30 agosto 2016

Pretextos para quê?!


Enfim, não tenho nenhum pretexto à mão para partilhar isto convosco que não o de ser quase um imperativo moral.



Sharkinho
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«Projeto Mulheres» - Carol Rossetti - 53

O livro «Mulheres - retratos de respeito, amor-próprio, direitos e dignidade», de Carol Rossetti, está em venda em Portugal, editado pela Saída de Emergência.







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Picasso - suite Vollard

Conjunto de 6 chávenas de café e pires, com a reprodução de 6 desenhos de Picasso da suite Vollard.
Já que não posso ter obras originais de Picasso na minha colecção... bebo café por ele.


















A colecção de arte erótica «a funda São» tem:
> 1.900 livros das temáticas do erotismo e da sexualidade, desde o ano de 1664 até aos nossos dias;
> 4.000 objectos diversos (quadros a óleo e acrílico, desenhos originais, gravuras, jogos, mecanismos e segredos, brinquedos, publicidade, artesanato, peças de design, selos, moedas, postais, calendários, antiguidades, estatuetas em diversos materiais e de diversas proveniências, etc.);
> muitas ideias para actividades complementares, loja e merchandising...

... procura parceiro [M/F]

Quem quiser investir neste projecto, pode contactar-me.

Visita a página da colecção no Facebook (e, já agora, também a minha página pessoal)

28 agosto 2016

Luís Gaspar lê «Ondas» de Otília Martel

Deixo-me embalar pela música.
Fecho os olhos e sinto
o teu rosto mergulhar nas ondas do meu
cabelo.
As tuas mãos como plumas
percorrendo meu corpo.
Encostas-me à janela
e pressionas o teu corpo no meu.
Sinto uma volúpia quente
subir e fundir-se em mim.
Uma a uma, as peças vão desaparecendo
e eu estou ali,
nua, faminta, com as ondas
do meu corpo a chamarem-te …
E tu vens, qual trovão em dias de
tempestade.
Para lá da janela, nada mais existe.
Somos nós, um só corpo
possuídos pelo mesmo desejo:
Amar …

Otília Martel

Ouçam este texto na voz d'ouro de Luís Gaspar, no Estúdio Raposa

«coisas que fascinam (194)» - bagaço amarelo

Todos os Amores eram mais fortes se lhes adivinhássemos a saudade. Quando estamos com alguém que Amamos muito não somos capazes de imaginar o fim desse Amor, até porque tudo parece perfeito e ninguém crê que o fim faça parte da perfeição.
Imaginar a nossa vida sem aquele Amor com que vivemos é simultaneamente um sonho e um pesadelo. Um sonho porque estamos de facto a vivê-lo, um pesadelo porque nos apercebemos que podemos não o viver mais.
Adivinhar a saudade de um Amor faz com que o tratemos melhor. Corrijo, adivinhar a saudade de um Amor faz com que o tratemos Amando-o. Todos os Amores deviam ser tratados assim, mas às vezes não são.
E eu, que não acredito na perfeição nem gosto da palavra, pouco mais faço actualmente do que adivinhar a saudade. É por isso que estou à espera que o Amor me bata à porta um dia qualquer. No máximo até aos meus oitenta anos de vida. Depois desisto.


bagaço amarelo
Blog «Não compreendo as mulheres»

PI da fruta fresca


Maitena - Condição feminina 42