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Um homem também chora... e o Bartolomeu ode:
As palavras ganham corpo...
Eterno e branco de estátua
De ti, tenho sede, tenho míngua
Do teu respirar, do teu sopro
N'alma apaixonada deste velho
Porque foi no teu dorso que soletrei
A mudez de uma paixão sem nome
Encaixado em ti e tu em mim
Que senti a saudade de quem amei
Que senti do seu corpo toda a fome
Que fingi rir mas não. Chorei por fim!"



"Xiiii, já passaram uns bons anos desde que duas amigas decidiram foder-me na praia.
