25 novembro 2014

Daisy


Daisy from Agathe Bray-B on Vimeo.

Postalinho do Nepal (4)

"Templo Pashupatinath em Bahktapur.
Património Mundial da Humanidade."
Daisy Moreirinhas





«Asas» - Susana Duarte

partiste,
e ficaste no recanto escuro
do teu próprio inferno
sem asas.

não ouses voltar
a tirar, das flores,
as pétalas.

não ouses roubar
as asas das borboletas.

Susana Duarte
Blog Terra de Encanto

«Chupar não mata» e «Chupar relaxa»

Lote de 4 pacotes de chupa-chupas.
Uma campanha corajosa (e de certa forma polémica), há cerca de 15 anos, da marca «Chupa-Chups».
Adoro publicidade... e há tanta, na minha colecção...

Visita a página da colecção no Facebook (e, já agora, também a minha página pessoal)


24 novembro 2014

«Não chove, não lavo!» - conservação da natureza

detido no aeroporto


Raim on Facebook

Postalinho do Nepal (3)

"Templo Pashupatinath em Bahktapur.
Património Mundial da Humanidade."
Daisy Moreirinhas





«coisas que fascinam (173)» - bagaço amarelo

O Amor morre sempre ao mesmo tempo que a saudade que temos de quem Amamos. Quando deixamos de sentir falta de alguém, então não estamos apaixonados de facto. Podemos fingir que sim, até por uma questão de conforto, mas o Amor morninho nunca será igual ao Amor a sério.
Isto é uma merda, porque a saudade morre por causa do próprio Amor. É ele que nos impele a matá-la a cada momento da nossa vida, sem perceber que se está a matar a si mesmo.
Agora, desde que me apaixonei pela última vez, mantenho a saudade sempre nos seus níveis máximos. É, muito provavelmente, das coisas mais difíceis de se conseguir fazer mas, fazendo-o, mantém-se o Amor vivo. A vida também.
Manter a saudade significa, ao mesmo tempo, manter a individualidade e alguma distância. Viver para além do meu próprio Amor, para que ele não se transforme em mim mesmo e morra sem que eu me dê conta.


bagaço amarelo
Blog «Não compreendo as mulheres»

Como pegar o sabonete na prisão



Capinaremos.com

23 novembro 2014

«Flagra» - Porta-Curtas

Luís Gaspar lê «Paradigmas de uma folha de papel em branco» de António MR Martins


Deixei-te uma folha de papel viva
repartida por entre pedaços de mim,
com a nossa maior palavra cativa
e um suave cheirinho a jasmim.

Folha num sobrescrito inserida,
restando-se dobrada em três partes,
ficou outra palavra esquecida!…
Amor novo de múltiplos encartes.

No fundo desse invisível texto
coordenado pela sabedoria,
sendo instituído nesse contexto.

Entre o silêncio veio a ousadia,
êxtase para simular um pretexto…
de te enviar um beijo à revelia!…

António MR Martins
(Poema lido no âmbito do direito dos inscritos na Loja da Raposa, à publicação de um poema do próprio ou de um seu poeta favorito)
Ouçam este texto na voz d'ouro de Luís Gaspar, no Estúdio Raposa