09 maio 2014
«Repuxo de meita» - Patife

Nota para guardar na minha cabeça e não contar a ninguém: Já se me tivesse vindo na cara da moçoila teria sido a criação da fronte luminosa.
Patife
Blog «fode, fode, patife»
Gelado de pau... feito!
Um fabricante de gelados britânico criou um sabor que ajuda a combater a disfunção eréctil. O segredo? Colocar Viagra na receita, revela o Daily Mail.
O gelado ‘Arousal’ (‘Excitação’, em português) criado pela empresa Lick Me I’m Delicious (Lambe-me Sou Delicioso, em português), contém cerca de 25 miligramas da substância por ‘colherada’.
Charlie Harry Francis, o autor deste novo sabor, colocou Viagra na mistura e usou champanhe para lhe dar paladar.
[via Vidas - Sol... e Nelson]
08 maio 2014
A FODA COMO ELA É (XIV) - Colhões Enraivecidos*
*Título de obra insana de Benjamin Péret.
Declaro-me inocente, por ter sido forçado a escrever sobre o assunto pela proprietária deste estaminé. Assim seja - aí vai o textículo.
Vai o assunto sobre colhões; esse risível, inseparável par de testemunhas do acto amoroso, notáveis ausentes da ribalta erótica. O triste martelar testicular contra o períneo é a própria expressão sonora da sua condição secundária. Não sem razão. Ninguém sabe muito bem o que fazer com os fulanos, fora coçá-los ou a funcionária sucção durante a rambóia fodengal. Da minha experiência mundana concluo que o mais das vezes retirei prazer superior de uma boa unhadela em escroto comichoso, que de qualquer afoita sugadela ou carícia, propinada por não sei que valquíria da alcova. O capítulo estético tampouco se me afigura helénico: duas pendurezas enrugadas, cravejadas de pelos sandeiros, numa existência badalante entre virilhas. Terão os seus adeptos, mas de representação omissa. São sobejamente conhecidos os que se pelam por mamas, nalgas, vergas, lábios de boca e cona, clitos, coxas, pés, etc. Poucos, no entanto, contarão entre os seus conhecimentos alguém que em meio de ébria sardinhada haja declarado apoplético: -"A minha praia são colhões!" Ninguém gosta deles; nada há que apreciar. Vou ao ponto de afirmar que constitui este traço anatómico prova indiscutível da inexistência de Deus, ou da Sua vontade em mofar-Se de Sua criação. No segundo caso, o Senhor não tem piada nenhuma.
Duas gravuras eróticas emolduradas
Gravuras originais de um exemplar de uma edição de 1798 do livro «Academie des dames - ou le Meursius français» de Nicolas Chorier.
Oferta de Lourenço Moura para a minha colecção.
O frontispício do livro é este:
Visita a página da colecção no Facebook (e, já agora, também a minha página pessoal)
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Postalinho de Santiago (3)
"Coisas que se encontram ao longo do Caminho Português do Interior para Santiago de Compostela"
Antonino S.
Antonino S.
07 maio 2014
Embalagens
Quando um homem se levanta à nossa frente, permanecendo nós sentadas, é mais fácil que nos fujam os olhos e se cravem disfarçadamente na braguilha do imprudente.
Não adianta fingir! Não perdemos uma oportunidade para avaliar os elementos que à nossa frente se nos apresentam incautos.
Há diversas “embalagens” que, com relativo esforço, poderemos classificar, distribuindo-as por classes e subclasses.
O conteúdo é apertado pelos tecidos que enruga nas virilhas e desenha de forma mais ou menos evidente o pénis do dono. Adivinhamos os contornos com relativo esforço, mas vale sempre a pena quando a “alma” do observado não é pequena. Dentro desta classe, é importante referir aquela que fica presa nos jeans (sobretudo nas Levi’s 501), puídos e gastos onde os nossos olhos adivinham as direcções que a vida toma quando o caminho é longo. Nesta classe, não podemos contabilizar os desengonçados pares de calças, presas nas ancas e de gancho nos joelhos, com que os adolescentes nos brindam e nos dificultam as nossas tentativas de orientação científica.
Presas em tecidos nobres. Geralmente menos interessantes porque mais discretas. São, no entanto, deveras atraentes quando o dono se levanta de repente sem ter tido tempo de fazer descer o tecido das pernas das calças que, ao sentar-se, levantou ligeiramente para não deformar nos joelhos. Aí, a “embalagem” mostra o que vale, desenhando-se completa e brutalmente atractiva, num aglomerado de tecido onde é fácil detectar o que lhe vai na “alma”. Geralmente, e se o vislumbre for certeiro, adivinhamos também outros recantos ou outros assuntos mais pendentes, mais prementes.
Claro que dentro destas duas classes, escolhidas de forma aleatória dentro de muitas outras não menos importantes, há que referir as subclasses, variadas e cheias de interesse. Estas são descriminadas, nomeadas, encaixadas e arquivadas de acordo, por exemplo, com a existência e colocação dos bolsos ou com o modo como apertam.
Fáceis e sempre susceptíveis de uma avaliação pormenorizada.
Mas, dentro de todo este Universo fabuloso, destaco, contabilizo, apoio e aplaudo deslumbrada aquela que pertence ao GNR, que me fez parar o carro ontem à noite, com corpo de nadador olímpico, de fato azul-escuro, peça única, apertada por cinto negro donde pendia o bastão e a pistola. Essa “Embalagem” pertence ao imaginário de qualquer uma e ultrapassa qualquer tentativa de espartilho ou de classificação simplista.
Todas as mulheres as apreciam, mas são sempre aquelas que fazem com que os homens não lhes sintam a mirada, as que mais percebem deste assunto.
Camille - www.ociodascerejas.blogspot.com
Camille - www.ociodascerejas.blogspot.com
«Em suma, de uma parte» - João
"Enquanto o meu caralho se faz uno com a tua cona, tu esfregas-te com a mão, para te vires ainda mais depressa, e eu gosto. Quando me dizes que queres fazer tudo comigo, e me lambes com insuspeita mestria, eu gosto. Quando os meus dedos se aventuram no teu cú e te seguram, presa, eu gosto. Quando me puxas para ti, quando me dizes anda cá, eu gosto. Quando te puxo cabelos e pulsos e te oiço gemer, eu gosto. Se me disseres que já me fodias, eu gosto. Se estiveres a pingar por mim, eu gosto. Em suma, eu gosto muito. E tu também. E não é pouco."
João
Geografia das Curvas
João
Geografia das Curvas
«conversa 2069» - bagaço amarelo

Eu - Então, que cara é essa?
Ela - Estou muito pensativa.
Eu - Mas está tudo bem?
Ela - Mais ou menos. Hoje é quinta-feira e já comi duas natas esta semana, que é o limite a que me propus a mim mesma.
Eu - E então?
Ela - Estava aqui a pensar se devia, ou não, desobedecer às minhas próprias regras.
Eu - Ah!
Ela - O problema é que, faça eu o que fizer, é sempre triste.
Eu - A sério?!
Ela - Se eu comer uma nata, é triste porque engordo. Por outro lado, se eu não comer, é triste porque fico ougada.
Eu (risos) - Parece um problema existencial.
Ela - Felizes são os homens, que só se preocupam em ter os seus automóveis a brilhar.
Eu - Eu nem isso.
Ela - Tu és o cúmulo da felicidade, então.
bagaço amarelo
Blog «Não compreendo as mulheres»
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