O OrCa descobriu estas pérolas de Vítor Rua (que foi guitarrista dos GNR): "Isto sim, parece-me um caso de «música alternativa», ainda não ouvida nos «merdia»... Aprecio particularmente a vestimenta intimista do artista".
São várias, mas deixo-vos aqui «Ide Pró Caralho!!!» e «Eu Quero Foder o Sistema!!!»
09 março 2011
Resposta
O Amor, esse, leste nas linhas de mãos que procuravam mais do que tinham;
O Amor, esse, sentiste na história que o príncipe contou, e que a princesa encantou;
O mundo, criado na redoma própria da vida, romantizada pela utopia da vontade ambiciosa, tornou-se próprio; pessoal e único.
Tornou-se engenho completo; máquina do tempo e eternidade apaixonada.
As noites esperam-me para cumprir funções que transcendem os mortais;
Para cumprir aquilo que a vontade desconhecia.
O Amor é eterno desde que as almas nasceram;
Desde as primeiras vidas que viveram.
A solidão é passado por força da coragem.
Existiu antes do (re)encontro.
A arte não é do Amor;
Esse já existia antes, apenas desconhecia em que porta entrar.
A arte é da essência que deixou este Amor morar.
O Amor, esse, sentiste na história que o príncipe contou, e que a princesa encantou;
O mundo, criado na redoma própria da vida, romantizada pela utopia da vontade ambiciosa, tornou-se próprio; pessoal e único.
Tornou-se engenho completo; máquina do tempo e eternidade apaixonada.
As noites esperam-me para cumprir funções que transcendem os mortais;
Para cumprir aquilo que a vontade desconhecia.
O Amor é eterno desde que as almas nasceram;
Desde as primeiras vidas que viveram.
A solidão é passado por força da coragem.
Existiu antes do (re)encontro.
A arte não é do Amor;
Esse já existia antes, apenas desconhecia em que porta entrar.
A arte é da essência que deixou este Amor morar.
Postalinho do Miúdo
Já não bastava o Miúdo das Vozes da Rádio deixar todo o mulherio a deitar fumo pela roupa interior e ainda me manda este postalinho, no rescaldo do Carnaval:
"Apesar de não me interessar pelo Carnaval, confesso que ontem vi coisas lindas, na noite portuense. Disfarces para todos os gostos. Gostei muito de uma cabeça de cavalo, bem como de uns cogumelos, na Casa de Ló. No Piolho, vi uns M&M's engraçados, uma cartas de um baralho, algumas freiras sensuais e, principalmente, muitos disfarçados de bêbedos. Mas nunca preferi o óbvio... Basta andar atento pelas ruas da cidade para perceber que também elas têm direito a disfarces (foi inevitável pensar na São Rosas...)
Miúdo"

"Apesar de não me interessar pelo Carnaval, confesso que ontem vi coisas lindas, na noite portuense. Disfarces para todos os gostos. Gostei muito de uma cabeça de cavalo, bem como de uns cogumelos, na Casa de Ló. No Piolho, vi uns M&M's engraçados, uma cartas de um baralho, algumas freiras sensuais e, principalmente, muitos disfarçados de bêbedos. Mas nunca preferi o óbvio... Basta andar atento pelas ruas da cidade para perceber que também elas têm direito a disfarces (foi inevitável pensar na São Rosas...)
Miúdo"
08 março 2011
Acordo ortográfico
O acordo ortográfico causa-me arrepios. E não são aqueles bons que nos percorrem o corpo, num misto de prazer. Custa-me ver palavras sem pês e cês e acentos e sei lá mais o quê!
Tal como deixei ali algures nos comentários, erecto e erecção perdem o "c". E eu fico a imaginar que não vou voltar a ter a deliciosa sensação de boca cheia ao dizer estas palavras! E a qualidade da erecção continuará a mesma, depois de levar este corte?
O acto sexual nunca mais será igual, quando passar a um mero ato. Não se esqueçam da corda ao lado da cama, para atarem e desatarem. O que quiserem, não a acto.
O acordo ortográfico é fodido. Mas, em tempos, creio que foi phodido...
Tal como deixei ali algures nos comentários, erecto e erecção perdem o "c". E eu fico a imaginar que não vou voltar a ter a deliciosa sensação de boca cheia ao dizer estas palavras! E a qualidade da erecção continuará a mesma, depois de levar este corte?
O acto sexual nunca mais será igual, quando passar a um mero ato. Não se esqueçam da corda ao lado da cama, para atarem e desatarem. O que quiserem, não a acto.
O acordo ortográfico é fodido. Mas, em tempos, creio que foi phodido...
Está quase prontinho para sair do forno

Dá-me um gozo enorme este blog. Entre muitas outras coisas, permite-me conhecer pessoas fora de série quando, na minha «vida real», dificilmente teria essa oportunidade.
Fico especialmente molhadinha quando consigo ajudar alguém a divulgar a sua arte e criatividade.
Há alguns anos, recomendei a Encandescente à malta das Edições Polvo. Eles gostaram tanto que publicaram 4 livros dela (que pena, entretanto, a Encandescente ter deixado de aparecer; quando posso, continuo a gostar de ler poesia dela para os meus amigos).
Há poucos meses, sugeri à Fernanda Frazão, da Apenas Livros, que lesse os textos da Miss Joana Well. Ela gostou e o resultado - o livro «Brinquedo de Estranhos, Marioneta de Sonhos» - vai estar disponível, muito em breve, na colecção de livros de cordel da Apenas.
Eu, que já tive o privilégio de o ler, posso dizer-vos que está um mimo.
Quando for publicado, digo-vos.
Viva a Miss Joana Well! Viva!
Viva a Apenas Livros! Viva!
Nome
Pronuncio o teu nome
na nota de música
através da pauta
incansável,
orgíaca,
no concerto inacabado
da tua Poesia.
Este poema foi escrito em 2008 e consta no meu blog http://quandoamor.blogspot.com/
Poesia de Paula Raposo


Os bustos da República
Tinham que me copiar a pose!
E, graças ao Carlos Car(v)alho, agora este bloco de selos dos correios de 2010 faz parte da minha colecção.
E, graças ao Carlos Car(v)alho, agora este bloco de selos dos correios de 2010 faz parte da minha colecção.

07 março 2011
Não Fica Bem...
Se há coisa que não posso perdoar ao coiso agarrado a mim é que ele exerça a sua (má) influência e me imponha comportamentos que contrariam a minha forma natural de ser e de estar.
Quero com isto dizer que não tenho nada a ver com os amuos, com os estados de espírito dele, e por isso não consigo aceitar que ele use a mente para me condicionar de forma prepotente e que deixa pouca margem de manobra para uma relação equilibrada.
Eu até nem vejo bola, tirando no pico do Verão, quando (penduri)calha, de soslaio, para aproveitar a liberdade que às vezes me dá o coiso agarrado a mim, porque raio tenho que murchar como uma flor arrancada de um jardim de cada vez que perde o Benfica???
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