30 outubro 2006
29 outubro 2006
CULTURA EMPRESARIAL

Este logotipo consta de uma lista de patrocinadores de uma iniciativa do YAHOO, nada menos.
Este blogue é reconhecido como um bastião da cultura que uma organização assim denominada preconiza, pelo que a associação de ideias seria inevitável.
E se a São quiser enviar um representante para promover o intercâmbio cultural entre as partes (húmidas), há que considerar seriamente um adido com barbatanas...
Priguntas do Nelo
Çabeim cumo é que isto voa?
A ver çe papo o do Falcão
Çendo ele ave fugidia
Poderei papá-lo de avião?
Bartolomeu romântico
Lavei-a deliciosamente na chuva pendente
Sequei-a envolta em mim, num gozo
Em tudo semelhante a um sol displicente
Sobrou-me em carinhos e desvelos
Em entradas de solares ao abandono
Coámos a luz difusa em novelos
Bebemos estes corpos num só sono
E os tempos galopando loucamente
Pelos olhos e cabelos extasiados
Traziam sons de passos de outra gente
Noutros mundos nunca d’antes visitados
Provámos a doçura da entrega
Provámos o ardor desse tesão
Cobertos de suor nessa refrega
De um mar e um continente de paixão
Bartolomeu"
Para quem não sabe (como eu não sabia):
mascarrar, verbo trans. pôr mascarras em; emporcalhar; sujar; borrar;
mascarra, s.f. mancha na pele feita com tinta, carvão, etc.; enfarruscadela; farrusca; nódoa;
Revista espanhola «Wendy & Rita»
Não é frequente um trabalho de qualidade estar disponível gratuitamente na internet (a versão em papel está disponível para quem quiser pagar).
Não sendo uma revista de ou sobre o erotismo, tem no entanto alguns artigos, nos vários números já disponíveis (em formato pdf), que recomendo.
Por exemplo, a banda desenhada da «Bela e o Monstro» no nº 15, que me fez lembrar o anel peniano do Jorge Costa:
«Wendy & Rita»
Não sendo uma revista de ou sobre o erotismo, tem no entanto alguns artigos, nos vários números já disponíveis (em formato pdf), que recomendo.
Por exemplo, a banda desenhada da «Bela e o Monstro» no nº 15, que me fez lembrar o anel peniano do Jorge Costa:

«Wendy & Rita»
ConfiSão

– Perdoe-me, padre, porque pequei.
– Confessa tudo, minha filha...
- O João é um filho da puta!
- Não digas isso, minha filha, todos nós somos irmãos...
- Mas padre, o João tirou-me a blusa!
- Repara: eu também ta vou tirar. Achas que eu sou um filho da puta?
- Claro que não, mas ele também me tirou o soutien...
- Olha: também to vou tirar e não sou um filho da puta, pois não?
- Não. Mas ele depois tirou-me a saia...
- Eu também, mas não sou um filho da puta...
- ... e a roupa interior...
- Também eu e não sou nenhum filho da puta!
- Padre: ele abusou de mim...
- E eu vou fazer o mesmo! Ah! Aaah! Aaaaaah! Aaaaaaarrgghhh!...
(...)
- Ufa... Então? Achas que isto faz de alguém um filho da puta?
- Mas padre, ele depois disse-me que tem Sida...
- GRANDE FILHO DA PUTA!
28 outubro 2006
Diário dum padre, parte VII
por Charlie
Agora que escrevo estas linhas e que tudo me vem ao cimo com a força imensa que sulcou toda a minha alma, revivo o nosso primeiro encontro.
Era padre novo na paróquia ainda na missão de me apresentar aos paroquianos o que fazia ao ritmo de uma meia dúzia por semana.
Tinha ido a casa dela um dia antes e deixara-me perturbado, despertando todas as interrogações interiores, fazendo-me passar a noite em claro
Revi nessa altura em oração todos os ensinamentos do meu Mestre. As tentações da carne, os pensamentos pecaminosos. As formas aprendidas de como contornar o Demo e a sua linguagem subtil exercida através dos apelos dos sentidos.
Nessa noite apenas tinha conseguido conciliar o sono quase ao raiar do dia e foi em sobressalto, com os olhos cheios de noite, que entrei pela porta lateral da sacristia que ligava directamente com o altar. Trazia a mente recheada de todos os propósitos elevados e em absoluta convicção da minha missão como sacerdote. Era ministro de Deus, e toda a minha formação tinha sido no sentido da salvação das almas do meu rebanho, mas mal olhara para a assistência dera com ela a olhar para mim, mesmo na primeira fila e todo o meu corpo reagira em êxtase. Não pudera conter a forte erecção. Nesse mesmo instante saíra e na pequena casa de banho da sacristia, mesmo ao lado, masturbara-me. A primeira masturbação da minha vida. Perante os meus olhos fechados os seus lábios, o seu decote e a doce lembrança do seu cheiro de fêmea que guardara do momento da despedida no dia anterior em sua casa, tinham incendiado todo o líbido contido e amansado através de anos e anos de doutrina, rotinas e oração.
Regressei ao altar sob o cutelo vingador dos anjos que me miravam. Um imenso arrependimento pelo pecado cometido muito embora me soubera maravilhosamente o momento supremo de êxtase em que me sentira a entrar no mais divinal dos céus.
A celebração da missa foi feita sob o signo da perturbação. O meu receio de olhar para os seus olhos e o corpo a reagir em nova erecção.
Os instantes subsequentes em que ela ficara após o términos da Missa e me pedira para ser ouvida em confissão, foram a machadada final em todas as intenções a que me propusera.
Revejo agora como a levei para o meu modesto quarto no cimo das escadas da sacristia após uns instantes conturbados em que ela entrara no confessionário e se sentara no meu colo afagando-me o pénis. De como um imenso tesão me tomara todo o ser ao ponto de me por o corpo inteiro sob pressão e dor insuportáveis.
Deixara a porta do quarto aberta, ela desabotoara a minha sotaina enquanto se aliviara da pouca roupa que trazia e logo nesse instante a cama fora o nosso mar.
Foi a primeira vez que conheci o corpo duma mulher. Longe de mim estavam todos os remorsos e sentimentos de culpa com que o seminário tinha moldado a minha personalidade. Penetrei-a. O seu corpo quente e húmido, desejoso da partilha do sexo, tive um orgasmo quase imediato, mas não perdi a erecção e continuei até ouvi-la gemer, os olhos a perderem-se na brancura final dum longo grito, voo livre da alma em que todo o seu corpo a vibrar me fez atingir novamente as portas celestiais. Desta vez um orgasmo ainda mais intenso que os dois anteriores.
- Meu Deus! - Pensei, será isto apenas uma breve amostra do que se aprende ser o Estado de Graça Eterna ao lado do Pai Criador?
De tal forma estávamos entregues que nem um nem outro deu pela presença dum par de olhos que do cimo das escadas nos miravam em silêncio….
(Continua)
Agora que escrevo estas linhas e que tudo me vem ao cimo com a força imensa que sulcou toda a minha alma, revivo o nosso primeiro encontro.Era padre novo na paróquia ainda na missão de me apresentar aos paroquianos o que fazia ao ritmo de uma meia dúzia por semana.
Tinha ido a casa dela um dia antes e deixara-me perturbado, despertando todas as interrogações interiores, fazendo-me passar a noite em claro
Revi nessa altura em oração todos os ensinamentos do meu Mestre. As tentações da carne, os pensamentos pecaminosos. As formas aprendidas de como contornar o Demo e a sua linguagem subtil exercida através dos apelos dos sentidos.
Nessa noite apenas tinha conseguido conciliar o sono quase ao raiar do dia e foi em sobressalto, com os olhos cheios de noite, que entrei pela porta lateral da sacristia que ligava directamente com o altar. Trazia a mente recheada de todos os propósitos elevados e em absoluta convicção da minha missão como sacerdote. Era ministro de Deus, e toda a minha formação tinha sido no sentido da salvação das almas do meu rebanho, mas mal olhara para a assistência dera com ela a olhar para mim, mesmo na primeira fila e todo o meu corpo reagira em êxtase. Não pudera conter a forte erecção. Nesse mesmo instante saíra e na pequena casa de banho da sacristia, mesmo ao lado, masturbara-me. A primeira masturbação da minha vida. Perante os meus olhos fechados os seus lábios, o seu decote e a doce lembrança do seu cheiro de fêmea que guardara do momento da despedida no dia anterior em sua casa, tinham incendiado todo o líbido contido e amansado através de anos e anos de doutrina, rotinas e oração.
Regressei ao altar sob o cutelo vingador dos anjos que me miravam. Um imenso arrependimento pelo pecado cometido muito embora me soubera maravilhosamente o momento supremo de êxtase em que me sentira a entrar no mais divinal dos céus.
A celebração da missa foi feita sob o signo da perturbação. O meu receio de olhar para os seus olhos e o corpo a reagir em nova erecção.
Os instantes subsequentes em que ela ficara após o términos da Missa e me pedira para ser ouvida em confissão, foram a machadada final em todas as intenções a que me propusera.
Revejo agora como a levei para o meu modesto quarto no cimo das escadas da sacristia após uns instantes conturbados em que ela entrara no confessionário e se sentara no meu colo afagando-me o pénis. De como um imenso tesão me tomara todo o ser ao ponto de me por o corpo inteiro sob pressão e dor insuportáveis.
Deixara a porta do quarto aberta, ela desabotoara a minha sotaina enquanto se aliviara da pouca roupa que trazia e logo nesse instante a cama fora o nosso mar.
Foi a primeira vez que conheci o corpo duma mulher. Longe de mim estavam todos os remorsos e sentimentos de culpa com que o seminário tinha moldado a minha personalidade. Penetrei-a. O seu corpo quente e húmido, desejoso da partilha do sexo, tive um orgasmo quase imediato, mas não perdi a erecção e continuei até ouvi-la gemer, os olhos a perderem-se na brancura final dum longo grito, voo livre da alma em que todo o seu corpo a vibrar me fez atingir novamente as portas celestiais. Desta vez um orgasmo ainda mais intenso que os dois anteriores.
- Meu Deus! - Pensei, será isto apenas uma breve amostra do que se aprende ser o Estado de Graça Eterna ao lado do Pai Criador?
De tal forma estávamos entregues que nem um nem outro deu pela presença dum par de olhos que do cimo das escadas nos miravam em silêncio….
(Continua)
Marketing directo

Estava eu posta em sossego na deliciosa leitura de Appio Sottomayor, naquela parte em que ele recorda como as vinhas do Poço do Bispo foram as maiores do país, por nelas entrarem 100 hectolitros de vinho e de lá sairem 1000 (*), quando do Poço do Borratém chega um amigo meu a querer brotar faladura.
Que estava ele ali pacato, a tomar umas notas num caderninho, à porta da Junta de Freguesia que supunha uma instituição de respeito, quando uns olhos esverdeados vivaços nos seus vinte e pouco anos, emoldurados numa farta cabeleira morena e ostentando uma prateleira de alto lá com ela, que bem vistas as coisas compunham um pedação de mulher com todos os apetrechos no sítio, numa manobra de marketing directíssimo lhe mete a mão direita ao dito cujo e sopesando-o, convida-o a acompanhá-la. Instado a reagir assim de supetão ele ainda se deteve a avaliar os contornos da oferta que a testosterona não se cala assim sem medições mas acabou por balbuciar que a máquina não estava operacional, largando ela imediatamente o que era dele e virando costas a balouçar uma mimosa pêra de nádegas.
À surpresa dele que rogava uma explicação apenas respondi que do embate não lhe tinham resultado danos e se dúvidas tinha quanto ao estado da próstata que corresse à farmácia a fazer o teste da picada no dedo que sempre é menos intrusivo que o tradicional.
(*)Appio Sottomayor, O Poço da Cidade - Crónicas Lisboetas, vol. I, pp.198-199)
27 outubro 2006
O Grande Concurso está lançado.

Apresentação pública das personalidades que compõem o júri do concurso anteriormente denominado “QUAL DOS PORTUGUESES OS TÊM MAIORES”
raim's blog
CISTERNA da Gotinha
Vídeo de uma top-model
Um desfile a propósito do SIDA, apresenta chapéus originais.
Publicidade: Eros, um programa de TV.
Uma colecção de peças eróticas. Quando é que a São Rosas terá o seu museu?!
Gostam de ir às compras?! E de ver montras?! E têm alguma fétiche por manequins?! Este senhor tem. E foi parar à prisão por causa disso.
Cruzar de pernas pelo fotógrafo Janosch.
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