25 setembro 2012
Academia de Vénus
"Acaba de nascer o primeiro projecto nacional de consultadoria sexual domiciliária.
Somos fantásticas mulheres, consultoras em sensualidade e sexualidade feminina e fazemos workshops e eventos, a nível nacional.
Estamos muito entusiasmadas com a nossa potencial presença no próximo encontro d' A Funda São.
Para descobrirem o sensual mundo da Academia de Vénus, podem desde já visitar a página do Facebook e prometemos que o site estará concluído muito em breve."
Academia de Vénus
Um frasco para bolachas que é um mimo... ou melhor, muitos mimos!
Frasco «Georgia» da série Muse, de Jonathan Adler, em porcelana, com tampa.
Tem 25 cm de altura e 16 cm de diâmetro.
Esta maravilha (sob todos os ângulos) atravessou o Oceano Atlântico para vir para a minha colecção. Isto depois de ter sido manufacturada numa fábrica de porcelanas no Peru!
Tem 25 cm de altura e 16 cm de diâmetro.
Esta maravilha (sob todos os ângulos) atravessou o Oceano Atlântico para vir para a minha colecção. Isto depois de ter sido manufacturada numa fábrica de porcelanas no Peru!
24 setembro 2012
Manifesto de Arte Pornô (Gang do Movimento de Arte Pornô)
MOVIMENTO DE ARTE PORNÔ
(manifesto feito nas coxas)
* Antes de dominar a palavra escrita, o homem já desenhava sacanagem nas paredes das cavernas.
* Masturbação literária não gera porra nenhuma.
* Arte é penetração e gozo.
* Trepar, parir e criar fazem parte de um mesmo processo.
* O Pornopoema vai pôr no poema.
* Os caras do poder baixam o pau com medo de baixar as calças... e acabar levando pau.
* A rapaziada tá cagando pra Literatura Oficial.
* Pela suruba literária: um processo concreto da práxis marginal na sacanagem tropical e o escambau.
* O Poema Pornô taí prá abrir as pernas e as idéias.
* Viva o BUM da poesia em toda arte, em toda parte.
Do livro: Antolorgia - Arte Pornô
Cairo Assis Trindade (RS), Leila Míccolis (RJ), Ota (RJ), Teresa Jardim (RJ), Claufe (RJ), Glauco Mattoso (SP), Ulisses Tavares (SP), Sandra Terra (RJ), Bráulio Tavares (PB), PX Silveira (GO), Tanussi Cardoso (RJ), Reca Poletti (SP), Antônio Carlos Lucena | Touchê (SP), Franklin Jorge (RN), Cecília (MG), Aclyse de Mattos (MT), Paulo Veras (CE), Denise Henriques Assis Trindade (RS), Alberto Harrigan (ES), HUdinilson Jr. (SP), Mano Melo (CE), Flávio Nascimento (PE), Cynthia Dorneles (RJ), Eduardo Kac (RJ).
Maio de 1980
Obscenatório
«conversa 1913» - bagaço amarelo

Eu - Então?
Ela - A minha sogra está sempre a aparecer lá em casa para dar sugestões sobre como devo educar o meu filho...
Eu - Ah! E o teu marido?
Ela - O meu marido diz que sim à mãe em tudo. Em vez de ajudar na solução do problema, ainda o agrava mais.
Eu - Porque é que não dizes muito educadamente à tua sogra que precisas de estar mais tempo sozinha?
Ela - Vou-te explicar uma coisa: quando uma mulher se queixa de alguma coisa a um amigo, não precisa que ele dê palpites. Só precisa que ele ouça e manifeste solidariedade.
Eu - Queres que eu te diga que te compreendo, é isso?
Ela - Sim, só isso.
Eu - Compreendo, mas se calhar é o que o teu marido faz, então. Compreende, mas não se põe a dar palpites...
Ela - Eu disse um amigo, não disse o marido.
bagaço amarelo
Blog «Não compreendo as mulheres»
Pensamento masculino
Dificilmente pensamos o mesmo que as mulheres pensam.

Peitos peitos peitos bunda peitos.
Capinaremos.com
Peitos peitos peitos bunda peitos.
Capinaremos.com
23 setembro 2012
Cruzeiro do Sul
Só sei Senhor Doutor, que perdi o meu norte. Fiz do gajo a minha bússola dos artigos de jornal, das secções da FNAC, das salas de cinema, do périplo das lojas de roupa citadinas, com os pés a muitos nós e o corpo à temperatura da linha do Equador, magnetizada na confiança que me dava como se fora eu própria.
Hoje, soergo-me com os braços cruzados e deixo as mãos espalmarem-se nos meus ombros. Quando desço às minhas coxas sei que continuo cá, com braços e pernas para abraçar, seios e vagina para atestar que sou mulher e que perdida está a esperança de com ele navegar no mar alto de uma sensualidade tempestuosa, implantada no topo da sua gávea para avistar terras de gemidos e gíria, areias de repouso de epidermes salgadas do suor e salpicadas no baixo ventre da espuma viscosa das marés.
Recordo-me da sua face onde uma barba crespa despontava todos os dias e de como me depositou na testa um beijo antes de mergulhar sofregamente na boca daquele gajo de caracóis, gírissimo por sinal, naquela noite de copos no Portas Largas.
Hoje, enrosco-me cada noite a sopesar se o vou arquivar como Gustavo, o gajo que eu gostava de ter comido em qualquer ponto do universo, se o astrolábio não indicasse que somos gémeos.
Hoje, soergo-me com os braços cruzados e deixo as mãos espalmarem-se nos meus ombros. Quando desço às minhas coxas sei que continuo cá, com braços e pernas para abraçar, seios e vagina para atestar que sou mulher e que perdida está a esperança de com ele navegar no mar alto de uma sensualidade tempestuosa, implantada no topo da sua gávea para avistar terras de gemidos e gíria, areias de repouso de epidermes salgadas do suor e salpicadas no baixo ventre da espuma viscosa das marés.
Recordo-me da sua face onde uma barba crespa despontava todos os dias e de como me depositou na testa um beijo antes de mergulhar sofregamente na boca daquele gajo de caracóis, gírissimo por sinal, naquela noite de copos no Portas Largas.
Hoje, enrosco-me cada noite a sopesar se o vou arquivar como Gustavo, o gajo que eu gostava de ter comido em qualquer ponto do universo, se o astrolábio não indicasse que somos gémeos.
Mundo Maravilhoso
Ricardo - Vida e obra de mim mesmo
(crica na imagem para abrir aumentada numa nova janela)
22 setembro 2012
«conversa 1912» - bagaço amarelo

Ela - Porque é que lês o jornal de trás para a frente?
Eu - Não sei bem, mas de facto admito que o faço sempre.
Ela - É por seres estranho.
Eu - Sou estranho só porque leio o jornal a partir da última página?
Ela - Não. És estranho porque nem sequer encontras um motivo para o fazer.
Eu - Não tem que haver um motivo para tudo na vida.
Ela - Tem que haver uma explicação para tudo.
Eu - Então explica-me porque é que me estás a chatear desde que nos sentámos a tomar café, por favor, e nem me deixas ler o jornal.
Ela - Porque tenho prazer nisso, pronto. Vês?! Há sempre uma explicação para tudo.
bagaço amarelo
Blog «Não compreendo as mulheres»
Taça em bronze com 69 entre duas mulheres
Taça em bronze com 11,3cm de diâmetro e figuras em relevo, proveniente de França e com a menção "Cassecou" ("quebra-pescoços", o que tem alguma lógica) no verso.
A partir de agora, estas duas senhoras quebram os seus pescoços na minha colecção.
A partir de agora, estas duas senhoras quebram os seus pescoços na minha colecção.
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