11 fevereiro 2013
«conversa 1947» - bagaço amarelo

Ela - Tu imaginas o que é eu dizer-te uma coisa que não quero dizer, e tu ficares à espera durante anos que eu desdiga o que disse, para dizer a verdade, numa de ficar de bem contigo e nunca mais pensares que eras o culpado pelo que me aconteceu devido ao que eu te disse, e que me fez sofrer apesar de não o querer dizer?
Eu - Ahn?!
Ela - Não percebeste?
Eu - Não...
Ela - És um insensível.
bagaço amarelo
Blog «Não compreendo as mulheres»
Professorinha toma um chute na bunda da escola por postar fotos imorais
Fonte: Daily Mail
A professora de matemática Carly McKinneey, de Aurora - Colorado/EUA, de 23 anos, foi demitida da escola em que dava aula após descobrirem que o perfil "crunky_bear", nome utilizado por ela no twitter, postava fotos suas seminua, e em algumas fumando um baseado.
Além das fotos, a professorinha fazia comentários sobre o uso de drogas, comentando ter levado maconha para o estacionamento do colégio.
10 fevereiro 2013
«Os Imorais»
"Curta-metragem a ironizar a delineação draconiana entre piedade prescrita e sexualidade humana. Com Sandra Reyes."
projecterosion.com
The Immorals from Starflower Media on Vimeo.
projecterosion.com
The Immorals from Starflower Media on Vimeo.
Vinte palavras

Uma mulher tão desempoeirada em casa, na fábrica e por todo o lado e esquecera-se de um gesto. Da prosa escrita em papel a comunicar a situação mal tivera a confirmação.
Em fragmentos revia a torrente de murmúrios entre as coxas, naquela luta dócil de risos na boca e paixão a alagar o chão que a deve ter gerado. Os traços dessas tentativas sucediam-se alegremente por todo o canto da casa desde a mesa da cozinha ao lavatório da casa de banho, sem esquecer o escurinho da dispensa porque era suposto engravidar e alardear o primeiro neto de ambas as famílias.
E agora frente à frieza daquele homem, com a preeminência que lhe assiste de maximizar os seus proveitos económicos e lhe estende aquele íman de olhos com umas vinte palavras a que chamam carta de despedimento, sente o inverno a penetrar-lhe os ossos e as veias tornando-a impotente para qualquer movimento.
Não pensara que o sangue que alimenta a matéria dentro de si era passível de castigos e punições, apenas por o fazer mas agora sabe que as injustiças esmagam a esperança de vida.
Em fragmentos revia a torrente de murmúrios entre as coxas, naquela luta dócil de risos na boca e paixão a alagar o chão que a deve ter gerado. Os traços dessas tentativas sucediam-se alegremente por todo o canto da casa desde a mesa da cozinha ao lavatório da casa de banho, sem esquecer o escurinho da dispensa porque era suposto engravidar e alardear o primeiro neto de ambas as famílias.
E agora frente à frieza daquele homem, com a preeminência que lhe assiste de maximizar os seus proveitos económicos e lhe estende aquele íman de olhos com umas vinte palavras a que chamam carta de despedimento, sente o inverno a penetrar-lhe os ossos e as veias tornando-a impotente para qualquer movimento.
Não pensara que o sangue que alimenta a matéria dentro de si era passível de castigos e punições, apenas por o fazer mas agora sabe que as injustiças esmagam a esperança de vida.
Devia...
Devia ter-te agarrado bem,
bem no meio das minhas coxas,
fincado os pés nas tuas costas.
Devia ter parado esse teu vai-vem,
esse erotismo triste,
triste,
sulcado de um eminente ir,
ficavas num eterno vem,
num constante vir.
Devia...
Esqueceu da camisinha na hora H? Que tal um serviço delivery?
Fonte: Fox News
A marca de camisinha Durex, inovou ao oferecer em Dubai um serviço de entrega de camisinha. São os preservativos SOS.
A empresa promete efetuar a entrega dentro de uma hora até o local de destino, seja onde for na cidade, funcionando das 16:00 às 04:00. A encomenda pode ser feita direto do celular ou de um web site.
O serviço deve se espalhar para outras cidades, e para isso há uma votação na página oficial da campanha: SOS Condoms, e São Paulo está na lista. Mas eu acredito que deveria ser o Rio de Janeiro, afinal, é a capital do sexo!
Obscenatório
http://obscenatorio.blogspot.com.br/
Obscenatório
http://obscenatorio.blogspot.com.br/
09 fevereiro 2013
Sérvia faz uma versão da famosa cena de Instinto Selvagem
Uma "jornalista" (na verdade uma apresentadora de um programa de humor) sérvia refez a famosa cena de Sharon Stone em Instinto Selvagem, e a vítima foi o primeiro ministro Ivica Dacic. Ao cruzar as pernas, o primeiro ministro fica sem graça, e ao mesmo tempo excitado, ao ver a buceta cabeluda da entrevistadora.
Confira o vídeo:
Obscenatório
http://obscenatorio.blogspot.com.br/
«conversa 1945» - bagaço amarelo

Ela - Que péssimo sítio para abrir uma livraria infantil!
Eu - Porquê?! A mim até me parece bem...
Ela - Era aqui que eu comprava toda a minha roupa interior.
Eu - Era?!
Ela - Sim. Como é que vou escolher um livro para o meu filho no mesmo sítio onde comprava sutiãs e cuecas? Não sei se consigo...
Eu - Vá lá, faz um esforço. Acho que consegues ultrapassar isso.
Ela - Não sei. Devia ser proibido abrir uma loja para crianças no mesmo sítio onde houve uma loja para adultos.
Eu - Para adultos?! Era só uma loja de roupa interior.
Ela - Tu não sei, mas eu não compro roupa interior só para vestir.
Eu - Não?!
Ela - Não, claro que não. Compro-a para excitar o meu marido.
Eu - Já cá não está quem falou.
Ela - Santinho!
bagaço amarelo
Blog «Não compreendo as mulheres»
O São Bernardo tinha cada visão!...
«Lactação de São Bernardo»
(«Visão de São Bernardo»)
Quadro a óleo de Josefa de Óbidos
1660 - 1670
Museu Nacional Machado de Castro (Coimbra)
Agora a sério: o Museu Nacional Machado de Castro foi remodelado, reabriu e merece uma visita. Só lhes falta uma colecção... de arte erótica.
(«Visão de São Bernardo»)
Quadro a óleo de Josefa de Óbidos
1660 - 1670
Museu Nacional Machado de Castro (Coimbra)
Agora a sério: o Museu Nacional Machado de Castro foi remodelado, reabriu e merece uma visita. Só lhes falta uma colecção... de arte erótica.
08 fevereiro 2013
A viagem
F. termina a frase com ar compungido, como se pedisse desculpa pela opinião que transmite. L. ouve-o com atenção até ao fim e fica a olhar para ele. Calados, F. e L. olham um para o outro. Um olhar significativo. Demasiado significativo. Desviam o olhar, os dois com a sensação de terem vivido um momento a raiar a mais completa mariquice. F. pega no copo de imperial e bebe. L. diz: “Tens mesmo a certeza?” F. acena que sim mas não olha para ele. Na verdade, olharam-se como irmãos, irmãos que não são mas cuja ligação é mais forte que a de muitos, senão todos, os irmãos. Eles não pensam nisso, só se sentem desconfortáveis. “Foda-se!”, exclama baixinho L., depois suspira e encolhe os ombros. “Não há nada que possas fazer”, assegura-lhe F., pousando o copo de imperial vazio. Continuam a sentir-se desconfortáveis. L. porque vai para o estrangeiro e o seu melhor amigo acabou de lhe dizer que a mulher o pode enganar. F. porque o disse. Os dois porque ainda sentem que se olharam significativamente nos olhos como dois rabicholas. Então, F. anima-se e diz: “Ou melhor, há”. L. olha-o expectante. F. continua: “Há e tu fazes. Se a fizeres feliz não há motivos para ter medo. Para duvidar. Estares aqui ou estares a milhares de quilómetros de distância é igual.” L. ouve com atenção, pronto a ficar descansado. F. continua: “As mulheres não precisam que um homem vá para o estrangeiro para o encornar, pá. Tens dúvidas?” L. concorda: “Nenhumas.” F. entusiasma-se: “Hoje em dia com os telemóveis e o facebook, temos lá hipótese. As coisas são o que são. Se ela te quiser decorar a testa não precisa que vás seja para onde for. Fá-lo e pronto.” F. ouve-se e interrompe-se, perdeu-se na verdade, na desastrosa verdade, e não é isso que quer dizer. L. ainda espera por uma conclusão que o conforte. “No entanto”, F. parou e fez inversão de marcha, recomeça lentamente, ao mesmo tempo que pensa na sua legitimidade para falar em relações; ele, ele um solteiro inveterado que foge de qualquer relação séria – “séria ou não séria”. F. lembra-se da situação mais parecida que teve com uma relação, são fáceis de identificar, são as três ou quatro mulheres com quem esteve e não lhes pagou para isso, e só com uma repetiu a dose por mais do que três vezes. É nela que pensa e, já agora, no marido dela quando andava à sua procura para lhe enfiar um balázio no meio da testa. F. sorri para dentro, safou-se. L. continua à espera: “No entanto?” “Ah! Pois… No entanto, se a fizeres feliz, se a ouvires, se a acompanhares…” “Eu vou estar em Itália, pá!”, reclama L. “Eu sei” F. exaspera. “Não podes entender tudo literalmente, bolas! Acompanhar aqui é interessares-te, é manteres o contacto diário, é surpreendê-la, é estares lá mas ela sentir que continuas com ela. Se fizeres isso…” L. abre um sorriso de orelha a orelha, faz isso normalmente, e anuncia: “Estou safo!” F. não gosta de ser interrompido, nem de felicidade em excesso: “Se fizeres isso” recomeça, “podes estar descansado… se ela te quiser enganar vai esperar que voltes.” O enorme sorriso de L. fecha-se tão depressa que, por um instante, F. teme que as orelhas do amigo desapareçam no vazio deixado pelo sorriso. “Desculpa?! Que lógica é essa?”, pergunta L., depois de pensar na frase sem alcançar qualquer resultado. “Que lógica de merda, é essa?”, insiste. F. torna a sorrir para dentro, L. está no ponto e daí a bocado vão às putas. O resto é conversa. “É uma questão de lealdade. As mulheres são assim.”
Garfanho
Blog Garfiar
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