15 abril 2005

Pela primeira vez na vida comprei um jornal desportivo!

70 cêntimos. Só por causa da primeira página!

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A cópula

de Manuel Bandeira

Depois de lhe beijar meticulosamente
o cu, que é uma pimenta, a boceta, que é um doce,
o moço exibe à moça a bagagem que trouxe:
colhões e membro, um membro enorme e tungescente.

Ela toma-o na boca e morde-o. Incontinente,
não pode ele conter-se, e, de um jacto, esporrou-se.
Não desarmou porém. Antes, mais rijo, alteou-se
e fodeu-a. Ela geme, ela peida, ela sente

Que vai morrer: - "Eu morro! Ai, não queres que eu morra?!"
Grita para o rapaz que aceso como um diabo,
arde em cio e tesão na amorosa gangorra

E titilando-a nos mamilos e no rabo
(que depois irá ter sua ração de porra),
lhe enfia cona a dentro o mangalho até o cabo.

A Rainha de Copas - Matt Ridley

Aconselho este livro científico (cujo subtítulo é «o sexo e a evolução da natureza humana») publicado em Portugal pela Gradiva.
Uma análise profunda da sexualidade como tema central da nossa evolução.
Deliciem-se com esta citação de Charles Darwin que Matt Ridley usa para ilustrar a questão do perfeccionismo sexual:
«Se todas as mulheres se tornassem tão belas como a Vénus de Medici, durante um certo tempo ficaríamos encantados, mas depressa desejaríamos a variedade e, logo que tivéssemos obtido a variedade, desejaríamos ver certas características das nossas mulheres um pouco exageradas para além do padrão então existente.»
Porque será que isto me fez lembrar a Campanha por Beleza Real, que eu a-do-ro?!

Graças ao sofá


Não sei se a culpa não foi do sofá, São! Eu apenas o ouvi a desfiar os seus problemas no sofá fronteiro, ao ritmo de cervejas mornas e cruzei e descruzei as pernas vezes sem conta, dando-lhe alento em palavras feitas tremoços.
E ele São, veio direito a mim e desabou a beijar-me o pescoço, a deixar escorregar as mãos pelo meu peito e pelos intervalos das minhas calças. Perante o meu espanto mudo, abriu-me o fecho e resvalou a sua mão direita do monte para o interior dos lábios até o seu indicador chocar com as minhas nádegas. Ergueu o queixo para me indagar com os olhos se tinha aval para continuar, sinal a que retorqui com um longo beijo de línguas. E vai daí, ele afundou-se em espirais no meu botão de sintonia, pulou dos grandes para os pequenos como linha de cerzir, enquanto as minhas mãos o despenteavam atabalhoadamente. Aprimorou-se a passear a língua monte acima, monte abaixo, com o rigor de uma toalhita enquanto a sua mão esquerda me espremia as nádegas para o indicador e médio direitos se enfileirarem vulva adentro. Voltou para tragar o meu clitóris, em pedacinhos pequenos e tanto petiscou que me contorci, abraçando a sua nuca com os meus joelhos. Peguei-lhe a cabeça com ambas as mãos e debruei-lhe os lábios e o céu da boca com beijos.
Foi aí São que ele me agradeceu e eu ainda zonza, nem queria acreditar nos meus ouvidos. Apenas lhe dei a minha atenção. Oh São, há necessidade de pagar a amizade?...

A Maria Árvore depois da aventura do sofá


(o F. Monteiro não a consegue desencaixar)

14 abril 2005

Sucção de Amor, por AdamastoR


[Tony Ward]

Alvíssaras a quem descobrir...

(com música de fundo)


Os palpites foram:
Jorge Costa - gel.
Mad - Fá Gel de Banho.
Gotinha - creme de corpo YVES ROCHER [esta miúda é uma comercial nata]
São Rosas e Quimera - farinha misturada com água, como antes se colavam os cromos de futebol nas cadernetas.
SirHaiva - farinha com água e muito fermento, para 'levantar' o 'bolo'.
Edmilson - é goma.
Obeijo - só lambendo!
Nikonman - produto de uma saraivada peniana.
SirHaiva - Podia ser, podia. Mas neste caso em particular não estou envolvido. Não me lembro nada da senhora nem de a ter contemplado com uma das minhas 'Saraivadas Penianas'... mas sei lá, já foram tantas. (cof, cof, cof)...

Enda uí nariz:
Dupont do Vilacondense - é pão, são:

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Urgência

Foto:J_J_ANDRE

Quero despir-te
Tirar-te a roupa
Penetrar-te o corpo.
Quero amar-te
Com a raiva de quem sabe
Com a raiva que conheces
Com a raiva que sentes
Quando em raiva me dou.
Quero ver-te fechar os olhos
Para reter o prazer
E pressionar-te
Arrancar-to
Encurralar-te
Fechar-te em mim e no prazer.
Quero tudo
O corpo, a alma
Tirar-te a roupa e a calma
Até gemeres
Até tremeres
Até dizeres: Ainda não.
E eu exigir: Já!

Letrinhas malandrecas do Webcedário


O romantismo visto pelo Webcedário

13 abril 2005

Dia do Beijo e só a Madr se lembrou...

"Bem , lá terá que ser...
Já que a nossa amiga São se esqueceu de assinalar este dia com um daqueles 'titalos' garrafais...
Desculpa lá, ó ferralho, eu me aproveitar do teu rodapé, mas a culpa é DELA.

Dia do Beijo, quem diria
O que haviam de inventar,
Até a boca do corpo
Já sinto a latejar.

E é tal a vibraSão
Que não consigo acalmar
Aguardo a tua chegada
Para me poder saciar

Do teu corpo quero o desejo
Que os meus lábios vão beijar
Da tua alma o sentimento
Onde me possa afogar.

('madr mia', isto são os efeitos colaterais da PDI, só pode...) "

Madr

Como o padr não ode, adivinhem quem vem oder a madr...

Eu quero beijar, beijar, perdidamente
Beijar o corpo tal como convém
Levá-lo até ao ponto em que se vem
Alguém que beije outrém atrás e à frente

E se houver alguém mais descontente
E queixoso por ser beijado aquém
Que se beije esse também e mais além
Do que fora beijado anteriormente

Porque urge beijar o corpo todo
De cima abaixo ou até de lado a lado
Percorrê-lo com os lábios de tal modo
Que não fique resto algum sem ser beijado

- Cá por mim, digo eu, não me incomodo
Por beijar até se vir um corpo amado.

OrCa

Dá Deus falos a quem não tem a funda São!

Monumento fálico no Ferro

Vim-me a saber pelo "Jornal do Fundão" que na vila do Ferro, muito perto de Caria, o monumento fálico - único no país - monobloco de granito, que os homens pré-históricos adoraram como símbolo da fecundidade humana, agrícola e pecuária, está neste momento votado ao abandono!
Antes que seja tarde, temos que fazer alguma coisa. Para já, enviei uma mensagem para a ArqueoBeira:
"(...) Verifico que não o têm referenciado no vosso site.
Há algo que possamos fazer para defender este património valiosíssimo? (...)"
Se o Estado pode tomar posse administrativa de propriedade privada em casos de abandono, aqui não poderá acontecer o contrário?