21 Outubro 2014

Diabo com enorme falo leva uma mulher num carrinho de mão

Pequena mas maravilhosa, pelo seu detalhe, estatueta em bronze com base em mármore.
Uma das minhas peças favoritas da colecção.

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20 Outubro 2014

Delta Lingerie - «Grandma's Underwear» (a roupa interior da avó)


Delta Lingerie: Grandma's Underwear from kobi cohen on Vimeo.

«respostas a perguntas inexistentes (284)» - bagaço amarelo

depois de uma paixão de uma só noite

A partir da ponte, o Porto parece uma cidade de brincar. Uma criança qualquer desenhou uma série de casas, umas em cima das outras, e pintou-as da forma mais colorida que pôde. É bonito, aquele quadro do qual me afasto lentamente em direcção ao sul. Ainda ontem eu próprio fazia parte dele. Era mais um pequeno ponto daqueles que se passeiam à beira-rio como se andassem à deriva.
Afastar-me desta cidade lembra-me sempre o dia em que me despedi da S. Ela à janela, com as madeixas coloridas no cabelo, a ficar cada vez mais pequenina e eu em direcção ao sul, a pensar que ainda ontem tinha passeado nela como quem anda à deriva.
O problema das paixões de uma só noite é o dia seguinte, quando nos afastamos e entregamos todas as dúvidas sobre um Amor a um copo de uísque, à espera que ele nos explique aquilo que ninguém sabe. Sentamo-nos num balcão qualquer com um misto de tristeza e alegria, acho eu que tristeza por estarmos novamente sós e alegria exactamente pelo mesmo motivo, pedimos uma bebida e o tempo senta-se ao nosso lado a beber também até perder a noção de si mesmo.
Depois dessa paixão de uma só noite ficou um limbo, um vazio qualquer cheio de nada, e eu a perguntar ao uísque se devia ou não dizer-lhe qualquer coisa que fosse. Talvez o Amor só se dê quando não há dúvidas, quando nos atiramos a ele como uma criança para uma onda do mar, e enquanto o Amor não se dá o Não Amor vai remendando a alma.
O Porto é a minha cidade do Não Amor. Apaixono-me por ela todos os dias, sempre com dúvidas e hesitações.
O uísque respondeu-me que a S também não tinha dito nada. Depois de uma paixão de uma só noite.


bagaço amarelo
Blog «Não compreendo as mulheres»

Revelações indesejadas

Cuidado com seus desejos.



Capinaremos.com

19 Outubro 2014

«Boobies... not a big deal» (mamas... não são lá grande coisa)


Boobies from Caity Hall on Vimeo.

Luís Gaspar lê «Ante o silêncio» de Manuela Barroso


No silêncio onde mergulhas a flor do pensamento verás
que nas pétalas da gente o vento não tem a força nem o
canto dele vence a eterna dança do Amor

No homem como na flor continua a valsa do vento
umas vezes
é trigo amargo
outras é mel onde trago
leve aragem ao pensamento

Na floreira da vida quando os ventos estremecem
o caule da flor tardia

os olhos escurecem perante a flor murchando
onde sem seiva fenecem os sonhos
que vão morrendo na flauta do vento.

(Do livro “Laços”, de Manuela Barroso e Teresa Gonçalves. Ed. Versbrava.)

Manuela Barroso
Maria Manuela Barroso Nogueira Martins Ferreira de Castro nasceu em Terras de Bouro. Frequentou a Universidade do Porto, onde se licenciou em Filologia Românica. Foi professora do Ensino Secundário, lecionando as disciplinas de Português e Francês.
Ouçam este texto na voz d'ouro de Luís Gaspar, no Estúdio Raposa

O sexo duplo dos cangurus


Esse simpático mamífero marsupial que conhecemos como canguru, tal como aparece nos desenhos animados, pratica mesmo kickboxing disferindo murros e chutos nos outros machos, para conquistar o direito de acasalar com uma fêmea. Às vezes, até mordem e arranham histericamente.

Como são altamente sociais, vivem em grupos de 10 ou mais gajos e gajas, onde os machos formam uma hierarquia, baseada na idade e no tamanho, que confere ao gajo dominante o acesso exclusivo às gajas para acasalar mas que lhe dá também uma trabalheira desgraçada em rondas constantes às suas fêmeas, para monitorizar se estão em fase reprodutiva e carecem dos seus serviços ou se há necessidade de intimidar os outros machos que vão tentando acasalar com elas.

Como o canguru tem um pénis bifurcado gerou-se a lenda de que tinha dois mas é a gaja que tem dois úteros e duas vaginas laterais, para a passagem do esperma, o que é um sistema muito prático para um tripla gestação porque enquanto um está a mamar nas quatro tetas - duas das quais dão leite continuamente - no quentinho do marsúpio, pode estar outro a gerar-se e outro ainda ainda em estado de stand by, tanto mais que as crias nascem através de um canal central independente, dita a vagina mediana ou o canal pseudovaginal, que se desenvolve no primeiro parto.

No entanto, tanta abundância nos cangurus não pode entristecer os humanos, que junto com os golfinhos são as únicas espécies que fazem sexo por prazer.



Postalinho de Cepões

"A carrinha da Junta de Freguesia de Cepões tem uma alavanca das velocidades muito interessante.... e é preciso ter mãozinha para aquilo..."
Paulo M.



18 Outubro 2014

Robots In Disguise «The Sex Has Made Me Stupid»

«Testemunha arrolada» - por Rui Felício

 «Rolsa Turcas», acrílico s/papel (30×50)
colecção do artista, 2001  Inez Andrade Paes
O pleito consistia num pedido apresentado pela Silvia Gomes ao Francisco Dias de uma indemnização por ofensa ao seu bom nome, quando este a abordou em plena via pública, fazendo-lhe, alto e bom som, um insistente convite para irem ambos passar a tarde num hotel da linha do Estoril.
A D. Gertrudes, mulher muito ligada à Igreja, solteirona e cumpridora dos deveres religiosos, era conhecida como senhora púdica, casta, puritana. Foi testemunhar ao Tribunal por parte do demandado Francisco Dias. Ia abonar o seu comportamento respeitador, habitualmente educado e incapaz de ofender fosse quem fosse.
O Juiz, antes de a mandar sentar, perguntou-lhe o nome, se tinha alguma relação de parentesco ou outra com o Sr. Francisco Dias e se jurava dizer a verdade, só a verdade e nada mais do que a verdade.
A Gertrudes jurou dizer a verdade e o Juiz antes de a mandar sentar esclareceu que ela tinha sido arrolada como testemunha pelo réu, informando-a que deveria responder com verdade às perguntas que os Srs. advogados lhe iriam fazer.
- Arrolada eu?!, vociferou a D. Gertrudes, indignada...
- Olhe Sr. Dr. Juiz, com a idade que tenho, só fui arrolada duas vezes, que sou pessoa séria e decente, já há muitos anos, e em nenhuma delas o fui pelo Sr. Francisco!
E, apontando o dedo à Silvia:
- Quem é arrolada quase todos os dias é ali aquela, por qualquer um que lhe apareça. Toda a gente sabe disso lá no bairro. Ela arma-se em séria, mas toda a gente sabe que é uma maluca que dá a volta à cabeça dos homens, deixando-se arrolar por novos, velhos, casados, solteiros.. O que vier...

Rui Felício
Blog Encontro de Gerações
Blog Escrito e Lido

Mulher com dildos

Relógio de parede que faz parte da minha colecção.

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A cara da felicidade... - publicidade a gelados em Angola

17 Outubro 2014

«Do Communists Have Better Sex?» [os comunistas têm melhor sexo?]

Postalinho de Kathmandu (Nepal)

"São Rosas
Não me esqueci do teu comentário no Travel With Us sobre o Nepal de há 18 anos. Desta vez, o Templo Pashupatinath foi bem fotografado.
Aí vai uma amostra-
Beijo
Daisy"


Detalhe:


«Trincheiras» - João

"Disse-te que ia para a guerra, amor. Vou para a guerra, meu amor, e tu choravas, apertavas-me tanto as mãos, e agarravas-te tanto a mim, que não fosse, que me deixasse ficar junto a ti, que não voasse, por favor que não voasse, mas eu tinha de ir amor, e os teus cabelos banhavam-me o rosto, o cheiro da tua pele invadia-me, o cheiro da tua pele, sempre, e para mim era importante que me quisesses bem, que dissesses a toda a gente que aquele era um homem bom, que era um homem do teu coração, diferente na guerra. Eu não podia ir sem isso, não podia correr pelas trincheiras sem saber que os teus olhos se acendiam por mim, que defenderias a minha honra em qualquer sítio, em qualquer altura, como eu defendia a tua, que nunca deixarias que as palavras rudes se abatessem sobre mim, sobre nós. Fui para a guerra amor, com o cheiro da tua pele em mim, sempre o cheiro de ti, e o brilho dos teus olhos, o recorte do teu sorriso e as tuas mãos, abertas e doces para me segurar, para me receber. Fui para a guerra amor, e levei-te sempre comigo a cada momento."
João
Geografia das Curvas

A imitação da coruja

Crica para veres toda a história
Chauncey, conde de Noivado


2 páginas
(crica em «next page» para avançares)

16 Outubro 2014

Nus antigos... revistos


AT LAST! -- ANTIQUE NUDES -- WESTWARD, HO from BigJim369 on Vimeo.

Verbos de ação no ato de amar...

Olás...

Sabem aquelas  horas inúteis na vida, que você se dá ao luxo de pensar besteiras? Pois bem, acabei de sair de uma horas dessas. Percebi a  diversidade dos verbos (e só em um dos modos - Presente do Indicativo) usados durante o... coito, namoro, tapa na barata, essas coisas. Analisei certas situações, queixas e elogios  e coloquei tudo numa  panela só. Se quiserem, podem "encabeçar"  a lista com outros verbos apropriados.


Eu amo
Tu amas
Ele ama
Nós amamos
Vós amais
Eles amam.
Eu fodo
Tu fodes
Ele fode
Nós fodemos
Vós fodeis
Eles fodem.

Eu trepo
Tu trepas
Ele trepa
Nós trepamos
Vós trepais
Eles trepam.

Eu como
Tu comes
Ele come
Nós comemos
Vós comeis
Eles comem.
Eu coito
Tu coitas 
Ele coita
Nós coitamos
Vós coitais
Eles coitam.
Eu chupo
Tu chupas
Ele chupa
Nós chupamos
Vós chupais
Eles chupam.
Eu mordo
Tu mordes
Ele morde
Nós  mordemos
Vós mordeis
Eles mordem.
Eu pico
Tu picas
Ele pica
Nós picamos
Vós picais
Eles picam
Eu meto
Tu metes
Ele  mete
Nós metemos
Vós meteis
Eles metem.

Eu gemo
Tu gemes
Ele geme
Nós gememos
Vós gemeis
Eles gemem.
Eu grito
Tu gritas
Ele grita
Nós gritamos
Vós gritais
Eles gritam.
Eu esporro.
Tu esporras
Ele esporra
Nós esporramos
Vós esporrais
Eles esporram.
Eu sugo
Tu sugas
Ele suga
Nós sugamos
Vós sugais
Eles sugam.
Eu sento,
Tu sentas
Ele senta
Nós sentamos
Vós sentais
Eles sentam.
Eu quero
Tu cansado
Ela reclama
Nós dormimos
Vós chupais dedos
Eles assistem ao jogo.

Mamãe Coruja

Paco Rabanne - perfume XS

Anúncio de imprensa dos anos 90, emoldurado para a minha colecção.

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Postalinho do castelo de Lamego

"O castelo de Lamego tem detalhes do c..."
Nuno S. e Paulo M.




15 Outubro 2014

As mulheres e os padrões... ou melhor, prisões de beleza

Há causas pelas quais eu desde sempre penso que vale a pena lutar. Uma dessas causas é a beleza real, sem pressões da sociedade, das modas, dos padrões e das censuras.
Recentemente, críticas ridículas de algumas pessoas à actriz Jessica Athayde na sequência de uma passagem de modelos, levaram-na a tomar uma posição no seu blog. A manequim Sara Sampaio também aproveitou para expor a sua posição sobre este assunto, na sua página no Facebook, mostrando que os extremos se tocam mesmo.
Pela importância desses textos, que revelam bem que «cada cabeça, sua sentença», transcrevo-os aqui:

Para mulheres reais
14 de Outubro de 2014 - jessy james

"As palavras que vos escrevo poderiam não ser escritas. Era mais fácil “não dar importância assunto” e “deixar morrer a coisa”. Era mais fácil…. mas não é o que vou fazer porque as palavras que vos escrevo não são só sobre mim: são sobre as mulheres e a forma como são permanentemente olhadas, julgadas e atacadas. São sobre uma ditadura de imagem imposta, uma tendência redutora de nos verem e de nós próprias olharmos umas para as outras. Isto tem de ser denunciado. Este bulliyng permanente tem de acabar e pretendo ser uma voz activa neste caminho que tem de ser percorrido por todas nós.
Sou actriz. Não sou modelo. Optei há muito por um estilo de vida saudável, com escolhas que faço todos os dias em relação à minha alimentação e prática de exercício físico.
Faço-o porque quero viver muito. Quero viver bem. Quero ser saudável e feliz como tantas outras mulheres.
Desfilei na Moda Lisboa como convidada. Desfilei com o corpo que tenho que é o meu e no qual me sinto muito bem.
Qual não foi a minha perplexidade quando observo que, a propósito de uma fotografia menos feliz, sou alvo de críticas, comentários desagradáveis e uma série de mimos, próprios deste mundo das redes sociais, em que ainda nos estamos a habituar a viver.
Estes comentários foram feitos na maioria por mulheres. Mulheres, vou repetir.
Mulheres que são filhas, mulheres que são mães, mulheres que ainda não perceberam que cada vez que cedem à tentação de atacar outra mulher com base nas suas características físicas, estão a enfraquecer a condição feminina, em vez de lhe dar força.
Estão a cultivar as inseguranças, as desordens alimentares, a escravidão da imagem.
Sou uma mulher segura, pelo menos trabalho nesse sentido. Se este incidente fosse só sobre mim, posso garantir-vos que pouca importância lhe daria.
Mas questiono-me sobre a quantidade de mulheres menos seguras, de todas as idades, mais ou menos felizes, magras, gordas, altas, baixas sofrem este tipo de perseguição no seu dia-a-dia. Mulheres que ao contrário de mim, não têm uma voz que se faça ouvir… Para alguma coisa tem de servir o facto de ser figura pública. Que seja então para dar voz a um grito que sei ser de muitas que me estão a ler neste momento: CHEGA!
Cada mulher é um mundo muito para além do corpo que a recebe. Apoiem -se. Defendam -se. Não permitam olhares redutores sobre aquilo que somos.
A dignidade da condição feminina passa também pelas mulheres perceberem que têm se unir nessa procura e nessa luta.
Queremos um mundo com mulheres felizes, inteligentes, pró-activas, inovadoras, solidárias e que façam a diferença.
Temos de estar juntas nesse objectivo.
Há pouco tempo perguntaram-me numa entrevista quem é que eu admirava, foi fácil responder. Emma Watson, 22 anos, penso eu.
Emma Watson (actriz como eu) no seu primeiro discurso como Embaixadora das Nações Unidas para a Boa Vontade, inspirou o mundo lançando a campanha ONU #HeForShe, que fala sobre a liberdade e a igualdade entre os sexos.
Fala sobre a importância dos homens apoiarem as mulheres neste caminho.
Eu acrescento e peço em Portugal que abracemos também o #SheForShe
Ela por ela. Cada uma de nós pela mulher ao nosso lado. Seja no autocarro ou numa fotografia no ecrã do computador."

O texto da Sara Sampaio

"Concordo com tudo que a Jessica Athayde escreveu! Quero só acrescentar umas palavras, tal como a Jessica também eu sou alvo de muitas criticas ao meu corpo (maior parte da vezes por mulheres), no entanto pelo motivo oposto da Jessica. Já perdi a conta das vezes que me mandaram ir comer um hamburger, me chamaram anorética, esqueleto, etc, tantas foram as vezes que se calhar já devia estar habituada, no entanto, sempre que leio essas palavras dói.
Primeiro anorexia é uma doença muito grave, do qual felizmente nunca sofri, mas já tive pessoas próximas que lutam diariamente contra ela, e em nenhum caso, repito nenhum caso, deveria ser usada para atacar alguém que simplesmente é magra e sempre foi magra! digo isto porque vi pessoas a partilhar o texto da Jessica, em que ela própria diz que cada corpo é bonito, a dizer que preferiam ter o corpo da Jessica ao dos esqueletos da passarela! Bom, os "esqueletos" das passarelas são humanos! pessoas, que tal como tu e eu têm sentimentos, e tal como tu e eu são "pessoas verdadeiras".
Aquele slogan de "a mulher verdadeira tem curvas" sempre me aborreceu, desculpem e agora vou ser um pouco rude, mas a mulher verdadeira como eu aprendi tem uma vagina. Dito isto, Jessica parabéns estavas linda no desfile!
Para o resto deixem de criticar os corpos uma das outras, se alguém quer comer pizza todos os dias, e não ir ao ginásio, é a escolha dela, tal como se alguém quer comer super saudável e ir ao ginásio todos os dias é escolha dela também. cada um tem o corpo que tem, e cuida dele da maneira que quiser, cada pessoas tem um metabolismo diferente, infelizmente vivemos numa sociedade em que somos criticados tenhamos o corpo que tenhamos. tal como diz o ditado: preso por ter cão e preso por não ter."

«Wiggle»

«respostas a perguntas inexistentes (283)» - bagaço amarelo

feitos um para o outro

"Foram feitos um para o outro". Não sei quantas vezes li e ouvi esta frase, tanto em romances como em filmes de Amor. Cheguei a perder-me na sua imensidão que, partindo de Shakespeare, foi herdada até por Holly e Bollywood. Pode parecer uma ideia bonita, a de que nos apaixonamos pelo coração por alguém a quem estávamos destinados, mas eu não gosto. Acho-a feia e desinteressante.
Ter sido feito para o outro retira ao Amor a sua maior qualidade: a da dificuldade. Porque o melhor Amor é aquele que é bom ao mesmo tempo que é difícil. É a esse que nos agarramos apesar de tudo e não apenas porque tudo é confortável.
Se o Amor só existisse entre aqueles que foram feitos um para o outro, o sofrimento não tinha lugar. A alegria e a luta pelo que é importante também não. A paixão confundir-se-ia com uma sopa morna e sem sal, daquelas que nos tiram a fome mas não nos satisfazem o paladar.
Das vezes que me apaixonei nunca senti que tivesse sido feito para a outra, muito menos a outra para mim. O presente não é excepção. Ainda bem, porque assim sei que o Amor que vivo é uma opção de ambos.


bagaço amarelo
Blog «Não compreendo as mulheres»

Receba as flores... que lhe dou...