04 julho 2013
«Papo de peida» - Patife

Patife
Blog «fode, fode, patife»
Belicismos
Para além da preocupação demonstrada pelos homens em relação ao tamanho do pénis, existe uma, mais esconsa e menos publicitada, mas não menos absorvente: a força com que é projectado o esperma.
Diz-me a minha vasta experiência que esta condicionante masculina não tem variantes múltiplas. Os tons cinza nesta paisagem a preto e branco, são escassos.
Pelas minhas mãos passaram orgasmos masculinos que me fizeram pensar que, se não tivesse cuidado, ficaria com estalactites em todos os compartimentos. A força, o ímpeto, o impulso, a pujança e a energia com que era expulso o esperma humilhavam qualquer fonte luminosa com ambições de chafariz. Outros tive em que o espesso líquido quente e encorpado, escorria lento pelo corpo do pénis, depois de um primeiro jacto de potência pouco significativa.
Acredito que se torna mais interessante um disparo, abundante e de longo alcance. Todas as mulheres se consideram responsáveis pela quantidade e robustez da lava deste vulcão. No entanto, há fogos de artifício, elevados ao céu com a energia de foguetões da NASA, que não possuem a qualidade e o estranho e despudorado brilho do prazer do fogo preso. O deslizar lento e compacto, denso e grosso da massa leitosa que um pénis faz surgir enquanto lateja nas mãos de quem o manipula, pode ser bem mais sugestivo e capaz de despoletar manobras inolvidáveis que aproveitam esta quase seráfica forma de culminar um orgasmo.
É em nós que reside a capacidade de rentabilizar o modo como os machos se consomem na inconsciência de um orgasmo.
Não importa muito o ângulo e o alcance do míssil. O que interessa é sempre a arma que o dispara.
Camille
03 julho 2013
«Croissant» - João
"Bom dia. Um croissant com queijo e manteiga. Um croissant com fiambre, sem manteiga. Um néctar de pêra e um galão por favor. Uma mesa. Gente. Barulho. Dois. Sentados com as mãos unidas por baixo da mesa, com as pernas juntas, entrelaçadas ou apenas numa pressão que diz “abre-me”. Seis vinte. Obrigado e até depois. Abre-me. Passeamos entre as gentes, os sapatos trilhando passos em calçada ou paralelo, a mão no rosto e um beijo. E o baloiço no ritmo. A ausência, alheamento, gotas que escorrem na pele até encharcar. Manteiga e cabelos colados. Mortes seguidas a mortes. Falta de juízo. Até aborrece.
E depois vieram os dias grandes, veio o calor, a roupa ficou mais curta e menos numerosa, mas os calores que aquecem os corpos, como fogueiras debaixo de lençois, estavam amarrados. Já não havia pedras de calçada num caminho nocturno, lento, para um miradouro, não havia o olhar trocado a uma mesa que insistia em dizer “abre-me”, não existiam as mãos cruzadas atrás do pescoço, as unhas cravadas, o agarrar fervoroso que grita abre-me, abre-me, abre-me. Nas voltas que o mundo deu, rodou demais, e atirou tudo para longe, dispersando os croissants com queijo e fiambre, roubando a manteiga e os néctares, separando o café do leite."
João
Geografia das Curvas
E depois vieram os dias grandes, veio o calor, a roupa ficou mais curta e menos numerosa, mas os calores que aquecem os corpos, como fogueiras debaixo de lençois, estavam amarrados. Já não havia pedras de calçada num caminho nocturno, lento, para um miradouro, não havia o olhar trocado a uma mesa que insistia em dizer “abre-me”, não existiam as mãos cruzadas atrás do pescoço, as unhas cravadas, o agarrar fervoroso que grita abre-me, abre-me, abre-me. Nas voltas que o mundo deu, rodou demais, e atirou tudo para longe, dispersando os croissants com queijo e fiambre, roubando a manteiga e os néctares, separando o café do leite."
João
Geografia das Curvas
«conversa 1997» - bagaço amarelo

Eu - Manda-te calar?
Ela - Sim, em conversas com amigos, por exemplo. De repente sai-lhe um "tá calada!" e depois continua como se nada fosse. Detesto isso. Ainda ontem me aconteceu num jantar...
Eu - Se dizes que ele nem dá por isso, talvez devesses avisá-lo de que ele o faz, se calhar inconscientemente...
Ela - Não percebes mesmo nada de mulheres, pois não?
Eu - Mas porquê?
Ela - O que me incomoda, precisamente, é ele nem dar por isso. É-lhe natural mandar-me calar e pôr-me para segundo plano. Acho que a única saída disto vai ser o divórcio.
Eu - Divórcio?! Não estarás a exagerar?
Ela - Está calado.
bagaço amarelo
Blog «Não compreendo as mulheres»
A liberdade é questionável
O que é ser livre pra você pode não ser para o seu vizinho.

Você tem que aceitar e se adaptar a todas escolhas e liberdades dos outros, ou não.
Capinaremos.com
Você tem que aceitar e se adaptar a todas escolhas e liberdades dos outros, ou não.
Capinaremos.com
02 julho 2013
Ilustrações eróticas chinesas do início do século XIX
"Apesar de muitas ilustrações eróticas chinesas terem sido destruídas durante a revolução cultural, na minha humilde opinião são ainda mais belas e delicadas do que as ilustrações shunga japonesas. Acho que existem poucas referências à ilustração erótica chinesa em detrimento da japonesa - que também é muito bela... mas as chinesas conseguem ser mais explícitas e deliciosas"
MJC
MJC
Eva portuguesa - «De volta ao trabalho»
De volta ao trabalho.
De volta ao meu ninho, onde tenho sido feliz tantas vezes.
De volta aos "meus homens", que me fazem sorrir, ter prazer, sentir-me desejada e me permitem ter uma boa vida.
De volta aos que me querem, aos que sentiram saudades, aos que ainda não me conheceram mas querem fazê-lo.
Segunda feira estou de volta...
Para vos receber com um sorriso, um abraço, um beijo.
Para vos dar prazer e vos poder sentir.
Para vos oferecer um café e um chocolate.
Para tentar ser aquilo que esperam de mim.
Para poder dar, receber e partilhar... suspiros, gemidos, minutos, conversas, pedaços de vida e pedaços de nós, pessoas, homem e mulher numa busca conjunta de prazer, de pequenos prazeres.
Sou vossa e volto para vós...
A partir de segunda feira, das 11h às 20h no sítio de sempre...
Na minha cama, que só está completa quando vocês lá estão.
Eu volto para vocês... e vocês, voltam para mim?
Eva
blog Eva portuguesa - porque o prazer não é pecado
De volta ao meu ninho, onde tenho sido feliz tantas vezes.
De volta aos "meus homens", que me fazem sorrir, ter prazer, sentir-me desejada e me permitem ter uma boa vida.
De volta aos que me querem, aos que sentiram saudades, aos que ainda não me conheceram mas querem fazê-lo.
Segunda feira estou de volta...
Para vos receber com um sorriso, um abraço, um beijo.
Para vos dar prazer e vos poder sentir.
Para vos oferecer um café e um chocolate.
Para tentar ser aquilo que esperam de mim.
Para poder dar, receber e partilhar... suspiros, gemidos, minutos, conversas, pedaços de vida e pedaços de nós, pessoas, homem e mulher numa busca conjunta de prazer, de pequenos prazeres.
Sou vossa e volto para vós...
A partir de segunda feira, das 11h às 20h no sítio de sempre...
Na minha cama, que só está completa quando vocês lá estão.
Eu volto para vocês... e vocês, voltam para mim?
Eva
blog Eva portuguesa - porque o prazer não é pecado
«Seda» - Susana Duarte
da tua serenidade alada, seda lavrada das noites
e dos olhares marginais das borboletas. sobre as asas
caminho, e sobre o caminho, perpetuo imagens de urdiduras
de mãos que se tocam.
Susana Duarte
Blog Terra de Encanto
Mulher deitada e mulher sentada
Sou cliente, há muitos anos, de várias lojas de artesanato das Caldas da Rainha. Uma dessas lojas, de visita obrigatória quando posso ir àquela cidade (que adoro) é a «Artesanato Costa», na Rua de Camões, em frente ao parque da cidade e muito perto da Pastelaria Machado (onde também recomendo as pilas, em maçapão com chocolate nos... na base e calda de morango na ponta).
Como não vou a estas lojas com muita frequência, é natural que as pessoas não me identifiquem. Mas basta um pequeno diálogo para eles reconhecerem que "você é especialista na matéria".
Em 1997, comprei duas estatuetas em barro que achei deliciosas, da autoria de Manuel Rodrigues, um artista das Caldas da Rainha. Aqui estão elas... na minha colecção:
Como não vou a estas lojas com muita frequência, é natural que as pessoas não me identifiquem. Mas basta um pequeno diálogo para eles reconhecerem que "você é especialista na matéria".
Em 1997, comprei duas estatuetas em barro que achei deliciosas, da autoria de Manuel Rodrigues, um artista das Caldas da Rainha. Aqui estão elas... na minha colecção:
01 julho 2013
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