17 abril 2008

Sexo fodido - sondagem


Já aqui contei por diversas vezes uma experiência traumatizante da minha vida sexual: o trambolhão que demos numa sessão de sexo fenomenal - até ao momento em que escorregámos ambos e, abraçados, caímos para fora da banheira enrolados no cortinado de plástico. Eu bati com o ombro no lavatório e fiquei à rasca durante uma semana. Ficámos no chão um bom bocado, ainda encaixados, meio a rir meio a gemer, a perguntarmo-nos reciprocamente se nos tínhamos magoado.
E tu? Nunca tiveste um acidente nas reviravoltas do sexo?

Charlie: "Lembro-me duma escorregadela, já depois de termos saído da casa de banho, em que ela se encostara à parede e na altura culminante fomos os dois rolando escada abaixo. Tirando as nódoas nas costelas e num joelho que perduraram o tempo usual, foi uma experiência orgástica extraordinária..."
Pinador: "Já caí de costas e parti a piça. É preciso ter azar."
popuska: "Fora uma cabeçada ou outra por distâncias mal calculadas, nunca tive problemas de maior."
babe: "Oh pá... isso histórias de mazelas não acredito que ninguém tenha pelo menos uma... nódoas negras, roxas, esverdeadas (daquelas que mudam de cor) já alguém ficou com essas marcas depois de uma bela trancada... ah, pois é..."
São Rosas: "E joelhos esfolados na alcatifa? Sou caso único?!"
Didas: "Tipo ser-se apanhado? Já."
São Rosas: "Uiiii... isso dava látex para muitos preservativos..."
babe: "Alcatifas não... têm muito ácaro!"
São Rosas: "E agora é que me dizes... eu bem que sentia uma grande comichão..."
babe: "pois... a comichão... se é chato coça! heheheheh"
matahary: "E joelhos todos verdes da relva, não?"
The F Word: "Vá... pronto... e partir o estrado duma camita num hotel em plena madrugada...? (Mas não se ouviu quase nada )
São Rosas: "Imagino que tenha sido só um ruidozito tipo... trovoada!"
The F Word: "Qualquer coisinha assim pouca... "
São Rosas: "Uma história linda para um dia contares aos netos, à lareira."
João Mãos de Tesoura: "São, meteste baixa ou tinhas seguro?"
São Rosas: "Eu meti foi a segunda... só não foi logo de seguida... foi passados uns... dias..."
guida: "Eu tou com a Popuska... distâncias mal calculadas e uns 'galos' na cabecita. Uns hematomas, vá lá. De resto, sem problemas de maior também. Sem falar duma tendinite na virilha (ou duas). Também não queria falar duma rotura da rótula. Tão pouco duma experiência dentro de um carro que mal me consigo lembrar e que resultou em ejaculação precoce, por falta de pontaria. Pronto, era muito tarde. A malta tinha bebido muito. A coisa correu a 3 dimensões. Correu menos bem. Mas ainda assim deu para rir imenso."
lady.bug: "Bem, por falar em lesões do joelho... eu tenho a rótula sub-lixada... fodida, mesmo!"
São Rosas: "Quer dizer, a tua rótula foi quem mais se fodeu..."

Marcos Lopes











Coisas [via] [Galeria]

Mulheres & Automóveis



Mulheres na Publicidade de Automóveis Clássicos

16 abril 2008

Berbicacho


Começo a crer que as mulheres falam mais como é costume apregoar-se. Até no final da queca e com beijinhos ou abraços pegajosos têm disposição para comentar aquela actuação acabadinha de finalizar como se estivessem a sair da sala de cinema. Ou para analisar o último artigo de capa de uma revista comummente lida com exclamações vivas de viste aquilo e aqueloutro e depois quando o gajo diz, reparaste?... Às vezes até decidem ser o momento certo para programar uma viagem ou uma ida ao restaurante como se as palavras prolongassem a dopamina da cópula.

O berbicacho é que os homens preferem o silêncio para repor o ritmo normal da respiração. Isto quando não se viram para o outro lado prontinhos para dormir ou completamente de papo para o ar enchem o quarto com roncos como se o coito lhes consumisse toda energia disponível e tal como nos jogos de crianças fosse o local de descanso quando é alcançado.

Se a relação sexual fosse como um passe de transportes públicos já as configurações carregadas teriam de ser acertadas para funcionar. Assim, é um berbicacho validarmo-nos no transporte correcto.

CISTERNA da Gotinha




Guia de Sexo no Automóvel.


Ganhar dinheiro com o sexo lá em casa.



crica para veres o John & John nas suas sete quintas
crica para veres
o John & John nas suas sete quintas

15 abril 2008

Pois...

– Gostava de ir a tua casa, conhecer os teus espaços, a tua luz, os teus objectos, sentir o cheiro e o ar da tua casa, ver os livros que tens, perceber a forma como a decoraste, como te instalas, como estás. Gostava de te ver no teu espaço, no teu mundo.
– Gostavas de me comer no sofá!
– Pois, isso também.

O homem sem pénis


Uma parceria com The Perry Bible Fellowship

Estranho Emprego


















Coisas [via]

14 abril 2008


Bom início de semana


Foto: Stefan Beckmann

Terá sido pelos ouvidos?!


Ainda há quem fique admirado com a história do homem grávido (Thomas Beatie, um norte-americano transsexual que nasceu mulher mas há 10 anos se tornou legalmente homem) que até já fez uma ecografia no programa da Oprah Winfrey.
No jet set isso acontece e ninguém liga (a não ser eu, que sou muito reparadeira ). Leiam bem:
"Stephanie faltou uma vez mais ao Baile da Rosa, organizado pela fundação com o nome da mãe, Grace. Mas a ausência mais notada foi a de Andrea Casiraghi, o filho mais velho de Carolina, cada vez mais emprenhado no namoro com Tatiana Santo Domingo".

CISTERNA da Gotinha


Tubos para masturbação que pretendem imitar as sensações de várias modalidades sexuais.

Capas Sexy - a música que desperta todos os sentidos.

Japanese Sex Doll ou as Bonecas do amor - vídeo.

Mamocas & Mamolas para o Charlie saborear... com os olhos, pois claro!

13 abril 2008

Corriditas


O despertador tocava às 6 da matina e ele corria a vestir um fato-de-treino e num minuto estava na sala de desporto do último andar do prédio para a manutenção matinal de 10 minutos cronometrados. Regressava ao apartamento e punha a água a correr, tomava um comprimido amarelo e durante minuto e meio deixava-se amolecer de pé na banheira sob a água quente. Secava-se na máquina elétrica apropriada e apressava-se para a cozinha a retirar um copo de sumo de laranja da conduta do prédio para acompanhar uma torrada higienicamente embalada das que guardava na dispensa.

Enfiava-se num fato e com as palmas das mãos treinadas em poucos segundos espalhava à chapada perfume pelo pescoço abaixo e nas faces e rapidamente descia para as caves onde se introduzia na engenhoca transportadora, fazia o reconhecimento da sua impressão digital e inseria o destino pela opção dos destinos frequentes.

Chegado à cave do seu local de trabalho nos 7 ou 8 minutos seguintes que o sistema nem sempre estava bem calibrado usava o elevador que em dois minutos subia ao 35º andar onde trabalhava e sentava-se no seu posto, colocava os auscultadores, ligava o computador e o microfone e impreterivelmente às oito e trinta atendia a primeira chamada.

Pausava às onze e às dezasseis horas durante 5 minutos exatos para despejar o saco tecnoplástico de urina do fato e verificar o bom funcionamento da algália. Ele habituara-se a despachar aquilo em 2 minutos e antes de voltar a colocar a sonda engolia um comprimido amarelo. Rigorosamente às doze e trinta também suspendia o trabalho para consumir a refeição servida em embalagens térmicas na sala destinada para o efeito para não serem excedidos os quinze minutos regulamentares.

Regressava ao lar às vinte e quarenta e acionava o micro-ondas para aquecer uma refeição que depois de deglutida findava com o ritual da toma de um comprimido de malte. Às 21 horas em ponto estendia-se na cama e com a ajuda de água, ingeria mais um darwinista comprimido amarelo com o ar satisfeito de quem pensava vamos lá ter outro orgasmo.