No Canadá criaram a campanha CheckOutMyBreasts, em que esclarecem, de forma muito clara, os auto-exames periódicos que as mulheres devem fazer:
Prevenção do cancro da mama


E num acontecimento inédito em todo o mundo, em exclusivo para a A Funda São, e porque vocês o merecem, mulheres que são MELHORES que o milho. [ 1 | 2 | 3 | 4 | 5 ] Não é preciso agradecer. Basta o sabor do dever cumprido. Querem aprender a tirar fotografias destas? Então é isto que têm de ler. Eu já estou prontissimo, só me falta as modelos... Pá, vocês aqui, neste estaminé, só pedem. |
Entretanto, cientistas nortenhos, devido ao aumento recente do preço do petróleo, procuram desenvolver um veículo motorizado a energias renováveis, nomeadamente uma energia limpa e abundante em Portugal: A Farpa. Esta energia revolucionária baseia-se essencialmente nas potencialidades do Bio-Gás para produzir movimento e não tem quase qualquer emissão de substâncias poluentes para a atmosfera. A OPEP já se manifestou bastante preocupada por esta descoberta e que venha desestabilizar os mercados internacionais, que estão predominantemente assentes e dependentes do petróleo, se não houver cuidado em colocá-la no mercado de forma faseada. Podemos entretanto aqui ver um pequeno protótipo, O Farpa-Away, que a equipa desenvolveu para provar a aplicabilidade da descoberta e potenciar novos investimentos. Pode ser finalmente este o motor da retoma económica em Portugal. |
Por vezes, era como se acordasse de uma dormência mais imposta do que desejada. Nesses momentos desligava a música, diminuía a luz da sala, deixava que o cigarro ardesse no cinzeiro, recostava-se no sofá e olhando-se a si mesma, masturbava-se. Primeiro a medo, não fossem as crianças acordar com um sonho mau e procurá-la para um aconchego. Depois, quase embalada pela visão do seu corpo visto de cima, as mamas pequenas em primeiro plano, depois o ventre ligeiramente arredondado, o tufo escuro de onde surgia o clítoris, rosa púrpura em fundo negro, depois a curva dos joelhos, perfeita, lisa como água, tocava-se. Descrevia a curva das mamas, sentia-lhes o calor, devagar primeiro, com alguma urgência depois. Então, mantendo uma das mãos a sopesar o peito, descia a outra que emprestava um dedo, apenas um, à busca do orgasmo. Certeiro, habituado, o dedo descrevia movimentos ora rotativos, ora aleatórios, variando a pressão conforme a resposta do seu corpo. Vinha-se quase em silêncio, um gemido que era quase um suspiro era o que mascarava a energia gerada pelo orgasmo. Cansada, dava a última passa no cigarro que durava mais do que o seu prazer, apagava-o e ia deitar-se. Dormia quando o marido chegava do turno da noite e não chegava a senti-lo encostando-se ao seu corpo e sentindo-lhe o cheiro.