04 julho 2015

03 julho 2015

«Suíte do Quelemeu» - música popular brasileira

«Suíte do Quelemeu», de Tavinho Moura, Antônio Rodrigues e Uakti. Esta canção fez parte da banda sonora do filme «Cabaret Mineiro», de 1980, cantada por Nelson Dantas.



Vamo dançá tudo nu, tudo nu,
Tudo cum dedo no cu, menos eu
Tudo cá bunda de fora, é agora,
Você disse qui dava e num deu.

Ispora no pé tá tinino, tá tinino,
Pica no cu tá sumino, tá sumino,
Larga teu marido, muié e vem fudê mais êu.
Teu marido é bão, muié,
Mai num fode cuma iêu.

A foda é boa, é de madrugada
De minhã cedo num vale nada
A pica tá dura qui tá danada
Ela entra inxuta ela sai moiada.

Mas a muié de cumpade Mané Pêdro
Tem cabelo no cu qui faz medo.
Ela chorava, ela gimia,
Era os cabelo do cu que doía
Ela chorava, ela gimia,
Era os cabelo do cu que doía.

Pilei o mio no pilão de sapucaia
Qui o bicho qui mata hôme
Mora dibaixo da saia
Adonde a pica trabáia.

Ocê disse qui dava e num deu,
Manda pra cá esse cu quelemeu!
Do pentelho raramente se venera a cor e no entanto é-me a mais inteira.
Pigmento d`alma onde se debruça um assomar e mais se escancara a esfolha porque quando o aroma poisa, a tinta desaparece.
Sérios pensamentos são forças tão vazes como a desperta de um desvaneio percetível na ira do pénis quando a meio da robusta nádega, sangra.



Luísa Demétrio Raposo


Petite carte postale de la France

"Olá, São Rosas
Olha o que se consegue encontrar pelas estradas, em França..."
Paulo A.


«Não vejo um caralho à minha frente!» - Shut up, Cláudia!




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02 julho 2015

«David» - curta-metragem gay


"David", cortometraje gay. from artegalia on Vimeo.

Ah, as metáforas!...

Crica para veres toda a história
Começos sem fim


2 páginas

(cricar em «next page»)

Saco «Suruba para colorir»

Saco em tecido com reprodução de ilustração de Ale Kalko.
Um acessório da Bebel Books baseado nos livros «Suruba para colorir» e que fica muito bem na minha colecção.

Visita a página da colecção no Facebook (e, já agora, também a minha página pessoal)


«Em Brasília, 19h» - Adão Iturrusgarai


01 julho 2015

A ciência dos orgasmos

Um pequeno documentário que, em meu entender, tem muitas lacunas. Mas é melhor que nada...

«respostas a perguntas inexistentes (303)» - bagaço amarelo

Provas de Amor

As mulheres que precisam constantemente de provas de Amor são umas chatas. As outras, acredito que a grande maioria, são melhores. São aquelas que percebem que o Amor se prova a si mesmo todos os dias, sem testes, sem pressões e sem condicionamentos.
Os homens que tentam provar que Amam uma mulher são uns palermas. Normalmente acabam a fazer pedidos de casamento em estádios de futebol, declarações de Amor em noites de karaoke ou a pagar jantares gourmet para ficarem na mesma com fome. Digo-o eu, com a experiência própria de quem já fez palermices a mais.
O Amor é um ser vivo. Eu diria até que é como uma pessoa qualquer. A partir do momento que existe, tem a noção da sua existência, e nenhuma pessoa precisa de anunciar ao mundo a sua existência. Por um lado porque o mundo apercebe-se facilmente dela, por outro porque se está nas tintas para isso.
O melhor Amor não se anuncia, vive-se. E a vida prova-se a ela mesma. Às vezes num olhar, outras vezes num simples toque de mãos. Na distância e na presença.
Nunca me peças que te diga que te Amo. O "Amo-te!" como simples resposta não vale coisa nenhuma.


bagaço amarelo
Blog «Não compreendo as mulheres»

Postalinho de Penamacor (2)

"Uma pessoa chega ao Palace Hotel & SPA Termas de S. Tiago, em Penamacor, e quase leva com isto no olho."
Paulo M.


Os amantes são poetas... fingidores...



30 junho 2015

Ela faz tudo!...

Tens faro...


O prazer simples de respirar sobre cabelos que exalam precisamente o cheiro que nos apetece absorver nesse instante mágico.

Sharkinho
@sharkinho no Twitter

*

O sexo é o único deus que me aparece descalço e é no seu aparecimento que eu desapareço e só se pode desaparecer após o antes que foi ejaculado.

Luísa Demétrio Raposo



Mulher a brincar com gato

Pequena estatueta de uma mulher a brincar com o gato, expondo um seio... na minha colecção.

Visita a página da colecção no Facebook (e, já agora, também a minha página pessoal)





29 junho 2015

Ter uma aventura com um cowboy romântico e com um oficial heróico





«Frio» - João

"Treme. Podes tremer. Desculpa se te fiz ter frio, mas podes tremer. Porque sabes que o meu corpo é quente. Porque sabes que as minhas mãos te aquecem, sabes que alcançarei o que houver, onde houver, para te cobrir, para te tapar, para te dar conforto, agarrar-te-ei, abraçar-te-ei com força para não tremeres mais ou então para tremermos os dois, para dividirmos e custar menos, até estarmos de novo quentes, prontos para mais, prontos para outra, para partilhar, sem achar que isso é lá contigo e eu satisfeito me afasto enquanto tu tremes a um canto como se nada disso me tocasse. Podes tremer, desculpa se te causei frio vezes demais, mas foram vezes a menos, e em todas elas o teu frio foi o meu, e nunca tremeste sozinha."

João
Geografia das Curvas

Postalinho do... canivete suiço?!

"Boneco articulado que estava num stand da Feira da Vinha e do Vinho deste ano, em Anadia."
Nelson A.



Perante certas coisas a vida perde um pouco do sentido



Capinaremos.com

28 junho 2015


Marlo Marquise - Monster Hunter (NSFW) from steve prue on Vimeo.

Luís Gaspar lê «Pois» de Alexandre O’Neill


O respeitoso membro de azevedo e silva
nunca perpenetrou nas intenções de elisa
que eram as melhores. Assim tudo ficou
em balbúrdias de língua cabriolas de mão.

Assim tudo ficou até que não.

Azevedo e silva ao volante do mini
vê a elisa a ultrapassá-lo alguns anos depois
e pensa pensa com os seus travões
Ah cabra eram tão puras as minhas intenções.

E a elisa passa rindo dentadura aos clarões.

Alexandre O’Neill
Alexandre Manuel Vahía de Castro O'Neill (Lisboa, 19 de Dezembro de 1924 - Lisboa, 21 de Agosto de 1986), ou simplesmente Alexandre O'Neill, descendente de irlandeses, foi um importante poeta do movimento surrealista.
Ouçam este texto na voz d'ouro de Luís Gaspar, no Estúdio Raposa

PI das selfies


O bê-á-bá

Acabei de papar uma professora de português. Não sei se será coincidência, mas o certo é que tinha uma fissura de estilo.

Patife
@FF_Patife no Twitter