25 dezembro 2011
24 dezembro 2011
«conversa 1866» - bagaço amarelo

Eu - Também acho.
Ela - Se ele existisse mesmo é que era fixe... com esta crise!
Eu - Sim, se me desse um bacalhau e uma garrafa de Porto, ficava-lhe grato.
Ela - Ah! Não estava a falar dessa crise. Estava a falar da minha crise.
Eu - Qual?
Ela - O que eu pedia ao Pai Natal era uma noite de sexo.
Eu - Ah!
Ela - E tu?
Eu - Por essa ordem de ideias não lhe pedia nada, a não ser que ficasse bem longe de mim.
Ela - És sempre o mesmo.
bagaço amarelo
Blog «Não compreendo as mulheres»
23 dezembro 2011
O Cometa
Vera entrou em casa, viu as chaves de Manuel dentro do cinzeiro em cima do móvel da entrada e gritou enquanto caminhava à procura dele:
– Um planeta. Um planeta!
Manuel, sentado em frente ao portátil pousado na mesa da cozinha, viu Vera entrar, lançar a mala para cima da mesa e, em silêncio, ouviu-a repetir num sussurro sentido:
– Um planeta!
O homem coçou a sobrancelha esquerda num tique nervoso e permaneceu sentado e calado à espera da explicação para os três planetas que Vera lançara desde que entrara em casa.
Vera abriu a mala e procurou, no meio do caos e da matéria negra que se concentrava aí dentro, o seu telemóvel.
Manuel passou as pontas dos dedos da mão direita pelo queixo, suspeitava saber do que estava ela à procura e de onde lhe provinha a fúria mas permaneceu calado e expectante, tendo confirmado as suas suspeitas quando ela lhe mostrou o telemóvel como se o objecto fosse, só por si, uma acusação incontestável. Manuel só não conseguia perceber de onde vinham os planetas.
– Sabes o que é isto? – Perguntou Vera agitando o telemóvel. Manuel anuiu com a cabeça. Vera continuou: – E para que serve? – Manuel repetiu o gesto. Vera acrescentou com desprezo: – Bem me parecia que era só por não me quereres ligar.
Manuel juntou as mãos em cima da mesa e entrelaçou os dedos.
– Nem uma mensagem, foda-se! – Recriminou Vera, largando o telemóvel em cima da mesa ao lado da mala. – Nem um miserável sms…
Manuel pensava numa desculpa que, na realidade, nem lhe apetecia dar. “Não me apetecia falar e sms é para meninas.” Manuel riu para dentro: “Ou para enviar a meninas.”
– Não dizes nada?! – Vera esperara por uma das desculpas esfarrapadas com que o companheiro a costumava brindar e que a enfureciam mas, ao mesmo tempo, a divertiam; a ausência de desculpa era uma novidade para a qual não estava preparada. Puxou uma cadeira e sentou-se, olhando-o fixamente como se, assim, lhe conseguisse arrancar uma resposta.
Manuel esperou, olhou para os dedos que movia sem separar as mãos, e esperou que ela voltasse a mexer no telemóvel. Nervosa, Vera desviou o olhar e tocou no telemóvel, fazendo-o girar. Deixou-o parar por si e agarrou-o. Sem levantar os olhos das mãos, Manuel sorriu. Fechou o sorriso e perguntou:
– E o planeta? O que era o planeta?
Vera uniu as mãos com o telemóvel lá dentro. Sérgio dava-lhe valor, mimava-a. Ligava-lhe para lhe dizer que se lembrara de si por coisas insignificantes e mandava-lhe mensagens dúbias com segundos e terceiros sentidos que a faziam corar e rir como uma adolescente. “E, no entanto, é este parvo que me tem. Que me come.” Sérgio era um satélite. Uma lua que girava em torno de si. “Um planeta. Eu sou um planeta…”
– E tu pensas que és o sol – concluiu Vera, sem mais explicações.
– Eu penso que sou o sol?
– Sim, pensas – concordou Vera – mas não és.
– E o planeta, és tu?
– Sou.
– E eu sou o sol – Manuel sorriu luminosamente; sentia-se assim.
– Não – atalhou Vera, com cortante secura –, não és.
O sorriso de Manuel extinguiu-se. Vera estudou-lhe o rosto, invulgarmente tenso, e sentiu uma estranha leveza, um bizarro e surpreendente bem-estar. O telemóvel vibrava-lhe nas mãos sinalizando a recepção de um sms.
– És um cometa – disse Vera a sorrir. – Um cometa brilhante, que nos alegra as noites e nos assombra os dias… – Vera sentia cócegas nas palmas das mãos e sorria – mas que se vai. – Manuel olhava-a em silêncio com ar estranho, algo alucinado. O telemóvel parou de vibrar. Vera concluiu, sem contemplações mas ainda tranquila: – Um cometa que brilha como o sol e que nos engana e que depois nos maravilha…
– Que nos alegra as noites e assombra os dias – repetiu Manuel que gostara da frase.
– Sim mas que se vai e no fim deixa apenas um rasto que se vê durante algum tempo mas depois se perde e se esquece…
– Até que volta.
– Tu não és dos que volta.
– Um planeta. Um planeta!
Manuel, sentado em frente ao portátil pousado na mesa da cozinha, viu Vera entrar, lançar a mala para cima da mesa e, em silêncio, ouviu-a repetir num sussurro sentido:
– Um planeta!
O homem coçou a sobrancelha esquerda num tique nervoso e permaneceu sentado e calado à espera da explicação para os três planetas que Vera lançara desde que entrara em casa.
Vera abriu a mala e procurou, no meio do caos e da matéria negra que se concentrava aí dentro, o seu telemóvel.
Manuel passou as pontas dos dedos da mão direita pelo queixo, suspeitava saber do que estava ela à procura e de onde lhe provinha a fúria mas permaneceu calado e expectante, tendo confirmado as suas suspeitas quando ela lhe mostrou o telemóvel como se o objecto fosse, só por si, uma acusação incontestável. Manuel só não conseguia perceber de onde vinham os planetas.
– Sabes o que é isto? – Perguntou Vera agitando o telemóvel. Manuel anuiu com a cabeça. Vera continuou: – E para que serve? – Manuel repetiu o gesto. Vera acrescentou com desprezo: – Bem me parecia que era só por não me quereres ligar.
Manuel juntou as mãos em cima da mesa e entrelaçou os dedos.
– Nem uma mensagem, foda-se! – Recriminou Vera, largando o telemóvel em cima da mesa ao lado da mala. – Nem um miserável sms…
Manuel pensava numa desculpa que, na realidade, nem lhe apetecia dar. “Não me apetecia falar e sms é para meninas.” Manuel riu para dentro: “Ou para enviar a meninas.”
– Não dizes nada?! – Vera esperara por uma das desculpas esfarrapadas com que o companheiro a costumava brindar e que a enfureciam mas, ao mesmo tempo, a divertiam; a ausência de desculpa era uma novidade para a qual não estava preparada. Puxou uma cadeira e sentou-se, olhando-o fixamente como se, assim, lhe conseguisse arrancar uma resposta.
Manuel esperou, olhou para os dedos que movia sem separar as mãos, e esperou que ela voltasse a mexer no telemóvel. Nervosa, Vera desviou o olhar e tocou no telemóvel, fazendo-o girar. Deixou-o parar por si e agarrou-o. Sem levantar os olhos das mãos, Manuel sorriu. Fechou o sorriso e perguntou:
– E o planeta? O que era o planeta?
Vera uniu as mãos com o telemóvel lá dentro. Sérgio dava-lhe valor, mimava-a. Ligava-lhe para lhe dizer que se lembrara de si por coisas insignificantes e mandava-lhe mensagens dúbias com segundos e terceiros sentidos que a faziam corar e rir como uma adolescente. “E, no entanto, é este parvo que me tem. Que me come.” Sérgio era um satélite. Uma lua que girava em torno de si. “Um planeta. Eu sou um planeta…”
– E tu pensas que és o sol – concluiu Vera, sem mais explicações.
– Eu penso que sou o sol?
– Sim, pensas – concordou Vera – mas não és.
– E o planeta, és tu?
– Sou.
– E eu sou o sol – Manuel sorriu luminosamente; sentia-se assim.
– Não – atalhou Vera, com cortante secura –, não és.
O sorriso de Manuel extinguiu-se. Vera estudou-lhe o rosto, invulgarmente tenso, e sentiu uma estranha leveza, um bizarro e surpreendente bem-estar. O telemóvel vibrava-lhe nas mãos sinalizando a recepção de um sms.
– És um cometa – disse Vera a sorrir. – Um cometa brilhante, que nos alegra as noites e nos assombra os dias… – Vera sentia cócegas nas palmas das mãos e sorria – mas que se vai. – Manuel olhava-a em silêncio com ar estranho, algo alucinado. O telemóvel parou de vibrar. Vera concluiu, sem contemplações mas ainda tranquila: – Um cometa que brilha como o sol e que nos engana e que depois nos maravilha…
– Que nos alegra as noites e assombra os dias – repetiu Manuel que gostara da frase.
– Sim mas que se vai e no fim deixa apenas um rasto que se vê durante algum tempo mas depois se perde e se esquece…
– Até que volta.
– Tu não és dos que volta.
Argumento convincente
Convencer um homem a fazer alguma coisa não é tão difícil assim.

Na verdade é muito fácil, quando se tem peitos.
Capinaremos.com
Na verdade é muito fácil, quando se tem peitos.
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22 dezembro 2011
Frases do Ricardo Esteves - voos domésticos

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Somos prisioneiros dos nossos fantasmas

Bom comportamento
2 páginas (cricar em "next page")
oglaf.com
21 dezembro 2011
20 dezembro 2011
Eva portuguesa - «Caçada!»
"São muitas as vezes em que me perguntam se não tenho receio de ser «caçada»; de alguém do meu mundo real descobrir esta minha outra vida...
Ora bem, à partida a minha resposta é sempre Não. Não, porque também ninguém me pergunta se tenho comida em casa ou dinheiro para pôr na mesa... ninguém se dispõe a ajudar quando preciso... ninguém me convida para eu ter sítio onde dormir com o meu filhote... ninguém me questiona se tenho dinheiro suficiente para sobreviver... e sobretudo para sustentar o meu menino.
Após a invariável pergunta de «já arranjaste trabalho?» e a resposta negativa de minha parte, a resposta é: «pois... está difícil!...»
A minha vontade é rir-me na cara destes falsos preocupados e gritar-lhes: Onde é que vocês pensam que eu tenho ido buscar dinheiro para me sustentar e a uma criança?! Idiotas!
E confesso que racionalmente é isso que penso. E até hoje também era isso que sentia... Até hoje, porque hoje fui «caçada» por aquele que é o meu melhor amigo há 20 anos... e fiquei... muuuuuito sem graça!...
Senti-me exposta, falsa, uma fraude!...
E atenção que estamos a falar de uma pessoa que me conhece muito bem,que não é uma falsa moralista e que eu sei que jamais me prejudicaria!...
Não nasceu em mim um sentimento de receio mas sim de vergonha!
Hoje foi a primeira vez que senti vergonha daquilo que faço...
Hoje senti culpa...
Mas depois... ele envia um sms à Eva em que diz: «Cada dia que passa admiro mais a mulher extraordinária que és!»...
E assim, de repente, percebi que, pelo menos neste caso, até foi bom ser «caçada»... relembrei o verdadeiro significado e valor da palavra amizade... e amei ainda mais este Homem que, sendo uma pessoa bem sucedida e pai de família, conhecendo-me desde pequena, compreendeu, sem eu lhe ter explicado o porquê da Eva, o valor e veracidade da mulher que está por detrás dela...
A esse enorme amigo dedico este artigo «caçada»."
Eva
blog Eva portuguesa - porque o prazer não é pecado
Ora bem, à partida a minha resposta é sempre Não. Não, porque também ninguém me pergunta se tenho comida em casa ou dinheiro para pôr na mesa... ninguém se dispõe a ajudar quando preciso... ninguém me convida para eu ter sítio onde dormir com o meu filhote... ninguém me questiona se tenho dinheiro suficiente para sobreviver... e sobretudo para sustentar o meu menino.
Após a invariável pergunta de «já arranjaste trabalho?» e a resposta negativa de minha parte, a resposta é: «pois... está difícil!...»
A minha vontade é rir-me na cara destes falsos preocupados e gritar-lhes: Onde é que vocês pensam que eu tenho ido buscar dinheiro para me sustentar e a uma criança?! Idiotas!
E confesso que racionalmente é isso que penso. E até hoje também era isso que sentia... Até hoje, porque hoje fui «caçada» por aquele que é o meu melhor amigo há 20 anos... e fiquei... muuuuuito sem graça!...
Senti-me exposta, falsa, uma fraude!...
E atenção que estamos a falar de uma pessoa que me conhece muito bem,que não é uma falsa moralista e que eu sei que jamais me prejudicaria!...
Não nasceu em mim um sentimento de receio mas sim de vergonha!
Hoje foi a primeira vez que senti vergonha daquilo que faço...
Hoje senti culpa...
Mas depois... ele envia um sms à Eva em que diz: «Cada dia que passa admiro mais a mulher extraordinária que és!»...
E assim, de repente, percebi que, pelo menos neste caso, até foi bom ser «caçada»... relembrei o verdadeiro significado e valor da palavra amizade... e amei ainda mais este Homem que, sendo uma pessoa bem sucedida e pai de família, conhecendo-me desde pequena, compreendeu, sem eu lhe ter explicado o porquê da Eva, o valor e veracidade da mulher que está por detrás dela...
A esse enorme amigo dedico este artigo «caçada»."
Eva
blog Eva portuguesa - porque o prazer não é pecado
Frases do Ricardo Esteves - amor em apneia

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«Cancioneiro do Bairro-Alto» - uma pérola literária de 1864
O título completo é «Cancioneiro do Bairro-Alto - collecção de chistosas poesias de um autor patusco offerecidas a certas meninas que fazem certas coisas» e tem como local de publicação Cadiz (decerto inventado) e a data de 1864.
E como soube eu da existência deste livro? A «Apenas Livros» publicou-o agora, em edição facsímile (reprodução exacta da edição original). E está à venda por apenas € 10. Muito bem empregues, digo eu.
O meu exemplar já está na minha colecção... e vai servir certamente de base a futuros encontros d'a funda São.
Deixo-vos um comentário do nosso Jorge Castro, que também já tem este «Cancioneiro»:
"É coisa de ir às lágrimas: 146 páginas do melhorio (em contraponto ao piorio).
A temática poderá, talvez, apresentar-se, logo no preâmbulo, através da seguinte quadra:
De caralhos lambões adorno a lyra,
Que a musa bregeira aqui me inspira;
E que sejam meus versos galhofeiros
Delícia do putedo e dos bregeiros.
Ocorreu-me que este poderia ser um prato forte do próximo encontro d'A Funda.
No encontro poderia ser obrigatório (mais ou menos, claro) cada um dizer um poema do livro, à vez, e em esquema de távola redonda, pelo que poucos ou nenhuns se poderiam furtar.
Que me dizes?
Jorge Castro"Que haveria eu de dizer? Vamos nessa!
19 dezembro 2011
«conversa 1860» - bagaço amarelo

Eu - Fui...
Ela - Estiveste em algum minete?
Eu - Em algum minete?!
Ela - Sim, aquelas torres das mesquitas... disseram-me que não se pode ir a nenhuma.
Eu - Talvez queiras dizer minarete...
Ela - É isso, vai dar tudo ao mesmo.
Eu - Pois... o problema é que não vai.
Ela - Não vai?
Eu - Não... não sabes o que é um minete?
Ela - É o quê?
Eu - Tecnicamente é passar a língua no clitóris e nos lábios vaginais duma mulher...
Ela - Ah! Caraças...
Eu - O que foi?
Ela - Já sei porque é o meu amigo muçulmano com quem falei sobre isto se estava a rir...
bagaço amarelo
Blog «Não compreendo as mulheres»
Conspiração universal
Às vezes você acha que está com sorte.

Até ter a certeza de que isso não existe pra você.
Capinaremos.com
Até ter a certeza de que isso não existe pra você.
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18 dezembro 2011
«E o espírito de Natal 2011 já fez a primeira vítima!» - Didas
A análise da Didas ao azar do Comandante da Polícia Municipal de Coimbra, que quis desejar um bom Natal aos funcionários da autarquia de Coimbra mas enganou-se no anexo que colocou no mail:
"Ora vamos lá pôr os pontos nos "is" ao Sr. Presidente da Câmara Municipal de Coimbra que obrigou o comandante da polícia municipal a pedir a suspensão por ter enviado a todos os trabalhadores (desculpem se ofendi alguém), durante a hora de serviço, uma mensagem de Natal com conteúdo erótico.
1. Já sabemos quem mandou a mensagem. Agora a malta quer saber quem se chibou às televisões. Se foi o presidente himself é porque já andava com vontade de fazer a folha ao comandante, por isso tinha mesmo que ser; se foi outro gajo qualquer o mais certo é tê-lo feito por inveja ao ordenado de boss da polícia, muito mais convidativo a um natal feliz que o de operacional.
2. A malta também quer saber se quem se chibou às televisões o fez ou não dentro da hora de serviço.
3. A malta (pelo menos aqui na padaria) não percebeu o conteúdo erótico da mensagem. As gajas seminuas (foi o que ouvimos dizer na reportagem) parecem saídas do catálogo do Centroxogo no carnaval, o que é mais de fugir do que erótico. A mensagem propriamente dita é do mais sério. Vejam bem, o homem deseja a todos os colegas, para 2012, "relações sexuais incríveis"! Não deseja pinadas, nem cambalhotas, nem quecas. Deseja "relações sexuais", assim mesmo com linguagem de médico. "A senhora tem que usar esta pomada antes de ter relações sexuais", por exemplo, querem coisa menos erótica do que isto?
4. A ser suspenso, o bacano devê-lo-ia ter sido por razões bem diversas. A saber:
4 a) Por ter feito um PPS. Isso sim, é criminoso. Se for um daqueles em que as letrinhas vão aparecendo uma de cada vez já merece no mínimo pena de prisão efectiva, e se tiver anjinhos com glitter ou ursinhos agarrados a corações XL (o que desconhecemos) é pena máxima - 25 anos. Se no final disser que deverá ser reencaminhado para dez pessoas para provar que se é amigo do mandante é pena máxima e 50 chibatadas.
4 b) Por ter desejado "que trabalhes muito". Há pessoas que não reagem bem a esse tipo de provocação e até são capazes de se sentir mal e ter qualquer coisa má.
4 c) Por ter desejado que "te paguem bem". A seguir ao conselho que o nosso primeiro nos deu hoje para pouparmos é a peça de humor negro mais enjoativa que ouvimos nos últimos anos e deve ter posto a maralha toda a pensar "Vai mas é gozar o c..."!

Moral da história, meus amigos: Deixem-se dessas m*rdas de postais de Natal e concentrem-se em não serem apanhados na curva."
Didas
blog «Farinha Amparo»
_______________________________
A pedido de várias famílias (unipessoais), aqui está o PowerPoint sacrílego.
"Ora vamos lá pôr os pontos nos "is" ao Sr. Presidente da Câmara Municipal de Coimbra que obrigou o comandante da polícia municipal a pedir a suspensão por ter enviado a todos os trabalhadores (desculpem se ofendi alguém), durante a hora de serviço, uma mensagem de Natal com conteúdo erótico.
1. Já sabemos quem mandou a mensagem. Agora a malta quer saber quem se chibou às televisões. Se foi o presidente himself é porque já andava com vontade de fazer a folha ao comandante, por isso tinha mesmo que ser; se foi outro gajo qualquer o mais certo é tê-lo feito por inveja ao ordenado de boss da polícia, muito mais convidativo a um natal feliz que o de operacional.
2. A malta também quer saber se quem se chibou às televisões o fez ou não dentro da hora de serviço.
3. A malta (pelo menos aqui na padaria) não percebeu o conteúdo erótico da mensagem. As gajas seminuas (foi o que ouvimos dizer na reportagem) parecem saídas do catálogo do Centroxogo no carnaval, o que é mais de fugir do que erótico. A mensagem propriamente dita é do mais sério. Vejam bem, o homem deseja a todos os colegas, para 2012, "relações sexuais incríveis"! Não deseja pinadas, nem cambalhotas, nem quecas. Deseja "relações sexuais", assim mesmo com linguagem de médico. "A senhora tem que usar esta pomada antes de ter relações sexuais", por exemplo, querem coisa menos erótica do que isto?
4. A ser suspenso, o bacano devê-lo-ia ter sido por razões bem diversas. A saber:
4 a) Por ter feito um PPS. Isso sim, é criminoso. Se for um daqueles em que as letrinhas vão aparecendo uma de cada vez já merece no mínimo pena de prisão efectiva, e se tiver anjinhos com glitter ou ursinhos agarrados a corações XL (o que desconhecemos) é pena máxima - 25 anos. Se no final disser que deverá ser reencaminhado para dez pessoas para provar que se é amigo do mandante é pena máxima e 50 chibatadas.
4 b) Por ter desejado "que trabalhes muito". Há pessoas que não reagem bem a esse tipo de provocação e até são capazes de se sentir mal e ter qualquer coisa má.
4 c) Por ter desejado que "te paguem bem". A seguir ao conselho que o nosso primeiro nos deu hoje para pouparmos é a peça de humor negro mais enjoativa que ouvimos nos últimos anos e deve ter posto a maralha toda a pensar "Vai mas é gozar o c..."!

Moral da história, meus amigos: Deixem-se dessas m*rdas de postais de Natal e concentrem-se em não serem apanhados na curva."
Didas
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A pedido de várias famílias (unipessoais), aqui está o PowerPoint sacrílego.
Até sempre, John & John!
Eu e John & John, foi mais que amor à primeira vista: foi sexo ao primeiro olho.O seu autor, o holandês d!o, foi sempre um cavalheiro: autorizou-me a publicar tudo aqui.
E, um dia, autorizou-me até a usar dois desenhos seus para t-shirts d'a funda São:
Contrapartida para estes miminhos? Apenas quis que lhe enviasse alguns exemplos de artesanato erótico de Portugal, o que eu fiz há um ano.
O livrinho «John & John - part 2» faz parte da minha colecção, com uma dedicatória que me deixa toda molhadinha:

Depois de 799 historinhas de banda desenhada do John & John, mais de 480 das quais traduzi e publiquei aqui n'a funda São, o seu autor, d!o, pediu-lhes para fazerem uma pausa. Definitiva ou não, nem ele sabe. Mas vamos ter saudades.
17 dezembro 2011
Os encantos de Coimbra
Para entenderes melhor, lê esta notícia:
«Comandante da polícia deseja "relações sexuais incríveis"»
O Comandante da Polícia Municipal de Coimbra quis desejar um bom Natal aos funcionários da autarquia de Coimbra, mas enganou-se no anexo que colocou no mail
HenriCartoon
Frases do Ricardo Esteves - acontece...

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16 dezembro 2011
Transparente
…
– Se me soubesses ver eu não precisava de estar aqui.
– Se eu te soubesse ver?
– Sim. Se tu visses quem eu realmente sou, eu não estava aqui.
– Tu estás aí porque eu não te vejo como tu realmente és?!
– Sim.
– Estás a brincar!?
– Não.
– Estás a falar a sério?
– Estou.
– Estás a dizer que a culpa é minha por estares aí?
– Eu não disse isso. A culpa é minha.
– Mas se eu te visse como realmente és não estavas aí.
– Sim. Acho que sim. Não estava.
– Mas eu vejo-te, Diogo. Aliás, se queres saber, eu vejo-te como realmente és e, ao estares aí, só dás razão ao que eu vejo que és… Não!... Desculpa.
– Não?!
– Não, não é por estares aí que me dás razão…
– Não?
– Não, não é. O que me dá razão é a essa conversa. O facto de estares a fazê-la aí é indiferente; podias fazê-la noutro sítio, noutra circunstância. O que interessa e o que me dá razão é a conversa. A tua conversa. E a pessoa que eu vejo é a pessoa que tem essa conversa, que faz essa conversa e não há outra pessoa para ver. Só essa. Só tu.
– Mas eu não estava a dizer que a culpa é tua.
– Eu sei, já me tinhas dito… Já te chamaram?
– Já.
– Do Ministério Público ou do Juízo?
– Dos dois. O julgamento é às 11:30.
– São 20 para o meio-dia. Não devias estar a falar com o teu advogado?
– Advogada.
– Não devias falar com ela?
– Eu queria era falar contigo.
– Já falaste. Acho que agora devias ir falar com a advogada.
– É feia. Eu não quero falar com ela. Quero falar contigo, não queres cá vir?
– Não, obrigada. Dispenso.
– Podias ser minha testemunha.
– Acho que não ias querer isso. Parece-me bem que não te ia favorecer.
– Contavas a nossa história e como me deixaste de rastos…
– Quanto foi?
– O quê?
– O grau. Quanto é que acusou?
– Dois e vinte sete gramas por litro.
– Bom!... A que horas?
– Às 5:20… (Sou eu!)
– Estão-te a chamar?
(– Sim, está bem.)
– Diogo!... Diogo!
(– Não, não falei. É aquela?... Posso falar.)
– Se me soubesses ver eu não precisava de estar aqui.
– Se eu te soubesse ver?
– Sim. Se tu visses quem eu realmente sou, eu não estava aqui.
– Tu estás aí porque eu não te vejo como tu realmente és?!
– Sim.
– Estás a brincar!?
– Não.
– Estás a falar a sério?
– Estou.
– Estás a dizer que a culpa é minha por estares aí?
– Eu não disse isso. A culpa é minha.
– Mas se eu te visse como realmente és não estavas aí.
– Sim. Acho que sim. Não estava.
– Mas eu vejo-te, Diogo. Aliás, se queres saber, eu vejo-te como realmente és e, ao estares aí, só dás razão ao que eu vejo que és… Não!... Desculpa.
– Não?!
– Não, não é por estares aí que me dás razão…
– Não?
– Não, não é. O que me dá razão é a essa conversa. O facto de estares a fazê-la aí é indiferente; podias fazê-la noutro sítio, noutra circunstância. O que interessa e o que me dá razão é a conversa. A tua conversa. E a pessoa que eu vejo é a pessoa que tem essa conversa, que faz essa conversa e não há outra pessoa para ver. Só essa. Só tu.
– Mas eu não estava a dizer que a culpa é tua.
– Eu sei, já me tinhas dito… Já te chamaram?
– Já.
– Do Ministério Público ou do Juízo?
– Dos dois. O julgamento é às 11:30.
– São 20 para o meio-dia. Não devias estar a falar com o teu advogado?
– Advogada.
– Não devias falar com ela?
– Eu queria era falar contigo.
– Já falaste. Acho que agora devias ir falar com a advogada.
– É feia. Eu não quero falar com ela. Quero falar contigo, não queres cá vir?
– Não, obrigada. Dispenso.
– Podias ser minha testemunha.
– Acho que não ias querer isso. Parece-me bem que não te ia favorecer.
– Contavas a nossa história e como me deixaste de rastos…
– Quanto foi?
– O quê?
– O grau. Quanto é que acusou?
– Dois e vinte sete gramas por litro.
– Bom!... A que horas?
– Às 5:20… (Sou eu!)
– Estão-te a chamar?
(– Sim, está bem.)
– Diogo!... Diogo!
(– Não, não falei. É aquela?... Posso falar.)
15 dezembro 2011
Frases do Ricardo Esteves - em silêncio...

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14 dezembro 2011
Anfitriã
Entro pela porta do céu nesse espaço que é teu e sinto-me transportado para um sonho acordado pelo suave bater dessas asas que me abraçam então.
Alada a imaginação à entrada, sobrevoo um campo florido nesse corpo despido e imito as plantas quando desenvolvo uma raiz para me agarrar, feliz, a esse lar que me escancaras, cativo, com a ternura de um sorriso e a iminente explosão num olhar que tem o cone de um vulcão reflectido.
Mergulho na lava, protegido pela paixão incandescente deste desejo tão ardente que eleva a temperatura do amor à de um inferno que me apresentas sedutor com a confiança que me inspiras.
Respiro fogo por instantes em cada jogo de amantes que inventamos nas novas posições que nos oferecem sensações inéditas, pouco antes de a tua voz anunciar (sobre o meu grito abafado) que está na hora de descolar para outro aposento ensolarado desse espaço que é meu.
E eu reentro pela porta do céu e sinto-me despertado pelo bater acelerado do teu coração, quando me acolhes no conforto da recepção instalada nesse peito que sinto arfar, envolto num abraço tão imenso, sob um calor tão intenso como o da lareira que arde agora como uma pequena fogueira na praia onde me imagino, em repouso, nesse doce regaço que me ofereces generosa.
A tua alma como uma chave.
E o teu corpo como uma casa.
Alada a imaginação à entrada, sobrevoo um campo florido nesse corpo despido e imito as plantas quando desenvolvo uma raiz para me agarrar, feliz, a esse lar que me escancaras, cativo, com a ternura de um sorriso e a iminente explosão num olhar que tem o cone de um vulcão reflectido.
Mergulho na lava, protegido pela paixão incandescente deste desejo tão ardente que eleva a temperatura do amor à de um inferno que me apresentas sedutor com a confiança que me inspiras.
Respiro fogo por instantes em cada jogo de amantes que inventamos nas novas posições que nos oferecem sensações inéditas, pouco antes de a tua voz anunciar (sobre o meu grito abafado) que está na hora de descolar para outro aposento ensolarado desse espaço que é meu.
E eu reentro pela porta do céu e sinto-me despertado pelo bater acelerado do teu coração, quando me acolhes no conforto da recepção instalada nesse peito que sinto arfar, envolto num abraço tão imenso, sob um calor tão intenso como o da lareira que arde agora como uma pequena fogueira na praia onde me imagino, em repouso, nesse doce regaço que me ofereces generosa.
A tua alma como uma chave.
E o teu corpo como uma casa.
13 dezembro 2011
Eva portuguesa - «Homens»
"Informo-vos de que não sou infeliz!
Para muitos poderá ser uma contradição: aparentemente entrego-me a homens que nada significam para mim, numa mera transacção económica; alguns que me tratam como um mero objecto e que não me valorizam como pessoa...
Mas, felizmente,a maior parte das vezes não é assim!
Tenho tido o privilégio de conhecer seres humanos extraordinários, alguns com histórias tristes, outros alegres... homens normais, que procuram prazer sem problemas, companhia descomplicada, sexo sem compromisso... e poucos são aqueles que me têm feito sentir como uma mulher-objecto. Alguns chegam a ser realmente meus amigos.
Noto, sobretudo, uma imensa solidão: casados ou solteiros, divorciados ou viúvos... ou porque não tiveram tempo de consolidar uma relação ou porque a perderam ou porque não se acham capazes ou merecedores; porque não sabem como fazê-lo, onde procurar, quem procurar...
Alguns são assumidamente viciados em adrenalina, em sexo; outros têm curiosidade; alguns querem «pisar o risco»; uns querem variedade; outros procuram apenas uma companhia feminina...
Há aqueles que procuram colmatar uma falha nos seus relacionamentos; há os que procuram um relacionamento; e depois há aquele grupo... das taras, dos fetiches; que não conseguem admitir a ninguém, nem a si próprios, que não imaginam concretizar com uma mulher «decente»... Taras por vezes tão sujas e tão anti-natura que jamais se atreveriam a assumir e concretizar que não com uma prostituta...
Mas esses... desses... falaremos noutra altura...
Homens... na sua maioria excelentes, carentes, generosos, honestos, educados, carinhosos, desejosos não só de receber mas também de dar... estes homens que me procuram e conquistam... os homens da minha cama..."
Eva
blog Eva portuguesa - porque o prazer não é pecado
Para muitos poderá ser uma contradição: aparentemente entrego-me a homens que nada significam para mim, numa mera transacção económica; alguns que me tratam como um mero objecto e que não me valorizam como pessoa...
Mas, felizmente,a maior parte das vezes não é assim!
Tenho tido o privilégio de conhecer seres humanos extraordinários, alguns com histórias tristes, outros alegres... homens normais, que procuram prazer sem problemas, companhia descomplicada, sexo sem compromisso... e poucos são aqueles que me têm feito sentir como uma mulher-objecto. Alguns chegam a ser realmente meus amigos.
Noto, sobretudo, uma imensa solidão: casados ou solteiros, divorciados ou viúvos... ou porque não tiveram tempo de consolidar uma relação ou porque a perderam ou porque não se acham capazes ou merecedores; porque não sabem como fazê-lo, onde procurar, quem procurar...
Alguns são assumidamente viciados em adrenalina, em sexo; outros têm curiosidade; alguns querem «pisar o risco»; uns querem variedade; outros procuram apenas uma companhia feminina...
Há aqueles que procuram colmatar uma falha nos seus relacionamentos; há os que procuram um relacionamento; e depois há aquele grupo... das taras, dos fetiches; que não conseguem admitir a ninguém, nem a si próprios, que não imaginam concretizar com uma mulher «decente»... Taras por vezes tão sujas e tão anti-natura que jamais se atreveriam a assumir e concretizar que não com uma prostituta...
Mas esses... desses... falaremos noutra altura...
Homens... na sua maioria excelentes, carentes, generosos, honestos, educados, carinhosos, desejosos não só de receber mas também de dar... estes homens que me procuram e conquistam... os homens da minha cama..."
Eva
blog Eva portuguesa - porque o prazer não é pecado
Frases do Ricardo Esteves - pode ser que pegue

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12 dezembro 2011
respostas a perguntas inexistentes - «dar uma foda»
"«Dei uma foda» é a pior maneira de dizer que se fodeu com alguém, mas há quem o faça. O verbo «dar» é um verbo merdoso para usar no Amor e no Sexo que, digam o que disserem, têm muito em comum e ainda bem. Não é que foder e Amar seja a mesma coisa, porque não é, mas que uma coisa implica a outra lá isso implica. Pelo menos enquanto houver força na verga.
O problema disto é que o verbo «dar» é um verbo padreca, ou seja, é um verbo próprio da desigualdade e, portanto, da misericórdia. Alguém dar uma coisa a outro quer dizer que alguém tinha a mais do que o outro. No Amor isso é mentira. Pelo menos no Amor a sério, aquele em que o Sexo tem um fade out de quinhentos beijos enquanto o tesão amolece com o entardecer. No bom Sexo fode-se mas nunca se dá uma foda.
Depois sobra o défice de quem dá. Quem dá uma esmola na rua a um pobre raramente percebe que do outro lado está uma pessoa, ou seja, uma vivência. É por isso que considera o verbo «dar» adequado à situação. É esse o défice do benfeitor e o riso de quem recebe. Mas «dar» é o verbo mais estúpido do mundo, porque também é o mais hipócrita e mentiroso. Ninguém dá nada a ninguém. Na melhor das hipóteses redistribui, e portanto repõe alguma justiça no mundo mundo, ainda que pouca. É assim na Economia, em que há ricos e pobres. Não é assim no Amor, em que só há ricos.
Na Economia, de facto, dá-se uma foda. No Amor fode-se."
bagaço amarelo
Blog «Não compreendo as mulheres»
_______________________
Kikas: "Eu sou uma purista da língua e,como tal, gosto de foder em bom português.
Em matéria de sexo, devemos deixar o singular fora da jogada. Não é que o "eu" e o "tu" tenham pouca relevância mas devemos utilizar preferencialmente a 1ª pessoa do plural.
Ou seja, perguntas do tipo "queres-me foder" ou "queres que te foda" têm implicações demasiado individualistas e anti natura. Parece que um fode e o outro assiste ... embora o voyeurismo activo ou passivo seja muito interessante, deve ser praticado na vertente ficcionada, seja a ler o Trópico de não sei quê ou a ver a Garganta da não sei quantas.
"Bora lá foder" é a frase imperativa que interessa praticar no novo léxico ou no novo acordo ortográfico ou no
mais velho
E se o léxico for praticado com o amor à lingua mater, melhor é a foda
"

Depois sobra o défice de quem dá. Quem dá uma esmola na rua a um pobre raramente percebe que do outro lado está uma pessoa, ou seja, uma vivência. É por isso que considera o verbo «dar» adequado à situação. É esse o défice do benfeitor e o riso de quem recebe. Mas «dar» é o verbo mais estúpido do mundo, porque também é o mais hipócrita e mentiroso. Ninguém dá nada a ninguém. Na melhor das hipóteses redistribui, e portanto repõe alguma justiça no mundo mundo, ainda que pouca. É assim na Economia, em que há ricos e pobres. Não é assim no Amor, em que só há ricos.
Na Economia, de facto, dá-se uma foda. No Amor fode-se."
bagaço amarelo
Blog «Não compreendo as mulheres»
_______________________
Kikas: "Eu sou uma purista da língua e,como tal, gosto de foder em bom português.
Em matéria de sexo, devemos deixar o singular fora da jogada. Não é que o "eu" e o "tu" tenham pouca relevância mas devemos utilizar preferencialmente a 1ª pessoa do plural.
Ou seja, perguntas do tipo "queres-me foder" ou "queres que te foda" têm implicações demasiado individualistas e anti natura. Parece que um fode e o outro assiste ... embora o voyeurismo activo ou passivo seja muito interessante, deve ser praticado na vertente ficcionada, seja a ler o Trópico de não sei quê ou a ver a Garganta da não sei quantas.
"Bora lá foder" é a frase imperativa que interessa praticar no novo léxico ou no novo acordo ortográfico ou no
E se o léxico for praticado com o amor à lingua mater, melhor é a foda
Frases do Ricardo Esteves - o novo leiteiro

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