Vertente de um ápice
Prisioneiro de fragas de ti
Nessa mina
Sacio a minha sede
Gotejante de um vórtice
Semente dos orvalhos de ti
Nesse vértice
Abarco o que me concedes
17 janeiro 2005
Pressenti o Sexo
"Cá por mim pressenti o sexo em cenário inesperado, estava numa aula de ginástica e deslizando corda abaixo, numa tentativa de ganhar à Mafalda. Não digo que não tivesse perdido de qualquer maneira, mas de repente o corpo descia vertiginosamente para o chão e algo dentro de mim se recusava a descer, pelo contrário!, subia para as nuvens. Algo que ardia entre as coxas, se espalhava pelo corpo inteiro e invadia a minha espantada cabeça. Não era preciso ser boa aluna a Física para entender que o atrito da corda tinha culpas no cartório, mas o que sentia não era o cheiro de pele queimada; o que ardia ardia dentro, e por isso desprezava o olfacto e os outros quatro sentidos. (...) percebi que tinha diante de mim um projecto de investigação científica mais interessante do que as respeitáveis e úteis explicações que obtivera aquando da primeira menstruação. O grosso das experiências levei-as a cabo no sossego da cama. (...) Tudo isto para dizer que fui explorando o corpo a solo e devagar, sem medo de cair nas profundezas aonde reina Satanás."
“Olhos nos Olhos” de Júlio Machado Vaz
(um livro que recomendo vivamente!!)
É tua
Quero roubar-te a alma
Por isso te devoro o corpo
Na tentativa de encontrá-la
Na tentativa de capturá-la
Em algum recanto secreto
Que a minha mão ainda não tocou
Que a minha boca ainda não beijou
Que ainda não descobri.
Por isso te prendo nos braços
Te saboreio aos pedaços
E respiro na tua boca
E pergunto na tua língua
Onde guardas a alma
Que ainda não a vi?
E tu respondes sorrindo
Apertando-me nos braços
Depois do espasmo final
Depois da entrega total:
- Não a tenho. Está em ti.
O OrCa gosta (até os bichinhos gostam) e não se cansa de oder (arre, macho):
Pego nas pétalas que a Encandescente vai lançando... e imagino-me por perto...
É o melhor do enredo
Devassar-se assim a alma
Entre mansa quietude
Alma que voga entre arquejos
Túrgidos lábios e seios
Já sem medos
Sem receios
E no olhar só sorrisos
Da boca sabendo a beijos
E a alma ali a pairar
Esta é minha
Aquela é tua
Ninguém as pode amarrar
Seda macia
Pele nua
Almas duas
Alma pura que se faz só por amar.
Que raio de instrumento é este?!...
Gotinha - Culoncelo
Maria Árvore - Bis-coito
Bruno - Violação
Ferralho - Contra
São Rosas - para mim, isto não é um instrumento musical e sim político: eis uma culigação!
Fodografia
Conhecemo-nos na net, num site de fotografia. Conversa puxa conversa, email para cá, email para lá e tornou-se inevitável analisar a profundidade de campo das nossas camas.
Aliás, em termos sexuais tudo corria sobre rodas e até o sabor da sua língua a cerveja, a vinho ou uísque era um fotograma que me excitava. Era mais fácil encontrar latas de cerveja no frigorífico do que um bife.
Era comum ficarmos deitados na cama, com o Sexy Hot chapado no televisor toda a noite, para dar a quantidade certa de luz. Nos dias em que ele estava muito cansado eu aplicava o polarizador antes de o deitar e absorvia-o todo, na solene volúpia de beber a emulsão, após o que ele transformava a sua língua em papel fotográfico na minha tina de revelação, ou então, usava tecnologia digital.
O lado Kodachrome da nossa relação também se espelhava no facto de espreitarmos os nossos vizinhos à distância focal segura de um binóculo. Às vezes, convidávamos também uma amiga como filtro colorido de uma perspectiva mais ampla que a monotonia do enrolanço a dois. E nas bombas de gasolina, enquanto eu enchia o depósito ou calibrava os pneus, ele procurava aberturas de diafragma correctas para saias primaveris.
A bodega foi que o meu código DX não me permitiu ler os seus gostos por «bondage» e na sua primeira tentiva de me atar com corda natural, levantei o joelho à altura dos seus ossos íliacos e danifiquei-lhe temporariamente o fotómetro.
Aliás, em termos sexuais tudo corria sobre rodas e até o sabor da sua língua a cerveja, a vinho ou uísque era um fotograma que me excitava. Era mais fácil encontrar latas de cerveja no frigorífico do que um bife.
Era comum ficarmos deitados na cama, com o Sexy Hot chapado no televisor toda a noite, para dar a quantidade certa de luz. Nos dias em que ele estava muito cansado eu aplicava o polarizador antes de o deitar e absorvia-o todo, na solene volúpia de beber a emulsão, após o que ele transformava a sua língua em papel fotográfico na minha tina de revelação, ou então, usava tecnologia digital.
O lado Kodachrome da nossa relação também se espelhava no facto de espreitarmos os nossos vizinhos à distância focal segura de um binóculo. Às vezes, convidávamos também uma amiga como filtro colorido de uma perspectiva mais ampla que a monotonia do enrolanço a dois. E nas bombas de gasolina, enquanto eu enchia o depósito ou calibrava os pneus, ele procurava aberturas de diafragma correctas para saias primaveris.
A bodega foi que o meu código DX não me permitiu ler os seus gostos por «bondage» e na sua primeira tentiva de me atar com corda natural, levantei o joelho à altura dos seus ossos íliacos e danifiquei-lhe temporariamente o fotómetro.
Ssssssssabes-meeee
A ti sibilo
Monossílabo a monossílabo
Sensualmente
Numa sofreguidão selvagem
Inconsistente
E sorvo-te
Na seiva do sexo
Em que me sacio
"Ferralho"
Monossílabo a monossílabo
Sensualmente
Numa sofreguidão selvagem
Inconsistente
E sorvo-te
Na seiva do sexo
Em que me sacio
"Ferralho"
16 janeiro 2005
Armazenado prazer
Sabores dos dois
tragados num provo-me-te.
São de nós… teus e as mãos minhas, nas tuas... seios bem porque me sabem
Percorrendo-te toda, tudo.
Prazer num gostar que armazenarei confundindo-me em ti
Prova-te-me também, bebe-nos.
tragados num provo-me-te.
São de nós… teus e as mãos minhas, nas tuas... seios bem porque me sabem
Percorrendo-te toda, tudo.
Prazer num gostar que armazenarei confundindo-me em ti
Prova-te-me também, bebe-nos.
Video didáctico
Como avisa a nossa madr (superiora), andar nu em casa tem os seus perigos...
A madr aproveita ainda para nos dar um bónus: fodografias de uma menina quase anoréxica com umas tatuagens muito bonitas.
A madr aproveita ainda para nos dar um bónus: fodografias de uma menina quase anoréxica com umas tatuagens muito bonitas.
Viva a Vivid!
Os resultados estão nesta página... e à venda, embora seja tudo muito caro. Mas se alguma alma bondosa me quiser dar uma prenda para a minha colecção...
Até os bonequinhos gostam... - 3
... da história da carochinha
Era uma vez a
, que sonhava com o seu
encantado.
Um belo dia... encontraram-se, e foi
à primeira
.
Ele... um verdadeiro
,
e
.
Enfim... a
tinha mesmo encontrado o seu
.
Desde aí... não querem outra coisa.
E viveram felizes para sempre...
ArteSão - Não vou por aí!
Era uma vez a
Um belo dia... encontraram-se, e foi
Ele... um verdadeiro
Enfim... a
Desde aí... não querem outra coisa.
E viveram felizes para sempre...
ArteSão - Não vou por aí!
15 janeiro 2005
Cisterna da Gotinha
Armas & Mulheres: é uma combinação sexy...
Loira na Banhoca: a rapariga não deve ter que trabalhar de manhã... demora imenso tempo a lavar-se...
Anticoncepcional
Qual o meu método anticoncepcional preferido, Manela?... O preservativo, evidentemente.
Oh Manela, quando os homens andam com tusa, carregam sempre com preservativos nos bolsos e dão-se ao trabalho de correr para o supermercado ou para a farmácia para se abastecerem deste produto essencial à expulsão do seu stress e das suas hormonas. São consumidores responsáveis, Manela!...
Eu é que em tempos pensei que a pílula era a libertação da mulher, a oportunidade dela controlar o seu corpo. Mas efectivamente, Manela, ao contrário dos GNR, não gosto de aparências.
Oh Manela, é que quando a mulher toma a pílula e permite ao homem não ter de parar no momento dramático, para pacientemente abrir a embalagem, retirar o preservativo, enfiá-lo devagarinho e com cuidado, isto tudo sem deixar murchar o seu zezinho, para depois retomar a actividade e a capacidade imaginativa, os gajos pensam que deixaram de ter responsabilidades nessa área e que os métodos anticoncepcionais são tarefa da mulher, assim a modos como os trabalhos domésticos, de acordo com a tradicional divisão de papéis sociais.
Oh Manela, nos tempos que correm e como diz a Catarina, no seu elogio do preservativo, «mesmo que ele dê umas voltas não me traz bicheza para o habitáculo».
Oh Manela, quando os homens andam com tusa, carregam sempre com preservativos nos bolsos e dão-se ao trabalho de correr para o supermercado ou para a farmácia para se abastecerem deste produto essencial à expulsão do seu stress e das suas hormonas. São consumidores responsáveis, Manela!...
Eu é que em tempos pensei que a pílula era a libertação da mulher, a oportunidade dela controlar o seu corpo. Mas efectivamente, Manela, ao contrário dos GNR, não gosto de aparências.
Oh Manela, é que quando a mulher toma a pílula e permite ao homem não ter de parar no momento dramático, para pacientemente abrir a embalagem, retirar o preservativo, enfiá-lo devagarinho e com cuidado, isto tudo sem deixar murchar o seu zezinho, para depois retomar a actividade e a capacidade imaginativa, os gajos pensam que deixaram de ter responsabilidades nessa área e que os métodos anticoncepcionais são tarefa da mulher, assim a modos como os trabalhos domésticos, de acordo com a tradicional divisão de papéis sociais.
Oh Manela, nos tempos que correm e como diz a Catarina, no seu elogio do preservativo, «mesmo que ele dê umas voltas não me traz bicheza para o habitáculo».
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