Ela - É estranho, divorciei-me mas sinto-me no auge das minhas capacidades sexuais. Eu - É natural, tens trinta e três anos. A maior parte das mulheres começa a ser melhor na cama a partir dos trinta, mais coisa menos coisa. O divórcio não tem nada a ver com isso. Ela - Achas mesmo? Eu - Acho, mas é só uma opinião e vale o que vale... Ela - Às tantas até me divorciei por causa disso mesmo. Eu - Disso mesmo? Ela - Sim, acho que tinha uma vida sexual frustrada, assim sem grande prazer. Agora que me sinto mais preparada não posso continuar com o mesmo namorado de sempre... Eu - Ele não tem culpa nenhuma de ter começado a namorar contigo muito antes dos trinta... Ela - Pois não... mas tem culpa de ter agido como um cavalo quando a mim não me apetecia nada ir para a cama com ele.
Nada como este clássico do Raim (que tem estado em mudanças mas um dia destes aparece, porque "o Raim também nu existe") para comemorar o espírito do dia. Oh! Oh! Oh!
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Ela - O Natal é bom é para as crianças, pelo menos aquelas que acreditam no Pai Natal. Eu - Também acho. Ela - Se ele existisse mesmo é que era fixe... com esta crise! Eu - Sim, se me desse um bacalhau e uma garrafa de Porto, ficava-lhe grato. Ela - Ah! Não estava a falar dessa crise. Estava a falar da minha crise. Eu - Qual? Ela - O que eu pedia ao Pai Natal era uma noite de sexo. Eu - Ah! Ela - E tu? Eu - Por essa ordem de ideias não lhe pedia nada, a não ser que ficasse bem longe de mim. Ela - És sempre o mesmo.