Alexandre Affonso - nadaver.com
15 março 2008
14 março 2008

Bom fim de semana
Foto: Michael Rumiz
Isto é que seria dar à bomba!
Através do site «Sperm for Tickets» acedia-se a uma lista de festivais europeus, onde se incluía o portuguesinho «Super Bock Super Rock». Acedia-se?!Incluía?! Sim, que já não se acede e já não inclui. É que os interessados foram tantos que se lê agora onde devia estar o formulário de candidatura: "Applications for donation packs have far exceed the expectations. Our clients are calling a halt to the invitation to apply for packs, and will review the results of the scheme to decide on how to proceed."
Ficaram inundados... quem diria?!
____________________________
A lady.bug acha que isto é mais «esprema por bilhetes»...
Sou eu assim sem você
Interpretação corporal do actor brasileiro Raul Franco, do grupo Fanfarrões, para a música «Fico Assim Sem Você» de Adriana Calcanhoto.
Repara especialmente nos detalhes destes momentos que se repetem:
(...)
Eu não existo longe de você
E a solidão é o meu pior castigo
(...)
Porque é que tem que ser assim?
Se o meu desejo não tem fim
(...)
visto em nadaver.com
Repara especialmente nos detalhes destes momentos que se repetem:
Eu não existo longe de você
E a solidão é o meu pior castigo
(...)
Porque é que tem que ser assim?
Se o meu desejo não tem fim
(...)
visto em nadaver.com
13 março 2008
Natural é que é bom?

Quem disse que só o natural é que é bom?
Já experimentei comer uma febra de porco preto ao natural.
Assim sem mais!
É intragável.
Nada como uma boa depilação num lume de estevas,
levar-se o corte ao ponto e dar-lhe calor que chegue à base da pedra de sal.
Depois, quando estiver na cor que se quer, é saborear.
Há quem goste mal passado.
Eu prefiro dar-lhe o tempo certo.
Passado sim, mas ao ponto de estar ainda macio.
Na zona onde se conseguem descobrir os sabores ocultos.”
Charlie
publicado em: Praça da República
Já experimentei comer uma febra de porco preto ao natural.
Assim sem mais!
É intragável.
Nada como uma boa depilação num lume de estevas,
levar-se o corte ao ponto e dar-lhe calor que chegue à base da pedra de sal.
Depois, quando estiver na cor que se quer, é saborear.
Há quem goste mal passado.
Eu prefiro dar-lhe o tempo certo.
Passado sim, mas ao ponto de estar ainda macio.
Na zona onde se conseguem descobrir os sabores ocultos.”
Charlie
publicado em: Praça da República
Já somos mais de 400 no grupo de mensagens da funda São!

Mamocas Digest
(para visualizares é preciso que faças parte do grupo de mensagens da funda São,
já que este e outros ficheiros estão disponíveis para membros e membranas
na página de ficheiros do grupo)
12 março 2008
O canário e as cerejas

Esta esbelta figura que exibo é o resultado directo da atitude saudável de usar o Metro de Lisboa que gratuitamente nos ginastica as pernas porque os elevadores nunca funcionam e as escadas rolantes são desligadas amiúde e sempre nos eriçamos de felicidade pelo lado de colírio oftalmológico.
Dos sapatos pretos de boneca com saltinho cresciam umas pernas bem torneadas visíveis até às coxas por via de uma mini-saia amarela a embalar-lhe o cuzinho encimada por uma sedosa blusa preta que justificava uma acertada conjugação de cores da parte da moça. E sob o cabelo preto cortado à garçonne despontavam duas cerejinhas, vermelhinhas e lustrosas, desenhadas no centro do pescoço que me fizeram crer piamente serem apenas uma amostra das que ela teria certamente a pender dos mamilos e a decorar o fundo das costas antes do meridiano das duas nádegas também redondas como as cerejas.
Como até me chamo Canário acerquei-me dela a dar conta do facto de que cerejas assim frescas pela manhã me abriam o apetite. Mas ela deu-me uma bicada com o à vontade de quem está acostumada a espantar pardais ao perguntar-me se estava abonado para ir ao dentista tratar de seguida os dentes partidos. E imediatamente me convenci que as cerejas estavam verdes e sem sentido de humor.
Dos sapatos pretos de boneca com saltinho cresciam umas pernas bem torneadas visíveis até às coxas por via de uma mini-saia amarela a embalar-lhe o cuzinho encimada por uma sedosa blusa preta que justificava uma acertada conjugação de cores da parte da moça. E sob o cabelo preto cortado à garçonne despontavam duas cerejinhas, vermelhinhas e lustrosas, desenhadas no centro do pescoço que me fizeram crer piamente serem apenas uma amostra das que ela teria certamente a pender dos mamilos e a decorar o fundo das costas antes do meridiano das duas nádegas também redondas como as cerejas.
Como até me chamo Canário acerquei-me dela a dar conta do facto de que cerejas assim frescas pela manhã me abriam o apetite. Mas ela deu-me uma bicada com o à vontade de quem está acostumada a espantar pardais ao perguntar-me se estava abonado para ir ao dentista tratar de seguida os dentes partidos. E imediatamente me convenci que as cerejas estavam verdes e sem sentido de humor.
Subscrever:
Comentários (Atom)




