Eu não sei o que isso quer dizer, mas dantes eram as mães que queriam testes de paternidade para poderem obrigar os pais a assumirem responsabilidades e hoje são os pais que querem os mesmos testes para poderem obrigar as mães a assumirem culpas...
"Desde que sou Acompanhante que me tenho deparado com sentimentos contraditórios relativamente a ter alguém. Por um lado prezo muito a minha independência e não ter que dar satisfações. Por outro sinto muito a falta de partilhar - lágrimas e risos, noites calmas e desbunda, pensamentos e sentimentos... Gosto de passar a imagem que sou uma mulher forte, que não precisa de um companheiro; mas essa não é a verdade!... Sinto falta de dormir agarradinha... ... de ter alguém à minha espera ao final do dia... ... de ter alguém que se preocupa comigo... Sinto falta da intimidade... ... de amar e ser amada... ... de poder ser eu e não a Eva... Sinto-me só muitas vezes... Porque fazer sexo, por muito bom que seja, não é fazer amor... Porque a troca de fluidos não é uma troca de sentimentos... E, apesar de ter homens dispostos a pagar pela minha companhia, a realidade é que passo o Natal sozinha... e no meu aniversário janto sozinha... e na passagem de ano não tenho ninguém ao meu lado a quem possa abraçar e desejar uma felicidade conjunta... Eu sei que se quisesse facilmente arranjaria namorado (acreditem que já tentei!). Mas não é só isso que eu quero! Quero apaixonar-me! Quero partilhar um projecto de vida com a outra pessoa! Quero alguém que se me entregue sem limites e que me aceite da mesma maneira! Quero...um Companheiro! ...Mas, se pensar bem, de que forma poderia eu ter isto mesmo que ele me aparecesse, enquanto a minha profissão é entregar-me a outros homens?!... Não podia! Ou seria alguém que não saberia o que faço; e aí seria basear uma relação em mentiras e vida dupla - situação para a qual não tenho feitio - ou seria alguém que soubesse e aceitasse. Mas que homem apaixonado, empenhado numa relação, aceitaria que a sua mulher fosse uma prostituta?!...Só algum que não a amasse e quisesse usufruir do dinheiro que ela ganha... certo?!... Eis, pois, o meu grande dilema: há alturas em que desejo ardentemente encontrar a minha alma gémea. E depois há a percepção de que se ela aparecesse não seria possível uma relação... Assim, pergunto-me: quero um companheiro? - Sim! - Não! ... Afinal, ser Acompanhante levanta muito mais questões, dificuldades e obstáculos do que as que são evidentes a um primeiro parecer..." Eva
blog Eva portuguesa - porque o prazer não é pecado
Já tenho o livro do OGLAF («Book One», que tem 208 páginas com as aventuras publicadas, na sua maioria, aqui n'a funda São). Um mimo recebidinho do Canadá para a minha colecção.