"Bolinhos rabiosques."
São P.
05 novembro 2015
Casais da Tanzânia
Sempre na labuta, na minha colecção.
Visita a página da colecção no Facebook (e, já agora, também a minha página pessoal)
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04 novembro 2015
Eu diria que esta campanha brasileira, contra o cancro da mama, é um murro no peito
"A campanha O Câncer de Mama no Alvo da Moda faz 20 anos em 2015. Para celebrar, foi criado um filme que surpreendeu até mesmo as estrelas convidadas para participar da Campanha. E você, como reagiria ao câncer de mama, o segundo mais incidente e o que mais mata as mulheres no Brasil?"
«conversa 2131» - bagaço amarelo

Ela - Tive um sonho erótico contigo,
Eu - Tiveste?! Fixe!
Ela - Não foi assim tão fixe. Na verdade, acordar foi um alívio.
bagaço amarelo
Blog «Não compreendo as mulheres»
03 novembro 2015
Não há chave de fendas que trate isto
Esse aperto no coração que nos clarifica o quanto uma paixão que não morre é incapaz de desertar.
Sharkinho
@sharkinho no Twitter
Passatempo, ou melhor... passa tempo...
O que é que esta entrevista de 6 páginas, na revista «E» do Expresso de 23 de Outubro, tem a ver com a colecção de arte erótica «a funda São»?
A capa da revista. Não, não tem nenhuma chamada para a entrevista...
Conseguem ver aqui uma referência a um Museu Erótico? Não?...
... e agora, ampliando a frase por baixo do título do artigo?
Nestas duas páginas, não vale a pena procurarem...
... mas nestas duas já há algo. Não conseguem ler nada nas letras miudinhas da página da direita, pois não? Mas eu sou amiguinha...
... e amplio-vos a parte que nos interessa. Que tal?
Resta saber se é desta que o projecto avança...
A capa da revista. Não, não tem nenhuma chamada para a entrevista...
Conseguem ver aqui uma referência a um Museu Erótico? Não?...
... e agora, ampliando a frase por baixo do título do artigo?
Nestas duas páginas, não vale a pena procurarem...
... mas nestas duas já há algo. Não conseguem ler nada nas letras miudinhas da página da direita, pois não? Mas eu sou amiguinha...
... e amplio-vos a parte que nos interessa. Que tal?
Resta saber se é desta que o projecto avança...
02 novembro 2015
«Centenas» - João
"Ele estava sentado na beira da cama, virado para as janelas, grandes e orientadas a nascente, beijado pela luz do dia que despertava, de mãos sobre as coxas e semblante gelado, inexpressivo quase, rompido pelo pestanejar e um quase imperceptível movimento de uma respiração lenta, pausada. Dali, na projecção do seu olhar sobre as janelas e para lá delas, o Sol vinha indiferente. Vinha para os tristes, vinha para os contentes, erguia-se sobre o horizonte ignorando as almas de toda a gente, sentadas na beira da cama, em pé na rua, deitadas a dormir. Vinha lançar-se sobre os solitários, os indiferentes e os acompanhados, vinha banhar sorrisos num pequeno-almoço ou corpos numa dança de foda. Vinha. Quando bateu mais forte na cara fechou os olhos e sentiu-se aquecer. Fazia contas de cabeça. Em centenas. E quanto mais somava, mais fundo respirava. Tanto tempo, pensava. Tanto tempo. As mãos dela abraçaram-no, sentiu-lhe os dedos, as unhas na pele, o cabelo, e porque fazia contas afinal, se também o rosto dela se iluminava ao Sol, como ela gostava, os dois naquela nudez tão despida de tudo, as pernas por fim entrelaçadas, como ele gostava, parecia que ela dizia que era dela, que aquelas pernas que se trancavam eram corda que prendia, e diziam que não vais a lado nenhum, porque estás aqui comigo, a receber o Sol que sobre nós se impõe, e mais vale aceitá-lo, aquecer com ele, aproveitar que o temos, e rebolar. Vem rir comigo, pedia-lhe, e ele ia, vem cá, dizia-lhe, e ele foi, entra em mim ordenava, e ele obedeceu, e depois disso, no calor do Sol, ficar a ver o dia mexer-se, sem a pressa de entrar à boleia, deixá-lo ir, enquanto ficavam os dois juntos num dia só deles, medido num outro relógio onde as centenas já não eram importantes."
João
Geografia das Curvas
João
Geografia das Curvas
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