24 março 2014
Luís Gaspar lê «Silvia» de Benjamin Neukirch
Porque praguejas, Sílvia, quando esta negra mão
C’o teu seio quer brincar?
Era alva como tu, e o fogo da paixão
Assim a fez ficar.
Se com teu fogo vens meu corpo incendiar,
De mármore nem neve pode minha mão ser.
Dizes-lhe que não busque e não faça o que faz.
Tens razão. Há-de ser.
Mais não busca que a ti, mais não quer do que paz
E seu jogo jogar.
De que te queixas, pois? E que razões ter julgas,
Já que favores iguais não os negas às pulgas?
Benjamin Neukirch
Poeta natural de Bojanowo, hoje, Polónia (1665-1715)
Tradução de João Barrento
Ouçam este texto na voz d'ouro de Luís Gaspar, no Estúdio Raposa
C’o teu seio quer brincar?
Era alva como tu, e o fogo da paixão
Assim a fez ficar.
Se com teu fogo vens meu corpo incendiar,
De mármore nem neve pode minha mão ser.
Dizes-lhe que não busque e não faça o que faz.
Tens razão. Há-de ser.
Mais não busca que a ti, mais não quer do que paz
E seu jogo jogar.
De que te queixas, pois? E que razões ter julgas,
Já que favores iguais não os negas às pulgas?
Benjamin Neukirch
Poeta natural de Bojanowo, hoje, Polónia (1665-1715)
Tradução de João Barrento
Ouçam este texto na voz d'ouro de Luís Gaspar, no Estúdio Raposa
«conversa 2055» - bagaço amarelo

Eu - Caramba! Recebes mais mensagens do que o Pai Natal.
Ela - Pois recebo. É por causa do Facebook.
Eu - Do Facebook?!
Ela - Sim. Cada vez que alguém comenta uma coisa minha, eu recebo uma mensagem no telemóvel a avisar.
Eu - Ah! Já sei. Eu desliguei isso tudo. Também o podes fazer...
Ela - Eu sei que posso, mas não faço.
Eu - Não?! Isso, assim, é uma tortura. Recebes uma mensagem de dois em dois minutos...
Ela - Pois é, mas o meu marido fica roído de ciúmes. Pensa que são amigos meus...
bagaço amarelo
Blog «Não compreendo as mulheres»
23 março 2014
«Masturbação Feminina» (documentário)
"A masturbação das mulheres continua a ser, hoje em dia, um dos grandes tabus. O canal Odisseia apresenta este fascinante documentário que quebrará o silêncio que envolve este tema. Conheceremos Betty Dodson em Nova York, a médica que pode ser considerada como a primeira "treinadora de orgasmos". Esta mulher sem complexos ensinou mulheres de todas as idades, crenças e procedências uma habilidade aparentemente simples: como se masturbar. E agora, pela primeira vez, três mulheres para quem a masturbação é um tema difícil de enfrentar, estão dispostas a experimentar a sua terapia com Betty perante as câmaras. Não percam este original documentário onde poderemos presenciar uma semana intensa de instrução tanto psicológica como prática, incluindo sessões privadas e grupos de trabalho. Atrevem-se a quebrar o tabu?"
Loirice

O seu sorriso fluía naturalmente e depois, era loiro como o Pitinho o que em termos estéticos contrasta que nem ginjas com a minha tez morena pelo que o ritual de sedução estava tacitamente deferido.
Convidou-me para visitar a sua casa e esclareceu logo que era na zona in da Expo. Imediatamente desejei que continuasse tudo em cima. Já lá mostrou-me o painel digital das várias funções da casa. Pensei que se ele abreviasse as explicações num instantinho o digitava todinho. Mostrou-me depois o plasma novo que acabara de comprar enquanto eu me entretinha a despi-lo com os olhos imaginando-me a plasmá-lo em mim. Ele continuou a exibir-me os brinquedos tecnológicos que possuía desde a máquina fotográfica digital à Bimby discorrendo especificações e marcas num tal arrazoado que quase me senti bimba por acreditar em príncipes loiros. Mas da minha cara não transpareceu o pensamento e como não estávamos numa história de banda desenhada ele não podia ler a minha filactera em forma de nuvem e com bolinhas. Vai daí que ainda me fez uma demonstração do gingarelho que aspirava sozinho e eu abri a minha boca num bocejo e com o espanto dele ainda não estar a aspirar com o nariz espetado no meu Monte de Vénus.
Peguei-lhe em ambas as mãos não fosse ele levá-las dali para me alardear mais uma porra qualquer e confessei-lhe que tinha sangue índio. Tanto que era antropófaga e gostava particularmente de degustar aquela parte do corpo que os índios do Brasil ofereciam aos seus convidados de honra e assim também aos portugueses quando estes lá arribaram. O resto são amendoins.
Convidou-me para visitar a sua casa e esclareceu logo que era na zona in da Expo. Imediatamente desejei que continuasse tudo em cima. Já lá mostrou-me o painel digital das várias funções da casa. Pensei que se ele abreviasse as explicações num instantinho o digitava todinho. Mostrou-me depois o plasma novo que acabara de comprar enquanto eu me entretinha a despi-lo com os olhos imaginando-me a plasmá-lo em mim. Ele continuou a exibir-me os brinquedos tecnológicos que possuía desde a máquina fotográfica digital à Bimby discorrendo especificações e marcas num tal arrazoado que quase me senti bimba por acreditar em príncipes loiros. Mas da minha cara não transpareceu o pensamento e como não estávamos numa história de banda desenhada ele não podia ler a minha filactera em forma de nuvem e com bolinhas. Vai daí que ainda me fez uma demonstração do gingarelho que aspirava sozinho e eu abri a minha boca num bocejo e com o espanto dele ainda não estar a aspirar com o nariz espetado no meu Monte de Vénus.
Peguei-lhe em ambas as mãos não fosse ele levá-las dali para me alardear mais uma porra qualquer e confessei-lhe que tinha sangue índio. Tanto que era antropófaga e gostava particularmente de degustar aquela parte do corpo que os índios do Brasil ofereciam aos seus convidados de honra e assim também aos portugueses quando estes lá arribaram. O resto são amendoins.
22 março 2014
Duas mulheres exploradas...
... reciprocamente, na minha colecção.
Visita a página da colecção no Facebook (e, já agora, também a minha página pessoal)
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A Dora não adora a mudança d'hora!
Para saberem algo mais sobre este assunto, nada erótico, vão ao blog «Persuacção» (etiqueta «mudança de hora») onde, inclusivamente, há uma página especialmente sobre a mudança de hora.
21 março 2014
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