jazz e pornografia: união de facto?
Estava este vosso escriba a caminho da loja de artigos fotográficos (para recolher os CD-ROM com o material da ExpoFoda, a fim de o enviar à São), depara-se com um amigo na zona do Saldanha. Era ele, nem mais nem menos, do que um mito do jazz português: o Gualdino.
Baterista de muitas marés, de muitos quilómetros de jazz nas pernas e nos braços, sempre pronto a marcar o ritmo da confraternização.
- Então, não foste ontem ao meu concerto...
- Não pude, Gualdino. Tenho estado mergulhado no Salão Erótico, vou agora buscar as fotos para enviar à gaja do blog para que estou a escrever...
A vida tem curiosas coincidências. O Gualdino abre um pequeno saco de plástico e exibe uma boa meia-dúzia de filmes pornográficos.
- Olha o que vai para aqui. Eu mando vir do estrangeiro, para conseguir o que quero.
- Posso escrever isso no blog?
- Estás à vontade. Olha, no meu campeonato...
Ou seja, Gualdino marca o ritmo da sinceridade, dá-lhe com força no prato da frontalidade, passa suavemente as vassouras na moral pública. É assim mesmo, ó Gualdino!
Só ali na zona do Saldanha, à mesma hora, havia pelo menos dois amantes de jazz a gostar de pornografia: eu e o Gualdino. O que me leva a questionar: jazz e pornografia são uma união de facto?
Como disse o Carlos Guerreiro, vocalista dos Gaiteiros de Lisboa, num espectáculo no Largo de S.Paulo:
"Dizem-nos muitas vezes que temos raízes célticas. A malta agradece. Gostamos de tudo o que nos prenda à terra. Agora a sério, nós somos é mediterrânicos, gostamos de ver filmes pornográficos, ir ao futebol e comer uns bons petiscos".
Ora aí está!
Baterista de muitas marés, de muitos quilómetros de jazz nas pernas e nos braços, sempre pronto a marcar o ritmo da confraternização.
- Então, não foste ontem ao meu concerto...
- Não pude, Gualdino. Tenho estado mergulhado no Salão Erótico, vou agora buscar as fotos para enviar à gaja do blog para que estou a escrever...
A vida tem curiosas coincidências. O Gualdino abre um pequeno saco de plástico e exibe uma boa meia-dúzia de filmes pornográficos.
- Olha o que vai para aqui. Eu mando vir do estrangeiro, para conseguir o que quero.
- Posso escrever isso no blog?
- Estás à vontade. Olha, no meu campeonato...
Ou seja, Gualdino marca o ritmo da sinceridade, dá-lhe com força no prato da frontalidade, passa suavemente as vassouras na moral pública. É assim mesmo, ó Gualdino!
Só ali na zona do Saldanha, à mesma hora, havia pelo menos dois amantes de jazz a gostar de pornografia: eu e o Gualdino. O que me leva a questionar: jazz e pornografia são uma união de facto?
Como disse o Carlos Guerreiro, vocalista dos Gaiteiros de Lisboa, num espectáculo no Largo de S.Paulo:
"Dizem-nos muitas vezes que temos raízes célticas. A malta agradece. Gostamos de tudo o que nos prenda à terra. Agora a sério, nós somos é mediterrânicos, gostamos de ver filmes pornográficos, ir ao futebol e comer uns bons petiscos".
Ora aí está!
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