13 julho 2016
«conversa 2166» - bagaço amarelo

Eu - Eu percebo. Nunca é fácil acabar um Amor... mas o tempo cura tudo.
Ela - Eu sei que o tempo cura tudo, mas enquanto não cura...
Eu - Enquanto não cura, tens que gostar de ti mesma um bocadinho.
Ela - Eu gosto de mim mesma. Não penses que não.
Eu - Óptimo!
Ela - Na verdade, adoro-me! Sou a pessoa de quem gosto mais no mundo.
Eu - Também não precisas exagerar.
Ela - Adoro-me tanto que não sei como é que aquele animal me deixou!
bagaço amarelo
Blog «Não compreendo as mulheres»
Entrega
Se te entregar que seja como mulher. Ou homem. Mas que seja com alma,
com garra, com ritmo, suor e com muito respeito por ti e por teus
limites, fala de sexo e não de amor, na altura devida, ao contrário,
também na devida altura.Respeita e honra teu corpo, teu ser , tua essência, mesmo que com mojitos lá dentro, és tu e mais ninguém manda em ti.
Tenho dito.
Do meu mundo
12 julho 2016
As paredes também estão a precisar...
Jovem recém-casada num momento de angústia por se saber sem verba para mandar pintar o tecto do seu T2 no Cacém.
Sharkinho
@sharkinho no Twitter
«Projeto Mulheres» - Carol Rossetti - 47
O livro «Mulheres - retratos de respeito, amor-próprio, direitos e dignidade», de Carol Rossetti, está em venda em Portugal, editado pela Saída de Emergência.
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A confissão da prostituta Maria Vai com Deus
Confessionário em cerâmica pintada, com um cortinado a tapar um padre muito interessado... na confissão…
Peça original e única da Milena Miguel (do Atelier S. Miguel, das Caldas da Rainha), a juntar-se a muitas outras que já estão na minha colecção.










A colecção de arte erótica «a funda São» tem:
> 1.900 livros das temáticas do erotismo e da sexualidade, desde o ano de 1664 até aos nossos dias;
> 4.000 objectos diversos (quadros a óleo e acrílico, desenhos originais, gravuras, jogos, mecanismos e segredos, brinquedos, publicidade, artesanato, peças de design, selos, moedas, postais, calendários, antiguidades, estatuetas em diversos materiais e de diversas proveniências, etc.);
> muitas ideias para actividades complementares, loja e merchandising...
... procura parceiro [M/F]
Quem quiser investir neste projecto, pode contactar-me.
Visita a página da colecção no Facebook (e, já agora, também a minha página pessoal)
Peça original e única da Milena Miguel (do Atelier S. Miguel, das Caldas da Rainha), a juntar-se a muitas outras que já estão na minha colecção.
A colecção de arte erótica «a funda São» tem:
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> 4.000 objectos diversos (quadros a óleo e acrílico, desenhos originais, gravuras, jogos, mecanismos e segredos, brinquedos, publicidade, artesanato, peças de design, selos, moedas, postais, calendários, antiguidades, estatuetas em diversos materiais e de diversas proveniências, etc.);
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11 julho 2016
«Amor à primeira vista» - por Rui Felício
Ele não acreditava em amor à primeira vista.
Por isso ia vê-la todos os dias...
Rui Felício
Blog Encontro de Gerações
Blog Escrito e Lido
Por isso ia vê-la todos os dias...
Rui Felício
Blog Encontro de Gerações
Blog Escrito e Lido
Eva portuguesa - «Precisamos»
Do que nós precisamos mesmo é de um abraço. Um carinho. Um alguém que nos elogie.
Nós precisamos mesmo é de gente verdadeira.
Eva
blog Eva portuguesa - porque o prazer não é pecado
Nós precisamos mesmo é de gente verdadeira.
Eva
blog Eva portuguesa - porque o prazer não é pecado
10 julho 2016
Luís Gaspar lê «Que esses meus olhos…» de João Garcia de Guilhade
Que esses meus olhos, minha senhora,
nunca viram tamanho desgosto que vivo,
E te digo minha bela senhora:
estes meus olhos apaixonados e com grande desgosto
choram e cegam quando te vêem.
Sorte tens de nunca perder
meus olhos apaixonados e meu coração
E esta paixão, minha senhora, são minhas.
Mas os meus olhos por ver alguém
choram e cegam quando estes não os vêem
e depois cegam por alguém que vêem.
E nunca poderei ficar bem,
pois nem o amor e nem Deus me quer.
Mas os meus olhos cativos
morrerão e cegarão, quando não forem vistos
e cegarão por serem vistos também
Português antigo
Estes meus olhos nunca perderán,
senhor, gran coita, mentr’eu vivo for.
E direi-vos, fremosa mia senhor,
destes meus olhos a coita que han:
choran e cegan quand’alguén non veen,
e ora cegan per alguén que veen.
Guisado tẽen de nunca perder
meus olhos coita e meu coraçón.
E estas coitas, senhor, minhas son;
mais-los meus olhos, per alguén veer,
choran e cegan quand’alguén non veen,
e ora cegan per alguén que veen.
E nunca ja poderei haver ben,
pois que Amor ja non quer, nen quer Deus.
Mais os cativos destes olhos meus
morrerán sempre por veer alguén:
choran e cegan quand’alguén non veen,
e ora cegan per alguén que veen.
João Garcia de Guilhade
Este poema faz parte do iBook “Coletânea da Poesia Portuguesa – I Vol. Poesia Medieval”
disponível no iTunes.
Transcrição do Português antigo para o moderno de Deana Barroqueiro.
Ouçam este texto na voz d'ouro de Luís Gaspar, no Estúdio Raposa
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