21 abril 2013

Faz tu mesmo... rabiscos

O norte-americano David Jablow criou o projecto «do it yourself Doodler».
Com base neste desenho (entretanto já criou outros)...


... trata-se de completá-lo com cenários cujo limite é, só, a imaginação. Por exemplo:

20 abril 2013

Mulheres, aprendam a ser flexíveis!

«conversa 1962» - bagaço amarelo

Ela - Diz-me sinceramente, achas que eu ainda sou minimamente atraente?
Eu - Não.
Ela - Eu sabia.
Eu - Quer dizer, não és minimamente. És muito atraente, era o que eu queria dizer.
Ela - Ah! É que estava quase, mas mesmo quase, a despejar este caldo verde a ferver por ti abaixo.
Eu - Então e o "sinceramente"? Não me pediste para ser sincero?! E se eu achasse mesmo que não?
Ela - A sinceridade é uma coisa muito relativa.


bagaço amarelo
Blog «Não compreendo as mulheres»

Livro em latim com poemas ao deus Príapo

Scioppius, Gaspar - Priapeia, sive diversorum poetarum in priapum lusus; illustrati commentariis. L. Apuleii anexomenos, ab eodem illustratus. Padua, Nicolaus, 1664 (na verdade Leipzig, Fritsch, 1731), 175 páginas
A partir de agora, na minha colecção.




Reparem neste excerto da página 153, logo no primeiro parágrafo:
"Culeon] vagina. Et sane pars illa in nobis, quae honeste nominari non potest, & quae hic intelligitur, inde dicte est." - deverá significar algo parecido com "Culeon] vagina. E aquela parte em nós que honestamente não pode ser nomeada, e que aqui significa isso".

Um sábado qualquer... - «Criações»



Um sábado qualquer...

19 abril 2013

O assalto...

... a um bordel foi repelido graças à intervenção
de algumas das suas funcionárias… que socorrendo-se dos
 respectivos vibradores puseram em fuga o assaltante
Raim on Facebook

«O-Faces» - as caras do orgasmo

Prostituição - a minha história (IX)

Verão de 1997... (...) Ganhava dinheiro à velocidade da luz e gastava-o a igual velocidade. Aliás, tudo ali era à velocidade da luz e aquele dinheiro todo causava-me uma espécie de estado de "embriaguez fascinada", uma espécie de liberdade do Mundo, liberdade de mim porque mantinha aquele estado de espectadora do meu filme com o suficiente na carteira para pagar o bilhete de qualquer sessão por mim protagonizada, alterei o "horário de trabalho" por um ainda mais rentável, desde depois de almoço até ao fecho da casa, atendi homens embriagados, um deles deu-me tanto prazer como eu nunca tinha imaginado apesar de me encher de nojo porque cambaleava e escorria ranho do nariz quando virava a cabeça para baixo, atendi um casal com a descontracção de quem sempre tinha feito aquilo, queria rapidamente trocar-me por outra, por um eu mais igual ao daquelas mulheres, todas mais espertas, mais bem vestidas e maquilhadas, todas mais livres que eu, todas com uma dramática história que justificava o que faziam ali, uma história que fazia da minha um conto de fadas. Tinham passado cerca de duas semanas, apresentaçãããão, dizia alguém e eu marchava para a sala, nos meus bonitos vestidos novos, era um homem com cara de parvo que me apalpou o peito assim que entrei para o cumprimentar. Sorri-lhe e disse-lhe o meu nome, ainda ninguém me tinha explicado que não era suposto apalparem-me na sala, o homem percebeu-me tolinha e escolheu-me. Saí de mala e chave, cheguei ao apartamento e abri a porta quando ele bateu. Despiu-se imediatamente e, já de pénis erecto, verificou-me os dentes e meteu o pénis debaixo da minha saia porque achava que eu ficaria muito linda com um pénis. Era um homem muito forte, agarrou na minha cabeça e na garrafa do Vat69 e insistiu que eu tinha de beber com ele. Mais, mais, mais, dizia, isto faz bem, estás muito tensa. Tinha ligado o aquecedor do wc no máximo e posto a banheira a encher com água fria. A minha inexperiência e a distância de mim não me permitiram uma avaliação correcta do que estava a acontecer, aquilo até podia ser normal, ele agia como se assim fosse e era um cliente habitual da casa. Levou-me para o wc depois de me despir, sentou-se na sanita e mandou-me entrar na água. Continuou a dar-me o Vat69 pela garrafa enquanto fazia as suas necessidades. Quando saí da água estava entorpecida pelo frio e embriagada. Sem me enxugar, levou-me para a cama e tentou penetrar-me sem preservativo, eu estava demasiado entorpecida para me mexer mas estava tão contraída que não conseguiu penetrar-me, tentou várias vezes mas, quanto mais forçava, mais contraída eu ficava. Foi-se embora, furioso, eu consegui vestir-me e arrastar-me até ao escritório. Dormi até à hora de fecho. A bebedeira parecia intermitente, tão depressa estava bem como completamente embriagada, vomitei, já em casa, a noite toda. No dia seguinte, levei uma repreensão pelo estado do quarto, por ter permitido aquilo, para ter cuidado com os clientes que nos querem fazer beber. (Continua)

Por arrasto

A espontaneidade ingénua de uma pila
pode deixar o seu dono em maus lençóis.

Comparações

18 abril 2013

«Flamingo Pride» - um flamingo heterossexual que tenta desesperadamente encontrar o amor


Flamingo Pride from Talking Animals on Vimeo.

WTF?


blog A Pérola

Primeira lição

Fico surpreendida quando constato que ainda há mulheres que não sabem que a vagina é servida por uma quantidade substancial de músculos que, se treinados, podem transformar uma noite em mil, mais aquela em que é conveniente despachar o parceiro.
É evidente que treinar a vagina exige, sobretudo no início, concentração, persistência, algum esforço e sobretudo um homem pacífico, colaborador, resistente, jovem e seguro, controlado, tranquilo ou virgem – os virgens não sabem se o que estamos a fazer é o que imaginam ser o habitual. Em alternativa, não é de todo afastada a possibilidade de os amarrarmos à cama de modo a que não consigam mexer um pêlo, esteja ele onde estiver.
Convém, para início do processo, enfiarmos na vagina, até à base, o pénis colocado estrategicamente por baixo de nós. Pode causar algum incómodo, depressa esquecido, porque estamos atentas ao movimento seguinte. Nada que não se possa atirar para trás.
É necessário fazer descer todos os nossos sentidos para a massa rija, cilíndrica, que nos ocupa a vagina. Procuremos apertar o pénis encravado, até lhe sentir o pulsar da glande. Se o conseguirmos, com mais um pequeno esforço faremos com que a vagina se aperceba do formato daquilo que a preenche. O arredondado da glande, o sulco, a pulsante massa dos corpos cavernosos, as veias e as artérias que nos escaldam as paredes do sexo.
É evidente que o processo é moroso, mas indiquei já as características da cobaia.
Para iniciação creio que por agora basta. Quando perceberem que tiveram sucesso neste primeiro passo, podem desatar a gemer, a gritar e a bradar por todas as divindades que conheçam, porque merecem ser muito bem recompensadas.
Passaremos à segunda lição, quando me aprouver e considerar que o tempo empregue neste primeiro exercício já foi o suficiente e já surtiu os efeitos desejados.

Camille