22 abril 2006

Sharon Stone - Basic Instinct 2

E que tal algumas das cenas mais quentinhas (que foram cortadas) do filme, já que está frio?...

Ménage à trois
Mais sexo
No escritório
Orgia
Sexo puro e duro

Amigos - por Charlie

Tim levantou-se, espreguiçando-se e esbocejando ruidosamente. Abriu e fechou os olhos e abanou um pouco a cabeça. Era a melhor forma para se sentir bem desperto.
-Ai, que bom - pensou, quando se sentiu com a vida a entrar em pleno pelos sentidos adentro.
Andou alguns passos pelo quarto enquanto pensava no sonho que acabara de ter.
Na verdade, Tim tinha estes sonhos recorrentemente. Sonhava amiúde com sexo, embora na verdade jamais tivesse tido alguma experiência sexual. O seu parceiro sim. Esse, o João, trazia-as para casa e havia de tudo.
Ele limitava-se na maior parte das vezes a ficar a olhar, mas outras vezes afastava-se para a varanda e entretinha-se a observar o trânsito. Costumava ir com ele para os engates e até costumava ser um chamariz para a atracção feminina.
Todas gostavam dele mas, na hora da verdade, quem as levava era o João. Era ele quem lhes sabia dizer as palavras que Tim, por mais que se esforçasse, não conseguia que saíssem. Olhava para elas com os belos olhos grandes e meigos que possuía, mas umas palavras de circunstância e um ou outro gesto de afecto tinham sido o máximo que os representantes do belo sexo lhe tinham dedicado. Ultimamente, porém, um episódio tinha alterado as relações com o seu melhor amigo.
Tinham-se zangado precisamente por causa das mulheres. Num dos encontros de João com duas senhoras, ele, Tim tinha simplesmente entrado no jogo. Aos gritos e risos das parceiras, João elevara-lhe a voz e mandara-o para varanda.
Como Tim se mostrara indignado, João abrira-lhe a porta da rua e dissera-lhe:
- Se queres mulheres, arranja-as tu! - e, acto contínuo, fechou-lhe a porta, deixando o Tim a vaguear pelas ruas noite dentro. As coisas compuseram-se entretanto, mas não se podia dizer que tinha havido uma verdadeira reconciliação.
Tim andou mais um pouco pela cozinha e pela frincha da porta da marquise aspirou os aromas da rua. Olhou para o fecho mas não lhe apeteceu abrir mais.
De repente, ouviu passos na escada e sentiu uma leve excitação. A chave entrou na fechadura e João abriu a porta. Quando João o encarou, Tim esboçou um sorriso. Aproximando-se dele disse:
- Toma, Tim. – e atirou-lhe um objecto. Tim tentou apanhá-lo, mas a prenda ia alta demais. Passou-lhe por cima e caíu no chão. Depois, Tim apanhou-a e, abanando o corpo de satisfação, correu para o João, empinando-se a ele com o osso na boca...

Charlie

crica para visitares a página John & John de d!o

21 abril 2006

CISTERNA da Gotinha


Pénis “à la carte”!

Até as
cobras...

Que grandes
sapatões!

O ritual de limpeza dos
cortinados do Blog.

Arte erótica desenhada: Brita Seifert.

A menina gosta de
fruta... na verdade faz bem à saúde!!

oferendas

crica para saberes o que a Gertrudes fez ao pilão

Juntamente com os tradicionais ovinhos da Páscoa, Gertrudes recebeu no cesto das oferendas um objecto que lhe pareceu um utensílio de cozinha. Seria um pilão de almofariz?
Se clicarem na imagem vão ver o que a quaresma lhe ofereceu.

Bom fim de semama


fotógrafo - Michael H. Sinn

Nova modalidade olímpica?


Como amante dos desporto na generalidade, magoa-me profundamente a alma este cenário de suspeição que se abateu sobre o futebol mundial. Mas outros desportos padecem do mesmo mal. É corrupção, é dopping, é enfim constantes atentados à verdade desportiva.
Assim não é de estranhar que se assista ao nascimento de novas modalidades, numa procura, quiçá infrutífera, de uma inocência perdida...
A ver vamos.

Filosofoda - por zb

"Há gajos que ainda não perceberam que amor é quando um gajo lhes diz que «estás bonita», agora quando é para foder, é para foder a sério. Ainda há cerca de dois anos conheci uma miúda que, mal me entrava no carro e lhe dizia «Estás boa?», me desapertava as calças e mo abocanhava logo.
Isto sim, é gaja.
Até no dia em que ela me disse que ia casar e que a coisa tinha de acabar me obrigou a lhe dar duas violentas. Era muita pedalada já para o ZB, que por causa dela já andava a deixar para trás outros «negócios». Gosto assim, de mulheres directas, que não estão com quequices e ais ais a fingir, quando afinal gostam tanto de foder como os homens.

zb"

O regresso da ExpoFoda

O Salão Erótico de Lisboa está de regresso.
A 2ª edição decorrerá entre 13 e 16 de Julho, no pavilhão 4 da FIL.
Lembras-te certamente das históricas reportagens do Luís Graça, todos os dias (com «dias» no seu sentido mais lato, de 24 horas) em cima do aconatecimento:
Número zero - a apresentação da ExpoFoda
Número um - o primeiro dia da ExpoFoda
Número dois - o dia dos Ena Pá 2000 na ExpoFoda
Número três - o dia da funda São na ExpoFoda
Número quatro - o último dia da ExpoFoda
Número cinco - a ExpoFoda de A a Z
Número seis - o orgasmo alentejano
Número sete - mil abraços, Itália!
Também aproveitámos essa ocasião para fazermos o 3º Encontra-a-Funda na praia de Carcavelos. Onde o Jorge Costa mostrou a sua faceta de Senhor dos Anéis Penianos, que o Dom OrCa tão bem odeu.
Pois este ano vai haver mais do mesmo... e novidades, como a luta na lama e a zona de relax.
Mas o melhor de tudo é o concurso de contos eróticos. Encandescente, Garfanho, Charlie, Maria Árvore, LolaViola, Anukis,... aos vossos lugares! Preparados?

Estão a imaginar um anúncio deste tipo em Portugal?...


Queres co'natas?


Criado por POSTV para a empresa holandesa Friesche Vlag.
Visto em
Adverblog.

20 abril 2006

Love Me


Smartpollux / Emmanuel

Para me veres mexer...

... tens que fazer-me festinhas no sítio certo.

Já li «Deus Caritas est» (Deus é amor)

Em Janeiro falei-vos aqui da primeira encíclica de Bento XVI, «Deus Caritas est» (Deus é amor).
Deixo-vos agora alguns excertos:
"Os gregos - aliás de forma análoga a outras culturas - viram no eros sobretudo o inebriamento, a subjugação da razão por parte duma «loucura divina» que arranca o ser humano das limitações da sua existência e, neste estado de transtorno por uma força divina, faz-lhe experimentar a mais alta beatitude. (...) Nas religiões, esta posição traduziu-se nos cultos da fertilidade, aos quais pertence a prostituição «sagrada» que prosperava em muitos templos. O eros foi, pois, celebrado como força divina, como comunhão com o Divino". O Antigo Testamento combateu esta forma de religião, "(...) como perversão da religiosidade. Ao fazê-lo, porém, não rejeitou de modo algum o eros enquanto tal, mas declarou guerra à sua subversão devastadora, porque a falsa divinização do eros, como aí se verifica, priva-o da sua dignidade, desumaniza-o. (...) O eros necessita de disciplina, de purificação para dar ao ser humano, não o prazer de um instante, mas uma certa amostra do vértice da existência, daquela beatitude para a qual tende todo o nosso ser".
Bento XVI dá um grande avanço (depois, obviamente, de repetir o dogma de que o ser humano "é composto de corpo e alma"): "Se o ser humano aspira a ser somente espírito e quer rejeitar a carne como uma herança apenas animalesca, então espírito e corpo perdem a sua dignidade". E reconhece (embora fale como se fosse «passado» o que é algo de tristemente actual) que "hoje não é raro ouvir censurar o Cristianismo do passado por ter sido adversário da corporeidade; a realidade é que sempre houve tendências nesse sentido". Houve?!
Mantém a defesa do amor "no sentido da exclusividade - «apenas esta única pessoa» - e no sentido de ser «para sempre»". Mas insiste em algo que me parece muito sensato e «revolucionário», ao ligar os conceitos de amor de atracção (eros) e amor incondicional, de entrega (agape): "No fundo, o «amor» é uma única realidade, embora com distintas dimensões; consoante os casos, pode uma ou outra dimensão sobressair mais. Mas, quando as duas dimensões se separam completamente uma da outra, temos uma caricatura ou, de qualquer modo, uma forma redutiva do amor". Nisto, estou totalmente de acordo.