Sporto
09 maio 2006
A batalha da produtividade.
Não é segredo para ninguém que Portugal perde diariamente o desafio da competitividade a nível mundial e nenhum sector é disso melhor exemplo que o têxtil. Ora tenho para mim que essa derrota sistematica tem tudo a ver com uma falha fatal na modernização do tecido empresarial, mas, pasmem-se, não só.
O produto português até é bom, mas falta-lhe a devida e profissional publicitação nos mercados internacionais. E nada melhor que abarcar o conceito desta Aldeia Global que a utilização da internet e nomeadamente da disponibilização de catálogos on-line. Ora eu até tenho aqui um exemplo, tirado ao acaso entre os muitos, de uma boa publicitação e venda do produto e que, inclusivé, intitulei carinhosamente de "Se eu fizesse um catálogo de roupas on-line era assim". O choque tecnológico também passa muito por estas novas abordagens.
Em conclusão, estou convencido que este post representará o pontapé definitivo na crise do sector têxtil, e no arranque definitivo da Retoma Económica em Portugal.
Obrigado.
O produto português até é bom, mas falta-lhe a devida e profissional publicitação nos mercados internacionais. E nada melhor que abarcar o conceito desta Aldeia Global que a utilização da internet e nomeadamente da disponibilização de catálogos on-line. Ora eu até tenho aqui um exemplo, tirado ao acaso entre os muitos, de uma boa publicitação e venda do produto e que, inclusivé, intitulei carinhosamente de "Se eu fizesse um catálogo de roupas on-line era assim". O choque tecnológico também passa muito por estas novas abordagens.
Em conclusão, estou convencido que este post representará o pontapé definitivo na crise do sector têxtil, e no arranque definitivo da Retoma Económica em Portugal.
Obrigado.
Galeria de gravuras e fodografias eróticas de 1777 até aos nossos dias
A Gotinha, sempre vigilante, descobriu esta colectânea que só peca por não identificar alguns dos autores. Começa com Thomas Rowlandson (de quem já falámos aqui) e vem-se até à banda desenhada actual:



Gravuras eróticas
Gravuras eróticas
No Cinema - por Alcaide
Filme cor-de-rosa em morno ambiente
Que passa numa tarde de sossego
Uma paz em cinema de aconchego
Com dois jovens lindos à minha frente
Mas... deram-se as mãos e ela, inocente
Quis dar-lhe uma carícia de amor cego,
Procurando entre as pernas com apego
O fulgor da vontade... duro e quente
Mexi-me na cadeira com espanto!
Alvas e lindas mãos que sem parar
Numa festa, sem vergonha,com encanto
Num vaivém de ansiedade tão demente,
Deram-lhe a explosão do prazer e amar...
Beijaram-se depois... tão docemente!
Alcaide
Que passa numa tarde de sossego
Uma paz em cinema de aconchego
Com dois jovens lindos à minha frente
Mas... deram-se as mãos e ela, inocente
Quis dar-lhe uma carícia de amor cego,
Procurando entre as pernas com apego
O fulgor da vontade... duro e quente
Mexi-me na cadeira com espanto!
Alvas e lindas mãos que sem parar
Numa festa, sem vergonha,com encanto
Num vaivém de ansiedade tão demente,
Deram-lhe a explosão do prazer e amar...
Beijaram-se depois... tão docemente!
Alcaide
Questão de cerimonial
- Por favor, eu queria um preservativo preto.
- Preservativo preto?! Nós não temos preservativos de cor preta. Aliás, o senhor desculpe-me a curiosidade, mas para que quer o senhor um... preservativo preto?
- É que a minha sogra morreu e eu quero fazer sexo com a minha mulher, mas quero demonstrar, pelo menos, algum sinal de luto.
- Nunca tinha pensado nisso. Mas o senhor faz o seguinte: use um preservativo normal a meio pau, que é a mesma coisa!
(enviado pela Daisy)
08 maio 2006
CISTERNA da Gotinha
Há quem diga que tem uns grandes melões mas esta vai logo para as abóboras!
Masturbação de saias: menino não entra.
Telemóvel 2 em 1...
Vídeo: o efeito Ketchup na pedagogia inerente ao "Hand-Job".
Finalmente!

Descobrimos a loja da São. A especialidade da casa é charutos, obviamente.
Só não se percebe bem o que se deve entender por "artigos diversos"...
DiscriSão acima de tudo.
Aula prática
Ele era inexcedível quando se atracava a mim e subia uma mão por dentro da camisola até fazer saltar um seio do soutien para os dedos titilarem o mamilo enquanto a outra se metia desvairadamente pelo cós das calças ou da saia, na ansiedade de um bando de pássaros migradores a bicarem cada milímetro das zonas húmidas.
A gaita, São, era quando naquele período do aquecimento se empenhava em fazer do meio das minhas pernas o seu prato de leite que era uma pressa de schlep, schlep, tal e qual os gatos fazem com a língua. Eu bem sei que os filmes pornográficos são um fraco material de apoio para esta questão já que a maior parte das vezes são gajas com gajas e nenhum mânfio as vai copiar, não vá perder virilidade por isso e, quando são gajos na função, aquilo é mais estética para o plano que outra coisa qualquer.
O facto é que a minha falta de gemidos o fez repensar a questão e a solução que encontrou foi pegar no popular passar o corredor a pano e, literalmente, fazer de mim chão de esfregona. Oh Sãozinha, eu nem queria acreditar, dada a sua idade cronológica que o sexo oral fosse para ele matéria virgem mas em boa verdade, ainda me irritava mais a sua contínua falta de espírito de investigação.
E assim, fartinha do trivial que era o que a minha avozinha chamava às refeições dos dias de semana, resolvi fazer-lhe um desenho e pespeguei uma imagem de um pénis e de um clítoris nas minhas nádegas, que era o expositor que tinha ali mais à mão e, paulatinamente, pedi-lhe que observasse bem as semelhanças que permitiam que as técnicas de sucção aplicadas num pudessem ser igualmente aplicadas no outro, tal como o contorno da língua no topo da elevação e que, de igual modo, as mãos colocadas na base permitiam a aceleração do estado de erupção.
Só não lhe disse mesmo que me parecia que o pénis era uma evolução natural da espécie clitoriana para não lhe criar um crise de identidade e consequente demissão de quaisquer funções.
A gaita, São, era quando naquele período do aquecimento se empenhava em fazer do meio das minhas pernas o seu prato de leite que era uma pressa de schlep, schlep, tal e qual os gatos fazem com a língua. Eu bem sei que os filmes pornográficos são um fraco material de apoio para esta questão já que a maior parte das vezes são gajas com gajas e nenhum mânfio as vai copiar, não vá perder virilidade por isso e, quando são gajos na função, aquilo é mais estética para o plano que outra coisa qualquer.
O facto é que a minha falta de gemidos o fez repensar a questão e a solução que encontrou foi pegar no popular passar o corredor a pano e, literalmente, fazer de mim chão de esfregona. Oh Sãozinha, eu nem queria acreditar, dada a sua idade cronológica que o sexo oral fosse para ele matéria virgem mas em boa verdade, ainda me irritava mais a sua contínua falta de espírito de investigação.
E assim, fartinha do trivial que era o que a minha avozinha chamava às refeições dos dias de semana, resolvi fazer-lhe um desenho e pespeguei uma imagem de um pénis e de um clítoris nas minhas nádegas, que era o expositor que tinha ali mais à mão e, paulatinamente, pedi-lhe que observasse bem as semelhanças que permitiam que as técnicas de sucção aplicadas num pudessem ser igualmente aplicadas no outro, tal como o contorno da língua no topo da elevação e que, de igual modo, as mãos colocadas na base permitiam a aceleração do estado de erupção.
Só não lhe disse mesmo que me parecia que o pénis era uma evolução natural da espécie clitoriana para não lhe criar um crise de identidade e consequente demissão de quaisquer funções.
historietas orgânicas (réplicas...)
Aqui se declara que a responsabilidade por este post é exclusiva do fgs, que fique, desde já, bem claro. Os bons exemplos vêem de cima e o tipo é bem mais alto do que eu... Mas a verdade é que esta treta é viciante... e como por aqui perpassam uma data de vícios, viciados e viciosos, nada como partilhar emoções. Então, cá vão mais algumas, com o tal timbre porcalhoto, com a devida vénia e aplauso àquelas lá mais abaixo publicadas:
- Breve ironia entre a fístula e a hemorróida: "- Connosco não há cu que aguente!..."
- Desabafo vaginal: "- Toda a vida me disseram para me manter cândida e, agora, é esta coceira!..."
- A barriga da perna acusava muito justamente o corpo todo por ela ser assim de nascença.
- Era inevitável: todos comemoravam aniversários; apenas as nádegas faziam ânus.
- Era inevitável: todos comemoravam aniversários; apenas as nádegas faziam ânus.
- As trompas de Eustáquio, mais abertas ao mundo, bem advertem as de Falópio de que nem toda a vibração é digna de crédito.
- Aquela vagina andava cansada de transportar tanto espermatozóide ao colo do útero.
- O recto sempre considerara aquela vida uma merda.
- Era um rádio extremamente potente de cúbito.
- Depois de ajustar melhor o diafragma, as exposições vaginais passaram a estar menos tremidas.
07 maio 2006
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