16 novembro 2006
Sugestões para o Natal
15 novembro 2006
CISTERNA da Gotinha
Já ouviram falar desta Christina Milian?!
Alguém tem interesse em ver a Jessica Biel a trocar de roupa?!
A modelo brasileira Izabel Goulart foi descoberta quando andava às compras com a sua mãe em S. Paulo. Agora já trabalha com o catálogo de lingerie Victoria's Secret.
Sabem quem é que vai usar chinelos cor-de-rosa??! O MN descobriu para nos contar!!
Não há que enganar!

Garupa

A sua mão escorreu por mim como leite condensado, a desenhar rebordos nos seios, na linha de cintura, nas ancas e enquanto estendia o guardanapo para envolver a minha cereja encapuçada, gotejava os cinco dedos pela cornucópia pélvica e pelos pãezinhos-de-deus das nádegas.
Ergui-o pelos cabelos e apliquei a mão a levedar a massa até lhe encontrar a consistência desejada, momento em que me deixei tombar de cotovelos na cómoda, alardeando as nádegas lisas e com o dedo médio, a abertura para enfornar três dedos abaixo. Sacudi os longos cabelos escorridos com um abanar de cabeça enquanto ele me segurava a garupa naquele ritmo de língua-de-sogra soprada por uma criança que não pára enquanto não esfodaça aquilo tudo.
Ergui-o pelos cabelos e apliquei a mão a levedar a massa até lhe encontrar a consistência desejada, momento em que me deixei tombar de cotovelos na cómoda, alardeando as nádegas lisas e com o dedo médio, a abertura para enfornar três dedos abaixo. Sacudi os longos cabelos escorridos com um abanar de cabeça enquanto ele me segurava a garupa naquele ritmo de língua-de-sogra soprada por uma criança que não pára enquanto não esfodaça aquilo tudo.
Nem ele gritou Ooooh Silver nem eu me fiquei pelo Oooh yesssssss mas centenas de onomatopeias rolaram pelas paredes húmidas de condensação, após o que me virei para lhe penetrar a boca com a língua e abraçá-lo e beijá-lo no coto do braço esquerdo, ali mesmo à altura dos meus lábios molhados.
14 novembro 2006
Boca
Que bem te venhas à FundiSão, Anani. E que belo começo. Até o Bartolomeu te ode (salvo seja):
a auto-estrada do amor
ou chamemos-lhe a toca
onde se gera o calor
esse calor que abrasa
e que nos rouba a razão
que começa por ser a casa
onde se gera o tesão
boca, imensa maravilha
que orna o rosto humano
tão intensa como virilha
de poder nobre e profano
é nela que me deleito
em seus beijos carinhosos
é com ela que enfeito
os meus sonhos caprichosos
se pequenina e delicada
ou se grossa e carnuda
é essa boca tão amada
que por vezes ganha à februda
ela envolve o margalho
e com ele faz a conversa
conciliando o trabalho
com muita paixão e sem pressa
Conceda-se então à boca
um estatuto de excepção
declare-se em nome da moca
património mundial da excitação"
Em tempos de romagem à terra do Bocage nada como dar o mote…

Não lamentes, oh Nise, o teu estado;
Puta tem sido muita gente boa;
Putíssimas fidalgas tem Lisboa,
Milhões de vezes putas têm reinado:
Dido foi puta, e puta d'um soldado;
Cleópatra por puta alcança a c'roa;
Tu, Lucrécia, com toda a tua proa,
O teu cono não passa por honrado:
Essa da Rússia imperatriz famosa,
Que inda há pouco morreu (diz a Gazeta)
Entre mil porras expirou vaidosa:
Todas no mundo dão a sua greta:
Não fiques pois, oh Nise, duvidosa
Que isso de virgo e honra é tudo peta.
E tu, já te inscreveste para afundares no 6º Encontra-a-Funda? Só se arrepende quem não vai...
Entretanto, o Zé ode o Bocage (ah, valente!):
se faz a escrita. Não se faz um verso.
Tem de correr no corpo dos poemas
o sangue das artérias do Universo.
Cada palavra há-de ser um grito.
Um múrmurio, um gemido, uma erecção
que transporte do humano ao infinito
a dor, o fogo, a flor, a vibração.
A Poesia é de mel ou de cicuta?
Quando um Poeta se interroga e escuta
ouve ternura, luta, espanto ou espasmo?
Ouve como quiser seja o que for
Fazer poemas é escrever amor
e poesia o que tem de ser é orgasmo.
Dão-se alvíssaras!"
O Bartolomeu também gosta de andar de mote:
coisa que andava perdida
não me digas Zé, que na refrega
perdeste a cona fodida?
Bocage, há bem mais anos
não as perdia assim
Fodia-as sem causar danos
do princípio até ao fim
E tu, meu nobre Zé
ilustríssimo gramatical
já deste uma foda de pé
enquanto lias o manual?
já comeste um bom rabinho
alçado entre duas nalgas?
ou lambeste o bom grelinho
sem dares fifias ou negas?
Meu bom amigo José
tanto sabes de fonemas
agiganta-te, bate o pé
fode brancas e morenas
porque aqui, na afunda São
só não fode cona o Nelinho
não por ele não ter tesão
mas porque lhe foi pró rabinho"
Guias práticos de sexo
A internet está cheia de conselhos práticos para tudo.
Hoje deixo-vos uma pequena amostra de uma página com vários conselhos (SexTutor.com), neste caso para quem viaja muito pelos céus (incluindo o sétimo):
Sexo no avião
Mas há outras páginas conão se lhe vão atrás. Por exemplo:

Sexo com gueixas
... com uma variante interessante (para quem goste):

Sumo com Sumo
... e esta página até oferece um passatempo para lutadores de Sumo solitários
Hoje deixo-vos uma pequena amostra de uma página com vários conselhos (SexTutor.com), neste caso para quem viaja muito pelos céus (incluindo o sétimo):
Sexo no avião
Mas há outras páginas conão se lhe vão atrás. Por exemplo:
Sexo com gueixas
... com uma variante interessante (para quem goste):
Sumo com Sumo
... e esta página até oferece um passatempo para lutadores de Sumo solitários
13 novembro 2006
CISTERNA da Gotinha
Que animal é: zebra ou rinoceronte?
Inesperadamente... surge o verde.
Exposição na China: quando chegará a Portugal?!
Um sofá diz muito da pessoa que o possui e usa, não acham?!
Lawrence of... perdão?! Como disse??!
Vai uma água tónica?
como angulosa é a sombra dessa tal testiculária...
lá teso nos parece ele de bem preenchido papo
mas que dizer da secura do saco funambulário?
olho uma e outra vez, com cautelas, de través
nada, nada espantaria se ali houvesse um chinês
não grande, alvar e sem pêlo, tão liso e tão fininho
com cor seria amarelo, pela sombra, esticadinho...
(mas se no copo presente se faz de água o seu sustento
vão ver que aquilo não passa de algum tónico acento)
OrCa"
O sacana
por Charlie
Peguei no telefone e esperei um pouco.
Afinal, não podia mostrar excesso de emoção.
Ela não poderia suspeitar que estava louco para repetir a experiência. Sempre fora um sacana a romper o coração das mulheres. Quando as sentia conquistadas passava logo para a seguinte. Mas revia agora o teu corpo no meu sofá vermelho. Os teus lábios húmidos de desejo dos meus. E o teu corpo destilando humidades em aromas flutuando no calor tropical da sala hiper aquecida.
Olhei para o embrulho que tinha na mão. Era para a outra.
A nova.
Não me custara nada convencê-la a vir a casa. Logo que o seu marido saísse ela viria ter comigo. Mas nem ainda tinha sequer chegado e já estava farto dela. Fora tão fácil... Fechei a porta e olhei para o sofá vermelho. Cheirei-o. Tinha os aromas do corpo de ti. Nos meus olhos cresceram as imagens de meses a fio de conquista, de revezes e de reviravoltas. No fim tinha conseguido. Fora a maior satisfação da minha vida.
Um orgasmo intenso. A alma em turbilhão e um desejo enorme de repetir...
Mas eu não era assim. Tinha pouca experiência em ligações que ultrapassassem uma mera semana. Tudo se esgotava ao primeiro encontro, mas agora...
Peguei novamente no telefone.
-Está? Olá! Queres vir ter aqui a casa? Tenho uma prenda para ti. Como? Não sabes se podes vir. Queres que vá ter contigo? À tua casa? Está bem. -
Enquanto ia falando arranquei o bilhete com o nome da outra.
A campainha tocou.
Saí pelas traseiras.
Peguei no telefone e esperei um pouco.
Afinal, não podia mostrar excesso de emoção.
Ela não poderia suspeitar que estava louco para repetir a experiência. Sempre fora um sacana a romper o coração das mulheres. Quando as sentia conquistadas passava logo para a seguinte. Mas revia agora o teu corpo no meu sofá vermelho. Os teus lábios húmidos de desejo dos meus. E o teu corpo destilando humidades em aromas flutuando no calor tropical da sala hiper aquecida.
Olhei para o embrulho que tinha na mão. Era para a outra.
A nova.

Não me custara nada convencê-la a vir a casa. Logo que o seu marido saísse ela viria ter comigo. Mas nem ainda tinha sequer chegado e já estava farto dela. Fora tão fácil... Fechei a porta e olhei para o sofá vermelho. Cheirei-o. Tinha os aromas do corpo de ti. Nos meus olhos cresceram as imagens de meses a fio de conquista, de revezes e de reviravoltas. No fim tinha conseguido. Fora a maior satisfação da minha vida.
Um orgasmo intenso. A alma em turbilhão e um desejo enorme de repetir...
Mas eu não era assim. Tinha pouca experiência em ligações que ultrapassassem uma mera semana. Tudo se esgotava ao primeiro encontro, mas agora...
Peguei novamente no telefone.
-Está? Olá! Queres vir ter aqui a casa? Tenho uma prenda para ti. Como? Não sabes se podes vir. Queres que vá ter contigo? À tua casa? Está bem. -
Enquanto ia falando arranquei o bilhete com o nome da outra.
A campainha tocou.
Saí pelas traseiras.
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