24 novembro 2006

CISTERNA da Gotinha



Os Pescadores também têm direito ao seu calendário com mamocas e peixes à mistura.


Victoria's Secret Lingerie Fashion Show

Meninas a ler e meninas a beber uma boa vinhaça já eram suficiente. Não precisavam de ter meninas constipadas, não acham?!

Orgasmo Global a menos de um mês.

Fórmula 1 e a
namoradinha do corredor.

Chiça, que estou toda molhadinha!...

A malta fixe da revista FHM publicou no seu número mais recente um artigo sobre «50 Blogues nacionais que valem mesmo a pena visitar»:

Pois este nosso blog porcalhoto é lá mencionado:

Que pena terem-lhe chamado «AFUNDASAO»... mas um dia ainda hão-de escrever bem «a funda São»... nem que seja quando a minha colecção tiver um espaço aberto ao público... cóf... cóf... cóf...
Entretanto, deixo-te aqui a capa da revista, para que a localizes melhor no quiosque:

Será o casamento a solução?


Masochismo. – SACHER MASOCH, célebre contista e romancista, divulgou um género de perversão sexual que tratou de preferência nas suas narrativas. D´elle derivou o nome masochismo que é o emprego da crueldade e da violencia sobre si mesmo para provocar a voluptuosidade. (…)

X…, literatto, de vinte e oito annos, tarado, hyperestheziado desde a infancia, sonhou na edade de seis annos que uma mulher lhe fustigava as nádegas. Ao despertar d´este sonho sentiu a mais viva emoção voluptuosa. Em seguida começou a dedicar-se á masturbação. Na edade de oito annos pediu a uma creada que lhe batesse.
A partir da edade dos dez annos teve constantes sonhos de flagellações e algumas vezes evocava no estafo de vigília essas imagens, masturbando-se ao mesmo tempo.
Ha três annos, cedendo a um imperioso desejo, fez-se bater por uma mulher sem que isso alcançasse a erecção ou ejaculação. Depois d´um novo e improfícuo ensaio recorreu ao seguinte artificio: enquanto procurava realizar a copula, a mulher devia contar-lhe como batia nos outros impotentes ameaçando-o de lhe fazer o mesmo. Alem d´isso elle era obrigado a imaginar-se amarrado, e completamente entregue á mulher de quem recebia constantes pancadas. (…)
Todavia a sua necessidade de flagellação era apenas ideal e tanto que a flagellação praticada por homens lhe era inteiramente desagradável sem provocar o menor grau de erecção.
Com o desejo de se casar tem procurado tratamento.
(1)

in MONIZ, Egas (1906) A Vida Sexual: Pathologia
2. Ed. – Lisboa: Ferreira & Oliveira Lta. Pág. 94-97

(1) Itálico nosso.

Para fazer pudins


Outras Coisas

23 novembro 2006

Cu-Cu

Hoje é um bom dia para o Cu!



Thorsten Jankowski
FreshNudes

O Pneu do Amor, por mostrengo Adamastor


Começa a ser tempo de arranjar um calendário para 2007, não?!

Reza a Lenda...



Que nas primeiras semanas de vida do embrião somos todos fêmeas...
de maneiras que por vezes apetecia-me ter continuado a ser mulher. E se fosse mulher era como a Diva deste blog, bem boa. E um dia qualquer ao calhas, perguntariam vocês desconfiados "Pá, que levas aí no teu regaço?". Ao que eu responderia, "São rosas, meus amigos. São rosas húmidas pelo orvalho matinal...", e numa atitude calma e com tranquilidade abria o bem-dito regaço e deixava-as cair no chão...


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E desatava tudo a bater palmas...

Lábios...

Foto de Stephen Haynes
... lisos, luzidios, loucos, lambíveis...

da "mais pedida", "aconchegadora", "agasalho do Joystick", "atelier de ginecologista", "área de lazer", "bem-me-quer", "bolsinha de guardar pau", "carrinho de cachorro-quente", "copo de fazer milkshake", só para citar alguns nomes populares para "vagina", que podem ser consultados no abc da wikipedia.

Larga-me a labita


Larga-me a labita foram as palavras que disse antes de voltar costas àquele energúmeno educado a colheradas de filmes pornográficos, sem qualquer outro componente adicional na sua dieta.

Afinal, que se há-de dizer a um gajo que espera o meu sorriso por sistematicamente despejar o seu esperma pela minha cara ou pelas minhas nádegas, como se a sua pilinha fosse uma seringa de pasteleiro e estranha que as suas rapidinhas não me conduzam ao orgasmo, mesmo depois de ele repetir as palavras mágicas vem-te, vem-te, vem-te ?...

Eram cenas trágico-cómicas aquelas em que insistia em transformar as minhas nádegas em instrumento musical e como um miúdo que acabara de descobrir que a piça também pode servir para brincar, pegava nela ainda a meia haste e distribuia batidelas no meu traseiro como se fosse um tambor ou então fazia dos meus glúteos pandeireta de marcação do ritmo das suas penetrações.

Ninguém me mandou com o ar mais cândido deste mundo abrir-lhe a braguilha e mostrar a maior admiração deste mundo por aí encontrar uma minhoca a cair de um amontoado de fios crespos que as pessoas desvalorizam o que lhes cai no colo e não têm de pedir.

quando os animais herdarem a terra...

(se tens mais de 6 meses,
ou seja, se és um gato adulto,
crica na imagem, pra ver TUDO)

22 novembro 2006

CISTERNA da Gotinha


Peças de cerâmica de Pierre Charpin: já tens na tua colecção, São?!

Vídeo da música
Tutti Fruti Summer Love de Gunther.

O
beijo do Tom Cruise e da Katie não é nada de especial mas está a ser bastante badalado.

Um bocadinho de matemática: quantos bikinis por metro quadrado?!
Muitos ou bastantes?!

Quem quer ver a Heidi Klum praticamente como veio ao mundo?

Nova delícia da minha colecção

Lembram-se de eu falar aqui do João Lemos a propósito das ilustrações do CD dos Gaiteiros de Lisboa? Pois fiz-lhe uma encomendinha... e já a recebi:

Sátiro e freira - João Lemos

"uma folha de fibras de Amoreira birmanesa, na qual desenhei com uma tinta que, a dizer-se da China, provém, em boa verdade, do Japão"

Espera - por Pandora

"Decididas a fazerem uma surpresa ao amigo que chegava de outro continente pediram a chave do apartamento à porteira com uma desculpa que não convencia ninguém. Mas que convenceu a velha senhora. Nada foi deixado ao acaso. Não faltavam velas vermelhas, nem os incensos que espalhavam no ar um perfume doce de canela e jasmim.
Com o desejo a brilhar nos olhos, reviram os últimos detalhes. Num gesto cúmplice, passaram as mãos pela garrafa de champanhe no gelo. A temperatura era a correcta, as mãos tocaram-se e os olhos pousaram uma na outra. Inevitavelmente as bocas fundiram-se num longo e húmido beijo, línguas que se cruzavam em urgência incontida. As mãos recusaram a espera e procuraram os mamilos uma da outra, afagando, apertando.
O silêncio da noite foi cortado pela humidade que teimava em inundá-las. Abraçaram-se como se não houvesse amanhã. Apertaram-se uma contra a outra, e foram despindo o pudor peça a peça. Não pensaram em mais nada, nem sequer na surpresa que era o objectivo primeiro, nada a não ser nas línguas que exploravam todos os recantos de uma e outra, nada a não ser o calafrio, o estremecimento que as atravessava. E por fim, tomaram o gosto uma da outra, lambendo, avaliando, introduzindo os dedos nas vaginas encharcadas. Na explosão dos sentidos o grito simultâneo ecoou e puderam sentir como se contraíam e descontraíam os músculos ao ritmo das ondas de prazer que as invadiam. Abraçaram-se sem palavras, os corpos suados pediam descanso.

A chave rodou na fechadura. A porta abriu-se e o aroma doce entrou-lhe pelas narinas. A lareira acesa, as luzes difusas... e as duas abraçadas sobre as almofadas no chão. A nudez disse-lhe do que tinha acontecido ali. Abriu o champanhe tentando não fazer ruído e sentou-se ao lado delas, a olhar o fogo. Bebeu a velar-lhes o sono... a lua ia alta e a madrugada prometia!

Pandora"