(via Farinha Amparo)
20 julho 2005
FodoGrafia do Dia
(via Farinha Amparo)
Adivinha São
A lapiseira saiu à noite com 2 lápis: o lápis rico e o lápis pobre.
Passado um tempo descobriu-se que estava grávida.
Quem foi o culpado? O lápis rico ou o lápis pobre?
Vê aqui a solu São.
(o Vizinho achou que era o rico porque o lápis pobre já nem dá para afiar...)
Passado um tempo descobriu-se que estava grávida.
Quem foi o culpado? O lápis rico ou o lápis pobre?
Vê aqui a solu São.
(o Vizinho achou que era o rico porque o lápis pobre já nem dá para afiar...)
Garfiar, só me apetece - 17
31 de Novembro
Garfanho
Ainda estou para perceber porque fui jantar com a gaja.
Conversas lamechas e saudades de tudo e de nada.
Estava a jantar e só via era a empregada do balcão: fazia-me lembrar uma brasileira do Sexxy.
Não ouvi metade das conversas mas fui concordando com tudo, principalmente, com as metades que não ouvi.
Tenho de voltar ao restaurante e sentar-me ao balcão. Que luxo.
Conversas lamechas e saudades de tudo e de nada.
Estava a jantar e só via era a empregada do balcão: fazia-me lembrar uma brasileira do Sexxy.
Não ouvi metade das conversas mas fui concordando com tudo, principalmente, com as metades que não ouvi.
Tenho de voltar ao restaurante e sentar-me ao balcão. Que luxo.
Garfanho
19 julho 2005
Cisterna da Gotinha
Miúdas para todos os gostos e feitios...
Lutas de Lésbicas: a vencedora tem um prémio bem original...
Tatuagens: como remover...
Publicidade: bem feita... e a moçoila também não é nada má!!
Lutas de Lésbicas: a vencedora tem um prémio bem original...
Tatuagens: como remover...
Publicidade: bem feita... e a moçoila também não é nada má!!
Pesadelo de uma tarde de verão
Era uma cozinha branca com as panelas penduradas em pregos na parede. No centro impunha-se uma ampla mesa de madeira maciça para o repasto. Chegámos afogueados, com os sacos plásticos carregadinhos de cenouras, pepinos, beringelas, tomates, limões, laranjas, pêssegos, nêsperas, morangos e depositámo-los ali naquelas tábuas a soltar aromas.
Os trinta e tal graus lá de fora eram felizmente filtrados pelas grossas paredes e pelo algodão das nossas t-shirts. Aquelas mãos enormes sentaram-me na banca de alimentação, esticando os dedos das nádegas aos joelhos, vagarosamente, a afastar o pareo e libertando os meus braços para se estenderem até ao cordelito que brotava dos calções e desafogar aqueles músculos. E naquele bailado de mãos e línguas, desfaleci até atingir a posição de frango em expositor, com a ligeira diferença de que apertei tenazmente tudo o que se atravessava nas minhas coxas.
E íamos ritmadamente balançando na pauta dele até que decidi imprimir outra cadência, que eu não estava ali para ver encher chouriços e apesar do pronto acompanhamento dele, um ligeiro desacerto de sincronismos fez com que o meu alvo ficasse mais acima do que o previsto e o projéctil fosse embater na madeira maciça.
Oh Sãozinha e perante a memória daquele guincho dorido peço-te orientação: achas que se eu tomar uns drunfuzinhos aprendo a não me mexer e a ficar quietinha?
Sólida
Impunha-lhe olhar e corpo. Exigia-lhe corpo e olhar.
O corpo dele indefeso. O corpo dela que o prendia.
As mãos que o percorriam. O olhar que o penetrava. A língua que lhe falava na língua.
E escorria sólida no corpo dele.
Mordeu-lhe um ombro com força quando ele se moveu.
Agarrou a mão que lhe acariciava as costas. Prendeu-a na sua.
Com a outra mão fechou-lhe os olhos:
- Não te movas. Não me olhes. Sente-te.
E escorria sólida no corpo dele.
Nos braços dele abriu os braços. Foi abraço nos braços.
Mordeu-lhe lábios e língua. Roubou-lhe ar e gemidos. Sorveu-lhe saliva e sabor.
Foi beijo. Boca na boca.
E escorria sólida no corpo dele.
Abriu-lhe as pernas com as pernas.
O peito colado ao peito. As ancas coladas às ancas. O sexo colado ao sexo.
Sólida.
Movendo-se. Movendo-o. Tomando-o. Ocupando coxas e sexo.
E escorreu líquida no corpo dele.
Líquida como a saliva que nele deixava rasto.
Beijo corpo que o percorria. Beijo língua que o envolvia.
E a mão aberta no peito dele que lhe dizia:
- Não te movas. Não me olhes. Sente-te.
E escorreu líquida no corpo dele.
Contornou o desejo sólido nas coxas dele. Evitou o desejo sólido do sexo dele.
Foi beijo e boca nas pernas. Nos músculos tensos. Nos joelhos que antes abrira com os seus.
A mão soltou o peito que prendia. A boca soltou o corpo que tremia.
Parou.
Sólida ante o corpo dele.
E no espaço que abrira entre as pernas dele, sentou-se.
Olhou o desejo entre as coxas dele. O sexo que a esperava.
O corpo dele que esperava que escorresse líquida nas coxas dele.
Ele abriu os olhos. A surpresa no olhar. A pergunta no olhar. A ansiedade no corpo.
- Pede, disse-lhe ela.
Foto: Doug Lester
O Blog do Vale descobriu onde eu moro
O aj.matos, do Blog do Vale, diz que descobriu onde mora a São Rosas: Ao abrigo da Lei de Imprensa (Lei n.º 2/99, de 13/1) a São Rosas exerce o direito de resposta:
- Mora é o caralho!
- Mora é o caralho!
18 julho 2005
SIDA - Campanha
"Man Sex" & "Coffin"
Cannes Lions - International Advertising Festival, 2002 (Bronze Lion)
Grand Prix de l Affichage, 2002 (Prize)
(via Fishki)
Preciso de miminhos...
Durante todo o fim de semana, a funda São esteve sem comentários.
O que eu picei por causa disso, que sou tão carente...
Vá, venham-se de lá comentários à falta de comentários, para ver quem me consegue pôr mais molhadinha... hmmm...
O que eu picei por causa disso, que sou tão carente...
Vá, venham-se de lá comentários à falta de comentários, para ver quem me consegue pôr mais molhadinha... hmmm...
Actriz do Amor, por moStrenGo adamastoR
Há muitos, muitos anos que não compro uma Playboy. E é uma pena, porque as revistas têm sempre bons artigos. O número especial da Sharon Stone com grãos de areia e gotas de sal, será guardado religiosamente. Bem como o DVD do Instinto Fatal 2, mesmo sem o descruzar de pernas.
Jogo para quem pensa que nunca se engana
Sabes distinguir
uma estrela porno
de uma estrela pop?
"Às vezes admito que não é fácil distinguir se as estrelas pop dão gemidos ou se aquilo é mesmo cantar"
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