30 abril 2004

Mais uma vez peço desculpa...

... a quem veio aqui por pesquisar no Google «o que são provérbios» e teve, como primeiro resultado:

a funda São - provérbios POPulares
levem-me à funda São provérbios POPulares. A funda São desafiou as visitas.
O resultado foi demolidor... O amante que se deixa ver, depressa se vai foder. ...
www.afundasao.com/html/proverbios-POPulares.htm - 26k - Em cache - Páginas Semelhantes

Nova entrada para o Diciordinário


(enviado por Senhor Sepultura...
...mas o cavalheiro da foto não é ele)
O
OrCa dedicou-lhe estes versos:
"Se o tamanho não conta
Nem há arte de esticá-lo
Mal se lhe percebe a ponta
Naquelas bolas de estalo

Coitada
Ficará tonta
A donzela que o cate
Ao tentar meter o talo
Só entalou um tomate...

São Rosas, meu senhor..."

Uma jóia...


oalharia de luxo na baixa lisboeta. Um indivíduo entra e compra uma jóia de 300 mil euros para a mulher lindíssima que o acompanhava, pagando a conta com um cheque.
O vendedor ficou muito preocupado, pois era a primeira vez que via aquela pessoa.
Mas o cliente tranquilizou-o:
- Vejo que está com receio de que o cheque não tenha fundos, não é? Tudo bem. Vamos fazer o seguinte: hoje é sexta-feira e o banco já fechou. Você fica com o cheque e com a jóia. Na segunda-feira, você vai ao banco, levanta o dinheiro e manda entregar a jóia lá na minha casa. OK?
O vendedor ficou mais aliviado.
Na segunda-feira, os seus receios confirmaram-se: o cheque não tinha fundos.
O vendedor ligou para o cliente, que lhe respondeu:
- Pode rasgar o cheque, pois eu já comi a mulher!

(enviado pela Maria e pelo Jota Kapa)

29 abril 2004

PUBIScidade

Já vos tinha dito que adoro publicidade?
Apreciem este anúncio de marca de roupas «Triple Five»:

(cliquem na imagem)

Ou estes dois anúncios da «Dsquared2»:

(cliquem na imagem)


(cliquem na imagem)

Dedicado especialmente ao Tiko Woods e ao Padrinho, este anúncio da «Alitalia»:

(cliquem na imagem)

Gostaram? Hmmm?...

28 abril 2004

Venham-se sugestões para a legenda


Gotinha - "Bom pequeno almoço, São Rosas!"
Bruno - "Delícia!"
Jorge Costa - "Em sabores acidulantes...use adoçantes."
Jorge Costa - "A vida nem sempre é um buraco sem fundo... e azedo."
Dupont - "Dê a um torrão de açúcar o seu momento de glória."
Xico Manel - "A ratoeira."
Tiko Woods - "O cubo de açúcar é como o pano de cozinha que os cozinheiros usam: é para se irem limpando à medida que «trabalham»; aqui é para absorver a baba."
Matrix - "Açucareiro das Caldas."
Emílio de Sousa:
"Meu rico torrão de açúcar
Posto no monte da crica
Pareces mesmo um farol
Ao seguir a tua luz
Logo o vicente saltita
E nada já tem de mole"
Werewolf - "Toucinho do Céu."
Blog Job - "Grelo ao cubo."
Isso Agora... - "To rão, or not to rão, that is the questão."
Bichana Gato - "Mas que rica caixinha de esmolas... agora entendo porque há tantos apostólicos!"
Tiko Woods - "Manjar dos deuses."
Gabriel - "Cuidado com o açúcar. Não lhe toque!"
And the winner is:
OrCa:
"Mete-me o cubo bem fundo
Até onde vá o dedo
Depois com a língua e sem medo
Sorve de mim o fecundo
Néctar que faz do mundo
Este profundo segredo..."

DICIordinário e PornBLOGrafia

O Prof. Vicas Catel de Sousa e Alarcão enviou-nos um comboio de novas sugestões para nomes de blogs. Vejam a lista actualizada:

O DICIordinário também já tem a ilustração do que é o «cockpit» (o Tiko Woods, que se senta sempre nesse sítio dos aviões, pelos vistos não sabia):

Venham-se sugestões... hmmm...

Diciordinário Ilustrado

«Cockpit» não é uma palavra portuguesa, mas post, blog, internet... também não São e nenhum português morre por usá-las. Aliás, «cockpit» quer dizer «o pito da pila», que é um conceito muito bonito...

27 abril 2004

Mais ninguém

- Diz o meu nome como só tu sabes.
Di-lo como fazes sempre, como se amasses cada letra.
Nunca ninguém disse o meu nome como tu.
Ela disse.

- Toca-me como só tu sabes. Faz do meu o teu corpo.
Nunca ninguém amou o meu corpo como tu.
Ela tocou.

- Agora, vem. Deita-te em mim. Deixa-me entrar em ti como só eu sei. Dar-te o que só eu sei.
Nunca ninguém tocou a tua alma no teu corpo como eu.

Ela recebeu-o.
E foi alma e corpo.



Poema de ~ Encandescente
(para lerem este e outros poemas dela, visitem o blog)

Aposta


ujeito solitário a morar na Foz.
Os seus dias eram banais e sem graça, até que um dia uma vizinha misteriosa se muda para a casa em frente.
Era um espectáculo de mulher, loira, olhos azuis, pele de pêssego, lábios voluptuosos. Muito, mas mesmo muito gostosa.
Na mansão, moravam ela, o filho (um miudinho de 7 anos) e a empregada.
Era uma casa linda, a mais bonita e a mais cara da Foz.
Pareciam uma família normal, excepto pelas festas que organizavam na sua casa.
E que festas! Eram uma loucura, toda a noite, limousines, BMW´s, Mercedes,... paravam à orta e homens muito bem vestidos desapareciam no interior da casa, deixando o sujeito intrigado com aquela movimentação e principalmente perguntando-se a si mesmo:
- onde é que aquele avião de mulher arranjará o dinheiro para pagar todo aquele luxo?...
Até que um dia, não se contendo mais de curiosidade e tesão por aquela beldade, o sujeito resolveu investigar.
Numa manhã, foi até à casa e, ao ser atendido pela empregada, pediu para falar com a dona.
Foi atendido pela mulher, deitada num grande sofá, só de t-shirt, com uma tanga minúscula por baixo e com os seios quase à mostra. De facto, era uma maravilha da natureza.
Ela então perguntou-lhe o que desejava, ao que ele respondeu:
- Olá. Eu sou o vizinho da casa em frente, e tenho vindo a observar a senhora. É uma mulher muito bonita, tem uma bela casa e dá festas todas as noites. Confesso que... desculpe a intromissão, mas fiquei curioso por saber o que a senhora faz para conseguir viver com este luxo todo.
- Olhe, eu não tenho de dar satisfações ao senhor, mas tudo bem, vou dizer. Eu vivo de fazer apostas. Aposto com os meus amigos que eles não conseguem fazer o que o meu filhinho consegue. E eles não acreditam e perdem fortunas.
- O que é isso, não conseguir fazer o que ele consegue? É tão fácil. Eu quero tentar, mas como prémio, quero uma noite com a senhora. Que acha?
- Tudo bem, pode ser. Mas, se eu ganhar, quero a sua casa e 100.000 euros.
- Fechado.
- Então o senhor volte aqui hoje à noite para o teste. OK?
- OK.
O sujeito foi para a casa como um louco, passou o dia inteiro a ensaiar cambalhotas para a frente, para trás e outras coisas que as crianças costumam fazer.
Delirou ao imaginar a noite de orgia que iria ter e, à noite, à hora combinada, lá estava à porta da mansão para o tal teste.
Foi atendido pela empregada que o levou até uma outra sala, muito luxuosa, onde a mulher o esperava com uma camisola totalmente transparente, uma tanguinha menor do que todas as outras que ele já tinha visto... e um perfume
delicioso.
Ele só se imaginava a fazer amor como um louco com ela...
Num outro canto estava o filhinho, a dormir.
Ela então perguntou-lhe:
- Está pronto?
- Claro. Vai ser fácil.
Ela então diz-lhe:
- Tudo o que ele fizer, o senhor terá de fazer também...
E pede ao filho:
- Filhinho, dá um beijinho na boquinha da mãe.
O filhinho deu e o sujeito também...
- Filhinho, dá uma chupadinha aqui no peitinho da mãe.
O filhinho deu e o sujeito - já louco de tesão - também...
E assim foram seguindo beijinhos no umbiguinho, na coxinha, no rabinho... até que a mulher, apercebendo-se do estado em que o sujeito já estava, vira-se para ele e diz:
- Agora o último pedido. Filhinho, coloca aqui a pilinha molinha na mão da mãe...

(enviado pelo Jota Kapa)

Notícias de França (onde se mete uma moeda e sai uma criança)

À direita da imagem, o Presidente da Câmara de Chaumont sur Loire, com um adepto do clube local de futebol
Aquilo é que deve ser o «apito dourado»!...
Depois de ver a fotografia no jornal local, o Presidente da Câmara de Chaumont sur Loire declarou ao nosso répórter:
- Preciso de um momento de solidão...

(enviado pela Gotinha)

26 abril 2004

Cor-respondência

Remeta-me os dedos
em vez de cartas de amor
que nunca escreve
que nunca recebo.
Passeiam em mim estas tardes
que parecem repetir
o amor bem feito
que você tinha a mania de fazer comigo.
Não sei, amigo
se era a sua forma de ser
ou de propósito
mas era bom, sempre bom
e assanhava as tardes.
Refaça o verso
que mantinha sempre tesa
a minha rima
firme
confirme
o ardor dessas jorradas
de versos que nos bolinaram os dois
a dois.
Pense em mim
e visite-me no correio
de pombos onde a gente se confunde
Repito:
Meta-se na minha vida
outra vez meta
Remeta.

Elisa Lucinda

23 abril 2004

Massada de picha de Orca (4 pessoas) - receita de Emílio de Sousa

O Emílio de Sousa, um dia destes, vai ser uma nova Maria de Lurdes Modesto1/8 de picha de Orca salgada (1kg+-)
1 kg de massa de cotovelos (sem psoríase)
1 pimento vermelho
2 tomates médios (sem pêlos)
2 cebolas médias ou extracto de sovaco de estivador
1 folha de louro
3 dentes de alho ou raspas do lenço (seco) do Sr. Almeida
sal e piripiri qb

Pôr a picha de molho até amolecer. Extrair o osso, cortar às rodelas e reservar.
Abrir o pimento em quatro, retirar os cavernosos e raspar bem os restos do prepúcio.
Pelar os tomates com água fervente - de preferência sem o dono agarrado aos mesmos - e cortar em pequenos pedacinhos.
Pôr de molho a t-shirt do estivador e ferver o líquido até reduzir a 1/10. Juntar azeite para o refogado e as raspas que conseguir obter do lenço de assoar do Sr. Almeida, assim como a folha de louro.
Estrugir um pouco, juntar o tomate, o pimento e a picha.
Quando cozido, adicionar a água para cozer os cotovelos (bem desinfectados com Pecusanol).
Está pronto em 10 minutos.
Decorar com um molhinho de pintelhos.
Bom apetite!

Emílio de Sousa

"O problema é a doença das orcas loucas..." - Matrix
"Aquela COISA tem osso? Deve ser tenrinho, não?" - Isso Agora...

Diciordinário Ilustrado

Já há muito tempo que o Diciordinário não tem entradas novas.
A Gotinha já me deu copo branco (equivalente à carta branca... da água) para utilizar as «malandrices» do saboroso Dicionário Malicioso/Tendencioso da Língua Portuguesa, que ela tem vindo a publicar e já vai na 13ª edi São.
Mas, além disso, proponho o seguinte desafio: enviem-me ou sugiram imagens para incluir no Diciordinário.
Assim, passaremos a ter a versão 2.0: o Diciordinário Ilustrado.
Como seria de esperar, dou já o exemplo:
Não é preciso explicar, pois não?...

Venham-se essas ideias...

Ser tratador não é só brincar e dar de comer...

... também tem que se tocar!
E eu que não sabia se OrCa era fêmea!...
(enviado pela Gotinha)

Amigos...


m gajo chega a casa e encontra um amigo com a sua esposa na sua própria cama.
Pega no revólver e mata-o imediatamente.
A esposa irritada comenta:
- Se continuares a comportar-te assim, vais acabar sem nenhum amigo!

(enviada pelo meu Ponto G)

22 abril 2004

"Querida São,

Já por algumas vezes destaquei no meu Substrato o quão moderna é a sociedade norueguesa. Pois sugiro-te que faças o mesmo na tua Funda São.
Vê só este exemplo:
Um grupo de 26 raparigas que está a acabar o liceu decidiu fazer um filme
pornográfico para angariar fundos para a sua viagem de finalistas.
Convidaram uma conhecida estrela porno e tudo - Rocco Hansen, de 21 anos e 19 cm - para cenas que as jovens planeiam filmar num dos autocarros da escola.
Quando... eu pergunto, QUANDO é que Portugal atinge estes níveis de
desenvolvimento?

E já agora, São, não queres tocar no meu trálálá?

Beijos e trincas,
AdamastoR"

Alguém quer fazer o filme ao AdamastoR? E, já agora, tocar-lhe no trálálá?

Não sei se me ria, se chore ou se me venha...

A Gotinha ensinou-me a ver a origem dos acessos à Funda São.
Além dos acessos «banais» directos e através de outros blogs, há muita gente que usa motores de busca e que vem ter aqui por pesquisas razoáveis, como «feiras eróticas», «jogos porno» ou «por baixo da mini-saia» (!).
Mas tenho que partilhar convosco: hoje uma das visitas veio aqui porque procurava «Rosas da Madeira»!
O Google deu-lhe, como primeiro resultado entre 12.800, este:

a funda São - serviço púbico
... Vá lá saber-se porquê. Beijinhos, AdamastoR // escrito pela São Rosas. Feedback.
Recordações da Madeira - 2. Na Madeira não há complexos colonialistas. ...
afundasao.blogspot.com/ - 42k - 20 Abr 2004 - Em cache - Páginas Semelhantes


Peço desculpa publicamente a quem queria ver Rosas e, quando muito, viu apenas o botão das ditas...

O OrCa também se veio

À São Funda pr'agradar
O Karl mandou um poema
Quer o Muff um tal minete
Jorge Costa perde o tema
No espanto do radanho
E andará ranho no ar?
Então como é que ficamos
Nesta alegre confraria?
Vamos só ao cão dar banho
Não comemos
Nem bebemos
E nem de cima saímos?
Dancemos, irmãos
Dancemos
Se calhar um minuete
E àqueles p'ra quem o amanho
É confusão e problema
Recordemos que sem tamanho
Vai-se a ver
... nem vale a pena!

OrCa

Nota da editora: OrCa, já mereces estar na lista de colaboradores deste blog... hmmm...

O Karl Marqs fode (contracção de «Fez-me» com «uma ode»)

Estava a bela São sossegada e em descanso
Quando por entre a folhagem de um velho carvalho
Assoma um pequenino mas lindo passaralho
incomodando assim seu merecido descanso

e diz o impertinente:
- Que fazes tu, q'inda agora vieste de férias?
logo responde a São: - deixa-te de lérias
que eu já estou pouco contente!


- Que se passa, bela Dama?
Será que lhe falta xalxixa?

- Ó passaralho, Xalxixa não espicha!
Olha que a mim ninguém faz a cama!


- Senhora, não se zangue (que mais bela ficais)!
- Eu, zangada, não estou
mas tenho aqui os meus ais
Pois rebaldaria no meu bloguinho andou
malta acesa os cortinados sujou.
E se ao Isso e mais ao Jorge apanho
não lhes dou tempo de comer o redanho!


Karl Marqs

Nota da editora - Quem não sabe o que é redanho (ou redenho) vá ao dicionário ou aos comentários do post anterior, em que as minhas visitas mostram o que é erudi São. A cultura é uma coisa bué de fixe!

21 abril 2004

In Illo Tempore

"Há uns bons anos, quando se levavam as amigas ao cinema, elas usavam umas cintas que pareciam de cortiça e não se conseguia meter nem o dedo mindinho.
Era cá uma trabalheira!...
O James Bond a despachar os maus e nós ali sem conseguir despachar as boas!

Tiko Woods"

Como é que eu não me hei-de babar toda?...

"Deixa-me dizer-te que a tua liberdade me inspira, São!
Que o teu blog me transpira, São!
Que dificilmente resisto, quando cá venho, a correr e agarrar na viola, São!
Que dou bastas vezes por mim a escorrer saliva, São!
Pudera eu ver-te no Parlamento, melhor que aquela cambada que o constitui, São!
És a minha chefe de sex, São!!!

OrCa"

Desculpem-me uns momentos mas preciso dos cortinados só para mim...

Mais um jogo - Pussy or Raw Meat?...

O Blue Bird, do blog Sapatos Vermelhos, enviou-nos um jogo muito interessante: Pussy or Raw Meat?...
Não vos vou dizer que acertei as 15, porque é evidente que eu sei distinguir a minha ratinha de carne de bife!

O melhor cuzinho da cidade


armácia de serviço. Um rapaz entra e pede ao farmacêutico:
- Eu quero a melhor vaselina que o senhor tiver aí, porque hoje eu vou comer um cuzinho que é um espectáculo!
O farmacêutico foi buscar a vaselina e entregou ao rapaz, que perguntou:
- Quanto custa?
- São 3 euros e 20 cêntimos - disse o farmacêutico.
O rapaz respondeu:
- O senhor não me entendeu. Hoje eu vou comer um cuzinho que é o melhor da cidade, é uma maravilha e eu não posso usar uma vaselina qualquer. Dê-me o
que existir de melhor!
O farmacêutico então pegou num gel lubrificante, explicou que era um produto importado, de altíssima qualidade, entregou-o ao rapaz, e este voltou a perguntar:
- Quanto custa?
- São 50 euros - disse o farmacêutico.
O rapaz respondeu:
- O senhor não me entendeu. Hoje eu vou comer um cuzinho que é inacreditável, é
uma coisa que não há como descrever e eu não posso usar um produto qualquer. Dê-me o que existir de melhor!
O farmacêutico então foi até às traseiras da farmácia, abriu um pesado cofre, voltou com um frasquinho minúsculo nas mãos e disse:
- Este é um gel lubrificante desenvolvido pela NASA. É um modelo experimental e este frasquinho com 20 ml custa 500 euros.
- Agora, sim! Agora o senhor entendeu o tipo de produto que eu preciso, pois hoje eu vou comer um cuzinho que é simplesmente perfeito!
O rapaz pagou e saiu. Então, um velhote que estava quieto na ponta do balcão a assistir à cena disse para o farmacêutico:
- Não vai comer coisa nenhuma, esse maricas vai é dar o cu!
- Porque é que acha isso?
- Você já viu alguém preocupar-se assim com o cu dos outros?

(enviado pela Maria)

20 abril 2004

Querida São Rosas,

O assunto não tem nada de divertido, mas parece-me pertinente que o refiras na Funda São.
A indústria norte-americana da pornografia está em estado de alerta vermelho por causa de dois testes de seropositivos (entre duas conhecidas sex stars) no espaço de alguns dias.
Fala-se em colocar dezenas de actores e actrizes de quarentena, ou até mesmo em suspender as produções.
A notícia está aqui.

Claro que, se não quiseres uma coisa séria podes pôr isto... que me deixou hipnotizado. Vá lá saber-se porquê.

Beijinhos,
AdamastoR

Recordações da Madeira - 2

Cá está alguém que fura as orelhas, não para pôr pilhas, mas sim para segurar as mamas!
Na Madeira não há complexos colonialistas.

Recordações da Madeira - 1

Será que alguém fura as orelhas para pôr pilhas?!... Ou os vibradores têm orelhas?!... Estou mais confusa que o Matrix...
Na Madeira há qualidade no atendimento ao turista.

Poema do Karl Marqs

O Emílio de Sousa já regressou da Serra Nevada e deve estar a aquecer os motores poéticos.
Enquanto
Isso não aparece, continuo a receber outros piropos, como este do Karl Marqs:

Ó minha amora silvestre!
Ó olhos de azeitona Gordal!
Ó bela imaCUlada e sem senão!
(Super tongue tira daí a mão!)
Ó mais linda das amoras do campo!
Ó Sol radioso do mais radioso dia de Primavera!
Ó fantástica neblina matinal!
Ó sonho sem fim nem lucidez!
Ó tu!
Ó São! Afunda o meu ser na maior das ignomínias e no maior dos desesperos!
Ai, eu! Que me dá uma coisa...

Depois desta quero um beijito ó xefaxfavor!

Tu sabes falar a uma mulher, Karlito. Nunca um homem me tinha dito que tenho «olhos de azeitona Gordal»... mereces um beijo dos meus grandes lábios húmidos... hmmm...

17 abril 2004

Vem-se aí o novo conto do Jorge Costa

Meninos, toquem sarapitolas por antecipação.
Meninas, aqueçam os vossos grelitos.
Está quase a sair o novo conto do Jorge Costa: «Um glorioso dia de Sol».
Entretanto, releiam «O sexo e a Cidade» no novo espaço do Jorge Costa.
Que delícia de banner, não é?...
Quem tem Ânus - na equipa - tem que ter medo. Muito medo!...

(enviada pela Gotinha)

ltas horas da madrugada, dois bêbedos filosofavam.
De repente, um deles pergunta:
- Supunhetemos e vaginemos caso um dia o mundo foda-se acabaço, o que fezes tu?
- Nádegas!
- Oh! Que pénis!

(roubada pelo Isso Agora... do blog Coisas de Gaja)

16 abril 2004

E porque haverias de querer...

E porque haverias de querer a minha alma
Na tua cama?
Disse palavras líquidas, deleitosas, ásperas
Obscenas, porque era assim que gostávamos.
Mas não menti gozo prazer lascívia
Nem omiti que a alma está além, buscando
Aquele Outro. E repito-te: porque haverias
De querer a minha alma na tua cama?
Jubila-te da memória de coitos e de acertos.
Ou tenta-me de novo. Obriga-me.

Hilda Hilst
Riem de quê? Nada garante que aquela mão seja do Manel...

(enviada pela Gotinha)

Aquele outro não via...

Aquele Outro não via a minha muita amplidão
Nada LHE bastava. Nem ígneas cantigas.
E agora vã, pareço-te soberba, magnífica
E fodes como quem morre a última conquista
E ardes como desejei arder de santidade.
(E há luz na tua carne e tu palpitas.)

Ah, porque me vejo vasta e inflexível
Desejando um desejo vizinhante
De uma Fome irada e obsessiva?

Hilda Hilst

15 abril 2004

Este é que deve dar cabo das alvíssaras (vísceras em árabe)...

Oração dos Aflitinhos - por Jorge Costa

Eu, Jorge Pecador, me confesso Senhor de nada e de todas as coisas, amante de verdades e mentiras, viajante daqui e dali, que nunca disse que não embora muitas vezes diga que sim.
Eu, Jorge Pecador, me confesso amante de todas as carnes, enchidas ou por encher, no ponto ou em rebuçado.
Eu, Jorge Pecador, me confesso usado e abusado por palavras e pensamentos menos lícitos, se não mesmo obscuros.
Eu, Jorge Pecador me confesso, aberto a todas as cousas que queiram ser penetradas, eventualmente afagadas, se não mesmo lambidas.
Eu, Jorge Pecador, me confesso capaz dos maiores fluxos e refluxos que o canal 26 me possa provocar.
Eu, Jorge Pecador, me confesso de actos e pensamentos lascivos e não lascivos... tais como comer bolas de berlim... já que jesuítas... não são o meu forte.
Este pobre pecador assim se confessa e não se retrai a dizer o quanto gosta de pecados. E de pecar.
Meninas e senhoras... deixem-me pecar.
Amén (nesta parte, o vendedor oportunista aproveita e grita "...doins!")

Fashion TV de volta, já!

O AdamastoR está inconsolável.
Não é que os senhores da TV Cabo, sem qualquer resmama (o mesmo que respeito) pelos seus clientes, resolveram retirar a Fashion TV da sua grelha normal de canais?
Diz ele:
- Fiquei desinspirado (a coisa não sobe, percebes?!) desde que a TV Cabo decidiu acabar com o Playboy TV e com a Fashion TV - os meus canais de televisão preferidos! Foram substituídos por um anúncio a dizer «Action Lusomundo em breve neste canal» o que, ainda por cima, é publicidade enganosa, já que a verdadeira acção estava nos anteriores canais, companheiros de tantas jornadas oníricas ou orgíacas.
Já o consegui pôr a meia-haste quando o informei de que a Playboy TV só mudou de canal.
Mas também estou desconsolada por termos perdido a Fashion TV. Meninas, escolham aqui o vosso modelo favorito.
E havia lá algo de mais erótico que a rubrica «Midnight Hot», que passava às 23h00m?...
Os senhores da TV querem dar Cabo de nós? Hmmm?...

14 abril 2004

Mais um conto do Jorge Costa na forja

Para já, fiquem-se - ou venham-se - com o título: «Um glorioso dia de Sol».
Entretanto, releiam o conto «O sexo e a Cidade» no novo espaço do Jorge Costa. Relembrem a Dª Marquinhas, as suas galinhas e o seu gato, numa aventura de sexo e emoção sem limites!
Este banner está mesmo a pedir que cliquemos, não está?...
Vou viajar até Domingo. Espero que haja um CyberCafé no meu destino para vos manter «com a chama acesa»... hmmm...

A Shivaree recomenda (isto é, comenda de novo):

Experimentem jogos eróticos aos montes...
...apreciem raparigas «ao natural»...
...aqui têm a prova de que o modo vibratório dos telemóveis não foi criado inocentemente...
...vejam os resultados de uma sondagem sobre masturbação...
...apreciem uma anedota clássica apresentada em filme - White Bits...
...conheçam uma enfermeira para vos dar ataques cardíacos...
...e apreciem as Naked News...

A Titas apresenta a votação do almoço do Blog

Ainda bem que no desenho não há mulheres, senão já estava tramada...

Um clássico é sempre um clássico (e vir-se-vem-se... digo, vice-versa)


á não muito tempo atrás havia, numa pequena aldeia das Beiras, bem lá do interior, uma jovem bela e bem apessoada, na sua flor da idade mas que, como tantas e tantas vezes acontece por aquelas bandas, provinha de família numerosa e carenciada de tudo quanto eram bens materiais relevantes. Nomeadamente dinheiro, que realmente estava muito em falta naquela casa.
Que era pobre sim, mas honesta e recatada.
Pai severo, mãe trabalhadora, idem para os irmãos, parte deles emigrados pelas longínquas Franças. Pois essa jovem tinha atingido a idade casadoira numa virgindade pura apesar de, no seu âmago, sentir um fogo que a consumia e ela não sabia, nem podia, explicar!
Quis Deus que nessa longínqua terra tivesse enviuvado recentemente um homem ainda na flor da idade, cheio de força e de fôlego e a quem a falecida esposa nunca teve a sabedoria de acalmar ímpetos. Pois tal homem possuía fortuna considerável, entre terras e liquidez, e desejava ardentemente possuir a nossa flor silvestre. Dirigiu-se a casa da bela e, bem conver$ado o pai da moça, logo se combinou o enlace matrimonial, assim que o decoro do luto obrigatório o permitisse.
A espera desesperava a moça, que apesar de não ver com bons olhos o semi-velhote, ansiava pelo momento de apagar seus fogos. E desesperava o nosso herói, pois que a abstinência o importunava no seu âmago! Oh, fogo que com fogo se apaga!...
Neste desespero, só o pai da bela se contentava. Pois que o futuro genro já tinha providenciado telefone lá para casa, os telemóveis vinham a caminho, já se tinham comprado duas arcas frigoríficas para encher com tudo o que era de bom e do melhor, uma viatura para o filho do meio também já tinha sido encomendada (os outros, dada a fartura recente proporcionada pelo futuro casamento da irmã, estavam a pensar regressar definitivamente) e até uma TV a cores com DVD já fazia parte do mobiliário da sala. Fartura, fartura, fartura!
O tão almejado dia chegou! Casamento farto, belo, que ninguém deixou em vergonha. Ela, linda no seu fato da mais pura branca seda. Ele, muito direito e solene.
Após a cerimónia, festança comida, desaparecem os noivos para a merecida lua de mel. De regresso, a vida volta à sua normalidade.
... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ...
Mas um dia a moça entra desabrida em casa dos pais. Chorava desalmadas desgraças. Quase não conseguia falar. Senta-se no sofá (novo, recente aquisição do seu marido para seu pai...) e chora, chora, chora...
O pai, muito aflito. A mãe, com um copo de água, a tremer incontrolavelmente!
E diz o pai:
- Minha filha, o que se passa contigo?
Assoa-se a moça:
- Pai, quero o divórcio!!!
Cai um silêncio pesado, incrédulo, quase fúnebre, naquela sala recentemente pintada pelo genro.
- Mas, mas, mas, mas... - é só o que consegue dizer o pai.
- Sim, porque o meu marido é um depravado!
- Depravado, minha filha?! Depravado, como?
- Só quer fazer sexo anal comigo, meu pai! E nunca se lhe acaba o apetite! Eu não posso baixar-me para limpar o chão, eu não posso debruçar-me sobre a mesa, eu tenho que ser rápida a sentar-me numa cadeira, porque ele não perdoa! Está sempre pronto a penetrar-me o ânus! Sempre! Eu não aguento mais...
- Mas, mas, mas, mas... - repete o pai.
- Eu, meu pai, tinha um cuzinho do tamanho de uma moeda de 1 cêntimo!... E agora, meu pai, o meu cuzinho já tem o tamanho de um Euro!
Impôe-se um silêncio constrangido na sala. O pai levanta-se, lentamente. Imponente, apesar da idade.
Compõe o bigode. Sacode as calças. Gargareja para aclarar a voz e diz:
- Filha! Não sei que educação a tua mãe te deu! Mas esposa nenhuma se pode querer divorciar de seu marido por causa de 99 cêntimos!

(enviada pelo Karl Marqs)

13 abril 2004

Onde está o Wally? - a funda ver São

Descubram na imagem onde estão o AdamastoR, o Bichana Gato, o Branco Velho, a Didas, o Emílio de Sousa, o Fernando M., o Gaita, a Gotinha, o Isso Agora..., o Jorge Costa, o Jota Kapa, o Karl Marqs, o Katraponga, a Maria, o Matrix, o Muff, o Ponto G, o Predatado, o Senhor Sepultura, a Shivaree, o Sombra, o Super Tongue, o Tiko Woods, a Titas, o Xupacabras, outros e outras:
Temos que combinar um almoço...
Alvíssaras (vísceras em árabe) a quem os conseguir identificar.

12 abril 2004

Conto erótico turco


ilionário, Salim não se tinha casado porque não queria gastar dinheiro.
O seu único luxo era a sua empregada, Rosita, uma morenaça mesmo muito jeitosa.
Todos os dias, durante anos, quando Salim chegava a casa, a Rosita servia o
jantar e ia tomar banho.
Até que um dia Salim estava a jantar e começou a ouvir o barulho da água e a pensar na Rosita a tomar banho.
Comeu a sopa e pensava na Rosita a tomar banho...
Comeu o peixe e pensava na Rosita a tomar banho...
Comeu a sobremesa e pensava na Rosita a tomar banho...
Até que se levantou da mesa e foi até à casa de banho.
Bateu à porta:
- Rosita, está a tomar banho?
- Estou, senhor Salim.
- Rosita, abra a porta.
- Mas, senhor Salim, estou nua!...
- Rosita, abra a porta para o seu amo.
... ... ...
- Rosita, abra a porta para o seu amo.
... ... ...
- Rosita, já disse. Abra a porta para o seu amo.
... ... ...
A empregada não resiste e acaba por abrir a porta. Salim entra na casa de banho, vê
a Rosita nua e pergunta:
- Rosita, quer foder o seu amo?
- Mas... senhor Salim... eu não sei...
- Rosita, quer foder o seu amo?
- Sim, quero sim, senhor Salim.
Então, Salim salta para cima dela... põe a mão na torneira, fecha-a e diz:
- Não vai foder o seu amo, não senhora! Chega de gastar água!

(enviado pela Maria)

11 abril 2004

Clique se é homem ou se, sendo mulher, também acha que o pénis de que dispõe é pequeno

(enviado por Tiko Woods)

Estou na Blogopédia

O Vizinho criou um espaço - Blogopédia - para quem quiser lá explicar a origem do nome do seu próprio blog.
Como sou uma desbocada, já lá descrevi o porquê d'a funda São:
"Porquê «a funda São»? Faço colecção de arte erótica. Se eu quiser algum dia abrir um espaço público para a expor, que tal criar uma fundação? E já que sou São... ficaria «a funda São». Entretanto, ao ler o «Blogotinha» e o «Abaixo o Chispe Viva o Iogurte» (estes que tentem explicar o nome) fiquei com vontade de ter também o meu cantinho. E aí está a primeira mostra pública d'a funda São. Na forma de blog. Que, diga-se, me tem dado muito gozo... hmmm..."
Nada que vocês não soubessem já... sim... já... oh... sim... etc.

10 abril 2004

Masturbação - de Maria Tereza Horta

Eis o centro do corpo
o nosso centro
onde os dedos escorregam devagar
e logo tornam onde nesse
centro
os dedos esfregam - correm
e voltam sem cessar

e então são os meus
já os teus dedos

e são meus dedos
já a tua boca

que vai sorvendo os lábios
dessa boca
que manipulo - conduzo
pensando em tua boca

Ardência funda
planta em movimento
que trepa e fende fundidas
já no tempo
calando o grito nos pulmões da tarde

E todo o corpo
é esse movimento
que trepa e fende fundidas
já no tempo
calando o grito nos pulmões da tarde

E todo o corpo
é esse movimento
em torno
em volta
no centro desses lábios

que a febre toma
engrossa
e vai cedendo a pouco e pouco
nos dedos e na palma

(enviado por Tiko Woods)

09 abril 2004

Procuram-se coelhinhas da Páscoa

Estou eufórica (eu não disse eufódica)!
Recebi um e-mail do Brasil:

"Oi pessoal da Funda São [o pessoal sou eu],
Gostaria se possível receber de seus arquivos fotos de gatas bem gostosas, e eu repito deliciosas, vestidas com orelhinhas de coelho da páscoa, para poder reenviá-las para a galera.
No último email recebido de um amigo ele zuou comigo com esta apresentação de slaides que estou enviando a vocês [mandei-vos por e-mail].
Por isso quero algo engraçado também para dar o troco.
Forte abraço
^A^njo Macho"

Meu caro anjo sem sexo indeterminado,
Putisgrila, mêrmão! Coelhinhas, não encontro, mas lhe dou uma sugestão: envie a seus amigos a imagem em anexo e lhes diga para procurarem o coelhinho da Páscoa nesta toca. Legal, né?
Um beijo,
São


Uma técnica para apanhar o coelhinho é oferecer-lhe uma cenoura....
Se não perceberem, peçam a alguém para vos ler em voz alta...

O casamento muçulmano segundo Alá


ara prepararem o casamento religioso, um casal muçulmano «moderno» visita um Mullah em busca de conselho.
No final, o Mullah quer saber se eles têm mais alguma dúvida. E o homem pergunta:
- Nós sabemos que é uma tradição no Islão os homens dançarem com homens e
mulheres dançarem com mulheres. Mas na nossa festa de casamento gostaríamos
de sua permissão para que todos dancem juntos.
- Nem pensar! - diz o Mullah. - É imoral. Homens e mulheres dançam sempre separados.
- Então após a cerimónia eu não posso dançar nem com a minha própria mulher?
- Não! - respondeu o Mullah - É proibido pelo Islão.
- Está bem - diz o homem.
- E que tal sexo? Podemos finalmente fazer sexo?
- É claro! - responde o Mullah - Alá é Grande! No Islão, o sexo é bom dentro do casamento, para ter filhos.
- E quanto a posições diferentes? - pergunta o homem.
- Alá é grande! Sem problemas!
- Mulher por cima? - pergunta o homem.
- Claro! Alá é grande. Pode ser!
- De gatas?
- Claro! Alá é grande!
- Na mesa da cozinha?
- Sim, sim! Alá é grande!
- Posso fazê-lo, então, com as minhas quatro mulheres juntas, em colchões de
borracha, com uma garrafa de óleo quente, alguns vibradores, chantilly, acessórios de couro, um pote de mel e vídeos pornográficos?
- Claro que pode! Alá é grande!
- Podemos fazer de pé?
- Nãããããão! Isso é que não! De maneira nenhuma!
- E porque não? - pergunta o homem, surpreso.
- Porque vocês podiam entusiasmar-se e começar a dançar!

(enviado pelo Humano)