"Uma razão fundamental do mal-estar em relação à Igreja provém da sexualidade. Desde o século XVIII, muitos terão iniciado o seu abandono, porque concretamente a confissão, patologicamente centrada no pecado sexual, esmiuçado até à exaustão, começou a ser sentida como invasão indevida da intimidade e ferindo inclusivamente os direitos humanos.
A Bíblia contém, dentro da literatura mundial, um dos mais belos hinos ao amor erótico: leia-se o Cântico dos Cânticos. Desde o início, no Génesis, se diz que a sexualidade é dom de Deus. Segundo a Bíblia, o ser humano não está dividido em corpo e alma, pois forma uma unidade. Na perspectiva cristã, o corpo não é desprezível, pois o próprio Deus assumiu a humanidade corpórea.
A gnose, o maniqueísmo, Santo Agostinho, a lei do celibato dos padres, misogenias, dualismos antropológicos, concepções do poder a reprimir o prazer: eis algumas das causas do mal-estar.
A emancipação feminina e a facilitação da possibilidade de separar actividade sexual e procriação foram determinantes para uma nova vivência da sexualidade.
A Igreja terá sempre dificuldade em ter uma palavra equilibrada sobre temática tão complexa como humana, uma palavra que não seja de bênção para o «vale tudo» nem de repressão da alegria do encontro de liberdades sexuadas.
Mas, sob o nome de Monsenhor Pietro De Paoli, alguém altamente posicionado na Igreja quis reflectir sobre problemas fundamentais dessa Igreja, facilitando a questão, mediante a forma de romance: Vaticano 2035. Trata-se de um cardeal que chega a Papa, depois de ter tido a experiência do casamento, da viuvez, de duas filhas que nem sempre cumprem as regras oficiais, de um cardeal homossexual.
O novo Papa toma apontamentos para uma futura encíclica sobre a sexualidade. Já não se tratará de condenações, mas de compreensão e de apelo a uma caminhada no respeito, no amor, no desejo de progredir em humanidade digna.
Começaria por relembrar o sentido profundo da sexualidade: «o primeiro bem do casamento é o amor.» A sexualidade pode e deve ser um lugar privilegiado de humanização e de aprendizagem da unidade do ser humano enquanto corpo e espírito. «É pelos nossos enlaces, união íntima do corpo e do espírito, que compreendemos, talvez da maneira mais próxima, o que significa o amor encarnado.»
Seguem-se alguns pontos de referência:
1. Embora a existência humana seja um caminho, devendo cada um responsavelmente examinar em consciência em que etapa se encontra, lembra-se que o exercício da sexualidade humana, antes de formar um laço conjugal, é uma forma não plena de sexualidade.
2. «Os seres humanos não se reproduzem, fazem amor.» É importante perguntar de que modo o exercício da sexualidade tem de facto o amor como fruto e de que modo dá fruto; «é certamente um critério de julgamento».
3. O exercício da paternidade e da maternidade responsáveis requer «um diálogo permanente, franco e sincero entre os esposos». Esse diálogo incidirá concretamente nos meios de assumir essa responsabilidade.
4. O homem e a mulher não são posse um do outro.
5. «A sexualidade homossexual é um facto comprovado em todas as sociedades humanas.» Que sabemos sobre a sua génese, as suas causas, a sua «natureza»? «Afirmamos que não desejamos julgar nem os comportamentos nem as pessoas: os pontos seguintes permitirão exercer um discernimento sobre o exercício de toda a sexualidade humana, incluindo a homossexual.»
6. «O meu corpo não é uma coisa, o corpo do outro não é um objecto.»
7. O exercício da sexualidade pressupõe «o respeito mútuo, a confiança e o consentimento de cada um».
8. «A sexualidade realmente humana não pode exercer-se no âmbito do constrangimento, da chantagem ou de uma relação tarifada.»
9. O exercício da sexualidade humana é feito de permuta de gestos e de intimidade revelada, «mas pressupõe antes uma troca de palavras».
10. «Violar a palavra dada, quebrar um compromisso, ser infiel são faltas graves.»
Anselmo Borges
padre e professor de Filosofia"
in DN online
21 dezembro 2007
20 dezembro 2007
Pode um chefe babar-se? - por Ap
"Esta mensagem lida num blog muito divertido e que leio regularmente, deixou-me preocupado.
E porquê?
Bom, não sendo nem de longe nem de perto um personagem semelhante ao descrito na mensagem com a ligação aqui no «a funda São - serviço púbico», fico preocupado.
Quer na escolinha, quer na universidade dos grandes e depois nos sítios por onde trabalhei, sempre fui visto como o tipo que contava permanentemente umas graçolas.
Deixem-me ser mais preciso. Não eram graçolas parvas. Quer dizer, muitas vezes eram absolutamente parvas. Mas geralmente eram irónicas e faziam de mim uma espécie de bobo da corte.
O maluco a quem se permitem todas as verdades, desde que devidamente embrulhadas numa piada buçal ou fino recorte.
Esta aura sempre me valeu um alto grau de popularidade entre as mulheres.
E à falta de sólidos argumentos fisicos, sobrava o paleio fácil, o olhar doce e as graçolas.
Então porque me preocupa o post da São? Porque há algum tempo sou chefe. Isso. Chefe. E essa merda desses galões inibem essa loucura do bobo da corte que sou.
E pior, sou chefe de joviais, noviças e apetitosas estagiárias.
Será que me estou a babar?
Ap"
Publicado no blog Apalpar a propósito deste post aqui.
E porquê?
Bom, não sendo nem de longe nem de perto um personagem semelhante ao descrito na mensagem com a ligação aqui no «a funda São - serviço púbico», fico preocupado.
Quer na escolinha, quer na universidade dos grandes e depois nos sítios por onde trabalhei, sempre fui visto como o tipo que contava permanentemente umas graçolas.
Deixem-me ser mais preciso. Não eram graçolas parvas. Quer dizer, muitas vezes eram absolutamente parvas. Mas geralmente eram irónicas e faziam de mim uma espécie de bobo da corte.
O maluco a quem se permitem todas as verdades, desde que devidamente embrulhadas numa piada buçal ou fino recorte.
Esta aura sempre me valeu um alto grau de popularidade entre as mulheres.
E à falta de sólidos argumentos fisicos, sobrava o paleio fácil, o olhar doce e as graçolas.
Então porque me preocupa o post da São? Porque há algum tempo sou chefe. Isso. Chefe. E essa merda desses galões inibem essa loucura do bobo da corte que sou.
E pior, sou chefe de joviais, noviças e apetitosas estagiárias.
Será que me estou a babar?
Ap"
Publicado no blog Apalpar a propósito deste post aqui.
A propósito de dálias e recebêlias

"Agora São Rosas" - oferta da Guida
"Rosa Minha
Rosa minha que teimas ser flor
nas mãos que orvalham
de seiva cortada
És dos espinhos o silêncio,
espera e dor.
Gota do olhar
que mergulha no peito,
E teimas ser flor
e teimas ser espera
e calas a chama
do corte que te queima
Ai cor de sangue!
Ai cor da guerra
Ai quanto de verde
te devo ao colher-te
Ao querer-te para mim
Sabendo-te seiva da terra...
Charlie"
19 dezembro 2007
Arre, fêmeas!
"Lésbicas portuguesas casam-se em avião.
O enlace entre a Helena Paixão e a Teresa Pires será realizado hoje num voo Lisboa/Madrid."
A notícia no Portugal Diário
Não têm cão, caçam com rata
O enlace entre a Helena Paixão e a Teresa Pires será realizado hoje num voo Lisboa/Madrid."
A notícia no Portugal Diário
Não têm cão, caçam com rata
(para a guida)
“Tenho a mania dos dramas”, disse-me ela, depois de me ter dito outras coisas, dessas que a gente ouve como se estivesse à conversa com os nossos próprios pensamentos.
Eu não lhe disse que também tenho, não era preciso. Nem lhe disse que de poeta também só tenho a alma. Nem lhe disse que também me fui tornando exigentemente selectiva quando chega o momento de entregar uma chave de mim. Às vezes não é preciso dizermos nada. Às vezes outra mulher pode ser o espelho de nós mesmas, ou melhor, a imagem aperfeiçoada de nós mesmas. Às vezes com outra mulher podemos baixar as defesas e mostrar o medo e a celulite, a cobardia e os cabelos brancos, a insegurança e as mamas descaídas.
Espreitei-lhe os gestos e o perfil enquanto fumávamos na varanda, enroladas na velha manta de lã. Adivinhei-lhe os contornos escondidos, escutei-lhe o silêncio. Estendi-lhe a minha mão fria e vazia e ela guardou-a no seu corpo quente.
Depois, sem beijos nem carícias, as duas percebemos que de tão pouco se fazem os momentos de serenidade.
Eu não lhe disse que também tenho, não era preciso. Nem lhe disse que de poeta também só tenho a alma. Nem lhe disse que também me fui tornando exigentemente selectiva quando chega o momento de entregar uma chave de mim. Às vezes não é preciso dizermos nada. Às vezes outra mulher pode ser o espelho de nós mesmas, ou melhor, a imagem aperfeiçoada de nós mesmas. Às vezes com outra mulher podemos baixar as defesas e mostrar o medo e a celulite, a cobardia e os cabelos brancos, a insegurança e as mamas descaídas.
Espreitei-lhe os gestos e o perfil enquanto fumávamos na varanda, enroladas na velha manta de lã. Adivinhei-lhe os contornos escondidos, escutei-lhe o silêncio. Estendi-lhe a minha mão fria e vazia e ela guardou-a no seu corpo quente.
Depois, sem beijos nem carícias, as duas percebemos que de tão pouco se fazem os momentos de serenidade.
18 dezembro 2007
Rei saudita perdoa jovem violada e condenada a 200 chicotadas e seis meses de prisão
"O rei Abdullah perdoou uma jovem que tinha sido condenada a seis meses de prisão e 200 chicotadas depois de ter sido vítima de uma violação colectiva, noticiou ontem o diário Al-Jazirah. A confirmar-se, este perdão será um raro questionamento público da monarquia ao poder dos líderes religiosos, que controlam o sistema de justiça.
O rei saudita costuma perdoar condenados por ocasião do Eid al-Adha, a festa muçulmana que começa amanhã, mas estes perdões são sempre publicados pela agência oficial de imprensa, ao contrário deste.
Apesar de não citar o rei, o jornal que avança a notícia é próximo dos religiosos e cita o ministro da Justiça, Abdullah bin Mohammed al-Sheik, que defende o perdão sem se referir a ele: «O rei procura sempre aliviar o sofrimento dos cidadãos quando se assegura que estes veredictos vão deixar efeitos psicológicos nos condenados, mesmo que tenha a certeza de que os veredictos foram justos».
A condenação da «rapariga de Qatif» (cidade da Província Leste), revista em Novembro, depois de esta ter recorrido das sentenças dos sete atacantes, provocou uma vaga de condenações que chegou à Casa Branca. Washington descreveu a sentença como «assombrosa», sem chegar a criticar o sistema de justiça do reino. Ontem, Casa Branca e Departamento de Estado saudaram uma «boa decisão» de Abdullah.
«Estou feliz e a minha mulher está feliz e claro que isto vai diminuir algum do seu sofrimento psicológico e social. Agradecemos ao rei a sua atenção generosa e espírito paternal», disse o marido da jovem, citado pela agência Reuters.
Foi condenada por estar na companhia de um «desconhecido» na altura do ataque, um crime segundo a rigorosa segregação de sexos no país. As mulheres, que só podem sair à rua cobertas da cabeça aos pés e não podem guiar, precisam de um guardião (marido ou familiar próximo) para obter um passaporte, por exemplo.
O ataque aconteceu quando estava no carro de um antigo colega com quem se teria encontrado para recuperar uma fotografia de ambos. Também ele foi violado e condenado a 90 chicotadas.
A justiça começou por justificar a agravação da pena da jovem - que começara por ser condenada a 90 chicotadas em 2006 - com o argumento de que esta tentara influenciar os tribunais «por via da imprensa». Depois disse que confessara adultério. No recurso, os atacantes viram as suas penas subir de um a cinco anos de prisão para dois a nove.
Abdullah, visto como um reformador moderado, prometera mudanças no sistema judicial, dominado pelos líderes religiosos e pela sua interpretação ortodoxa da lei islâmica. O diário Jazirah acrescentava ontem que «o ministro [da Justiça] afirmou a integridade, justiça e transparência do sistema legal do reino e que não há motivos para o pôr em dúvida».
lido hoje no "Público"
O rei saudita costuma perdoar condenados por ocasião do Eid al-Adha, a festa muçulmana que começa amanhã, mas estes perdões são sempre publicados pela agência oficial de imprensa, ao contrário deste.
Apesar de não citar o rei, o jornal que avança a notícia é próximo dos religiosos e cita o ministro da Justiça, Abdullah bin Mohammed al-Sheik, que defende o perdão sem se referir a ele: «O rei procura sempre aliviar o sofrimento dos cidadãos quando se assegura que estes veredictos vão deixar efeitos psicológicos nos condenados, mesmo que tenha a certeza de que os veredictos foram justos».
A condenação da «rapariga de Qatif» (cidade da Província Leste), revista em Novembro, depois de esta ter recorrido das sentenças dos sete atacantes, provocou uma vaga de condenações que chegou à Casa Branca. Washington descreveu a sentença como «assombrosa», sem chegar a criticar o sistema de justiça do reino. Ontem, Casa Branca e Departamento de Estado saudaram uma «boa decisão» de Abdullah.
«Estou feliz e a minha mulher está feliz e claro que isto vai diminuir algum do seu sofrimento psicológico e social. Agradecemos ao rei a sua atenção generosa e espírito paternal», disse o marido da jovem, citado pela agência Reuters.
Foi condenada por estar na companhia de um «desconhecido» na altura do ataque, um crime segundo a rigorosa segregação de sexos no país. As mulheres, que só podem sair à rua cobertas da cabeça aos pés e não podem guiar, precisam de um guardião (marido ou familiar próximo) para obter um passaporte, por exemplo.
O ataque aconteceu quando estava no carro de um antigo colega com quem se teria encontrado para recuperar uma fotografia de ambos. Também ele foi violado e condenado a 90 chicotadas.
A justiça começou por justificar a agravação da pena da jovem - que começara por ser condenada a 90 chicotadas em 2006 - com o argumento de que esta tentara influenciar os tribunais «por via da imprensa». Depois disse que confessara adultério. No recurso, os atacantes viram as suas penas subir de um a cinco anos de prisão para dois a nove.
Abdullah, visto como um reformador moderado, prometera mudanças no sistema judicial, dominado pelos líderes religiosos e pela sua interpretação ortodoxa da lei islâmica. O diário Jazirah acrescentava ontem que «o ministro [da Justiça] afirmou a integridade, justiça e transparência do sistema legal do reino e que não há motivos para o pôr em dúvida».
lido hoje no "Público"
Só para emergências..

O que é a “pílula do dia seguinte”?
É um medicamento para evitar uma gravidez indesejada depois de uma relação sexual não protegida ou mal protegida. Ex.: rompimento ou esquecimento do preservativo, esquecimento da pílula diária, deslocação do dispositivo intra-uterino, violação, etc.;
Se for tomada de acordo com as recomendações reduz o risco de engravidar mas não é 100% eficaz;
Não é abortiva;
Só deve ser tomada ocasionalmente.
Como se toma?
O mais cedo possível, após a relação sexual, de preferência nas primeiras 12 horas, porque a eficácia é tanto maior quanto mais cedo for tomada.
Embora seja chamada “pílula do dia seguinte”, deve ser tomada até 72 horas após a relação sexual não protegida ou mal protegida. No entanto mantém eficácia aceitável até às 120 horas (5 dias).
O risco de gravidez está muito aumentado se for tomada depois das 120 horas (5 dias) após a relação sexual.
Que efeitos secundários pode provocar?
Os mais comuns são náuseas e vómitos, dores de cabeça, tensão mamária, perdas de sangue vaginais, menstruação um pouco antes ou depois do previsto, dores abdominais e fadiga. Estes efeitos desaparecem ao fim de alguns dias;
Se vomitares nas duas horas após a toma do medicamento deves tomá-lo novamente, porque pode ter perdido o efeito.
Quais os cuidados a ter depois de a utilizar?
Nas relações sexuais seguintes, e até ao aparecimento da próxima menstruação, utiliza outro método de contracepção como o preservativo, espermicida, etc;
Se estavas a tomar uma pílula diária, não pares. Continua a tomá-la regularmente para não alterar o período menstrual. Até à próxima menstruação utiliza também o preservativo nas relações sexuais, para te protegeres de uma gravidez indesejada;
Faz um teste de gravidez se a menstruação não aparecer até ao 5º dia após a data prevista;
Para protegeres a tua saúde, evita repetir a toma da “pílula do dia seguinte” no mesmo ciclo menstrual para não sobrecarregar o organismo de hormonas.
É importante saber que...
Não substitui os métodos contraceptivos regulares;
Os métodos contraceptivos regulares (ex: contraceptivos orais, dispositivo intra-uterino, preservativo, etc.) são mais seguros e eficazes do que a “pílula do dia seguinte”;
A “pílula do dia seguinte” só deve ser usada em caso de emergência;
A “pílula do dia seguinte” não protege contra doenças sexualmente transmissíveis (ex.: SIDA).
É um medicamento para evitar uma gravidez indesejada depois de uma relação sexual não protegida ou mal protegida. Ex.: rompimento ou esquecimento do preservativo, esquecimento da pílula diária, deslocação do dispositivo intra-uterino, violação, etc.;
Se for tomada de acordo com as recomendações reduz o risco de engravidar mas não é 100% eficaz;
Não é abortiva;
Só deve ser tomada ocasionalmente.
Como se toma?
O mais cedo possível, após a relação sexual, de preferência nas primeiras 12 horas, porque a eficácia é tanto maior quanto mais cedo for tomada.
Embora seja chamada “pílula do dia seguinte”, deve ser tomada até 72 horas após a relação sexual não protegida ou mal protegida. No entanto mantém eficácia aceitável até às 120 horas (5 dias).
O risco de gravidez está muito aumentado se for tomada depois das 120 horas (5 dias) após a relação sexual.
Que efeitos secundários pode provocar?
Os mais comuns são náuseas e vómitos, dores de cabeça, tensão mamária, perdas de sangue vaginais, menstruação um pouco antes ou depois do previsto, dores abdominais e fadiga. Estes efeitos desaparecem ao fim de alguns dias;
Se vomitares nas duas horas após a toma do medicamento deves tomá-lo novamente, porque pode ter perdido o efeito.
Quais os cuidados a ter depois de a utilizar?
Nas relações sexuais seguintes, e até ao aparecimento da próxima menstruação, utiliza outro método de contracepção como o preservativo, espermicida, etc;
Se estavas a tomar uma pílula diária, não pares. Continua a tomá-la regularmente para não alterar o período menstrual. Até à próxima menstruação utiliza também o preservativo nas relações sexuais, para te protegeres de uma gravidez indesejada;
Faz um teste de gravidez se a menstruação não aparecer até ao 5º dia após a data prevista;
Para protegeres a tua saúde, evita repetir a toma da “pílula do dia seguinte” no mesmo ciclo menstrual para não sobrecarregar o organismo de hormonas.
É importante saber que...
Não substitui os métodos contraceptivos regulares;
Os métodos contraceptivos regulares (ex: contraceptivos orais, dispositivo intra-uterino, preservativo, etc.) são mais seguros e eficazes do que a “pílula do dia seguinte”;
A “pílula do dia seguinte” só deve ser usada em caso de emergência;
A “pílula do dia seguinte” não protege contra doenças sexualmente transmissíveis (ex.: SIDA).
Usa preservativo!
Antes de tomares a “pílula do dia seguinte”, informa o teu médico ou farmacêutico se estás a amamentar, se tens algum problema de saúde (ex.: doenças de fígado, cancro, problemas de coagulação do sangue) e se estás a tomar outros medicamentos;
Se estiveres grávida não deves tomar a “pílula do dia seguinte”.
Informação constante em folhetos da ANF disponíveis na tua Farmácia.
Antes de tomares a “pílula do dia seguinte”, informa o teu médico ou farmacêutico se estás a amamentar, se tens algum problema de saúde (ex.: doenças de fígado, cancro, problemas de coagulação do sangue) e se estás a tomar outros medicamentos;
Se estiveres grávida não deves tomar a “pílula do dia seguinte”.
Informação constante em folhetos da ANF disponíveis na tua Farmácia.
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