Pequenas peças com casais a terem relações sexuais escondidos debaixo de tampas: uma em forma de melancia e outra de maçã.
Escondidos... mas revelados na minha colecção.
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26 junho 2014
25 junho 2014
«respostas a perguntas inexistentes (271)» - bagaço amarelo

Tenho passado a maior parte dos meus dias comigo mesmo. De vez em quando vou dar um pequeno passeio e, principalmente à noite, recebo uma visita de vez em quando. Mesmo assim nunca tive a casa tão suja e desarrumada como agora. Creio que é por estar a ter algum gozo em estar em casa e a desfrutar dela. É aí que penso que o dia não é tão de merda assim.
Olhando agora para a minha sala, encontro uma pilha de cds espalhados pelo sofá e pelo chão, dois livros que ando a ler de forma intercalada, dois copos de vinho com o fundo pintado de tinto, alguns papéis de coisas que tenho para resolver e metade de um chocolate Garoto (uma das boas coisas que nos chegam do Brasil). A minha casa está desarrumada porque aproveito o tempo que passo nela.
Ontem, no meio desta confusão, recebi uma visita inesperada da Tereza (outra das boas coisas que o Brasil nos trouxe) e foi ela que me disse isso mesmo quando lhe pedi desculpa pela desarrumação.
- Quer dizer que está vivendo! - disse ao entrar.
A Tereza tem razão. É mais ou menos o mesmo que acontece com o Amor. Quando desfrutamos dele há alturas em que ele parece mais ou menos desarrumado, como se não soubéssemos por onde começar para pôr tudo no sítio outra vez. Não faz mal, é assim mesmo.
Beba-se vinho.
bagaço amarelo
Blog «Não compreendo as mulheres»
«Quantas vezes, quanto tempo?» - João
"Quantas vezes podemos escrever sobre foda? Durante quanto tempo vamos poder escrever sobre foda até que pareça repetitivo, até que as pessoas se cansem? Não é a foda sempre a mesma? São quatro pernas, uma cona e um caralho, duas mamas – sim, estou a deixar as masculinas de fora – e quatro braços, dois pescoços e duas cabeças que se querem iguais. Num universo que se diz infinito, a finitude existe, e são apenas dois corpos, há um conjunto limitado de coisas que dois corpos podem fazer. Há um conjunto limitado de maneiras de descrever ou imaginar uma foda. Podemos variar os locais, podemos pintar as paredes de cores diferentes, modificar as camas, sofás, chuveiros, podem trazer-se croissants, chocolates, botas, renda, gravatas e vendas para os contos de fodas, mas em tudo isto, qual é o limite? Quando é que a foda se esgota?
Talvez nunca.
A foda talvez seja um contínuo, nestas cabeças talvez a foda nunca cesse, e tudo o que acontece quando a foda não é física, é a água que cobre o iceberg, é a pausa que serve para o descanso, porque se a foda que arde na alma é imensa e constante, a foda no corpo faz estragos que é preciso curar para depois voltar à arena e arranhar a pele, deixar marcas, sentir no corpo o que na alma é certeza. Talvez a foda nunca seja repetida, porque nunca termina. Talvez possa escrever anos e anos sobre foda sem o medo de me repetir, sem parecer soar a disco riscado, porque numa cona e num caralho que unem esforços não há discos riscados, há corpos molhados, há coisas que transcendem a foda, e a foda, afinal, é apenas o princípio e o fim, os parêntesis rectos que seguram o conjunto, o universo finito e curvo onde nos movemos. A foda é relicário, é fiel depositária de muito mais que a foda. E se isso nunca se esgota, se a alma nunca esgota, eis o nosso infinito e a certeza de nunca, nunca cansar."
João
Geografia das Curvas
Talvez nunca.
A foda talvez seja um contínuo, nestas cabeças talvez a foda nunca cesse, e tudo o que acontece quando a foda não é física, é a água que cobre o iceberg, é a pausa que serve para o descanso, porque se a foda que arde na alma é imensa e constante, a foda no corpo faz estragos que é preciso curar para depois voltar à arena e arranhar a pele, deixar marcas, sentir no corpo o que na alma é certeza. Talvez a foda nunca seja repetida, porque nunca termina. Talvez possa escrever anos e anos sobre foda sem o medo de me repetir, sem parecer soar a disco riscado, porque numa cona e num caralho que unem esforços não há discos riscados, há corpos molhados, há coisas que transcendem a foda, e a foda, afinal, é apenas o princípio e o fim, os parêntesis rectos que seguram o conjunto, o universo finito e curvo onde nos movemos. A foda é relicário, é fiel depositária de muito mais que a foda. E se isso nunca se esgota, se a alma nunca esgota, eis o nosso infinito e a certeza de nunca, nunca cansar."
João
Geografia das Curvas
24 junho 2014
Eva portuguesa - «Perco-me»
Perco- me em ti. Por ti. Para ti.
Perco-me a mim para te encontrar a ti.
Porque quando me olho ao espelho é o teu reflexo que vejo. Porque quando procuro as minhas feições, apenas encontro as tuas. E aí sei sem sombra de dúvida que me perdi... Perdi-me em ti... Perdi-me por ti... Perdi-me para ti...
Deixei de ser eu, um ser único ,independente e inconstante. Passei a ser o teu reflexo. Ou tu o meu... um ser mutante, inatingível e tão frágil... A força que nos une é a mesma que nos torna tão frágeis... a mim, pelo menos.
O que nos une é também o medo do nosso afastamento.O que nos afasta é também o motivo que nos atrai um para o outro. Uma e outra vez. Sempre.
E foi assim que me perdi... para sempre... e é assim que me perco todos os dias. Uma e outra vez. Sempre. Para sempre.
Porque - sabes? - desde que te conheci que me perdi. Em ti. Por ti. Para ti.
Eva
blog Eva portuguesa - porque o prazer não é pecado
Perco-me a mim para te encontrar a ti.
Porque quando me olho ao espelho é o teu reflexo que vejo. Porque quando procuro as minhas feições, apenas encontro as tuas. E aí sei sem sombra de dúvida que me perdi... Perdi-me em ti... Perdi-me por ti... Perdi-me para ti...
Deixei de ser eu, um ser único ,independente e inconstante. Passei a ser o teu reflexo. Ou tu o meu... um ser mutante, inatingível e tão frágil... A força que nos une é a mesma que nos torna tão frágeis... a mim, pelo menos.
O que nos une é também o medo do nosso afastamento.O que nos afasta é também o motivo que nos atrai um para o outro. Uma e outra vez. Sempre.
E foi assim que me perdi... para sempre... e é assim que me perco todos os dias. Uma e outra vez. Sempre. Para sempre.
Porque - sabes? - desde que te conheci que me perdi. Em ti. Por ti. Para ti.
Eva
blog Eva portuguesa - porque o prazer não é pecado
«se quisesses» - Susana Duarte
escrevo-te sobre os poros___________e sob a pele,
enquanto me habitas as sombras____e os recantos
luminosos____________________de noites antigas
são antigas as ruas onde passámos_________vidas
inteiras, abertas, marinheiras_____do infinito luzente
______________que nos habita o centro do corpo e
o centro_______da vida, e o centro dos olhos_____
serias a águia e o grito______a água e o parto____
se, querendo, me quisesses._____se, querendo, me
_______amasses as terras longínquas de onde sou.
serias, se quisesses, as asas todas do meu corpo.
Susana Duarte
poema e foto
Blog Terra de Encanto
enquanto me habitas as sombras____e os recantos
luminosos____________________de noites antigas
são antigas as ruas onde passámos_________vidas
inteiras, abertas, marinheiras_____do infinito luzente
______________que nos habita o centro do corpo e
o centro_______da vida, e o centro dos olhos_____
serias a águia e o grito______a água e o parto____
se, querendo, me quisesses._____se, querendo, me
_______amasses as terras longínquas de onde sou.
serias, se quisesses, as asas todas do meu corpo.
Susana Duarte
poema e foto
Blog Terra de Encanto
Recordação das Caldas da Rainha
Grande vaso com ancas de mulher e pénis no interior.
Uma das muitas peças da minha colecção originárias das Caldas da Rainha.
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23 junho 2014
«Canção de amor» - Jorge de Sousa Braga
Ensinei o meu pénis a dizer
o teu nome. Só ele é capaz
de soletrá-lo de trás para a
frente e da frente para trás
indiferentemente
Só ele fala como falo
Jorge de Sousa Braga
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«conversa 2084» - bagaço amarelo

Eu - Só para as mulheres?
Ela - Sim. Um homem pode ser feio, uma mulher não.
Eu - Não percebi.
Ela - Uma mulher feia tem uma vida difícil só por ser feia. Um homem pode ser feio à vontade...
Eu - Continuo a não perceber.
Ela - Estou a tentar explicar-te que as mulheres se sentem quase obrigadas a serem bonitas, enquanto os homens não. Por causa das revistas, da televisão...
Eu - A sério que não percebo mesmo.
Ela - Queres que eu te explique melhor?
Eu - Se conseguires...
Ela - Tu és feio e sempre andaste com mulheres bonitas.
bagaço amarelo
Blog «Não compreendo as mulheres»
22 junho 2014
Gastronomia-Crise-2013
21 junho 2014
Peças articuladas com trio e casal
Peças recortadas em contraplacado fixadas por grampos metálicos e com movimento por alavanca. Artesanato popular português dos anos 1990, da minha colecção.
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20 junho 2014
«Fábula de amor e ciúme» - por Rui Felício
Era, entre todas, a mais bonita.
As faces tenuemente ruborizadas, os contornos firmes e esculturais do corpo que mão divina desenhara em momento de suprema inspiração, a pele lustrosa, aveludada, a fragrância sensual do perfume discreto, a sua luminosidade ofuscante, distinguiam-na das restantes que, na sua presença, se quedavam numa sombria penumbra.
Irresistível aos olhares masculinos, era por todos desejada e admirada.
Houve um, talvez o mais desinteressante, que se destacou entre os outros e se atreveu a declarar-lhe o seu amor. Compensando a falta de atributos com a melancolia das palavras escolhidas.
Amor que ela, estranhamente, não rejeitou totalmente.
Paulatinamente, ele foi penetrando no mais recôndito do ser da sua amada.
E quanto mais a amava, maior era o seu ciúme, maior era o medo de a perder.
Não suportava que ela sorrisse sequer para os admiradores, nem mesmo para os amigos de sempre.
Questionava-a pelos mais ínfimos pormenores, dava largas às suas suposições, aos seus delírios, tomando como real aquilo que mais não era que o produto de imaginação doentia e patológica.
Ferindo-a com as suas garras, devorando-a por dentro
Ela sofria, perdia o viço, adoecia, à medida que ele lhe corroía as entranhas com injustas e ferozes investidas.
Apesar disso, ela ainda era a maçã mais bonita do pomar.
E ele, o mais horrendo verme que a destruía por dentro.
Ela, a maçã, era o amor.
Ele, o verme, era o ciúme.
Moral da história:
O verme nunca amará. Porque não é da sua natureza.
Rui Felício
Blog Encontro de Gerações
Blog Escrito e Lido
As faces tenuemente ruborizadas, os contornos firmes e esculturais do corpo que mão divina desenhara em momento de suprema inspiração, a pele lustrosa, aveludada, a fragrância sensual do perfume discreto, a sua luminosidade ofuscante, distinguiam-na das restantes que, na sua presença, se quedavam numa sombria penumbra.
Irresistível aos olhares masculinos, era por todos desejada e admirada.
Houve um, talvez o mais desinteressante, que se destacou entre os outros e se atreveu a declarar-lhe o seu amor. Compensando a falta de atributos com a melancolia das palavras escolhidas.
Amor que ela, estranhamente, não rejeitou totalmente.
Paulatinamente, ele foi penetrando no mais recôndito do ser da sua amada.
E quanto mais a amava, maior era o seu ciúme, maior era o medo de a perder.
Não suportava que ela sorrisse sequer para os admiradores, nem mesmo para os amigos de sempre.
Questionava-a pelos mais ínfimos pormenores, dava largas às suas suposições, aos seus delírios, tomando como real aquilo que mais não era que o produto de imaginação doentia e patológica.
Ferindo-a com as suas garras, devorando-a por dentro
Ela sofria, perdia o viço, adoecia, à medida que ele lhe corroía as entranhas com injustas e ferozes investidas.
Apesar disso, ela ainda era a maçã mais bonita do pomar.
E ele, o mais horrendo verme que a destruía por dentro.
Ela, a maçã, era o amor.
Ele, o verme, era o ciúme.
Moral da história:
O verme nunca amará. Porque não é da sua natureza.
Rui Felício
Blog Encontro de Gerações
Blog Escrito e Lido
19 junho 2014
Dominadora e duas mulheres - estatuetas em resina
Estatuetas em resina dos anos 1990, da minha colecção.
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18 junho 2014
«conversa 2083» - bagaço amarelo

(ao telefone)
Ela - Anda cá a casa beber um copo, que eu estou farta de beber sozinha.
Eu - Estás farta de beber sozinha?!
Ela - Sim.
Eu - Então pára.
Ela - Não consigo. A única forma é vires cá a casa.
Eu - Para parares de beber?
Ela - Não, para beber acompanhada.
bagaço amarelo
Blog «Não compreendo as mulheres»
«Vem já» - João
"Vem. Viro-me para ti com o braço esticado, a mão na tua direcção, e repito, vem, vem comigo, vem comigo que vou levar-te. Vou levar-te onde nunca ninguém, jamais, te levou. E tu, que levo, para onde me levas, do que preciso, é longe? Levas-me para longe? Para onde nunca estive? Não, não é longe, vou levar-te até onde nunca ninguém te levou dentro de ti, vamos andar os dois aí dentro, vais comigo, eu ajudo, eu apoio-te, e vamos, vamos depressa puxar esses lençóis que te tapam, e vamos mergulhar, mergulhar aí dentro, limpar o pó desses livros, abrir as janelas, deixar entrar o sol, deixar-me entrar, e vais fechar-me dentro de ti com os teus braços, esses braços apertados em mim, vais escrever-me no coração, e viajamos assim, e vais ver que é diferente, vais ver que é novo, que há mais, que é mais, e nunca lá estiveste, são sítios que nunca viste, é ar que não conheces, vem, vem já."
João
Geografia das Curvas
João
Geografia das Curvas
17 junho 2014
Eva portuguesa - «Grandes amores»
Só os pequenos amores resistem com pequenas palavras e pequenos gestos.
Basta um "amo-te" ou "és linda".
Grandes amores não cabem aqui.
Grandes amores não são abarcados pelas palavras já existentes. Essas são pequenas demais para a sua dimensão.
Para estes são precisas palavras que ainda não foram inventadas. Palavras demasiado grandes e intensas para caberem no nosso vocabulário.
E é por isso que grandes amores têm palavras próprias, grandes, incomuns. Palavras inventadas em todos os momentos em que se amaram e os corpos se uniram, levando ao aprisionamento das almas. E foram tantos esses momentos... e tantos esses lugares.
Estas são palavras aparentemente absurdas, de amores tão grandes que não cabem em palavras doces nem pequenas.
Esta é a maneira, ainda assim incompleta, de grandes amores se traduzirem em palavras.
Palavras que revelam intensidade, loucura, pertença e ausência.
Palavras contraditórias dos eternamente apaixonados.
Palavras inexistentes para amores impossíveis.
Mas para que merda serve o possível?...
Eva
blog Eva portuguesa - porque o prazer não é pecado
Basta um "amo-te" ou "és linda".
Grandes amores não cabem aqui.
Grandes amores não são abarcados pelas palavras já existentes. Essas são pequenas demais para a sua dimensão.
Para estes são precisas palavras que ainda não foram inventadas. Palavras demasiado grandes e intensas para caberem no nosso vocabulário.
E é por isso que grandes amores têm palavras próprias, grandes, incomuns. Palavras inventadas em todos os momentos em que se amaram e os corpos se uniram, levando ao aprisionamento das almas. E foram tantos esses momentos... e tantos esses lugares.
Estas são palavras aparentemente absurdas, de amores tão grandes que não cabem em palavras doces nem pequenas.
Esta é a maneira, ainda assim incompleta, de grandes amores se traduzirem em palavras.
Palavras que revelam intensidade, loucura, pertença e ausência.
Palavras contraditórias dos eternamente apaixonados.
Palavras inexistentes para amores impossíveis.
Mas para que merda serve o possível?...
Eva
blog Eva portuguesa - porque o prazer não é pecado
«no negro dos lábios, a vida» - Susana Duarte
no negro dos lábios, a vida
toda. na boca dos cabelos,
a imensidão das noites.
sem querer, conto as auroras
perdidas de quem sou.
na leitura das linhas, perdida
foi a boca. o que se excede
não é nada. apenas a sombra:
ave sem rectrizes. onda. eu.
Susana Duarte
Blog Terra de Encanto
toda. na boca dos cabelos,
a imensidão das noites.
sem querer, conto as auroras
perdidas de quem sou.
na leitura das linhas, perdida
foi a boca. o que se excede
não é nada. apenas a sombra:
ave sem rectrizes. onda. eu.
Susana Duarte
Blog Terra de Encanto
Cru - revista rasca e vadia - nº 57 - especial Fofidão
Cru, Revista Rasca e Vadia. Fanzine de Antropologia Cultural Pelintra.
Esta edição nº 57 de Maio de 2014 inclui uma gravura solta do super-herói «Sperman» numerada (18/100) e assinada pelo autor (Esgar Acelerado), assim como o suplemento de 8 páginas CRÚNICA FEMININA, de Pionés.
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Esta edição nº 57 de Maio de 2014 inclui uma gravura solta do super-herói «Sperman» numerada (18/100) e assinada pelo autor (Esgar Acelerado), assim como o suplemento de 8 páginas CRÚNICA FEMININA, de Pionés.
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16 junho 2014
Postalinho da Amazónia - Uma para a São; outro para o Nelo!
Em Manaus, sede dos jogos - Portugal x EUA, inclusive -, tem muita animação e domingos cheios de gringos de todos os cantos do mundo. Dia de Feira de Artesanato, até eu estive por lá. E olha o que encontrei ao passar por uma das bancas: índios!
Lembrei logo da São, que gosta de uma "abertura" e de uma lambisgoia, como diz o Nelo. Na segunda foto percebe-se até a "cova" (não é, Nelo?), ou xana, xereca, perereca, perseguida, cona... ou seja lá que nome deem.
| Índia na rede- Artesanato - Manaus - AM |
![]() |
| Índia bastante à vontade- Artesanato - Manaus - AM |
![]() |
| Isso sim que é tesão! |
Mamãe Coruja
Luís Gaspar lê «Menos o teu ventre» de Miguel Hernández
Menos teu ventre, tudo
é confuso. Menos teu
ventre, tudo é futuro
fugaz, passado baldio,
turvo. Menos teu
ventre, tudo é oculto.
Menos teu ventre, tudo
inseguro, tudo já
último um pó sem
mundo. Menos teu
ventre tudo é escuro.
Menos teu ventre claro
e profundo.
Miguel Hernández
(Tradução de José Bento)
Ouçam este texto na voz d'ouro de Luís Gaspar, no Estúdio Raposa
«conversa 2081» - bagaço amarelo

Ela - É incrível como é que há homens adultos que ainda acham que, para uma mulher, o tamanho é importante...
Eu - O tamanho de quê?
Ela - De que é que há-de ser?!
Eu - Ah! E é importante ou não?
Ela - Claro que não.
Eu - Okay...
Ela - Desde que não seja demasiado pequeno, nem demasiado grande.
bagaço amarelo
Blog «Não compreendo as mulheres»
15 junho 2014
Postalinho medieval
"«Cousas» de... tocar, na Feira Medieval de Coimbra, no dia 7 de Junho do ano da Graça de 2014"
Vicentezão
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