06 outubro 2013

Postalinho do Vasco Berardo

"Especialmente para ti, fotografei estas duas obras do Vasco Berardo.
Sempre satírico, o Vasco, por vezes delicia-nos com estes pormenores.
A escultura esá no jardim e lembro-me que, quando do casamento do filho, a sogra teve o cuidado de a esconder, com arbustos!
Beijinho"
Daisy



05 outubro 2013

Homens, aprendam... a identificar os melhores disfarces do dia das bruxas, com empregadinhas francesas

«Chocolate» - João

"Dois anos volvidos desde que te disse que me ia vir dentro de ti, e de tu me teres pedido «por favor, por favor vem-te dentro de mim». Dois anos volvidos desde que me disseste um adeus sem o dizer, e eu coleccionando memórias e suspiros. Dias e dias, semanas seguidas, todos estes meses a pensar o que seria de ti. Se pensavas em mim. Se havia amor, se havia indiferença, se havia alguma coisa à qual se pudesse dar um nome e a partir dela criar uma ponte. E havia já desânimo. Uma tentativa forçada de aceitar que não te veria de novo, que o mundo seria para nós uma espécie de universos paralelos, onde apenas por acaso (feliz para mim) me cruzaria contigo. Onde só mesmo por acaso estaríamos no mesmo local a tomar um pequeno-almoço, ou de copo na mão num qualquer final de tarde.

E assim, de repente, sem aviso, entro no meu gabinete, dispo o casaco que penduro, e ao sentar-me encontro, perto do teclado, uma pequena caixa de encomenda postal. Sem remetente. Mas a letra fez-me endireitar em surpresa. Apressado, mas seguro, abri a caixa e encontrei no seu interior uma única coisa. Um chocolate. Um chocolate que apenas nós sabiamos o valor que tinha. E tu sempre me havias dito que quando me quisesses transmitir que estavas de coração aberto, que querias estar comigo, era esse o chocolate que eu veria, de algum modo, em algum sítio. E eu havia esperado tanto por ele. E achado que já não o veria. E agora estava ali, à minha frente. E fez-me recuar à ansiedade de teenager, quase à vontade de pular e gritar «ela quer! ela quer!».

Saltei em direcção ao bengaleiro. Voltei a vestir o casaco. E nem sequer tive tempo de ouvir a porta bater atrás de mim."

João
Geografia das Curvas

Revistas da colecção - 6

Mais revistas da minha colecção.

Lote de pequenas revistas portuguesas (formato de bolso) de banda desenhada pornográfica, dos anos 70 e 80 46
Lote de pequenas revistas de humor portuguesas (formato de bolso) com algumas anedotas e imagens eróticas, dos anos 70 e 80. Inclui diversos exemplares das revistas Bomba H, o Cara Alegre, Selecções Can Can, Riso Mundial, o Pacote, a Rata, etc. 28
Lote de pequenos livros de contos pornográficos portugueses dos anos 70 e 80 4





Genoveva, a rectoactiva

"Genoveva. É uma das irmãs desavindas da Família irReal (há mais para além dela... e há quem lhe chame doida-varrida mas ela nunca pegou numa vassoura). É politicamente esclarecida e economicamente conhecedora da realidade do país. Ouviu o Primeiro-Ministro no Parlamento dizer que não "coiso" (tipo... cortar) nas pensões e tal... E Genoveva decidiu dar a sua opinião (e não só) sobre o assunto."
Família irReal

Um sábado qualquer... - «Quem inventou o amor, me explica por favor 7»



Um sábado qualquer...

03 outubro 2013

Fotos que não vemos nos álbuns de nossas casas... e ainda bem!


Fear I Was Doing Wrong from dominic crawford collins on Vimeo.


Don't Make a Noise from dominic crawford collins on Vimeo.

Revistas da colecção - 5

Da minha colecção faz também parte este lote de 57 revistas pornográficas portuguesas, espanholas, francesas e inglesas dos anos 70 até 2000. Inclui diversos exemplares das revistas Tânia, Gina, Weekendsex, Pedrinho, Francisquinho, Luxúria, Lesbo, Super Lesbo, Mini Lesbo, Prazer Íntimo, etc.





«A da vizinha» - Patife

Este fim de semana fui à praia para aproveitar o fim da época balnear do Pacheco. Assim que chego a uma das minhas praias naturistas de eleição vejo logo uma gaja de papo para o ar. E que grande papo. Completamente rapado e de bordas bem definidas. Qualquer peitinho de frango ficaria invejoso. Deitei-me não muito longe, se bem que se tivesse uma erecção não duvido que o Pacheco lhe cutucasse o ombro. Quando ela se virou e reparou no meu portento de nabo rapidamente entabulámos conversa. Juro que eu estava muito contido, mais preocupado em bronzear o Pacheco, conferindo-lhe um tom dourado próprio da sua majestosa posição social. O problema é que ela meteu o charro à frente dos dois. Dadas as primeiras passas já não me apetecia outra coisa que não fosse aviar-lhe a bichana solarenga até as areias ficarem movediças. Só que levantei o olhar e ao longe consegui vislumbrar uma pachachinha ainda mais perfeita que aquela que eu estava a esbardanar à bruta. A cona da vizinha é sempre melhor que a minha.

Patife
Blog «fode, fode, patife»

Sexistas



Via Testosterona