(Ideia original daqui)
Ouvi dizer que o governo fez contas no Magalhães e, para ajudar a superar a crise, vai criar o imposto do caralho.
Até agora o caralho tinha escapado ao IRS. As razões eram estar 99% do tempo pendurado sem emprego, 0,2% do tempo trabalhar às mijinhas, 0,5% do tempo ter trabalho duro e 0,3% do tempo estar metido num buraco. Além disso, não ajuda nada ter dois dependentes que não arranjam trabalho em lado algum e não têm onde se meter.
A taxa do imposto variará conforme o tamanho, com os escalões seguintes:
25 a 30 cm - imposto sobre bens de luxo...........€ 30.00
20 a 24 cm - imposto sobre postes......................€ 25.00
14 a 29 cm - imposto sobre a classe média.........€ 15.00
10 a 13 cm - imposto sobre a maçada..................€ 3.00
Machos que excedam os 30 cm terão que declarar mais-valias de capital.
Qualquer macho abaixo dos 10 cm tem direito a um crédito de imposto.
É obrigatório pagar dentro do prazo. Não serão concedidos prolongamentos!
PDC (Perguntas Do Caralho):
- Haverá multas para levantamentos antecipados?
- O que acontece quando um caralho trabalha por conta própria?
- Quem tiver vários(as) parceiros(as) conta como sociedade?
- As despesas com preservativos são dedutíveis como roupa de trabalho?
- Haverá um agravamento da taxa de imposto para quem não for circuncidado?
Malta, afundem para aí com propostas para o decreto.
26 dezembro 2008
25 dezembro 2008
Oh! Oh! Oh!
Pic by AmeliaG
Dling, dlong...
Dling, dlong...
Dling, dlong...
Abres-me a porta em robe. Não consegues esconder o teu ar surpreendido. Ooo, ooo, ooo!Disseste-me num tom de oh! oh! oh!
Afinal tinhas uma prenda surpresa...
Tens a mesa coberta de doces e a sala iluminada pelas luzes da árvore de Natal.
Um CD de Tom Waits aquece o ambiente da casa inteira. Riste com o olhar brilhante enquanto sentes a textura do meu fato de Maman Noël e abraças-me fortemente. Os teus gestos começam a fundir-se no meu corpo, descobres-me as coxas nuas e acaricia-las rodeando a fita do cinto de ligas que suporta as meias brancas brilhantes, agarras-me as nádegas com desejo e desapertas os laços da minha tanguinha naïf.
Liberto-te do peso do robe aveludado e encontro o teu corpo nu, bronzeado como se fosse sempre Verão nele. Desapertas-me alguns botões do corpete e acaricias-me os braços, os ombros, os seios.
Afastas os livros que andas a ler de uma das mesas e sentas-me nela... Lambes-me toda e sentes o meu clitóris encharcado de prazer. Vais-me estimulando, vou-te masturbando enquanto solto a saia vermelha e o resto dos botões do corpete branco, faço-te um broche longo e tu suspiras de prazer. Enches-me os seios com a boca e as tuas mãos fortes e precisas, puxo-te e faço entrar o teu pénis sedento dentro da minha vagina molhada.
Aahh, oohh, uuhh...
Fodes-me tão beeem!
Agarras-me e levantas-me, não saindo de dentro de mim e deitas-me no tapete junto à árvore. As minhas mãos deslizam no chão enquanto me contorço de prazer e venho-me com o teu pénis a encher-me bem. Agarro-o e enfio-o na minha boca e tu gritas de loucura, vens-te também enchendo-me o corpo com o teu sémen delicioso.
Feliz Natal a todos!


"Portarem-se bem durante o ano tem as suas recompensas"
[Cartaz - "Querido Pai Natal, nós sabemos que é pedir muito, mas tudo o que realmente queremos no Natal este ano é o Brad Pitt. Assinado: El & Sa (as gémeas)"]
24 dezembro 2008
Boas Festas
23 dezembro 2008
[noite]
Espera... Vou acender as velas. O incenso já está a queimar. Esse CD que aí está... coloca-o a tocar. Sabes que o som do saxofone me desperta os sentidos. A ti também. Só faltam os copos de vinho tinto. Hoje quero todos os clichés dos amantes. Fazemos um brinde? Não precisamos de ser originais. Vamos ouvir a música, beber um pouco. Conversar. Rir. Seduz-me como se fosse a primeira vez. Sabemos que vamos acabar na cama. Mas sabíamos isso desde o primeiro encontro. Por isso, vamos aproveitar a noite. O ambiente perfeito. Quero-te todo, de todas as formas. Agora beija-me.
22 dezembro 2008
A Lenda Oculta das Caldas... agora ilustrada


É entrar, senhores e senhoras! É entrar!
Poema de Charlie, escrito por ocasião do 10º Encontra-a-Funda, que se realizou nas Caldas da Rainha nos dias 22 e 23 de Novembro de 2008, em homenagem a Francisco Agostinho, mais conhecido por Chico das Piças e ilustrado por Raim.
__________________________
E adoro este espírito de "se me odes também te odo" do Bartolomeu:
feitos de barro amassado
Quem os molda já tem calos
Mas ainda não está cançado
Toda môça que se preze
E no grêlo sinta cócegas
Vá às Caldas muitas vezes
Mas não compre caralhos às cegas
Pode o barro estar estalado
ou ter a pintura a saltar
Convém levá-lo entalado
Qué pra não se questipar
Eu por mim quero saber
Em que terra amassam conas
Já estou farto de foder
Tantas gajas boazonas
(esta última rima lembrou-me a história da raposa e das uvas)"
Adenda:
"Para o Nelo meu amigo
A quem a cona agonia
Há nas Caldas o artigo
Que o enche de bonomia
E pode provar à vontade
Dos marsápios os maiores
Ção de 5 litros de capacidade
Mas isso p'ro Nelo são peanuts"
Sim, sim, o Nelo tem direito de resposta:
"Beim, cu já mintendeim neshta
Farça feita du Barta e Dele
Çou melhér pra diser: Basta!
De guzar com o Nelo, Cacête!!!
Ei as gaijas de covas fartas
Éi us homes que nam me dãu nada
Éi o Lalo ca pochete me palma
e inté a Ção, que me desgrassa
Nam eziste neshtas melhéres
o respeito cu hás bishas çe les deve
Paçóm o tempo num goso que çerve
prá les incher o pacote de febre
E pur iço, eu Nelo tôu fartu
Deste goso, E é meu devere,
Dôje eim diante dizer beim altu:
- Voltu les o cu e mandu us fuder!"
Como se fazem os preservativos
Isto faz-me lembrar a visita à fábrica de preservativos e chupetas.
Primeiro foram ao pavilhão das chupetas, onde uma máquina enorme fazia "chluf-pch...-tic-chluf-pch...-tic-chluf-pch...-tic-...".
- Que engraçado. Porque é este som repetitivo?
- É fácil. - explicou o director da fábrica - O "chluf" é a injecção de latex no molde. O "pch..." é a conformação da chupeta. E o "tic" é a fazer o buraquinho na ponta.
Depois foram para o pavilhão dos preservativos. Lá, uma máquina em tudo idêntica à das chupetas fazia "chluf-pch...-tic-chluf-pch...-tic-chluf-pch...-tic-...".
- O som é de quê?
- O "chluf" é a injecção de latex no molde. O "pch..." é a conformação do preservativo...
- Não me diga que o "tic"... é para fazer um buraquinho na ponta?
- Claro que é. Se não fosse assim, como é que vendíamos as chupetas?
21 dezembro 2008
Calha bem que é antes de almoço
É hoje o Global Orgasm Day (Dia do Orgasmo Global). Em Portugal é às 12h04m. Acertem os vossos relógios...
Loirice

O seu sorriso fluía naturalmente e depois, era loiro como o Pitinho o que em termos estéticos contrasta que nem ginjas com a minha tez morena pelo que o ritual de sedução estava tacitamente deferido.
Convidou-me para visitar a sua casa e esclareceu logo que era na zona in da Expo. Imediatamente desejei que continuasse tudo em cima. Já lá mostrou-me o painel digital das várias funções da casa. Pensei que se ele abreviasse as explicações num instantinho o digitava todinho. Mostrou-me depois o plasma novo que acabara de comprar enquanto eu me entretinha a despi-lo com os olhos imaginando-me a plasmá-lo em mim. Ele continuou a exibir-me os brinquedos tecnológicos que possuía desde a máquina fotográfica digital à Bimby discorrendo especificações e marcas num tal arrazoado que quase me senti bimba por acreditar em príncipes loiros. Mas da minha cara não transpareceu o pensamento e como não estávamos numa história de banda desenhada ele não podia ler a minha filactera em forma de nuvem e com bolinhas. Vai daí que ainda me fez uma demonstração do gingarelho que aspirava sozinho e eu abri a minha boca num bocejo e com o espanto dele ainda não estar a aspirar com o nariz espetado no meu Monte de Vénus.
Peguei-lhe em ambas as mãos não fosse ele levá-las dali para me alardear mais uma porra qualquer e confessei-lhe que tinha sangue índio. Tanto que era antropófaga e gostava particularmente de degustar aquela parte do corpo que os índios do Brasil ofereciam aos seus convidados de honra e assim também aos portugueses quando estes lá arribaram. O resto são amendoins.
Convidou-me para visitar a sua casa e esclareceu logo que era na zona in da Expo. Imediatamente desejei que continuasse tudo em cima. Já lá mostrou-me o painel digital das várias funções da casa. Pensei que se ele abreviasse as explicações num instantinho o digitava todinho. Mostrou-me depois o plasma novo que acabara de comprar enquanto eu me entretinha a despi-lo com os olhos imaginando-me a plasmá-lo em mim. Ele continuou a exibir-me os brinquedos tecnológicos que possuía desde a máquina fotográfica digital à Bimby discorrendo especificações e marcas num tal arrazoado que quase me senti bimba por acreditar em príncipes loiros. Mas da minha cara não transpareceu o pensamento e como não estávamos numa história de banda desenhada ele não podia ler a minha filactera em forma de nuvem e com bolinhas. Vai daí que ainda me fez uma demonstração do gingarelho que aspirava sozinho e eu abri a minha boca num bocejo e com o espanto dele ainda não estar a aspirar com o nariz espetado no meu Monte de Vénus.
Peguei-lhe em ambas as mãos não fosse ele levá-las dali para me alardear mais uma porra qualquer e confessei-lhe que tinha sangue índio. Tanto que era antropófaga e gostava particularmente de degustar aquela parte do corpo que os índios do Brasil ofereciam aos seus convidados de honra e assim também aos portugueses quando estes lá arribaram. O resto são amendoins.
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