13 março 2007
12 março 2007
Testemunhos em texto e imagem de gente como nós
Enfim, pelos vistos, mesmo em New York também se luta por esta causa.

76 mulheres de New York
CISTERNA da Gotinha
Sexo na sala de aula com alunos do 6.º ano: juro que não foi nas minhas aulas!
A arte do deep throating.
As batatas também podem ser eróticas.
Fábrica de vibradores e massajadores faciais: quantos querem?
Candelabro
"Ouvi dizer que cortaram a parte de baixo da fotografia. Parece que está lá o Nelo de cu para o ar à espera que o candeeiro caia."Anónimo nos comentários
Outras Coisas
Meu corpo é o teu corpo...
Fácil de entender
Talvez por não saber falar de cor, Imaginei
Talvez por saber o que não será melhor, Aproximei
Meu corpo é o teu corpo o desejo entregue a nós
Sei lá eu o que queres dizer, Despedir-me de ti
Adeus um dia voltarei a ser feliz
Eu já não sei se sei o que é sentir o teu amor,
não sei, o que é sentir, se por falar falei
Pensei que se falasse era fácil de entender
Talvez por não saber falar de cor, Imaginei
Triste é o virar de costas, o último adeus
Sabe Deus o que quero dizer
Obrigado por saberes cuidar de mim,
Tratar de mim, olhar para mim, escutar quem sou,
e se ao menos tudo fosse igual a ti
Eu já não sei se sei o que é sentir o teu amor,
não sei o que é sentir, se por falar falei
Pensei que se falasse era fácil de entender
É o amor, que chega ao fim,
um final assim,assim é mais fácil de entender
Eu já não sei se sei o que é sentir o teu amor,
não sei o que é sentir, se por falar falei
Pensei que se falasse era fácil de entender!
The gift
11 março 2007
Fado corrido e falado II - por Encandescente

"Ivone debruçada à janela
Mais frio que a noite sentia o coração.
Devagar passava a madrugada
Chegava a manhã
O seu Zé é que não.
Fechou a janela com a fúria
Com que marcaria a face do canalha.
E com a morte na alma
Jurava vingança
Chorava a traição
Agitando a navalha:
- C'um raio te parta maldito
Que o chão se abra e te coma
Que te passe por cima um camião.
Eu esperando-te aqui gelada
E tu o cu regalado
Dormindo aconchegado
Num outro colchão.
Vou descobrir a desgraçada
A vaca, a galdéria
Que de mim te levou.
Que à Ivone das Fontainhas
Nenhuma mulher
O homem roubou.
De manhã quando saía desembestada
Disse à vizinha da escada:
-Mais uma noite sozinha!
Mas eu mato o desgraçado
Ou não seja o meu nome
Ivone das Fontainhas.
Parece que é sina, que é fado
Ficar sem os homens do meu coração.
Morreu-me o Zeca asfixiado
O Chico afogado
E debaixo dum comboio
Trucidado o João.
A vizinha arrepiada disse:
- Mulher nem me lembres isso
Cada vez que olho a linha
Onde morreu o João.
Ainda vejo, sem o ter visto
Os bocadinhos do teu homem
Espalhados pelo chão.
- É destino meu, oh vizinha
Perco-os a todos de repente
Como perdi o João.
Mas nenhum foi um canalha
Por isso ando com a navalha
Ao Zé, tiro-lhe o coração.
- Mulher, tu não te desgraces!
Mulher, tu deixa lá isso
Que homens há mais que muitos.
Mas se te morre mais este
Ainda ganhas a alcunha
De Ivone das Fontainhas
A campeã dos defuntos.
Mas Ivone não descansou
Enquanto não descobriu
O seu Zé e a desgraçada.
E um dia que chega mais cedo
Vê o seu homem aos beijos
Com a vizinha da escada.
Puxou da navalha e aos gritos:
- Enganaste-me malvada!
Traíste-me bandido!
Atirou-se ao Zé e à vizinha
E a ele com dois golpes despachou
À outra o pescoço cortou
Como se faz às galinhas.
Com o reboliço que se armou
Com a gente que chegou
Ficou tudo explicado.
Quer a morte dos defuntos
Que já eram mais que muitos
Quer o sumiço das vizinhas.
- Matei todos, sim senhores
Matei galdérias e traidores
Confessou a Ivone na esquadra.
O Zeca, o Chico e o João
Como o Zé me partiram o coração
Com as vizinhas de escada.
E ainda hoje se conta a história
Que não se apaga da memória
Que ninguém esquecerá jamais.
A da mulher que matou homens
Mais que muitos
E deu sumiço a quatro vizinhas.
A de Ivone dos defuntos
Serial killer das Fontainhas."
Encandescente
Blog Erotismo na Cidade
Três livros de poesia publicados («Encandescente», «Erotismo na Cidade» e «Palavras Mutantes») pelas edições Polvo (para já...).
O primeiro «fado corrido e falado» foi «a morte de João do Viso», que tive o prazer de ler para a maltinha no Sãorau do 6º Encontra-a-Funda.
Um homem às direitas

Um contraste num homem tão arrumado em tudo, com a vida tão organizadinha que até se casara há mais de um dezena de anos para ter mais uma pasta arquivada que não o preocupasse, tal e qual o fado do Fernando Farinha que alvitrava já tenho o dever cumprido e não estou arrependido, como se tatuasse por si todo a marca do homem de sucesso concretizando tudo o que dele era esperado no lema de que a vida é um conjunto de merdas para cumprir.
E estando ele assim armado de tanta segurança, nem valia a pena preocupá-lo a confessar que notava que tanta insistência em tomar cafezinho naquela casa onde o dito saía invariavelmente queimado e qualquer italiana sabia a café cheio se prendia com os corpos das jovens empregadas que gracejavam num doce português do Brasil e cujos peitos empertigados provavam que não tinham sido escolhidas a dedo mas à mão cheia.
Gotinha de Mel
Fresnudes
MARTIN KOVALIK - fotógrafo checo
10 março 2007
Moeda romana com imagem do deus Príapo




Ôi! Cê qué vê á tàtuagê dá Juliâná Paes?

Escolhe a tua vítima!
(ou, melhor dizendo, o teu vítimo)


