LITERATURA DE CASA DE BANHO
Dois escritos na parte interior da casa de banho das senhoras de uma central pastelaria aveirense:
1. O empregado Nuno é um naco!
2. É um naco mas é um chato e uma merda na cama.
Estão a ver como coisas aparentemente fúteis e até vistas como princípio de vandalismo podem ter tanta utilidade? Estas trocas de informação permitem uma considerável poupança de tempo e esforço.
Não vos parece?
Didas
28 janeiro 2005
Senze - revista on-line de moda fetiche
(clica para ampliar)
Além da óptima qualidade das fodografias, artigos e publicidade... é gratuita!
27 janeiro 2005
Quem ajuda o SirHaiva?
Desculpem-me mas estou com um problema grave e espero que algum psicólogo de serviço, aqui na Afunda, me possa ajudar.
É que ando a ter um sonho recorrente e não sei o que significa.
Todos os dias acordo com suores frios...
Já não sei a quem recorrer mais...
SirHaiva
É que ando a ter um sonho recorrente e não sei o que significa.
Todos os dias acordo com suores frios...
Já não sei a quem recorrer mais...
SirHaiva
Fome
Estendeu as mãos desapertou-lhe o cinto. Abriu o fecho das calças. Baixou-lhas.
Desapertou, baixou as suas.
Empurrou-o para que se sentasse na cama.
Com um só movimento sentou-se no colo dele.
Encaixou-se no sexo, moldou-se ao sexo. Fez dela o sexo dele.
Tirou a camisola. Tirou-lhe a camisola, mordendo-lhe o peito.
Colou-se a ele. Roçou a pele na pele.
Roubando-lhe o cheiro. Misturando odores.Criando uma nova fragrância.
Encheu as narinas, o corpo, com o cheiro dele e dela.
Movia-se no colo dele.
Saciou a fome de sexo e de pele.
Ele disse-lhe ao ouvido:
- Gosto da tua sofreguidão.
Calendário de Caixões
Cruzei-me com este Calendário de Caixões Sexy e fiquei de boca aberta... quem comprará isto??! Os mecânicos que eu conheço têm aqueles calendários de meninas em cima de camiões ou debaixo de palmeiras com o silicone empinado quase a bater nos olhos do bate-chapas... será que as agências funerárias vão comprar uma coisa destas para exibir nas paredes??!? nahh... não me parece.... o que resta??!
Os tarados por caixões!!!
Pronúncia
O Narciso, Manela?!... Isso é um caso morto e enterrado!... Mas se queres tanto, eu recapitulo a história!... O que me excitava nele era a forma como manejava as palavras. Ou será que eu devia dizer manipular?... Bem, adiante!...
Também me excitava a forma como ele pronunciava Vou sugar-te os biquinhos enquanto me atarraxava os seios, como meias laranjas no espremedor da Moulinex. Ele falava o tempo todo, antecipando o que ia fazer, o que fazia, o que sentia. Dizia muitas vezes Eu adoro essas mamas ou Adoro como me chupas e me olhas nos olhos. Aquelas palavras expressas arrastadamente numa voz colocada ligavam directamente aos neurónios que me controlam a humidade interna. Por assim dizer, Manela, espremia-me os neurónios.
Posso referir-te também que me deliciava quando a sua barba fofinha roçava contra o meu pescoço ou a minha cara e sentia uma enorme cumplicidade pelo facto de ele usar boxers pretos a condizer com a minha lingerie.
Para dourar um bocadinho mais a pílula, ele pronunciava poeticamente que A intimidade é a fusão de dois corpos no sumo espremido de dois espíritos. A esta distância já vejo que o espírito estava tão espremido naquela época que só restava mesmo o corpo para fusão. É que sabes Manela, nunca naqueles dias o homem foi capaz de usar a sua língua em mim. Entendes-me Manela !?... Para eu não ter de usar o palavrão latino de cunninlingus ou o outro semelhante à nossa marca de pílulas.
Se calhar porque o sumo espremido do espírito não chegava para tamanha intimidade ou porque como na fusão das empresas nem sempre a contribuição é recíproca. Mas andante Manela e que o Narciso repouse lá eternamente, que já me bastou quando ele expirou durante o sono e me deu uma trabalheira para explicar à família repetidas vezes que não, não senhor, não fora nenhum ataque cardíaco nem indigestão, mas apenas uma simples apneia.
Também me excitava a forma como ele pronunciava Vou sugar-te os biquinhos enquanto me atarraxava os seios, como meias laranjas no espremedor da Moulinex. Ele falava o tempo todo, antecipando o que ia fazer, o que fazia, o que sentia. Dizia muitas vezes Eu adoro essas mamas ou Adoro como me chupas e me olhas nos olhos. Aquelas palavras expressas arrastadamente numa voz colocada ligavam directamente aos neurónios que me controlam a humidade interna. Por assim dizer, Manela, espremia-me os neurónios.
Posso referir-te também que me deliciava quando a sua barba fofinha roçava contra o meu pescoço ou a minha cara e sentia uma enorme cumplicidade pelo facto de ele usar boxers pretos a condizer com a minha lingerie.
Para dourar um bocadinho mais a pílula, ele pronunciava poeticamente que A intimidade é a fusão de dois corpos no sumo espremido de dois espíritos. A esta distância já vejo que o espírito estava tão espremido naquela época que só restava mesmo o corpo para fusão. É que sabes Manela, nunca naqueles dias o homem foi capaz de usar a sua língua em mim. Entendes-me Manela !?... Para eu não ter de usar o palavrão latino de cunninlingus ou o outro semelhante à nossa marca de pílulas.
Se calhar porque o sumo espremido do espírito não chegava para tamanha intimidade ou porque como na fusão das empresas nem sempre a contribuição é recíproca. Mas andante Manela e que o Narciso repouse lá eternamente, que já me bastou quando ele expirou durante o sono e me deu uma trabalheira para explicar à família repetidas vezes que não, não senhor, não fora nenhum ataque cardíaco nem indigestão, mas apenas uma simples apneia.
26 janeiro 2005
Sou teu
Irrompe em mim
Atrasa-me
Arrasa e rasga o tempo
Desfaz-me de mim
Numa noite
Numa hora
Sou teu
Põe-me em brasa
Verga-me
Arrasta e sorve o tempo
Desfaz-te em mim
Neste breu
Nesta aurora
A Corpos e Almas também estudou na escola do OrCa e quer oder à desgarrada:
sou tua
entra em mim
rasga o meu corpo
nesta noite sem fim
és meu
em ti acendo
o fogo do desejo
num só momento
somos, tu e eu
corpos em chama
perdidos no tempo
Cisterna da Gotinha
The Shit Hole: não recomendo a ninguém!!! Muito mau!!! Bléghhhhh...
Playmates: de 2000 até 2004
Mulheres & Balões: imperdível para quem gosta de soprar...
Mulheres a lutar: um fetiche para muitos...
Um poeta não fode, ama
Um poeta não fode, ama
Um poeta faz da página cama
Onde se deita, se contorce
Se abre e se sacia.
Um poeta toca as palavras
Como se acariciasse o corpo
E o poema cresce
E o poeta é verso
Que rola na página cama
Onde o poeta não fode, mas ama
E acaricia o corpo/verso
E o orgasmo que tem
É a poesia
E o Orca logo lhe responde:
E é assim que tanto amando
Tanta gente
Se perde de amores o poeta
Perdidamente
E se as mão perpassam pelo papel
Como quem sente
Um corpo amado e sofrido e inquieto
Ama ainda mais o poeta
O ser amado
Afinal por ser assim o amor que sente
Um amor de mais partilha
Mais completo
Um amor que é tão carnal
E sublimado
Que a carícia que a si faz
Ninguém a sente
Mas com ela acaricia toda a gente.
O AnjoÉlico também não se fica (vem-se):
Foesia
Porgasmo de sentir.
Escrito a dois, posição de verso
Prosa de gostar-te
Sofridamente nu.
. quando o rasgado papel se não me oferece
Estreito-me num sós
Publico-me por inteiro
Numa escusa ao querer-te.
25 janeiro 2005
Citações
“Aparentemente, os homens divergem pouco nas mentiras que dizem às mulheres para as convencerem a abrir braços e pernas, se não juram amor eterno anunciam a riqueza do seu currículo...”
“Olhos nos Olhos” de Júlio Machado Vaz
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