25 novembro 2006
24 novembro 2006
CISTERNA da Gotinha
Os Pescadores também têm direito ao seu calendário com mamocas e peixes à mistura.
Victoria's Secret Lingerie Fashion Show
Meninas a ler e meninas a beber uma boa vinhaça já eram suficiente. Não precisavam de ter meninas constipadas, não acham?!
Orgasmo Global a menos de um mês.
Fórmula 1 e a namoradinha do corredor.
Chiça, que estou toda molhadinha!...
A malta fixe da revista FHM publicou no seu número mais recente um artigo sobre «50 Blogues nacionais que valem mesmo a pena visitar»: 
Pois este nosso blog porcalhoto é lá mencionado:
Que pena terem-lhe chamado «AFUNDASAO»... mas um dia ainda hão-de escrever bem «a funda São»... nem que seja quando a minha colecção tiver um espaço aberto ao público... cóf... cóf... cóf...
Entretanto, deixo-te aqui a capa da revista, para que a localizes melhor no quiosque:

Pois este nosso blog porcalhoto é lá mencionado:

Que pena terem-lhe chamado «AFUNDASAO»... mas um dia ainda hão-de escrever bem «a funda São»... nem que seja quando a minha colecção tiver um espaço aberto ao público... cóf... cóf... cóf...
Entretanto, deixo-te aqui a capa da revista, para que a localizes melhor no quiosque:

Será o casamento a solução?
Masochismo. – SACHER MASOCH, célebre contista e romancista, divulgou um género de perversão sexual que tratou de preferência nas suas narrativas. D´elle derivou o nome masochismo que é o emprego da crueldade e da violencia sobre si mesmo para provocar a voluptuosidade. (…)
X…, literatto, de vinte e oito annos, tarado, hyperestheziado desde a infancia, sonhou na edade de seis annos que uma mulher lhe fustigava as nádegas. Ao despertar d´este sonho sentiu a mais viva emoção voluptuosa. Em seguida começou a dedicar-se á masturbação. Na edade de oito annos pediu a uma creada que lhe batesse.
A partir da edade dos dez annos teve constantes sonhos de flagellações e algumas vezes evocava no estafo de vigília essas imagens, masturbando-se ao mesmo tempo.
Ha três annos, cedendo a um imperioso desejo, fez-se bater por uma mulher sem que isso alcançasse a erecção ou ejaculação. Depois d´um novo e improfícuo ensaio recorreu ao seguinte artificio: enquanto procurava realizar a copula, a mulher devia contar-lhe como batia nos outros impotentes ameaçando-o de lhe fazer o mesmo. Alem d´isso elle era obrigado a imaginar-se amarrado, e completamente entregue á mulher de quem recebia constantes pancadas. (…)
Todavia a sua necessidade de flagellação era apenas ideal e tanto que a flagellação praticada por homens lhe era inteiramente desagradável sem provocar o menor grau de erecção.
Com o desejo de se casar tem procurado tratamento. (1)
in MONIZ, Egas (1906) A Vida Sexual: Pathologia
2. Ed. – Lisboa: Ferreira & Oliveira Lta. Pág. 94-97
X…, literatto, de vinte e oito annos, tarado, hyperestheziado desde a infancia, sonhou na edade de seis annos que uma mulher lhe fustigava as nádegas. Ao despertar d´este sonho sentiu a mais viva emoção voluptuosa. Em seguida começou a dedicar-se á masturbação. Na edade de oito annos pediu a uma creada que lhe batesse.
A partir da edade dos dez annos teve constantes sonhos de flagellações e algumas vezes evocava no estafo de vigília essas imagens, masturbando-se ao mesmo tempo.
Ha três annos, cedendo a um imperioso desejo, fez-se bater por uma mulher sem que isso alcançasse a erecção ou ejaculação. Depois d´um novo e improfícuo ensaio recorreu ao seguinte artificio: enquanto procurava realizar a copula, a mulher devia contar-lhe como batia nos outros impotentes ameaçando-o de lhe fazer o mesmo. Alem d´isso elle era obrigado a imaginar-se amarrado, e completamente entregue á mulher de quem recebia constantes pancadas. (…)
Todavia a sua necessidade de flagellação era apenas ideal e tanto que a flagellação praticada por homens lhe era inteiramente desagradável sem provocar o menor grau de erecção.
Com o desejo de se casar tem procurado tratamento. (1)
in MONIZ, Egas (1906) A Vida Sexual: Pathologia
2. Ed. – Lisboa: Ferreira & Oliveira Lta. Pág. 94-97
(1) Itálico nosso.
23 novembro 2006
O Pneu do Amor, por mostrengo Adamastor
Começa a ser tempo de arranjar um calendário para 2007, não?!
Reza a Lenda...
Que nas primeiras semanas de vida do embrião somos todos fêmeas... de maneiras que por vezes apetecia-me ter continuado a ser mulher. E se fosse mulher era como a Diva deste blog, bem boa. E um dia qualquer ao calhas, perguntariam vocês desconfiados "Pá, que levas aí no teu regaço?". Ao que eu responderia, "São rosas, meus amigos. São rosas húmidas pelo orvalho matinal...", e numa atitude calma e com tranquilidade abria o bem-dito regaço e deixava-as cair no chão... E desatava tudo a bater palmas... |
Lábios...
... lisos, luzidios, loucos, lambíveis...
da "mais pedida", "aconchegadora", "agasalho do Joystick", "atelier de ginecologista", "área de lazer", "bem-me-quer", "bolsinha de guardar pau", "carrinho de cachorro-quente", "copo de fazer milkshake", só para citar alguns nomes populares para "vagina", que podem ser consultados no abc da wikipedia.
da "mais pedida", "aconchegadora", "agasalho do Joystick", "atelier de ginecologista", "área de lazer", "bem-me-quer", "bolsinha de guardar pau", "carrinho de cachorro-quente", "copo de fazer milkshake", só para citar alguns nomes populares para "vagina", que podem ser consultados no abc da wikipedia.
Larga-me a labita

Larga-me a labita foram as palavras que disse antes de voltar costas àquele energúmeno educado a colheradas de filmes pornográficos, sem qualquer outro componente adicional na sua dieta.
Afinal, que se há-de dizer a um gajo que espera o meu sorriso por sistematicamente despejar o seu esperma pela minha cara ou pelas minhas nádegas, como se a sua pilinha fosse uma seringa de pasteleiro e estranha que as suas rapidinhas não me conduzam ao orgasmo, mesmo depois de ele repetir as palavras mágicas vem-te, vem-te, vem-te ?...
Eram cenas trágico-cómicas aquelas em que insistia em transformar as minhas nádegas em instrumento musical e como um miúdo que acabara de descobrir que a piça também pode servir para brincar, pegava nela ainda a meia haste e distribuia batidelas no meu traseiro como se fosse um tambor ou então fazia dos meus glúteos pandeireta de marcação do ritmo das suas penetrações.
Afinal, que se há-de dizer a um gajo que espera o meu sorriso por sistematicamente despejar o seu esperma pela minha cara ou pelas minhas nádegas, como se a sua pilinha fosse uma seringa de pasteleiro e estranha que as suas rapidinhas não me conduzam ao orgasmo, mesmo depois de ele repetir as palavras mágicas vem-te, vem-te, vem-te ?...
Eram cenas trágico-cómicas aquelas em que insistia em transformar as minhas nádegas em instrumento musical e como um miúdo que acabara de descobrir que a piça também pode servir para brincar, pegava nela ainda a meia haste e distribuia batidelas no meu traseiro como se fosse um tambor ou então fazia dos meus glúteos pandeireta de marcação do ritmo das suas penetrações.
Ninguém me mandou com o ar mais cândido deste mundo abrir-lhe a braguilha e mostrar a maior admiração deste mundo por aí encontrar uma minhoca a cair de um amontoado de fios crespos que as pessoas desvalorizam o que lhes cai no colo e não têm de pedir.
22 novembro 2006
CISTERNA da Gotinha
Peças de cerâmica de Pierre Charpin: já tens na tua colecção, São?!
Vídeo da música Tutti Fruti Summer Love de Gunther.
O beijo do Tom Cruise e da Katie não é nada de especial mas está a ser bastante badalado.
Um bocadinho de matemática: quantos bikinis por metro quadrado?! Muitos ou bastantes?!
Nova delícia da minha colecção
Lembram-se de eu falar aqui do João Lemos a propósito das ilustrações do CD dos Gaiteiros de Lisboa? Pois fiz-lhe uma encomendinha... e já a recebi: 
Sátiro e freira - João Lemos
"uma folha de fibras de Amoreira birmanesa, na qual desenhei com uma tinta que, a dizer-se da China, provém, em boa verdade, do Japão"

Sátiro e freira - João Lemos
"uma folha de fibras de Amoreira birmanesa, na qual desenhei com uma tinta que, a dizer-se da China, provém, em boa verdade, do Japão"
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