"Ia eu a entrar na Mealhada quando vi este aviso. Achei curioso, haver uma casta... à venda...
... mas afinal era casta... nha!"
Paulo M.
11 janeiro 2015
Será poligamia?
Se a escrita também é paixão, quem escreva em simultâneo duas biografias está a praticar poligamia?...
E não deve ser só nos dias 13...

Patife
@FF_Patife no Twitter
10 janeiro 2015
«Matemática (sempre presente...)» - por Rui Felício

Rodrigo, o marido da Vanessa, é bom rapaz mas vive nas nuvens. Obcecado pela matemática, parece pairar fora deste mundo, enquanto o seu cérebro fervilha com cálculos e mais cálculos.
Chegou a casa, olhou a mulher de relance, enquanto com os olhos em alvo calculava mentalmente o seno e o co-seno de tudo o que observava.
A Vanessa, recostada no sofá, resolveu ajudá-lo abrindo ligeiramente o ângulo na direcção da tangente do seu olhar. Viu-o levantar a hipotenusa a partir do seu ângulo recto.
Foi então que finalmente o Rodrigo descobriu a solução. Agora ele estava certo de que o logaritmo de dois é um quarto!
Rui Felício
Blog Encontro de Gerações
Blog Escrito e Lido

Mulher sentada no bacio
Outra estatueta de Álvaro José, das Caldas da Rainha.
Tal como «a mosca», é uma peça feita por enchimento (molde) revelando um extraordinário domínio desta técnica pelo autor. Álvaro José Mendes (falecido em 2006) herdara em 1946 a olaria do seu avô, à data existente na Rua 15 de Maio, nas Caldas da Rainha.
Outra peça das Caldas... da minha colecção.
Visita a página da colecção no Facebook (e, já agora, também a minha página pessoal)
Tal como «a mosca», é uma peça feita por enchimento (molde) revelando um extraordinário domínio desta técnica pelo autor. Álvaro José Mendes (falecido em 2006) herdara em 1946 a olaria do seu avô, à data existente na Rua 15 de Maio, nas Caldas da Rainha.
Outra peça das Caldas... da minha colecção.
Visita a página da colecção no Facebook (e, já agora, também a minha página pessoal)
09 janeiro 2015
Tamanha ferramenta...
Li no olhar do técnico a satisfação mal contida de quem se surpreende por às vezes cumprir a função, mesmo com uma ferramenta pequenita.
Sharkinho
@sharkinho no Twitter
«Fala-me de amor» - João
"Duas cadeiras sem braços. Nua, despida de tudo, sentada em frente a mim numa das cadeiras. Eu, frente a ti, despido também, de tudo, talvez até de mais do que tu, os dois muito perto e as tuas pernas por cima das minhas. Sentei-te com a cona sobre um vibrador ligado. Vendei-te os olhos para que te concentrasses na escuridão onde apenas existia eu e a minha voz, e a tua cona a vibrar. Diz-me, diz-me depressa, antes que te venhas, porque razão me amas. Quero ouvir-te. Segurei-te o cabelo, num jogo de domínio, mas deixei-te as mãos soltas para me tocares. Atiraste os teus braços aos meus ombros, as mãos à minha nuca, e quebraste o silêncio apenas dominado por um ligeiro zumbido do pequeno vibrador, falando, a princípio, com um discurso quente e ritmado. Amo-te porque me aqueces, porque me seguras. Amo-te porque me procuras sempre mais fundo, porque penetras os meus olhos. Amo-te porque cuidas de mim ao mesmo tempo que me desconcertas, porque queres queb… porque queres quebrar as minhas defesas par… para me segurar e não deixar cair. Amo-te p… hmm… am… amo-te porque me fazes sentir impor..tante, amo-te porque nos rimos muito juuun ahhhhai… juntos. Ammmo-te porque mme,,,. ahh rr….. me fodes tão bem… e eu puxo mais o teu cabelo, e tu esperneias, agitas-te violentamente na cadeira e levantas-te depressa porque não aguentas mais o vibrador na cona, porque te vieste, porque já não consegues falar coerentemente, e lanças-te sobre mim, sentas-te sobre mim, sobre o meu caralho, e ofegante tentas dizer-me que não importa porque me amas, “porque sou tua, porque tu és meu”."
João
Geografia das Curvas
João
Geografia das Curvas
08 janeiro 2015
Eva portuguesa - «O que tinha que ser feito...»
Sinto a tua respiração na minha boca.
A tua vontade de me roubares um beijo que não pode ser roubado, pois já foi oferecido.
Mostro-te a que sabe realmente um beijo meu.
Puxo-te de encontro a mim.
Sinto o teu corpo. A tua fúria e a tua doçura.
Viro-me de costas para ti e deixo que bebas o meu cheiro e sintas o meu calor.
Perco-me nas tuas mãos que se perdem em mim.
Suspiros, arrepios, o bater do coração.
Gemidos, suor, tesão.
Tarde demais para fugir deste jogo perigoso, fascinante, viciante.
Mas afinal, apenas fizemos o que tinha que ser feito...
Eva
blog Eva portuguesa - porque o prazer não é pecado
A tua vontade de me roubares um beijo que não pode ser roubado, pois já foi oferecido.
Mostro-te a que sabe realmente um beijo meu.
Puxo-te de encontro a mim.
Sinto o teu corpo. A tua fúria e a tua doçura.
Viro-me de costas para ti e deixo que bebas o meu cheiro e sintas o meu calor.
Perco-me nas tuas mãos que se perdem em mim.
Suspiros, arrepios, o bater do coração.
Gemidos, suor, tesão.
Tarde demais para fugir deste jogo perigoso, fascinante, viciante.
Mas afinal, apenas fizemos o que tinha que ser feito...
Eva
blog Eva portuguesa - porque o prazer não é pecado
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