12 outubro 2006

Requiescant in pace


É do caralho: quando morre
é que deixa de se enterrar!

Curiosidades

Um estudo feito na Universidade de Cambridge veio revelar que na antiga Inglaterra as pessoas que não fossem da Família Real tinham que pedir autorização ao Rei para terem relações sexuais...
Assim, quando as pessoas queriam ter filhos, tinham que pedir consentimento ao Rei que então, ao permitir o coito, mandava entregar-lhes uma placa que deveria ser pendurada na porta de casa com a sigla F.U.C.K. (Fornication Under Consent of the King). Daí a origem da palavra.

Já em Portugal era muito diferente pois as pessoas eram obrigadas a ter relações: F.O.D.A. (Fornicação Obrigatória por Despacho Administrativo). Quem não tivesse relações tinha que ter na porta a seguinte sigla: P.A.N.E.L.E.I.R.O. (Por Autorização Normativa Este Lar Está Isento de Relações Oficiais). Quem fosse solteiro ou viúvo tinha que ter na porta a sigla P.U.N.H.E.T.A. (Processo Unilateral de Normalização Hormonal por Estimulação Temporária Auto-induzida).

11 outubro 2006

CISTERNA da Gotinha


A belíssima Charlize Theron

Qual preferem?!:
Eva Herzigova vs. Izabel Goulart

Sex toys: curioso, não? (sugestão da Matahary)

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a nudismo com gente vestida?! Já não percebo nada de erotismo e pornografia... se é que alguma vez percebi.

Joanna Krupa: fotografias e vídeos.

Gabriela, guardadora de vacas, sonhos e rolos de palha...

Há jóias maravilhosas, não há?


Fotografia - Martin Kovalik

A Natureza descoberta.

Especula-se, no mundo científico, que os tsunamis são mais frequentes do que parece, e poderão inclusivé ser a causa de alguns acidentes misteriosos com petroleiros em alto-mar. Entretanto, utilizando alta tecnologia de satélites portugueses, foi possível registar a formação de um tsunami, o que permitiu a recolha de um conjunto de dados impressionantes que serão alvo de estudo nos próximos tempos. Vamos ver...
Formação de um Tsunami.

Diário dum Padre, Parte V


....pegou no meu pénis hirto e a sensação maravilhosa da doçura toda no poema duma mão feminina....


Durante um breve segundo, um curto sermão passara-me pela ideia.
Ela tinha-me confidenciado as suas tentações em confissão, agora que o seu namorado se encontrava ausente e na aldeia alguém chegara que fizera despertar-lhe as inquietações do coração.
Pensei nos ensinamentos sobre as virtudes da pureza e da castidade, no conselho subsequente que lhe daria como sacerdote, mas calei tudo perante a imensa erecção que me tomara, alimentada pelo decote que observava através do rendilhado do separador em madeira.
Calei o conselho que me aflorara por instantes.
Queria sim que ela continuasse, que me excitasse mais e mais.
Bem no meu recinto escuro, interior do confessionário, sentia-me na posição confortável do voyeur que sabe não poder ser visto enquanto ele tudo devassa com o olhar que lhe alimenta a tempestade interior.
Olhei mais uma vez para o seu decote, para os seus lábios e fechando os olhos afaguei o pénis.
Estremeci!
- Continue por favor. - Disse-lhe com a voz mal disfarçada pela excitação que dum todo me tomava e fechei os olhos. Esperei um pouco enquanto me acariciava de olhos fechados, e quando ia repetir o pedido, abri-os bruscamente ao ruído da cortina a afastar-se. Perante mim, toda rodeada de luz, estava ela.
Mirava-me mordendo levemente o lábio inferior, o rosto ruborizado e os olhos resplandecentes de brilho.
Deixei o olhar percorrer-lhe o corpo, fixei um instante as pernas espreitando por entre a rede fina das meias, e regressei ao brilho que do seu rosto me incendiava.
Durante um curto lapso de tempo os olhares fecharam-se. Depois, lenta mas resolutamente, penetrou no espaço que me era reservado e encostou-se toda a mim.
Não tive qualquer reacção. Nem consegui dizer uma única palavra.
Dentro de mim os pensamentos rodopiavam soltos sem nexo, fragmentos de sermões e retóricas cruzavam-se com o tesão que me tomava todo o corpo. As lições profundas em sabedoria do meu mestre eram de repente palavras tontas perante aquela beleza toda junto a mim, odores de mulher em chamas e que me incendiava toda a alma.
Aproximou-se mais, as roupas a sibilar suavemente à passagem pelas guarnições de madeira do confessionário. Sentou-se no meu colo e puxou o cortinado. Pôs os braços à volta do meu pescoço e beijou-me. Não sei como reagi. Certamente com toda a atrapalhação e nervosismo. Mas ela riu-se docemente e disse pondo-me à vontade:
- O senhor padre nunca beijou uma mulher, não é?...-
Não esperou pela resposta. Encostou suavemente os seus lábios aos meus e enfiou-me a língua na boca explorando-lhe o céu, procurando a minha em voltas e rodopios. Senti-me a levantar voo, a corresponder-lhe, seguindo-a como um vento de repente liberto do peso da gravidade e do espartilho do pecado.
Senti como a mão dela me procurou. Como pegou no meu pénis hirto e da sensação maravilhosa da doçura toda no poema duma mão feminina. Procurei-lhe os peitos, e o corpo dela apertou-se mais contra o meu.
Meu Deus, eu estava completamente louco!
Que coisa tão boa!
Puxei-a contra mim todo perdido em desejos, mas num relance de consciência acordei em sobressalto
- Saia. – Disse-lhe de repente.
Perante o seu olhar de espanto e incredulidade atalhei, com a voz afogueada:
- Vamos para os meus aposentos…-

Fetiche do Amor, por mostrengo Adamastor

oprime la imagen para endrominar


Sabem onde é que se pode comprar a Flaunt?

A UNICER neste Verão piçou-se...

... e nada melhor para aceitar o Outono que rever esta campanha deliciosamente malandreca para a sua cerveja Super Bock, com estes anúncios espalhados por todo o país - Miss Playbock, Six-appeal, Miss Playbock (2), Topless, Latin Lover e Wonderbeer:






Crica em cada imagem para a veres aumentada
(a imagem, claro, que o resto nasceu assim e já não há remédio)

Fodografia do 1313 tirada na Barra/Ílhavo

crica para visitares a página John & John de d!o

10 outubro 2006

Elogios

- "Fodes como uma puta!" - disseram-lhe uma noite depois de uma apaixonada e quente sessão de prazer. Desde então já lhe elogiaram os dotes de amante mas nunca se sentiu tão elogiada como dessa vez.


E tu?!
Qual foi o melhor elogio que já te deram?!

Eis as respostas:
Bartolomeu: "O melhor elogio que já me fizeram, após uma apaixonada e quente sessão de prazer, foi «fodes como um puto». Depois de acabar o cigarro da praxe, em pezinhos de lã, quis aprofundar o significado da frase. Elucidou-me ela, num tom entre carinhoso e clemente, servindo-se de uma figura de estilo:
- Lembro-me de, em certa altura, ter oferecido a uma criança pobre um brinquedo a que o meu filho nunca tinha ligado e com o qual pouco brincou, pelo que o mesmo se encontrava quase sem uso. Mal recebeu o brinquedo em suas mãos, os olhos do puto brilharam intensamente de alegria, os seus dedos percorreram avidamente os contornos do brinquedo, detendo-se por vezes nos pontos onde ele sentiu que o brinquedo lhe correspondia ao toque, emitindo subtis vibrações. Penso que, para aquele puto a quem entreguei o brinquedo, o tempo parou ou deixou mesmo de existir, a partir do momento em que se entregou a inventar divertidas e prolongadas brincadeiras com o brinquedo. Lembro-me que, depois de ter passado um dia inteiro a brincar com o brinquedo, sempre com o entusiasmo do início, ainda dormiu com o brinquedo muito aconchegadinho nos seus braços e a primeira coisa que fez ao acordar, depois de beijar ternurenta e demoradamente o brinquedo, foi voltar a brincar com ele, novamente sem se aperceber do passar do tempo.
Desde então, não me voltaram a elogiar os dotes de amante, fiquei preso à imagem do puto brincalhão."
matahary: "«Fodes como duas putas»?!"
mad: "MataHary, não há duas sem três"
São Rosas: "Eu acho é que não há duas com os três!"
matahary: "Sãozinha, olha bem e conta melhor ainda"
A Tua Amiga: "Ui, foram tantos..."
Bruno: "Foi «Bruno, esta foda constituiu uma profunda alteração na minha actividade mental. A tua submissão à emoção tornou-se extraordinariamente intensificada, enquanto que a minha capacidade intelectual ficou acentuadamente reduzida, com a magnitude do momento». Foi a minha professora de filosofia..."
Nelo: "A minha melhor foi uma que não foi em que me masturbei toda a noite"
Baldé: "A minha melhór fói quándo ela me disse, «Depóis de você só me fárta fazér um bróche a um caválo»..."
Zezinho: "A minha melhor foi quando olhei para a minha mão e disse que nunca tinha fodido uma mão tão gostosa"
Pardal: "A que me lembro assim de repente foi quando acabei o pinanço e aos meus ouvidos soou: «Fodes como um Piriquito»..."
MN: "Presumo que «Oh... está estragado?!» logo a seguir não seja um elogio?"
Charlie: "O melhor que me fizeram foi: «Anda viver comigo. Quero-te para toda a vida»..."
Avis(o): "Pois a mim o elogio veio em forma de pergunta: «E no sábado podes vir à mesma hora?»"
Moica: "Não ouvi. Quando o fizeram estavam 2 a dar-me cabo dos tímpanos"
seven: "Cambada de mentirosos! Tende vergonha!"
Joca: "«Aaaaah!...» - suspirou com grande gozo - «então isto é que é foder! Que bom!». Foi só assim! E eu sou um grande mentiroso."
Sodoku: "Foi quando lhe tirei a botija e ela me disse: «Já me fodeste»..."
1313: "Ofegante, ela olhou para mim e disse simplesmente: «devias ser primeiro ministro»."
Mano 69: "A melhor foi quando ela disse «mas o que é que está aqui a fazer o busto de Napoleão?»"
seven: "Olha um busto do Napoleão! Não foi com um destes que começaste a tua colecção, Sãozita?"
Muff - "«Choro de gozo... depois desta dou-te tudo o que quiseres... anda cá meu caralhinho anda, anda que só estou bem contigo enfiado...»"

A verdade vem-se sempre ao de cima!

O 69 MirandêsFoi preciso irmos a Miranda do Douro para que se esclareça a humanidade sobre o que é realmente a figura em pedra - uma gárgula - numa parede de um edifício na rua Abade de Baçal (na parte antiga da cidade, pertinho do largo D. João III e da catedral), em Miranda do Douro, onde funciona actualmente a reitoria da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD).
O que nos contaram sempre foi que aquilo é um rabo (vulgo cu) virado de forma ostensiva e provocatória para Espanha, como que para compensar com gases aromáticos os maus ventos que de lá vinham.
Que é um rabo, não há qualquer dúvida. Mas basta colocarmo-nos por baixo dessa figura para nos apercebermos que no meio das pernas está uma cara de alguém em afazeres lúdicos:
Para pessoas com mais dificuldade de percepção da figura (nada triste, diga-se), rodemos a imagem e demos destaque aos bonecos:
Para a malta que mesmo assim ainda lá não chegou, aquilo é, sem qualquer margem para dúvida (nem espaço para maus pensamentos) um belo de um 69! Aliás, para vesgos e cépticos, aqui vai mais uma imagem, maior e tirada mesmo por baixo.
O nosso agradecimento ao senhor da loja ao lado nessa rua, que prestou este esclarecimento «mesmo estando ali senhoras». E que nos sossegou:
- Podem pôr-se em baixo, que aquilo já não pinga!
Viva Miranda do Douro! Viva!
Viva a cultura mirandesa! Viva!
Viva o 69 mirandês! Viva! Viva! Viva!...

Fodografias: Car(l)os Car(v)alho e Ti'Ago

O DTEfS (Departamento Teórico Erótico da funda São) tem sempre a penúltima palavra nestes assuntos:
Charlie: "A iconografia medieval está recheada de exemplos desse teor. Por um lado, passa-nos a imagem do obscurantismo dominador e omnipresente, castrador e limitador.
Por outro, os testemunhos expressos em pedra põem-nos interrogações sobre a coexistência cíclica de valores chamados pagãos a ombrear com o sagrado.
Qual o significado destas pequenas esculturas em pedra talhada, que estão por toda a parte, mormente em edificios religiosos?"

Bartolomeu (teoria I): "O significado da predominância destas esculturas em pedra tem origem, não em imagens pagãs, mas sim na prática que hoje definimos como posts. É verdade: há vários séculos, os nossos antepassados já tinham criado o conceito de blog. Limitados pela inexistência de redes informáticas, postavam nas fachadas dos edifícios, em muros, fontes, pelourinhos, entradas de pontes, etc. O que naturalmente originava os comentários dos «vizinhos». Tal como hoje, certos posts originam acesas e polémicas discussões. Outros, enigmáticos, são tema de reflexão. Outros, por serem de caracter hilariante, provocam a risota e a frase jocosa. Outros ainda, são a representação de temas sociais... e por aí fora."
Bartolomeu (teoria II): "Não pretendo de forma nenhuma retirar o mérito às constatações do Charlie. Porém, no caso vertente da interpretação da carranca em que figura um par de nalgas sobreposto a um rosto, é pertinente que se clarifique. Aquela figura representa um acto que na idade média se destinava a «castigar» severamente, numa óptica de justiça popular, as atitudes de alguém e designava-se por merdimbuco. Consistia em assentar uma valente carga de porrada ao prevaricador e, depois de o deixar inconsciente, ou quase, os executantes da carga de porrada, cagavam-lhe na boca. Pode imaginar-se que a vítima, na maior parte dos casos, não resistiria ao ultrajante castigo. Para sua sorte, pois quando resistia, nem 20 bisnagas de Pepsodent e 30 frascos de Tantum Verde chegavam para eliminar o sabor. Até parece que estou a ver as vossas carinhas de enjoados a ler isto. O facto de a carranca estar orientada para Espanha, nem é necessário esclarecer, né?"
ognid: "Ora porra! E eu que tirei as fotos de lado e não reparei nesse «pormenor»! Sendo assim é tipo 2 em 1 - lança bufas (fêmeas do bufo que ali a-bunda) para Espanha e mostra-nos esse lado lúdico que aqui explicas"
OrCa [a partir deste evento também passível de ser chamado Santo Inocêncio]: "E então que digo eu, uma meninice inteirinha a ouvir falar do cu virado para Espanha, sem que ninguém me alertasse para a cara encaixada por baixo? Foi preciso vir de lá a mineTuna para que a verdade viesse à tona... Gárgulas ou mísulas, sempre vos digo que há mais mistérios nestas coisas do que aqueles com que à primeira tropeçamos. Por exemplo, alguém reparou, num dos retábulos da Sé, naqueles querubins, de cabelinho perniciosamente penteadinho, a que se dedicavam vários deles? Pois, a torcer o papo aos passaritos que iam às uvas. Isto para já nem falar na língua obscena que um deles - o mais escondido - mostra sem pudor a quem passa... Sim, que isto das "ancestrais virtudes" muitas vezes não passa de historinhas mal contadas."
A cultura é uma coisa muito linda... também em Mirandês...

Usar preservativo faz uma grande diferença

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«Nem imaginas a diferença que faz»