07 julho 2005
Barrigada 2 - O regresso das gajas
Aline Andreoli e Fabiane Dias 2
Aline Andreoli e Fabiane Dias 3
Aline Andreoli e Fabiane Dias 4
Aline Andreoli e Fabiane Dias 5
Carine Celestino e Daniela Muzzi
Carine Celestino e Daniela Muzzi 2
Carine Celestino e Daniela Muzzi 3
Carine Celestino e Daniela Muzzi 4
Carine Celestino e Daniela Muzzi 5
As gémeas Marina e Melissa
As gémeas Marina e Melissa 2
As gémeas Marina e Melissa 3
As gémeas Marina e Melissa 4
Fernanda Shiel e Priscila Breda
Fernanda Shiel e Priscila Breda 2
Fernanda Shiel e Priscila Breda 3
Fernanda Shiel e Priscila Breda 4
Kamila Alves e Elisa Silva
Kamila Alves e Elisa Silva 2
Kamila Alves e Elisa Silva 3
Kamila Alves e Elisa Silva 4
Andréa do Vale e Sandy Paloni
Andréa do Vale e Sandy Paloni 2
Andréa do Vale e Sandy Paloni 3
Andréa do Vale e Sandy Paloni 4
Graice Fernanda e Patricia Guedes
Graice Fernanda e Patricia Guedes 2
Graice Fernanda e Patricia Guedes 3
Graice Fernanda e Patricia Guedes 4
Andrea Martins & Fernanda Fortunatti
Andrea Martins & Fernanda Fortunatti 2
Andrea Martins & Fernanda Fortunatti 3
Andrea Martins & Fernanda Fortunatti 4
Valeria Souza e Ana Lia
Valeria Souza e Ana Lia 2
Valeria Souza e Ana Lia 3
Valeria Souza e Ana Lia 4
Samara Filakoski e Ana Carolina
Samara Filakoski e Ana Carolina 2
Samara Filakoski e Ana Carolina 3
Samara Filakoski e Ana Carolina 4
Diana Locatelli
Thaís Moreno
Bianca Martioli
Patricia Guedes
Nanny Queiroz
Vanessa Kiazy
Rachel Barcellos
Tamara Alves
Erika Blanco
Mirella Liz
Rossane Bom
Daiane Ferreira
Carol de Moraes
Angela Barros
Gracieli Venturoti
06 julho 2005
Tão simples, meu amor
Nem poemas subtilmente eróticos, nem metáforas em chamas barrocas, nem olhares de paixão lânguida e doce.
Tão simples, meu amor.
Nem cartas românticas escritas nas minhas coxas, nem bilhetes perfumados desenhados nos meus lábios.
Tão simples, meu amor.
Nem vinhos aromáticos bebidos na concha do meu sexo de seda, nem sorrisos de encanto sussurrados na minha boca de beijos, nem barcas de sonho cavalgadas nos meus rins em tons de azul.
Tão simples, meu amor.
Apenas o teu corpo na minha cama. Apenas tesão e espasmos solitários. Apenas a língua, apenas a pele, apenas o grito sufocado.
Apenas suor lambido a sal.
Apenas o orgasmo final.
Apenas as tuas asas de anjo esta noite."
LolaViola, Julho 2004
O OrCa, sempre que gosta, ode também:
à LolaViola, com chapelada
por vezes basta ter assim o corpo à flor da pele
fazer dele o tom e o som da vida toda
dá-lo todo sem perguntas
nem demoras
nem perturbadas ansiedades a desoras
como se fosse de mar só
todo o desejo
e num beijo se encerrasse a vida toda
por vezes basta ter assim o corpo à flor da pele
e dele fazer-se um mar só de desejo
Diário do Garfanho - 95
– Putas – diz o meu cunhado, essa besta.
– Outra vez – sussurro eu, a lembrar-me da história do Oliveira e do Picoto.
– Outra vez? – surpreende-se ele.
– Não, não é nada. – Quando um gajo pensa que o cabrão não liga é que ele ouve. – Devem ser outras.
– Outras?! – o homem ficou ainda mais confuso.
– Mas o que é que tu tens andando a fazer?
– Ah! Não é nada disso. – Tenho de acabar a conversa, senão tenho de contar a história toda. – Não é nada comigo.
– Humm...
O meu cunhado, essa besta, não ficou muito convencido mas já estava noutra. Noutras.
– Onde estão? – Pergunto eu, procurando identificá-las.
– Ali – responde ele e acena com a cabeça na direcção de uma mesa à sua esquerda. Não tenta ser discreto. Duas gajas.
– Como é que sabes?
– Conheço-as – responde ele com toda a naturalidade. É assim, um gajo vir ao café com o ex-cunhado, essa besta, é sempre uma surpresa. Não dizem que o conhecimento é poder, pois, o meu cunhado deve ser poderoso. Ele fica sério, muito sério e diz-me: – Já estive com elas. Com as duas.
– Não as cumprimentas? – pergunto eu armado aos cucos.
– Já lhes fiz sinal – diz ele. – Estão acompanhadas. 'Tás a ver aquele gajo ao balcão?
Eu olho e aceno que sim.
– Anda a comê-las – anuncia ele.
Devo ter feito cara de parvo ou qualquer coisa parecida, o que lhe provocou uma gargalhada.
– Não literalmente... – travou a gargalhada. – É pá! 'Tás a ver aquele avião, que entrou agora? Que "ganda" avião.
Eu olho e reconheço o avião, mas hesito em revelar ao meu cunhado a verdade, depois das outras putas, agora dizer-lhe que conheço aquele avião que acabou de entrar, vai-me obrigar a grandes explicações...
– A gaja 'tá a olhar para ti – diz ele, espantado. – 'Tá mesmo. Aquele avião 'tá a olhar para ti.
Sorrio e faço um ligeiro aceno de cabeça para o avião, que também me reconheceu. Os cumprimentos são simples e normais, visivelmente feitos apenas por uma questão de cortesia e educação, mas estas são palavras que o meu cunhado não conhece.
– Porra – o homem está doido. – Vocês conhecem-se! A gaja cumprimentou-te. [Logo] A gaja 'tá caídinha!
O meu cunhado emborca a imperial e fixa-se em mim. Põe o copo vazio na mesa mas esquece-se de o largar. Está a pensar a mil à hora, a dois mil, a três mil... Eu agarro na minha imperial e levo-a lentamente à boca, preciso de uns momentos para pensar, vem aí um interrogatório. Volto a pousar o copo, sem beber, tenho de fazer coincidir a primeira pergunta com o exacto momento em que começar a beber. Tenho de ganhar o máximo de tempo. Todos os segundos são importantes. Ele continua a estudar o avião, esquecido das outras senhoras menos sérias. ("Menos sérias" é uma forma de expressão que eu não as conheço de lado nenhum e não tenho nada que fazer juízos de valor a partir da sua ocupação; se assim fosse, o que poderiam elas dizer de mim?)
– Mas, afinal, conheces as gajas de onde? – Arrisco, pode ser que ele passe à frente.
– Nããã... – ele arrasta o "ã" ainda a processar informção. Uma parte obscura do seu cérebro deve ter pensado "não me enganas" e deu inicio à hostilidades. – Isso dizes-me tu: primeiro, estas putas são outras e a coisa fica por aí; agora entra um avião do caralho que só faltou vir deitar-se debaixo de ti e perguntas-me tu, tu!, de onde é que eu conheço as gajas? Pensas que eu sou tontinho ou quê?
– Quê.
– Quê o quê?
– Penso que és quê.
– Deixa-te de gracinhas e explica-te, mas é.
É agora. Agarro na imperial e encosto o copo ao lábio inferior. Olho para o avião, Augusto qualquer coisa, que me devolve o olhar. Pior. Olho para o pretenso canibal que não sai do balcão, arrependido por ter escolhido as duas putas e não o avião que estava na outra mesa. O canibal também olha para mim, invejoso, parece pensar no que terei eu para o avião me estar ostensivamente a galar. Pior. Olho para as gajas, que trocam segredinhos e risinhos, pareço ser o objecto de ambos, reparam que eu estou a olhar para elas e sorriem-me, sorrisos atrevidos e insinuantes. Pior. Acabo por olhar para o meu cunhado, que parece ter percebido tudo o que descrevi, está confuso e furiosamente ignorante. Quer respostas. Respostas. Já.
– A gaja 'tá-te a comer. Literalmente.
– Parece – concordo.
– Parece?! – O meu impávido assentimento irrita-o. – Foda-se! Ou te explicas ou... – o avião voltou a sorrir-me e ele engasga-se em seco, tosse e só agora larga o copo. Faz sinal para pedir outra imperial.
– Não peças mais nada.
– Ele baixa o braço e olha-me. À espera, a pedir, a implorar explicações.
– Vamos embora, que eu depois explico-te.
– ‘Tás a brincar – balbucia. – Sozinhos?
– Sim, eu depois explico-te.
Garfanho in Garfiar, só me apetece
05 julho 2005
Cisterna da Gotinha
Bush: é um cara-de-cu!
Britney ensina algumas técnicas.
Os elefantes também gostam de bananas...
O calor aperta: e já apetece ir para a praia...
O rescaldinho do Salão Erótico de Lisboa - 2 - por Fernando
De referir que, apesar de não ter ganho a corrida, o grande herói foi um alentejano de Elvas, ciclista amador, que no derradeiro momento não resistiu e baixou as cuecas expelindo toda a sua masculinidade no palco, enquanto esfregava delirante o orgulhoso membro, para gáudio das centenas que o aplaudiam freneticamente.
Viva o Alentejo! Viva Portugal!"
Fernando
Curiosidades...
Outras... nem por isso!
Se é verdade que os electrochoques podem ser usados para reanimar, isso não significa que devam ser usados em qualquer situação.
E para terminar... ALGUÉM ME DIGA SE O METROPOLITANO DE LISBOA JÁ DISPONIBILIZA ESTE SERVIÇO, PLEASEEEEEEEE!!!!...
O Senhor dos Anéis Penianos II - por OrCa
Há que levar em boa conta
que sendo o órgão de pele
pode chegar-se à afronta
se se esconder o que é dele
não está a vida de feição
para o nosso amado pénis
com tanta borracha em volta
com cordões parece um ténis
mas um anel peniano
arrefinfado no ceptro
sabe bem dá outro abano
pela frente ou "vade retro"
pois se é certo que a camisa
é precisa mas complica
o anel peniano agiliza
o convívio e dá mais pica
de aplicação cristalina
uma pilha e simples toque
p’rò menino e p’rà menina
o prazer é o seu enfoque
e nos dedinhos da mão
nos do pé ou numa língua
com tão doce vibração
não ficará grelo à míngua
anelai pois que é macio
delicado e atrevidão
e vibra tanto o vadio
que brilha na escuridão
e em sendo a festa de estalo
mas o parceiro esmoreça
há-de haver sempre um gargalo
p’ra que o prazer aconteça
e tu mesmo que o aplicas
se te perdes na função
mal no botão tu clicas
logo se acende o tesão
pois tem ele vida às claras
mas tem-na também no breu...
p´rò Jorge Costa é de caras
com ele posto há-de ir ao céu!
OrCa
O rescaldinho do Salão Erótico de Lisboa - 1 - por Fernando
"A grande Milly d'Abbraccio enquanto era fodografada pelo Luís Graça, o tarado especial d'A Funda São (deitado no chão, tentando conseguir um ângulo artístico digno da fodografada)."
Fernando
04 julho 2005
III Encontro d'A FUNDA SÃO
... os primeiros a chegar, bimba na areia, muitos abraços e outras miudezas, quando o Sol já acenava despedidas...
... mais foram chegando e, no Estrela do Mar, a sala foi-se compondo, com uma vintena de convivas sexualmente equilibrado - o grupo, claro.. - acompanhada a caracóis (púbicos, segundo alguns) e cheirinho a gambas, umas deitadas e outras penduradas - as gambas, claro...
... como o prometido é de vidro, houve karalhoke, com recurso às mais recentes e inovadoras tecnologias e intensa participação das largas massas - o que não se desvenda em imagem, para não cortar encantos futuros...
... Inspirados no Salão Erótico (dito a Expo-Foda) e com a bagagem enriquecida e perturbada, houve manifestações tântricas e outras danças de ventre com jogos de cintura...
... bem como, ao vivo e a cores, oficinas de iniciação a técnicas inovadoramente estimulantes, donde sobressaiu o anel peniano e as suas múltiplas e desvairadas aplicações...
... Não faltou a poesia, tendo-nos odido uns aos outros com garbo e destemor solidários...
As Odes no Brejo lá tiveram o seu lugar prometido na animação cultural...
... Por fim, alta a noite, baixamos todos (ou quase) à praia, fazendo honras aos docinhos regados a belíssimo espumante... Outras manifestações esotéricas tiveram lugar, mas não se mostram, que quem quiser saber, para a próxima, apareça...
Por fim, já saudosos da partida iminente, lá pelas quatro da manhã foi venerada a santa padroeira do Encontro, a São Rosas, num altar sumariamente instalado no areal onde os devotos, em círculo apertado (que estava a ficar um grizo do caraças...) entoaram loas à Vida...
Nota final: danos colaterais não houve, tudo tendo chegado a casa agasalhadinho.
Nota refinal: Minto!... Um casalinho que se espojava na praia àquela hora tardia, assarapantou-se com o chavasco do colectivo - talvez presumindo algum arrasto tardio - e desvaneceu-se na escuridão do mar, onde a humidade é mais intensa.
E fiquem-se com esta: como dizia o poeta,
"melhor é experimentá-lo que julgá-lo,
mas julgue-o quem não pode experimentá-lo"
E mainada!
Dá um Título à Imagem
"Sente-se a rodar
e dê a provar...
A Frize Vaginal
a mais original!"
Bruno
"É sem dúvida estranho
E até um pouco esquisito
Mas não há duvida nenhuma
Que é um espremedor de pito!"
Axpegix
"Todo aquele que na fonte já bebeu
E que o gozo interrompeu por haver pêlo
C'um carago, vejam bem, digo-vos eu
Que aquilo é um espremedor de grelo!"
Vizinho
"Apoquentador de agrumes"
Espectacológica
"Sentar-se muito à frente
seria uma grande perda
em vez dum bom suco vaginal
saía um sumo de merda."