


"Rapazinhos escuteiros"
Uma parceria com The Perry Bible Fellowship
"Obras às 3 da manhã?!" Pensariam certamente os vizinhos, não fossem os gemidos desesperados de prazer dela a acompanhar o martelar da cama contra a parede. Cada vez que ele aumentava o ritmo por cima dela... por trás dela... por baixo dela... o barulho tornava-se demasiado, quase anunciando o desmanchar da estrutura. Trocavam risinhos cúmplices. Não, não era só uma foda. Por muito que se quisessem enganar. Era uma troca. Uma união. Um despique. Tudo ao mesmo tempo. Ela molhava-se no seu próprio prazer e no suor dele. Ele entrava nela pelo corpo, pela alma... mas principalmente pela memória que ficaria daquela noite.

Se baptizaram o pc com o nome daquele navegador português que realizou a primeira viagem de circum-navegação em bolta da Terra (à pala das pesetas), demonstrando ao mundo que Copérnico afinal estava certo, a puta da inquisição, que não sabia o que era uma vagina, queria enfiar pelo «olho» do maralhal a ideia que, chegando à linha do horizonte, o barquinho despencava-se num abismo onde vaginas não tinham lugar. Então esse pc tem a todo o custo de banir essa palavra do seu âmago. Algo inverso àquilo que é prometido àqueles rapazes arabescos, que envergam cinturões de explosivos e Badungas! amandam-se de cachola de encontro aos edifícios e etc e tal.
