13 dezembro 2016
Boquinha Douro...
Os tintos do Douro estão cada vez melhores. E isto não é uma escanção do bandido para as moças nortenhas.
Sharkinho
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«Projeto Mulheres» - Carol Rossetti - 68
O livro «Mulheres - retratos de respeito, amor-próprio, direitos e dignidade», de Carol Rossetti, está em venda em Portugal, editado pela Saída de Emergência.
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Homem do cachimbo
Abre-latas em metal com cara de homem em relevo, cujo pescoço é um pénis.
Mais uma malandrice na minha colecção.



A colecção de arte erótica «a funda São» tem:
> 1.900 livros das temáticas do erotismo e da sexualidade, desde o ano de 1664 até aos nossos dias;
> 4.000 objectos diversos (quadros a óleo e acrílico, desenhos originais, gravuras, jogos, mecanismos e segredos, brinquedos, publicidade, artesanato, peças de design, selos, moedas, postais, calendários, antiguidades, estatuetas em diversos materiais e de diversas proveniências, etc.);
> muitas ideias para actividades complementares, loja e merchandising...
... procura parceiro [M/F]
Quem quiser investir neste projecto, pode contactar-me.
Visita a página da colecção no Facebook (e, já agora, também a minha página pessoal)
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12 dezembro 2016
«Lágrimas de Inverno» - João
"Viesse alguém dizer que era um amor de Verão, uma travessura de corpos despidos ao ar e ao Sol, e não poderia enganar-se mais, que o Sol era privilégio de outro hemisfério e os corpos despidos, só despidos no calor de um espaço fechado e na travessura, sim, na travessura de um segredo. Na verdade, chovia. Estava frio. Não havia praia, não havia namoros de calor nos salpicos do mar, não havia trapinhos leves e esvoaçantes, o tempo era de roupa quente, de botas, de salpicos do choro das nuvens a bater nos vidros embaciados das casas, dos carros, de tudo.
A gravidade, essa gravidade que nos prende os pés ao chão, puxava-a sobre ele. Naquele momento a sua cona estava encostada a um caralho duro, incrédulo, e ela decidiu ir na gravidade. Relaxou os músculos e caiu sobre ele, deixou-se penetrar, devagar, o caralho a entrar, a sentir aquela massa pulsante dentro dela, e ele o calor, a fornalha, o impossível. Olhou-o naquele instante. Viram-se nos olhos. Vieram-se nos olhos. Se não havia praia, se não havia senão um imenso frio, havia ali a confirmação, a certeza, a garantia do que se vira nos olhos, do que as caras e os corpos gritaram. E depois com os cabelos a saudar-lhe a face, de lábios encostados ao ouvido dele, a provocá-lo, a perguntar-lhe algo que ele nem sequer percebia naquele instante, de tão espantado, de achar tudo aquilo tão impossível, tão improvável, tão desejado, tão perdido dentro dela.
E depois? Que praias e neves viriam a seguir?"
João
Geografia das Curvas
A gravidade, essa gravidade que nos prende os pés ao chão, puxava-a sobre ele. Naquele momento a sua cona estava encostada a um caralho duro, incrédulo, e ela decidiu ir na gravidade. Relaxou os músculos e caiu sobre ele, deixou-se penetrar, devagar, o caralho a entrar, a sentir aquela massa pulsante dentro dela, e ele o calor, a fornalha, o impossível. Olhou-o naquele instante. Viram-se nos olhos. Vieram-se nos olhos. Se não havia praia, se não havia senão um imenso frio, havia ali a confirmação, a certeza, a garantia do que se vira nos olhos, do que as caras e os corpos gritaram. E depois com os cabelos a saudar-lhe a face, de lábios encostados ao ouvido dele, a provocá-lo, a perguntar-lhe algo que ele nem sequer percebia naquele instante, de tão espantado, de achar tudo aquilo tão impossível, tão improvável, tão desejado, tão perdido dentro dela.
E depois? Que praias e neves viriam a seguir?"
João
Geografia das Curvas
11 dezembro 2016
«conversa 2174» - bagaço amarelo

(ao telefone)
Ela - Abraça-me, por favor.
Eu - Como?!
Ela - Com palavras.
bagaço amarelo
Blog «Não compreendo as mulheres»
10 dezembro 2016
Luís Gaspar lê «Cavalo de vento» de Fernando Reis Luís
É o instante latente do corpo
No espaço dos túneis do barro moldável
Cavalos de ventos difusos
Criando os silvos da distância
Levada no sopro do pó transparente
Em flor pendular do tempo incerto
Primaveras dormentes em canções
Renovando o sangue e a linfa
Para fazer as correntes dos rios Abrindo abrigos nas
margens Em gestos de gente em abordagem.
(Poema do livro “Ipsis Verbis”. Ed. “arandis”. Ilustrações de José Maria Oliveira)
Fernando Reis Luís
Ouçam este texto na voz d'ouro de Luís Gaspar, no Estúdio Raposa
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