21 outubro 2006

Qrònica do Nelo


O regreço do Lalito...


...Que mal é cuma bisha toda: “sé la roze lamportanse” pode faser há Çôssiedade?...



Melhéres!
O Lalito já shegou!
Veio das Caraíbas! Trasia uma bela camizola quinté çó le faltava o dezenho do fasso-tum bicu, queu mandei prá Cão Rozas!
Tinha uma páçara açim meio despenada debaicho duma palmêira e uma gaija de covas quaize há vista.
Tava a çubir a Avenida da Repúlbica pra ver çe shegava ali a Alvalade melhéres, perque ando a topar um puto açim todo rozadinho que anda nas Univerçidades mejmo ali ao atraveçar da Avenida e que me paresse que abafa a pastilha.
Ai melhéres çe vossês çobesseim….Ai filhas….nham nham….! É lindo de morrer!
Ando açim cum umas çodades de papar um puto, e aquele anda-me mejmo no goto. Olhei pra ver çe o via cuando nishto avistei o meu eis-namurado!
O Lalito que andava nas Caraíbas, cuande vendeu o meu carro; o meu NeloMobil, que diçe que hera pra me dar o dinhêiro pra eu cumprar um milhor e coizo, mas asdepois foi-çe imbora cum a cunverça quera uma viaje de negoiços e nam çei o queim...
Ai melhéres…mal u vi, eu fui logo ter com ele, e diçe-le açim:
- Ôissa lá Lalito melhér: Até que einfim o veijo. Fartôu-çe de paçear há minha custa com o dinhêiro da venda do meu NeloMobil ó sinhor Olandês….Já tive com ele á dias perque ele veio bescar os papeis cu sinhor Lalito tinha ficadu de levari cuando viéçe ter cumigo pra me dar o dinhêiro, mas nunca mais me aprasseu, e…...-
Beim melhéres! Neim me deichou acabar a cunverça! Interrumpeu com um beiju todo o tamanho mejmo nos meus bêissos quinté vi as strelas!
- Nelo amor!...- Diçe ele. - Ai que bom que te vejo, homem! Já tinha umas saudades tuas meu querido. Escuta, anda daí que temos umas coisas a acertar meu amor. -
E disendo ishto tirôu umas notas gróças dentro do cazaco e mostrôu-mas.
- Onde é cu sinhor Lalito foi bescar tanto dinhêiro? - Diçe eu inda meio apardalado com as bêissolas a arder.
- Anda çempre tezo, cala-te boca, qué éi çó de dinhêiro, perque o resto nam veijo rijo çei lá à que tempos, que vossê éi uma falça e anda com melhéres…- Diçe-le eu açim toda spantada per cauza de ter visto tanta nota nas mãos do Lalito.
- Ah amor, Nelo querido. Isto é uns trocos que arranjei nas Caraíbas nos meus negócios.
E é por causa disso que te queria falar. Como vês quero pagar-te e ao Pé de Boga. Mas ele deve andar chateado comigo,e sabes que com o feitio dele, primeiro bate e depois é que faz perguntas. Por isso dá-lhe tu o dinheiro. E como eu sou um individuo compreensivo, dou-te mais duzentos Euros para comprares o que quiseres, e e uns cem para ele, à laia de compensação.
Só que há um problema, que é eu ter muito dinheiro todo trocado e tu podias fazer-me o favor de ires ao Banco, antes de eu te pagar, e levantares umas quantas notas de 100 Euro, para eu não andar por ai com tanto dinheiro trocado nos bolsos.
Beim melhéres! De repenti fiquei com uma quantidade de notas de dez Eros.
Uma parte pra pagar ao Boga, ôtra parte do mé dinheiro da venda do mé carro, e finalmente a parte maior quera o dinhêiro que truquei ao Lalito pra ele andar com menus volume de notas na cartêira. Neim les digu cumo ficou a minha poxete...hihihihi. Pracia que stava de speransas!
Como nam çôu melhér de intrigas fui logo ter com o Armando e açim, e dei-le o dinhêiro e eli, fofos, nam quis acerditar.
- Nelo!- diçe ele. - Ainda bem, porque eu andava a jurar-lhe pela pele e se apanhasse o Lalito fazia-o num novelo! E outra coisa! Ele que não pense que eu lhe agradeço por ele me ter dado os cem €uro como indeminização. Fez o que devia...Esse vigarista!..-
Ûffff, melhéres! Que brutamontes!
Inda beim quisto se resolveu queu andava açim meio tonta a pençar no que o Armando pei de Boga poderia faser ao Lalito, quele (o Diabu seija segu surdu e murdu) andava a dezer que le punha a tomatada na boca (Glup)
Bom maziço foi no principio da çemana e agora tou descançada, cu mundo é um lugar sheio de cor.
Ai melhéres agora estou outra vez a topar çe veijo o puto rozadinho a ver çe le fasso um broshe e depois le papo a bilha, çó que à uma coiza que mintriga que a Belinha me diçe á pouco no caféi pela ora da bicona; Nam pressebo cumo o Armando Pei de Boga com tanto dinhêiro que le dei çe foi meter em encrencas.
Intam nam éi que ele foi prezo à dois dias por tentar paçar notas falças?
Ai Armando, Armando….ts..ts…ts....
Logo agora que le tinha dado uma boa maquia….
Ai mas cuande a cabessa nam tem juízo…

Paresse que estou a ver o puto rozadinho ali do outro lado da rua.
Deicha lá atraveçar agora que stá verde prós piões...
Olheim…um carro da Pelícia parou agora mejmo há minha frente e um sinhor Ajente saiu do carro.
- Bom dia!-
- Bom dia, sinhor Ajente, melhér. -
- O senhor é Gonçalo Manuel da Silva? -
- Ai pois çôu eu mejmo. - Diçe eu
- Venha connosco, temos um mandato de detenção em seu nome! -
- Em meu nome? Senhor Ajente melhér, mas perqueim? Que mal é cuma bisha toda:
“sé la roze lamportanse” pode faser há Çôssiedade?-
- Bem, senhor Gonçalo…-
- Pode tratar-me por Nelo…-
- Senhor Nelo, parece que o senhor está metido num problema que tem a ver com a passagem de moeda contrafeita…-
Ai melhéres que fiqui çeim presseber nada.
- Contra queim? - diçe eu spantada olhande pró Ajente da Otoridade.
Mazele nam me rispondeu e meteu-me no carru da Pelicia.
Spero que me xpliqueim as coizas da contra nam çei queim com muedas e açim, que stou toda a leste, a beim dezer….
Ai ai …que broshe melhéres…que broshe….

Sim... assim... oh... sim... não páres... não... nãããããão...

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Profissões - por Uemolotrab

"E aqueles gajos que vão às meninas pela primeira vez? E que se aproximam, perguntam quanto é, depois afastam-se, ficam a olhar de longe, aproximam-se novamente e perguntam se não faz desconto, ficam com um sorriso meio aparvalhado no rosto a medir o artigo de alto a baixo, depois sentem um impulso de coragem, aproximam-se novamente e perguntam o que é que ela faz?...

Um amigo meu, conhecido empresário nortenho, veio à capital em negócios. Terminadas as reuniões agendadas e dado que os negócios lhe foram favoráveis, decidiu comemorar. Ofereceu-se um óptimo jantar e uma noite na discoteca. Antes de terminar e porque as acompanhantes o fizeram salivar, decidiu satisfazer uma fantasia que lhe povoava a imaginação há muitos anos.
Chamou cinco das mais interessantes meninas e contratou-as para o resto da noite. Saíram para o quarto e ainda a «festa» não tinha verdadeiramente começado, batem à porta. O meu amigo abriu e foi surpreendido por uma rusga da PJ. Documentos, identificação...
Será o Nelo?!- A menina... nome?
- Maria Josefina.
- Profissão?
- Secretária.
- A menina... nome?
- Amélia Epifânia.
- Profissão?
- Professora.
- A menina... nome?
- Joaquina Aplanada.
- Profissão?
- Arquitecta.
- A menina... nome?
- Raquélia Fagundes.
- Profissão?
- Costureira.
- A menina... nome?
- Germância Olmeres.
- Profissão?
- Aprendiz de sapateiro.
- O senhor... nome?
- Eliocádio Germenses.
- Profissão?
- Ó sô guarda, está-se mesmo a ver... então, no meio disto tudo, eu é que sou a puta.

Uemolotrab"

Modéstia à parte...

20 outubro 2006

CISTERNA da Gotinha


Exposição à moda da São Rosas.

Galeria repleta de fotos da Evangeline Lilly na revista Rolling Stone.

Natasha BARABASHA: fotografia erótica

Se a menina sabe ou não a pêssego, isso transcende-me mas o que é facto é que se chama
Peaches. (galeria com 15 fotos)

Sessão fotográfica com Vida Guerra.

Já conhecem a modelo argentina Sofia Zamolo?

Publicidade: a transparência é a melhor política!

Bom fim de semana


Fotografia - Niko Guido

Lei do Amor, por mostrengo Adamastor



Teresa e Lena são duas lésbicas que tentaram casar, desafiando a lei. Mas o mediatismo do caso trouxe-lhes ainda mais dificuldades e discriminação. Estas duas mães - e duas filhas - são uma família de facto, mas fora da lei. Para elas, casa, escola e trabalho podem tornar-se grandes problemas.

O documentário Fora da Lei estreia este dia 21, pelas 18h30, na Culturgest. Aposta do Festival Doc Lisboa.

a outra vertente do sexo anal

Finalizada a 1ª parte, largamente participada, esclarecida e ilustrada, acho que devemos passar de imediato à 2ª parte: sexo anal masculino.

Conheço alguns dos motivos que originam a adesão a esta prática ( agora mais divulgada e generalizada, mas, muito antiguinha ), entre os quais destaco o prazer originado pelas “carícias” profundas e por isso, mais próximas da sensível e valiosa próstata. Mas nada como dar a palavra a... ELES.

Tendo conhecimento da grande adesão e simpatia masculina por esta prática, quer por homossexuais quer por homens bissexuais, venham então daí muitos e preciosos depoimentos, porque nesta matéria, apesar da minha idade, confesso ser ainda aprendiz…

Concluindo, o tema é: sexo anal masculino, quando é exercido por homens ou por mulheres.

Este tema, tal como toda a temática sexual, na minha opinião pessoal, merece ser dialogado e participado sem tabus, talvez com humor, mas nunca, desmerecendo a consideração e todo o respeito devido a quem pratica.

Adivinho que, em exemplo de situações anteriores, não faltarão jovens e generosos voluntários para ajudarem a velhinha... sabendo como sei que as visitas deste blog são maioritariamente masculinas... :)


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Após alguns dias de diversificada e interessante troca de opiniões, surgiu repleta de síntese, em jeito de acta, ensaiada a duas vozes ( masculina e feminina) e sobejamente dramatizada pelo grupo "os rabinhos fofos... a dar, a dar...", a seguinte canção:

no meu cu, mando eu - EU MANDO !...
no teu cu, mandas tu - TU MANDAS !...
no cu dele, manda ele - ELE MANDA !...
no cu dela, manda ela - ELA MANDA !...

nos nossos cus, mandamos todos nós - NÓS MANDAMOS !...
Mandam eles...
Mandam elas...
ai mandam eles mais elasssssss!!!!!
ai mandam...
ai mandam ELES mais ELAS...
POIS CLARO!!!!!!

O fodógrafo estava lá

A natureza é, de facto, sempre magnífica. Neste caso, estava a poucos quilómetros de Freixo de Espada à Cinta, acocorada à espera que passasse um fodógrafo do Deep Geographic Channel. E passou mesmo, conão somos de nos ficarmos sem nos virmos:
Crica para veres ampliado o nalguedo da Ana Teresa
Fodografia: Cardeira (enviada por e-mail pelo Tiago Vardasca)

19 outubro 2006

Sex Style

Whats your sex style?
Erotic Sex Style

Kissing, touching... pulling hair... handcuffs...
whatever goes in your bedroom or backyard... truck... neighbors bedroom even!
It's lights, camera... ACTION BABY!

Faz o teste

Este filme devia ser visto por toda a gente!

Já vos falei aqui por diversas vezes da «Campanha por Beleza Real» da Dove.
Pois a Ogilvy de Toronto criou este anúncio - que considero excepcional - para o «Fundo de Auto-Estima» da Dove, mostrando o que toda a gente sabe mas ninguém quer ver: a «beleza» que nos é impingida pelos media é, na sua grande maioria, retocada, ajustada e «aperfeiçoada» de tal forma que se torna completamente artificial. Reparem como uma mulher «normal» é transformada com maquilhagem e em Photoshop até se tornar uma imagem de um anúncio:

Beleza ilusória

Na mesma página, há um outro anúncio - «Daughters» - em que raparigas adolescentes e jovens testemunham o que é uma praga do mundo moderno: a publicidade, da forma como é feita, destrói a auto-estima das pessoas. E isto não é nada erótico.
A Campanha por Beleza Real é uma causa pela qual vale a pena lutar.

Almofoda - por Bartô

"Querida almofada,

Escrevo-te estas linhas para te dar conhecimento da decisão que tomei.
Visita o DiciOrdinário para saberes o que é uma almofodaNo próximo fim-de-semana contrairei matrimónio com a São Zinha. Por este facto irás passar a partilhar o leito que até agora tem sido exclusivamente nosso, com aquela que conquistou o meu coração.
Posso imaginar que esta notícia não te irá trazer satisfação ou alegria. Devo porém esclarecer-te que aquilo que nos uniu até hoje, jamais será destruído mesmo por aquela por quem me apaixonei. Quero que saibas também que não apaguei, nem tenciono apagar da minha memória todas as horas de prazer que obtive na tua companhia. Relembro com carinho e amor todos os orgasmos que me proporcionaste entre a tua fronha e o teu recheio de penas de pato do Sri Lanka. Lembro-me, como se fosse hoje, da primeira vez que te abracei e tu ternamente, roçando-te pelo meu rosto, me ofereceste os pêlos da tua sarja crua, para que deliciosamente os beijasse. Lembro-me claramente de quando, aconchegada entre as minhas pernas, entumecias com o teu calor a minha virilidade e te oferecias sem receios à pressão hercúlea do meu membro, acompanhando os movimentos de vai e vem, suspirando silenciosamente e guardando em ti, em auréolas amarelas, aquele esperma que tão profusamente fazias brotar do mais íntimo do meu ser.
Lembro-me de tudo e reconhecidamente te agradeço.
Não pretendo que entendas esta carta como um adeus, uma despedida. Não! Irás estar para sempre no meu coração e na minha cama. Gostaria ainda de te pedir um grande favor. Peço-te que aceites a minha São Zinha afavelmente, ela irá partilhar connosco as noites de luxúria e prazer que ainda iremos viver. Peço-te ainda para não resistires quando eu te colocar sob o rabo da minha amada, de forma a elevar-lhe a vulva, permitindo uma penetração mais profunda e demorada. O resultado também te será benéfico, pois para além das minhas auréolas de sémen, passarás a contar também com as dela. Considera-as como as medalhas de reconhecimento pela tua dedicação e partilha.
Sem mais, querida almofada, despeço-me, até ao nosso regresso de lua de mel.
Recebe um beijo deste que muito te ama,
Bartô"

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